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    LETRAMENTO CIENTÍFICO: PRODUÇÃO DE RESENHA CRÍTICA SOBRE LETRAMENTO LITERÁRIO NO CURSO DE PEDAGOGIA

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    Esta atividade de produção e socialização de resenha críticaefetuada por acadêmicas de Pedagogia da Unoesc Xanxerê - objetiva darvisibilidade ao conhecimento construído a partir da esfera da sala de aula,transpondo as paredes da Universidade, para o alcance da comunidadeacadêmico- científica. No componente curricular Teoria e Práticas daLiteratura Infantil solicitou-se a leitura de obra com o tema do letramentoliterário, buscando ampliar o repertório de leitura e estabelecer diálogo intrae intertextual com a ementa proposta. Esta publicação contribui paradisseminar o conhecimento produzido na Unoesc, qualifica tanto o curso dePedagogia quanto as discentes, que foram desafiadas à escrita científica eao letramento literário

    APLICABILIDADE DE ATIVIDADES SOBRE A PROMOÇÃO DA SAÚDE NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA ALUNOS DO JARDIM II DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE SANTA HELENA-SC.

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    Atividade de prática e extensão (APEX) objetivou-se realizar uma inserção na comunidade visando trabalhar aspectos de saúde e atividade física com crianças em uma escola municipal de Santa Helena-SC, durante uma aula de educação Física. No total, 13 alunos participaram de uma aula de 45 minutos, envolvendo atividades de reconhecer, nomear e classificar alimentos como saudáveis e não saudáveis. Em seguida, ocorreu um circuito motor. Conclui-se, que os estudantes realizaram a proposta de intervenção com atenção, domínio, autonomia e conhecimento, estando dentro do seu padrão de desenvolvimento humano. Entretanto, a abordagem saúde renovada é excelente ferramenta para ser implementada nas aulas práticas, pois garante o acesso a novas experiências sobre hábitos ativos e saudáveis

    TRABALHO, FÉ E SOFRIMENTO: CONSTRUÇÃO DO VALOR PESSOAL EM CONTEXTOS RURAIS

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    A forma como o sujeito constrói a percepção de seu próprio valor está profundamente enraizada em referências sociais, culturais e religiosas. Em muitos contextos, especialmente em estruturas tradicionais, o valor pessoal passa a ser condicionado à utilidade que o indivíduo apresenta para o trabalho e para a coletividade. Diversos estudiosos vinculam a investigação sobre identidade à compreensão dos processos de socialização, que em suma são compreendidos como  “... processos psicossociais através dos quais o indivíduo se desenvolve historicamente como pessoa e como membro de uma sociedade” (Martin-Baró, 1985, p. 115). Nesse cenário a produtividade e a capacidade de servir se tornam critérios fundamentais para a autoestima e o sentimento de pertencimento. Paralelamente, crenças religiosas de matriz cristã, muitas vezes interpretadas de maneira rígida ou moralizante, reforçam a ideia de que o sofrimento é digno, visto como uma prova de fé ou um caminho de purificação. Enquanto o conforto, o descanso e o cuidado de si podem ser vistos como fraqueza ou  pecado

    PREVENÇÃO DE DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS EM UANS: BOAS PRÁTICAS E A ATUAÇÃO DO NUTRICIONISTA

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    As Unidades de Alimentação e Nutrição (UANs) desempenham atividades relacionadas à alimentação e nutrição, proporcionando refeições seguras e adequadas, dentro dos padrões dietéticos e higiênico-sanitários (MONTEIRO, 2010). No entanto, a produção de alimentos em larga escala eleva os riscos de contaminações que podem ocasionar surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTAs). Segundo Silva (2015), essas doenças ocorrem pelo consumo de alimentos contaminados por microrganismos patogênicos, parasitas ou substâncias tóxicas presentes nos alimentos ou na água. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam que, a cada ano, cerca de dois milhões de pessoas morrem com diarreia causada pela ingestão de alimentos contaminados, evidenciando a urgência da prevenção. Nesse contexto, torna-se indispensável a implantação de Boas Práticas de Manipulação, com o objetivo de garantir a segurança dos alimentos e a saúde dos consumidores. A RDC nº 216/2004 da ANVISA estabelece critérios sanitários obrigatórios a serem seguidos em todas as etapas da produção e distribuição de alimentos. A presença de um responsável técnico (RT) nas UANs, preferencialmente um nutricionista, é fundamental para monitorar e garantir o cumprimento dessas práticas. De acordo com Ketzer (2013), cabe ao profissional nutricionista o papel de RT nos estabelecimentos produtores de alimentos, fazendo cumprir o que as leis e resoluções determinam para uma produção segura dealimentos. Esse profissional, por sua formação, está capacitado para atuar na promoção da segurança alimentar em todas as áreas de alimentação e nutrição, essenciais para a promoção da saúde e prevenção de doenças. O presente trabalho tem como objetivo evidenciar a relevância da atuação do nutricionista como responsável técnico nas Unidades de Alimentação e Nutrição (UANs), ressaltando sua função na prevenção de doenças transmitidas por alimentos por meio da implementação das Boas Práticas de Manipulação. Além disso, busca-se discutir a importância de garantir a segurança alimentar e nutricional para a promoção da saúde pública e como a aplicação adequada dessas práticas contribui para a prevenção de DTAs nas UANs.&nbsp

    GESTÃO DE ESTOQUE EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS E MELHORIA DA QUALIDADE

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    A gestão de estoque em unidades de alimentação e nutrição (UAN) é essencial para garantir eficiência operacional, segurança alimentar e sustentabilidade econômica. Um controle eficaz permite equilibrar oferta e demanda, evitar perdas por vencimento, deterioração ou excesso de compras, além de assegurar a qualidade dos insumos utilizados nas preparações. Entre as principais estratégias destacam-se: utilização de planilhas ou softwares de controle; aplicação de métodos de classificação como a curva ABC; padronização de fichas técnicas; capacitação da equipe; e monitoramento contínuo de indicadores de consumo e desperdício. Essas práticas contribuem para otimizar recursos, reduzir custos, minimizar impactos ambientais e melhorar a qualidade do atendimento nutricional oferecido aos usuários

    A IMPORTÂNCIA DE DESENVOLVIMENTO DE CARDÁPIOS PARA PACIENTES COM RESTRIÇÕES DIETÉTICAS EM HOSPITAIS

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    O desenvolvimento de cardápios em ambiente hospitalar é uma etapa essencial para garantir qualidade no cuidado nutricional, principalmente para pacientes com restrições alimentares. Um planejamento bem estruturado permite oferecer refeições equilibradas, seguras e adaptadas, capazes de atender às necessidades específicas decorrentes de doenças ou condiçõesclínicas. Nesse contexto, a alimentação adequada tem papel fundamental na recuperação da saúde, na prevenção de complicações relacionadas a dietas inadequadas e na promoção do bem-estar durante a internação

    ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO SOCIAL: MOVIMENTOS SOCIAIS E LUTAS POR IGUALDADE E INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

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    O tema da acessibilidade urbana é de relevância no contexto brasileiro, considerando que, segundo dados do IBGE (2023), 17,3 milhões de brasileiros, ou 8,4% da população, possuem algum tipo de deficiência. A falta de infraestrutura adequada e a ausência de políticas públicas efetivas limitam a autonomia e a participação dessas pessoas na sociedade. Como destaca a Organização Mundial da Saúde (OMS), “a deficiência é um conceito complexo, que reflete a interação entre as condições de saúde de uma pessoa e fatores pessoais e ambientais” (OMS, 2021). A situação é ainda mais crítica em cidades que, apesar de possuírem legislações que garantem a inclusão, não conseguem implementar as medidas para garantir a autonomia das pessoas com deficiência. O problema central deste estudo está na diferença entre a legislação existente e a realidade enfrentada por pessoas com deficiência em Acessópolis, uma cidade fictícia com 500 mil habitantes. Apesar de contar com uma legislação municipal que prevê a adaptação de espaços públicos e privados, a implementação dessas medidas tem sido lenta e insuficiente. O objetivo deste trabalho é analisar os principais desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência em Acessópolis, cenário comum em muitos municípios brasileiros. Apesar de haver legislação municipal que prevê a adaptação de espaços públicos e privados, a efetividade das ações é prejudicada por uma implementação lenta e insuficiente, conforme já constatado por Feitosa e Righi (2016) em estudo sobre a cidade de São Paulo. Entre os principais desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência em Acessópolis destacam-se: calçadas irregulares e obstruídas, transporte público pouco acessível, ausência de adaptações em edifícios públicos e falta de sinalização adequada, como semáforos sonoros e pisos táteis, destacando a importância da mobilização social na luta por igualdade e inclusão. Deste modo justificando esta pesquisa, que se baseia na necessidade de compreender como a falta de acessibilidade impacta a vida cotidiana dessas pessoas e como os movimentos sociais podem atuar como agentes de mudança. A metodologia adotada para esta pesquisa será uma revisão bibliográfica com abordagem qualitativa. As referências serão pesquisadas em bases de dados acadêmicos, como o periódico CAPES, além de sites de organizações não governamentais e movimentos sociais que discutem a temática de acessibilidade e inclusão. Os termos utilizados na busca incluem "acessibilidade", "inclusão social", "movimentos sociais" e "direitos das pessoas com deficiência". O período analisado será de 2015 a 2023, serão consideradas notícias e artigos recentes que abordam a luta por direitos e a mobilização social em torno da inclusão de pessoas com deficiência. Trazendo à tona o exemplo fictício de Acessopolis e relacionando com os artigos usados para a pesquisa, pode-se notar que os obstáculos têm impactos profundos na qualidade de vida e na participação social das pessoas com deficiência. A mobilidade limitada restringe o acesso à educação, ao trabalho e à saúde, deste modo colaborando com o isolamento social e a dependência de terceiros. Como o exemplo simbólico o de Maria, cadeirante de 35 anos, que diariamente enfrenta desafios para exercer sua profissão como professora, representa a realidade de diversos brasileiros que se veem privados de seus direitos devido à falta de acessibilidade. Ferreira (2016) destaca que a configuração inadequada do espaço urbano resulta na exclusão social, violando o direito de ir e vir, previsto na Constituição Brasileira. Além disso, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) reforça que "a acessibilidade é condição essencial para o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais pela pessoa com deficiência" (BRASIL, 2015). Para melhorar a acessibilidade urbana, a prefeitura de Acessópolis poderia adotar algumas medidas para melhorar a estrutura como a reforma  das calçadas, como a remoção de obstáculos e instalação de pisos táteis, conforme as diretrizes da NBR 9050 da ABNT (Feitosa; Righi, 2016). É fundamental também ampliar a frota de ônibus adaptados. A adaptação de edifícios é uma etapa fundamental, devendo apresentar rampas, elevadores e banheiros acessíveis, promovendo a autonomia e segurança das pessoas com deficiência. A promoção da acessibilidade não é uma responsabilidade exclusiva do poder público. A sociedade desempenha papel fundamental ao fiscalizar, denunciar irregularidades e combater atitudes que restringem a participação das pessoas com deficiência, assim como apontado por Ferreira (2016) que as considera tão prejudiciais quanto às barreiras físicas. As empresas devem assegurar que seus estabelecimentos sejam acessíveis, além de cumprir a legislação que prevê a contratação de pessoas com deficiência. Já as instituições de ensino devem garantir a acessibilidade estrutural, de ensino, comunicativa e virtual, como demonstrado pelo projeto Apoema, do Instituto Federal do Amazonas (Guerreiro et al., 2014), além de formar profissionais comprometidos com a inclusão e desenvolver pesquisas e inovações voltadas para tecnologias assistivas. Entre as soluções inovadoras que poderiam ser implementadas para tornar Acessópolis uma cidade mais acessível, destaca-se o uso de tecnologias que visam a assistência das pessoas com deficiência, como instalação de semáforos inteligentes, acionados por sensores ou dispositivos móveis (Ferreira, 2016). Outra proposta é a adoção do desenho inclusivo como base no planejamento urbano, assegurando que novos projetos sejam acessíveis desde sua origem, evitando a necessidade de adaptações futuras, conforme recomenda a NBR 9050 (Feitosa; Righi, 2016). Recentemente, diversas reportagens têm evidenciado casos de pessoas que lutam por acessibilidade. Em 2023, a cidade de Curitiba ampliou seu programa “Calçada Acessível”, que promove reformas em passeios públicos, conforme as diretrizes da NBR 9050 (CGN 2023). Em nível nacional, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou em 2022 uma resolução exigindo que empresas de transporte intermunicipal ofereçam veículos adaptados, com monitoramento das condições de acessibilidade nas rodoviárias (ANTT, 2022). Além disso, uma decisão do STF em 2023 garantiu a obrigatoriedade da adaptação de escolas públicas para alunos com deficiência, reforçando a aplicação da Lei Brasileira de Inclusão (G1, 2023). Dessa forma, conclui-se que é essencial que as cidades sejam planejadas e adaptadas de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão. Considerando as reais necessidades das pessoas com deficiência e garantindo acessibilidade de maneira ampla e efetiva. Além disso, destaca-se a importância da atuação conjunta entre o poder público, sociedade civil, empresas e instituições de ensino para promover ambientes urbanos mais inclusivos, seguros e igualitários para todos

    Resenha Crítica

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    De forma integrada, os estudos analisados evidenciam que a promoção da atividade física e das práticas corporais tem se consolidado como eixo fundamental de políticas públicas no Brasil, mas que sua efetividade depende de um olhar atento aos princípios do SUS. Equidade e humanização aparecem como dimensões estruturantes, fundamentais para garantir que os benefícios alcancem de fato os grupos mais vulneráveis. A universalização e a integralidade se expressam tanto em avanços concretos, como a expansão do financiamento federal na APS, quanto em desafios, como a necessidade de maior integração intersetorial e resistência a retrocessos políticos. Ao reunir essas experiências, percebe-se que o SUS continua sendo um espaço de disputa e construção social, onde a saúde é compreendida como direito e a atividade física como prática transformadora

    O SUS COMO FERRAMENTA NA AMPLIAÇÃO DA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA VIA POLÍTICA NACIONAL

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    O Artigo ressalta a urgência de consolidar uma Política Nacional de Atividade Física e Práticas Corporais (PNAFPC) no Sistema Único de Saúde (SUS). Os autores defendem que a promoção de saúde deve ultrapassar a lógica centrada apenas no tratamento de doenças, levando em conta estratégias que estimulem estilos de vida ativos e sustentáveis, capazes de prevenir agraves crônicos, reduzir gastos futuros e melhorar a qualidade de vida da população. Programas anteriores já foram testados e inclusive demonstraram resultados relevantes, como o Programa Academia da Saúde, mas ainda enfrentam limites de alcance, financiamento, formação profissional e articulação com outras políticas públicas de saúde e de bem-estar social. Diante do atual cenário de transição demográfica e epidemiológica, marcado pelo aumento da expectativa de vida e pelo crescimento do número de doenças, faz-se necessário fortalecer ações preventivas e intersetoriais, considerando as desigualdades sociais que afetam às oportunidades no que diz respeito à prática de atividades físicas. A proposta de uma política nacional estruturada, contínua e de caráter permanente busca ampliar o alcance das práticas corporais em todo o território, garantir equidade e consolidar o SUS como protagonista mundial em promoção de saúde. O artigo enfatiza que esse é um tema de extrema importância e urge medidas imediatas, como o próprio título nos traz: \u27\u27a hora de agir é agora\u27\u27.

    Um Relato de Caso: Extração de Três Terceiros Molares (18, 28 e 48) em Paciente Feminina de 24 Anos.

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    Este relato de caso descreve a extração de três dentes do siso (18, 28 e 48) em uma paciente de 24 anos, do sexo feminino, saudável e sem histórico de doenças sistêmicas. A paciente procurou atendimento odontológico relatando desconforto e dor intermitente nas regiões dos dentes do siso, com dificuldade para mastigar e sensação de pressão nas áreas afetadas. O exame clínico revelou dentes totalmente erupcionados, sem sinais de pericoronarite ou inflamação nas gengivas adjacentes. A radiografia panorâmica indicou que os dentes estavam bem posicionados e com raízes bem formadas, sem complicações associadas. Com base no quadro clínico e no risco de complicações futuras, foi indicada a extração dos três dentes do siso. O procedimento foi realizado com anestesia local (lidocaína 2%), sendo utilizado luxadores, alavancas e fórceps para remoção dos dentes. O tempo total da cirurgia foi de 45 minutos na primeira sessão e 35 minutos na segunda sessão. O pós-operatório transcorreu sem complicações, e a paciente seguiu orientações adequadas, como o uso de compressas de gelo, analgésicos e colutório. A evolução clínica foi satisfatória, com cicatrização sem intercorrências e controle da dor. Este caso ilustra a abordagem de extração simples dos dentes do siso erupcionados, com boa recuperação e resolução do desconforto da paciente, prevenindo possíveis problemas futuros, como cáries e infecções.  Palavras-chave: Extração de dentes do siso, erupção total, cirurgia odontológica, recuperação pós-operatória, dor.&nbsp

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