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    O ENSINO SUPERIOR NA REINSERÇÃO SOCIAL DO SUJEITO PRIVADO DE LIBERDADE: UM ESTUDO NA COLÔNIA AGROINDUSTRIAL DE PALHOÇA

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    A educação exerce um papel transformador na vida do apenado, promovendo autonomia, autoestima, reconstrução de vínculos sociais e novas perspectivas de futuro. O presente resumo visa expor a pesquisa desenvolvida em um Trabalho de Conclusão de Curso, que objetivou analisar o ensino superior como ferramenta de ressocialização e qualificação profissional do sujeito privado de liberdade em regime semiaberto. Os resultados aqui apresentados foram obtidos a partir de um estudo realizado na Colônia Agroindustrial de Palhoça. A pesquisa foi inicialmente conduzida por meio de uma revisão bibliográfica e documental, dialogando com autores que pesquisaram sobre a temática, como Paulo Freire, Foucault e Sérgio Adorno, assim como utilizando documentos oficiais das legislações brasileiras sobre educação e ensino superior no sistema prisional, como a Lei de Execução Penal e a Constituição de 1988. Além disso, foi realizada uma pesquisa de campo sobre o funcionamento do ensino superior no contexto de uma unidade prisional de regime semiaberto em Palhoça, como também foram aplicados questionários com os apenados que estão atualmente matriculados em cursos de graduação. Em outro momento, foi aplicado um segundo questionário a um egresso do sistema prisional que, após o cumprimento da pena, iniciou uma formação no ensino superior. A análise apresentada ao longo do trabalho baseia-se nas observações feitas na Colônia Agroindustrial de Palhoça e nas respostas aos questionários. Identificou-se um grupo heterogêneo, com diferentes níveis de escolaridade e trajetórias. Observou-se que a educação é valorizada como meio de transformação pessoal. Os entrevistados demonstram motivações como remição de pena, busca por conhecimento e planos profissionais futuros. Contudo, relatam barreiras sociais e preconceitos que dificultam a efetiva reinserção após a pena. O trabalho buscou apontar as mudanças significativas que o acesso à educação superior proporciona ao sujeito encarcerado em sua reinserção social, servindo como ferramenta para a qualificação profissional, ao mesmo tempo que expõe as barreiras externas encontradas após o cumprimento da sentença. &nbsp

    A DRENAGEM ÁCIDA DE MINA NO CONTEXTO DA MINERAÇÃO DE CARVÃO EM CRICIÚMA: UMA ABORDAGEM A PARTIR DOS TRÊS MOMENTOS PEDAGÓGICOS NO SUBPROJETO DE QUÍMICA DO PIBID DO IFSC

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    Com o objetivo de articular a participação no PIBID com o contexto da cidade de Criciúma, foi desenvolvida uma proposta didática junto com a turma do 2º ano do Curso Técnico Integrado em Química do IFSC - Câmpus Criciúma. A temática escolhida foi a Drenagem Ácida de Mina (DAM), abordada dentro da disciplina de Química Ambiental. A proposta teve como eixo principal a Educação Ambiental Crítica, buscando integrar o conhecimento teórico com reflexões acerca dos impactos socioambientais gerados pela atividade mineradora. A metodologia utilizada foi fundamentada nos Três Momentos Pedagógicos. Assim, no primeiro momento, a problematização foi feita a partir de uma notícia fictícia; no segundo momento, da contextualização, utilizou-se um experimento para facilitar a compreensão do conteúdo; e no terceiro momento, focado na aplicação do conhecimento, os alunos foram orientados a elaborar uma ficha técnica, sistematizando as informações aprendidas ao longo da atividade

    Avaliação da consistência da argamassa estabilizada aplicada em revestimento ao longo do tempo

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    Devido às inúmeras vantagens logísticas e operacionais, tem sido cada vez mais comum a utilização das argamassas estabilizadas na construção civil. De acordo com Antoniazzi et. al. [1], estas argamassas se diferenciam das convencionais por conta da manutenção da trabalhabilidade por períodos prolongados de até 72h, característica que é possível pela utilização de aditivo estabilizador de hidratação (AEH) - responsável pela permanência da argamassa no estado fresco, e aditivo incorporador de ar (AIA) - o qual modifica a trabalhabilidade.Assim, as argamassas estabilizadas têm como principais propriedades a conservação da plasticidade, a fluidez e retenção de água por períodos prolongados, que devem estar adequadas ao serviço a ser realizado (BAUER [2]). Na execução de revestimentos argamassados, essas propriedades podem apresentar-se vantajosas, como indicado por Recena [3], pois durante o lançamento da argamassa é necessário que esta mantenha suas propriedades no estado fresco até o final desta etapa.Ainda, é fundamental que a argamassa atinja a consistência ideal para o acabamento, pois podem ocorrer fissuras no revestimento caso esta etapa seja realizada precocemente. E, se realizado tardiamente, exige mais esforço, comprometendo a qualidade final (BAUER[2]). Estudos indicam que o uso de argamassas estabilizadas aumenta o tempo do desempenho em comparação com as argamassas convencionais ([4]; [5];[6])

    PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS PARA O BEM VIVER: AS ESTUFAS EXPERIMENTAIS

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    Estufas experimentais são estruturas controladas projetadas para criar condições ideais de cultivo e pesquisa de plantas em ambientes controlados. Essas instalações são amplamente utilizadas na agricultura, na pesquisa científica, na educação e até mesmo na jardinagem doméstica avançada. Vários aspectos são importantes como: (a) Controle Ambiental: O principal propósito das estufas experimentais é criar um ambiente controlado para o crescimento de plantas. Isso inclui o controle de variáveis como temperatura, umidade, luminosidade e concentração de dióxido de carbono (CO2). Essas variáveis podem ser ajustadas para replicar condições específicas de cultivo, como diferentes estações do ano ou climas. (b) Educação: Estufas experimentais também são ferramentas valiosas para instituições de ensino. Universidades e escolas usam essas estruturas para ensinar aos alunos os princípios da agricultura, botânica e biologia vegetal. Os estudantes podem realizar experimentos práticos e observar em temporeal como as plantas respondem a diferentes condições ambientais. (c) Cultivo de Plantas Exóticas: Em muitos casos, as estufas experimentais são usadas para cultivar plantas exóticas ou tropicais em climas onde não seriam capazes de sobreviver naturalmente. Isso é particularmente comum em jardins botânicos e em coleções de plantas raras. (d) Agricultura Sustentável: Em um contexto agrícola, as estufas experimentais também podem ser usadas para promover práticas agrícolas sustentáveis. Isso inclui o cultivo de plantas de forma mais eficiente, com menos uso de recursos naturais, como água e fertilizantes. (e) Produção de Alimentos: Algumas estufas experimentais são usadas para a produção comercial de alimentos, como hortaliças e ervas aromáticas. Isso permite o cultivo durante todo o ano, independentemente das condições climáticas externas. Desde 2017, vem se experimentando no Câmpus IFSC -Caçador, a construção de estufas. Entretanto, enquanto ferramenta pedagógica para o ensino do conteúdo de sustentabilidade, começa em 2022. Diversas turmas trabalharam no projeto, todavia os alunos do curso Técnico Integrado de Informática do Câmpus Caçador, que ingressaram no próprio ano de 2022, desenvolveram um projeto ambientaldenominado mais específico (FRANGELLI at al., 2023). Agora, com fomento do CNPq, o projeto visa ampliação tornando também oespaço com as estufas, parte do laboratório de educação ambiental, espaço cênico, de convício e bem viver.&nbsp

    CONSTRUÇÃO DO “JOGO DA VIDA ESCOLAR” NA DISCIPLINA DE DIDÁTICA E AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

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    Durante uma atividade proposta, na disciplina de Didática e Avaliação Educacional, no curso de Pedagogia Bilíngue, a professora sugeriu a elaboração de uma aula com o tema “mecanismos de exclusão: repetência e reprovação”. Nosso grupo optou por abordar a temática por meio de um jogo, com o objetivo de promover reflexões de forma lúdica. O Jogo da Vida Escolar foi desenvolvido com a finalidade de simular a trajetória de um(a) estudante, evidenciando como as decisões tomadas na trajetória escolar poderiam gerar diferentes consequências. O jogo criado foi do tipo tabuleiro em tamanho grande, confeccionado com materiais como cartolina, papel colorido, onde os “peões” eram os próprios jogadores. Cada elemento do jogo foi pensado para representar aspectos reais da vivência escolar, incluindo obstáculos como dificuldades de aprendizagem, contextos familiares adversos, apoio pedagógico e políticas de inclusão, possibilitando uma compreensão crítica sobre os fatores que contribuem para os processos de exclusão no ambiente educacional. Nos baseamos em autores como: Gil (2018) e Vasconcelos (2016) que versam sobre a repetência escolar e exclusão e Huizinga (2014) que trata sobre o jogo e o lúdico. Os conteúdos estudados foram incorporados às regras do jogo, por meio das cartas de eventos, que apresentavam situações reais relacionadas à repetência e reprovação. O jogo foi aplicado aos colegas da turma (7ª fase de Pedagogia Bilíngue) da própria disciplina, o que possibilitou uma troca de experiências entre os(as) participantes e favoreceu a observação de diferentes compreensões sobre o tema abordado. A cada rodada, os(as) jogadores(as) enfrentavam dilemas que exigiam tomada de decisão, cujas consequências os levavam a avançar ou retroceder no percurso escolar. Isso permitiu que os conceitos da disciplina de Didática e Avaliação Educacional, trabalhados em aula, fossem vivenciados na prática, de forma reflexiva e crítica. A construção e aplicação do jogo proporcionaram uma aprendizagem significativa, tanto sobre os mecanismos de exclusão quanto sobre a importância de metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem. A experiência nos permitiu aprofundar os conteúdos de repetência escolar e exclusão de forma concreta e colaborativa, além de desenvolver habilidades como planejamento, criatividade, trabalho em grupo e pensamento crítico. Essa vivência contribuiu de maneira relevante para nossa formação como pedagogos(as), ao nos colocar no lugar de mediadores do conhecimento e nos fazer refletir sobre a importância de práticas pedagógicas que envolvam, provoquem e incluam todos os sujeitos da escola

    COMO A QUÍMICA PODE AJUDAR NA RESOLUÇÃO DE CRIMES? UMA ABORDAGEM INVESTIGATIVA NO ENSINO DE QUÍMICA

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    Os Estágios Supervisionados nos cursos de Licenciatura proporcionam ao discente em formação a possibilidade de vivenciar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. O Curso de Licenciatura em Química do IFSC Câmpus São José adota, no Estágio Supervisionado, a metodologia dos Projetos Criativos Ecoformadores (PCE), de Zwierewicz e Torre (2009). A proposta busca superar o ensino fragmentado e linear por meio de um ensino contextualizado e da elaboração de materiais didático-pedagógicos, contribuindo com o processo de ensino e aprendizagem do estudante. A partir das observações realizadas durante o Estágio Supervisionado II, elaborou-se o Projeto de Intervenção “Química Forense: Como a química pode ajudar na resolução de crimes”, para uma turma da sétima fase do Ensino Médio Integrado ao curso Técnico em Química do IFSC Florianópolis, na unidade curricular de Análise Orgânica. O projeto, desenvolvido entre 2024.1 e 2024.2, apresenta uma sequência didática voltada à identificação de compostos orgânicos a partir de testes de solubilidade, determinação de grupos funcionais, ponto de fusão e ebulição, tendo como recurso didático um podcast. O enredo narra um caso fictício envolvendo um estudante vítima de isolamento e deboches constantes de colegas, que culmina em um acidente suspeito com uma substância química. Ao longo dos encontros, foram apresentados episódios do podcast, e os estudantes utilizaram as informações, aliadas às atividades práticas, para montar um “mural investigativo” apresentado no último encontro. Durante a prática educativa, houve engajamento ao unir investigação, criatividade e reflexão social. Os estudantes atuaram como peritos para identificar a substância desconhecida, aplicando conceitos químicos aprendidos. Além dos aspectos científicos, a atividade fomentou uma discussão crítica sobre as consequências do bullying, especialmente no ambiente digital, promovendo sensibilização. Os resultados mostraram que a abordagem interdisciplinar, ao integrar Química Forense e questões sociais, favorece a aprendizagem significativa e o desenvolvimento de competências investigativas, éticas e socioemocionais

    LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: UTILIZAÇÃO DE BINGOS SILÁBICOS E MATEMÁTICOS

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    A Educação de Jovens e Adultos (EJA) enfrenta diversos desafios, como a evasão escolar, muitas vezes causada pela necessidade de conciliar trabalho e estudo. Outro obstáculo é o preconceito social, que desvaloriza a aprendizagem na idade adulta. Além disso, a falta de recursos pedagógicos adequados e formação específica para educadores compromete a qualidade do ensino. Pensando nesses desafios, foi elaborada, para a turma da “EJA”, nível 1, da Escola Básica Frei Damião, localizada em Palhoça SC, uma proposta de inserção de atividades lúdicas para o ensino de multiplicação e separação de sílabas. Essas foram elaboradas pelos estagiários José Francisco dos Santos Conceição, Leydiane Brandão das Mercês e Rosângela Bruce Noronha. As atividades foram desenvolvidas no estágio curricular supervisionado, do Curso de Pedagogia Bilíngue Libras/Português do Câmpus Palhoça Bilíngue e consistiu na produção de dois bingos, onde um deles era relacionado à operações  de multiplicação, em que o aluno recebia uma cartela e o mediador sorteava um número,  que poderia ser o resultado da operação de multiplicação que estava contida na cartela do estudante. O outro bingo, silábico, era composto por cartelas com sílabas que deveriam ser localizadas conforme o mediador sorteava e verbalizava o som da sílaba. Durante a realização dos bingos, percebemos que os alunos conseguiram se concentrar melhor na resolução dos problemas por estarem envolvidos na ludicidade, ou seja, realizaram as atividades se divertindo.  Ao final do trabalho, percebemos que a ludicidade na Educação de Jovens e Adultos (EJA) favoreceu a aprendizagem ao tornar o processo mais significativo e motivador, uma vez que por meio de jogos, dinâmicas e atividades interativas, é possível respeitar saberes prévios e promover o protagonismo dos alunos. Assim, o lúdico contribui para um ambiente mais acolhedor e estimulante

    A CIÊNCIA COMO FATOR DE INCLUSÃO SOCIAL: UMA INTERVENÇÃO DE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR SOBRE A QUÍMICA DAS TINTAS NO CONTEXTO DO PROJETO ALVORADA DO IFSC CRICIÚMA

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    Este trabalho tem como objetivo relatar a primeira etapa de um projeto interdisciplinar desenvolvido no contexto de uma Prática como Componente Curricular (PCC) realizada por estudantes da quinta fase do curso de Licenciatura em Química do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) - Câmpus Criciúma. Esse projeto se constitui de uma proposta didática sobre a Química das Tintas, elaborada a partir dos Três Momentos Pedagógicos e teve como objetivo principal contribuir com o processo de inclusão social dos estudantes participantes do Curso de Pintor de Obras Imobiliárias do Projeto Alvorada. Para o desenvolvimento do trabalho, os acadêmicos da licenciatura envolvidos se emprenharam em conhecer os aspectos históricos das tintas; em diferenciar e identificar sua composição química, os solventes, as resinas, os pigmentos e os aditivos; em avaliar os impactos ambientais relacionados ao processo de produção e do uso de tintas; além de estabelecer conexões entre os conteúdos químicos abordados e o cotidiano dos participantes, valorizando seus saberes e experiências individuais. O trabalho de PCC foi desenvolvido de forma  interdisciplinar, integrando as unidades curriculares de Fundamentos para a Educação Química, Gestão e Organização Escolar, Química Ambiental e Química Orgânica I, com o planejamento de dois encontros com o público-alvo. O primeiro encontro contou com dinâmicas significativas, como a pintura de uma tela e explicações científicas sobre fenômenos ópticos relacionados às cores,  com o intuito de cativar os participantes e promover momentos de interação e troca de saberes. Nesse sentido, destaca-se a preocupação em valorizar os saberes prévios e experiências dos participantes, conectando os conteúdos químicos abordados ao seu cotidiano. O segundo encontro (ainda não realizado), tem como proposta aprofundar os conhecimentos sobre as propriedades físico-químicas dos componentes das tintas, possibilitando aos participantes compreenderem como esses elementos influenciam no desempenho e na aplicação do produto final, e contribuindo, assim, para uma formação prática e alinhada à realidade profissional. Por fim, diante das experiências vivenciadas até o momento, destaca-se a importância da PCC no processo de formação docente dos licenciandos envolvidos, uma vez que essa experiência promove a integração entre teoria e prática e a contextualização do conhecimento.&nbsp

    O PÊNDULO DE INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA DIDÁTICO COMO PROMOTOR DO ENGAJAMENTO DOS ESTUDANTES

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    O presente trabalho foi desenvolvido no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) câmpus Jaraguá do Sul - Centro, e explorou o conceito de indução eletromagnética, que basicamente consiste num fenômeno físico que ocorre quando um campo magnético variável induz uma corrente elétrica em um condutor. Este princípio, descoberto por Michael Faraday, fundamenta o funcionamento de diversos dispositivos eletromagnéticos, como geradores e transformadores. Neste sentido, construiu-se um aparato experimental composto por um pêndulo com um ímã em sua extremidade, que oscila próximo a uma bobina de fio de cobre esmaltado conectada a um LED. Ao pêndulo oscilar nas proximidades da bobina, gera variações no fluxo magnético, induzindo pequenas tensões que podem ser observadas por um multímetro ou pelo LED piscando. O experimento foi apresentado aos estudantes de ensino médio numa oficina pedagógica desenvolvida na Escola de Educação Básico Holando Marcellino Gonçalves. Além da observação do fenômeno, os estudantes participaram de uma breve discussão dos conceitos físicos envolvidos. Este tipo de atividade experimental é de grande relevância no ensino de física, pois possibilita a compreensão dos conceitos teóricos de forma concreta e interativa, promovendo o engajamento e despertando a curiosidade dos estudantes

    OFICINA PEDAGÓGICA PARA DEMONSTRAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO LED RGB COMO RECURSO PARA O ENSINO DE FMC: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO CONTEXTO DE UMA FEIRA DE CIÊNCIAS

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    Este trabalho refere-se à aplicação de uma oficina pedagógica, durante a realização da feira de ciências na escola onde foram desenvolvidas as atividades do PIBID. O estudo teve o objetivo de relatar a experiência sobre a participação neste evento, fazendo reflexões sobre como a oficina pode facilitar a introdução de conteúdos de Física Moderna e Contemporânea (FMC). A metodologia de oficina pedagógica consistiu na montagem de um circuito elétrico para acender um LED RGB, variando as intensidades de brilho das cores do LED através de potenciômetros. Foram recebidos na oficina estudantes entre 6º do Fundamental e 2º ano do Ensino Médio ao longo dos três períodos, fazendo as suas avaliações por meio do questionário de escala Likert. Com isso, foi possível despertar o interesse dos estudantes e introduzir de forma prática assuntos de FMC por meio da sobreposição das luzes que faziam a cor da luz emitida pelo LED mudar.  &nbsp

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