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ANÁLISE DE DESEMPENHO E VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA: COMPARATIVO ENTRE BANCO DO BRASIL (BBAS3) E BANCO ITAÚ (ITSA4)
A análise de desempenho e viabilidade econômico-financeira é essencial para avaliar a saúde e sustentabilidade de empresas no mercado de capitais, sendo um recurso fundamental para investidores e gestores. A comparação entre o Banco do Brasil, instituição pública tradicional, e o Itaú, banco privado com forte orientação tecnológica, permite identificar diferentes estratégias de gestão, eficiência e competitividade, contribuindo para uma compreensão mais ampla do setor bancário nacional. O presente trabalho tem como objetivo realizar uma análise de desempenho e viabilidade econômico-financeira entre duas instituições bancárias listadas na B3: Banco do Brasil e Itaú. Diante da diversidade de instituições financeiras atuantes no Brasil, surge a seguinte questão-problema: Qual dos dois bancos analisados, Banco do Brasil ou Banco Itaú, apresentou melhor desempenho e viabilidade econômico-financeira no período de 2022 a 2024?
Análise de Resultados Financeiros das Enpresas C&A e Marisa
O setor do varejo de moda, tem sua principal atividade é a comercialização de roupas, acessórios, calçados e entre outros produtos. É um setor onde está sempre em constante evolução e mudança de estilos e tendencias do mercado. Os lojistas desempenham um papel fundamental ao se conectar diretamente aos consumidores com a moda atual. O proposito para a pesquisa será aplicar fundamentos da contabilidade gerencial, análise de investimentos e avaliação de risco e retorno financeiro a partir dos dados coletados das empresas selecionadas na B3 do ramo do varejo da moda
ESTÁGIO BÁSICO I: HOSPITAL SALVATORIANO DIVINO SALVADOR (HSDS)
A fundamentação teórica desta experiência baseia-se na Gestalt-terapia, que entende o ser humano como um todo integrado em constante interação com o ambiente, valorizando o momento presente e a tomada de consciência para a mudança. A obra Aprendendo a Observar, de Danna e Matos, também contribui ao destacar a observação atenta essencial na formação do psicólogo. A observação, segundo essa perspectiva, é fundamental para compreender comportamentos no contexto em que ocorrem, como já defendia Kurt Lewin.
No ambiente hospitalar, a atuação do psicólogo exige empatia e escuta qualificada, reconhecendo o sofrimento do paciente como uma expressão legítima da sua subjetividade (Benvenides, 2005).
A atividade iniciou-se às 08h00 nas dependências do Hospital Salvatoriano Divino Salvador (HSDS), naquele dia, havia 32 pacientes internados nesse setor. A psicóloga explicou o funcionamento do sistema de registros de evolução dos pacientes, destacando a importância da organização e da comunicação entre os profissionais da equipe de saúde. Nas segundas e quartas-feiras ocorrem reuniões multiprofissionais para discussão de casos, com o objetivo de promover um cuidado mais integrado e humanizado. Ao longo da manhã, foi possível observar de perto a rotina da psicóloga hospitalar, percebendo a relevância do cuidado psicológico no ambiente hospitalar. A experiência foi considerada altamente enriquecedora do ponto de vista formativo. Foi possível compreender a complexidade da atuação do psicólogo hospitalar, que exige preparo técnico, escuta sensível, empatia
ESTRUTURAS DE DESIGUALDADE E RESISTÊNCIA: AS LUTAS POR IGUALDADE ECONÔMICA, ÉTNICO-RACIAIS, DE GÊNERO E LGBTQIA+
As desigualdades estruturais presentes na sociedade brasileira, especialmente nas dimensões econômica, étnico-racial e de gênero, são resultado de um histórico de exclusões e discriminações que ainda hoje impactam o acesso a direitos e oportunidades. Nesse cenário, os movimentos sociais apresentam um papel fundamental na luta por justiça social, equidade e reconhecimento das identidades diversas. O presente resumo expandido tem como objetivo compreender a importância dos movimentos que lutam por igualdade étnica, racial e de gênero, assunto esse que se torna cada vez mais evidente visto que as gerações atuais reconhecem a sua responsabilidade neste tema. Este resumo expandido apresenta que não apenas a nova geração compreende isso, como a sociedade num todo, as empresas e instituições públicas e governamentais tem uma tocante influência na resolução dos problemas relacionados a desigualdade, e podem ser uma ferramenta fundamental para uma mudança significativa
DESEMPENHO OTIMIZADO: A INFLUÊNCIA DO ÔMEGA-3 NO CORPO DO ATLETA
INTRODUÇÃO: A suplementação com ômega-3 refere-se à ingestão concentrada de ácidos graxos poli-insaturados, notadamente o EPA e o DHA, predominantemente encontrados em peixes de águas frias e profundas. A suplementação torna-se especialmente recomendada em casos de ingestão alimentar insuficiente, sendo amplamente estudada nos campos da saúde e da prática esportiva. OBJETIVO: Reconhecer a importância e os benefícios da suplementação do ômega-3 na saúde e desempenho físico de um atleta. METODOLOGIA: Após a leitura de três artigos científicos, pesquisados nas plataformas Google Acadêmico, SciELO e Perplexity, foi elaborado um resumo sobre o tema com base nessas fontes. RESULTADO: A suplementação do ômega-3 traz diversos benefícios à saúde, como proteção cardiovascular, melhora da função cerebral e ação anti-inflamatória, contribuindo para o desempenho esportivo de um indivíduo. Ainda, ajuda a reduzir triglicerídeos, LDL, e pressão arterial, além do aumento do HDL. A ingestão diária recomendada varia de 1 a 3 gramas, por meio da alimentação ou suplementação, sempre com orientação médica. Seus benefícios incluem menor dor pós-treino, proteção das articulações, melhor circulação, redução do cortisol, saúde do coração e melhora da função cognitiva. CONCLUSÃO: conclui-se que a suplementação com ômega-3 pode contribuir no desempenho esportivo, principalmente na resistência e recuperação muscular. Porém, ainda faltam evidências sobre seus efeitos no crescimento muscular e na preservação da massa magra, sendo necessários mais estudos com atletas
IMPACTOS DA SUPLEMENTAÇÃO DE CREATINA NA SAÚDE MUSCULAR DE IDOSOS
O envelhecimento da população traz o desafio de manter a saúde e a independência dos idosos e a suplementação com creatina surge como uma ótima opção. Presente de forma natural no corpo, a creatina ajuda a aumentar os estoques de fosfocreatina, estimula o crescimento muscular e favorece sua recuperação, o que é fundamental para combater doenças como a sarcopenia, típica do envelhecimento. O presente texto tem como objetivo investigar, os efeitos da suplementação de creatina associada ou não ao treinamento de força em idosos. Para isso, foi realizado uma revisão sistemática com base em estudos científicos já publicados. Os estudos analisados mostraram que a suplementação de creatina, principalmente quando combinada com o treinamento de força, contribuiu significativamente para o aumento da massa muscular, força e densidade óssea em idosos. Esses efeitos ajudaram a retardar a sarcopenia e a melhorar a capacidade funcional, facilitando a realização de atividades diárias e promovendo maior independência. Além disso, quando utilizada dentro dos protocolos seguros e com acompanhamento profissional, a creatina não apresentou efeitos colaterais relevantes, sendo considerada uma estratégia eficaz e segura para a manutenção da saúde muscular na terceira idade. Dessa forma, pode-se concluir que a recomendação do uso da creatina para idosos deve sempre ser feita com acompanhamento profissional, especialmente quando associada ao treinamento de musculação
RELATO DE CASO: DPCAMI - VIDEIRA
Estudo de caso de Estágio Supervisionado I. Apresentado como requisito parcial na disciplina Estágio Supervisionado I, Curso de Psicologia da Universidade do Oeste de Santa Catarina
Fortalecendo o SUS por meio da Atividade Física e Programas Estruturados
O Sistema Único de Saúde (SUS) tem fortalecido a atenção básica ao incorporar profissionais de educação física nas equipes de atenção primária, promovendo a prática regular de exercícios, hábitos saudáveis e vida ativa. Essa atuação contribui para a prevenção de doenças crônicas e a melhoria da qualidade de vida da população. A Política Nacional de Atividade Física e Práticas Corporais (PNAF PC) organiza programas como academias de saúde e ações comunitárias, estabelecendo diretrizes para financiamento, capacitação e monitoramento. A valorização dos profissionais e a implementação de políticas estruturadas consolidam o SUS como protagonista na promoção da atividade física, tornando as práticas corporais um componente permanente da saúde pública, com foco no bem-estar físico, mental e social
A TRIBUTAÇÃO DA ECONOMIA DIGITAL
A economia digital tornou-se um dos pilares da transformação econômica global no século XXI. A crescente utilização das tecnologias da informação e da comunicação (TICs), em especial da internet, possibilitou a criação de novos modelos de negócios baseados na circulação de bens intangíveis, no compartilhamento de dados e em transações transnacionais. Esse novo paradigma traz benefícios como inovação, dinamismo e ampliação do acesso a produtos e serviços, mas também impõe desafios significativos aos sistemas tributários.
A tributação, tradicionalmente estruturada em torno de conceitos como territorialidade, estabelecimento permanente e materialidade física das operações, encontra dificuldades para capturar a riqueza gerada por atividades digitais, que frequentemente não exigem presença física no território onde ocorre a exploração econômica. Diante disso, surge a necessidade de repensar o direito tributário e formular novas soluções jurídicas e normativas que garantam a justiça fiscal, a neutralidade concorrencial e a preservação da capacidade arrecadatória do Estado.
Características da economia digital
A economia digital é marcada pela intangibilidade dos bens e serviços, pela desmaterialização das operações e pela atuação global das empresas. Plataformas de streaming, marketplaces, redes sociais, serviços em nuvem e aplicativos de mobilidade são exemplos de atividades que podem ser consumidas em qualquer lugar do mundo, independentemente da localização física do fornecedor.
Essas características desafiam os critérios clássicos de tributação, pois dificultam a identificação do local de ocorrência do fato gerador e da jurisdição competente para tributar. A ausência de barreiras físicas favorece ainda o deslocamento artificial de lucros para países com menor carga tributária, prática conhecida como planejamento tributário agressivo.
Desafios internacionais e propostas globais
No plano internacional, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) desempenha papel central nas discussões sobre a tributação da economia digital, especialmente por meio do Plano de Ação BEPS (Base Erosion and Profit Shifting).
Entre as propostas destacam-se:
Pilar Um: realocação parcial da base tributável para as jurisdições de mercado, garantindo que parte do lucro seja tributado nos países onde estão os consumidores.
Pilar Dois: instituição de um nível mínimo global de tributação corporativa, evitando a “corrida para baixo” na redução de impostos.
Essas medidas buscam reduzir a evasão fiscal e aumentar a justiça tributária entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Contudo, sua implementação enfrenta resistência política e complexidade técnica.
O caso brasileiro
No Brasil, a tributação da economia digital suscita controvérsias entre União, Estados e Municípios. A principal discussão recai sobre a natureza das operações digitais: se são serviços (tributados pelo ISS) ou mercadorias (tributadas pelo ICMS).
O Supremo Tribunal Federal (STF) já firmou entendimento de que a incidência do ISS prevalece sobre o ICMS em casos de licenciamento e cessão de uso de software, inclusive quando o fornecimento ocorre por meio de download ou nuvem. Essa decisão trouxe maior segurança jurídica, mas não resolveu integralmente as disputas fiscais entre os entes federativos.
Além disso, discute-se a criação de um Imposto sobre Serviços Digitais (DST), inspirado em experiências internacionais. Essa medida permitiria tributar diretamente receitas de grandes empresas de tecnologia oriundas de publicidade digital, marketplaces e serviços em nuvem. Entretanto, críticas apontam para riscos de bitributação, conflitos com acordos internacionais e impactos negativos sobre o ambiente de negócios.
Princípios e justiça fiscal
A ausência de regras claras pode gerar distorções concorrenciais, favorecendo empresas digitais que conseguem reduzir sua carga tributária em detrimento das empresas tradicionais. Isso compromete a neutralidade tributária e prejudica tanto os consumidores quanto a arrecadação estatal.
Ademais, a tributação da economia digital deve dialogar com outros campos do direito, como a proteção de dados, a privacidade e a regulação de novas tecnologias, incluindo inteligência artificial, blockchain e criptoativos. A integração desses elementos exige que o sistema tributário seja adaptável, transparente e eficiente.
Considerações Finais
A tributação da economia digital constitui um dos maiores desafios do direito tributário contemporâneo. A rápida transformação tecnológica e a globalização das transações expõem a inadequação dos modelos tradicionais de tributação, exigindo soluções inovadoras e cooperação internacional.
No plano global, as iniciativas da OCDE e do G20 oferecem um caminho para a criação de regras mais justas e harmônicas, ainda que enfrentem barreiras políticas e técnicas. No Brasil, é fundamental avançar na definição de competências tributárias, evitar conflitos federativos e criar normas claras que assegurem justiça fiscal e segurança jurídica.
O futuro da tributação digital dependerá da capacidade de equilibrar três objetivos: preservar a arrecadação pública, estimular a inovação tecnológica e assegurar um ambiente de negócios competitivo e equitativo. A busca por simplicidade, transparência e cooperação internacional será determinante para que os sistemas tributários acompanhem o ritmo da economia digital, garantindo que a riqueza gerada nesse ambiente seja devidamente tributada.
 
ATIVIDADE PRÁTICA DE EXTENSÃO (APEX) 5ª FASE DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS: MUTIRÃO DO IMPOSTO DE RENDA, DIRPF CIDADÃ 2025
O projeto de extensão APEX DIRPF Cidadã 2025, realizado pelos acadêmicos da 5ª fase do curso de Ciências Contábeis da Unoesc Videira, em parceria com o NAF e a Receita Federal, promoveu um mutirão gratuito de atendimento à comunidade para a elaboração da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física. A ação ocorreu em 25 de abril de 2025, com capacitação prévia dos estudantes, garantindo segurança e qualidade no serviço. Foram realizados 38 atendimentos, dos quais 23 resultaram em declarações transmitidas. A atividade fortaleceu a inserção comunitária da universidade, gerou impacto social ao democratizar o acesso a serviços contábeis e contribuiu para a formação técnica e cidadã dos acadêmicos