Portal de Periódicos Eletrônicos do UNIARAXÁ (Centro Universitário do Planalto de Araxá)
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Docentes fisioterapeutas do UNIARAXÁ: formação pedagógica e suas implicações no processo de ensino-aprendizagem.
O cenário da docência universitária é amplo campo de discussões acerca da formação pedagógica e da prática na preparação do profissional que é um ator social vital para a sociedade. Todavia, muito destes profissionais não são instrumentalizados pedagogicamente para o exercício da docência universitária, inclusive na área da saúde, como por exemplo, na Fisioterapia. Este trabalho aborda questões da docência universitária no curso de Fisioterapia e discute a formação profissional destes professores. Trata-se de uma pesquisa exploratório-analítica com abordagens qualitativa e quantitativa com 10 participantes do Centro Universitário do Planalto de Araxá-Araxá/MG, todos docentes do curso de Fisioterapia com bacharelado na área. O trabalho foi aprovado pelo CEP-Uniaraxá sob o protocolo nº 00813/64. Todos os voluntários responderam a um questionário semiestruturado adaptado do estudo de Ferreira et al. (2014). Para tratamento dos dados quantitativos foi utilizado o software Microsoft Excel 10.0 e os dados qualitativos foram apresentados sob a forma de análise descritiva e transcrição de opiniões. Os resultados revelaram uma formação pedagógica profissional ainda deficitária na especialidade e pouco discutida entre os pares sobre suas reais necessidades. Além disso, todos os voluntários enfatizam que a formação pedagógica do docente-fisioterapeuta influencia positivamente no processo de ensino-aprendizagem. Ainda que exista a crença de que seja necessária essa formação pedagógica durante o Bacharelado em Fisioterapia não há preparação para disciplinas pedagógicas e são poucos os que têm tal conteúdo em cursos de pós-graduação. Os cursos de formação continuada ainda são raros entre o grupo de professores pesquisados que acabam atuando em sala de aula baseados em modelos de antigos professores, práticas educativas que já conhecem e na troca de experiências com outros colegas docentes
Pride and prejudice, de jane austen, e bride and prejudice, de gurinder chadha: uma leitura contemporânea
O presente trabalho propõe trabalhar com o diálogo entre duas obras de suportes diferentes: o romance Pride and prejudice (1813), da escritora inglesa Jane Austen (1775-1817) e o filme Bride and prejudice, do diretor Gurinder Chadha, bem como as relações de produção da obra, valendo-se da abordagem intermidiática. Desse modo, foi proposto estudar os recursos enquanto meios de recontar uma narrativa em um suporte diferente daquele de origem, para então avaliar o processo de adaptação – que é o foco principal do trabalho. Portanto, a preocupação da análise não reside nas congruências de cada produção, mas sim nas diferenças que revelam mais sobre a adaptação e sobre o que ela pode acrescentar à matriz. Ambas foram destrinchadas nos quesitos tempo, espaço e personagens. E assim, constatou-se, como uma obra do século XIX pode ser retratada de forma tão atual nos filmes
CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES ADVINDAS COM A LEI 11.232/05 QUE TRATA DO CUMPRIMENTO DA SENTENÇA
CONSTITUCIONALIDADE DA LEI MARIA DA PENHA
É manifesto que tanto o homem quanto a mulher podem, fática e juridicamente, serem vítimas de condutas criminosas no contexto das relações afetivas e domésticas. Entretanto, constitui-se em fato documentado pela moderna criminologia e pelos institutos de estatística criminal que a mulher torna-se vítima destas agressões na irrefutável maioria das vezes, tornando-se deveras, uma vítima em potencial de tais violências, ao passo que o homem, por sua vez, via de regra, se encontra no pólo ativo destas agressões, qual seja, como agressor. O motivo pelo qual a Lei Maria da Penha se tornou alvo de notória polêmica, no âmbito jurídico, se dá em virtude da criação de dispositivos inovadores de combate à violência, no âmbito doméstico e familiar, tendo como vítima, única e exclusivamente, a mulher. Colima-se com o presente estudo analisar a constitucionalidade da Lei Maria da Penha frente à Constituição da República Federativa do Brasil, mais precisamente no tocante aos princípios da igualdade, preceito basilar do ordenamento jurídico brasileiro, bem como o da proporcionalidade da pena e o da reserva legal, responsáveis por nortear e pautar a criação das normas jurídicas
A VIDA PREGRESSA COMO IMPEDIMENTO CONSTITUCIONAL À CANDIDATURA
A exigência de exame da vida pregressa dos candidatos à disputa eleitoral deflui da leitura sistemática do texto constitucional, o qual, ao prever a moralidade e a probidade como requisitos de permanência na titularidade de cargo ou função pública, erige-as à categoria de pressupostos de acesso ao mandato eletivo, ou seja, de condições de elegibilidade explícitas
APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA LEGALIDADE TRIBUTÁRIA EM CONFORMIDADE COM O PRINCÍPIO DA TIPICIDADE
BREVES COMENTÁRIOS SOBRE O PODER DISCRICIONÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL EM DISPOR DOS PRÓPRIOS DOMINICAIS À LUZ DA FUNÇÃO SOCIAL
O presente trabalho objetiva servir de contraponto ao entendimento do Ministério Público em fazer valer, através de Ação Civil Pública as disposições do art. 17 do Estatuto Jurídico das Licitações, com o reconhecimento de magistrados da pertinência da ação e da condenação de alguns prefeitos que não seguiram todos os ritos preconizados pelo referido diploma legal, qual seja, a subordinação à existência de interesse público devidamente justificado, avaliação prévia e licitação na modalidade de concorrência, que optaram pela concessão, ou concessão de direito real de uso, sem a realização de procedimento licitatório. Neste contexto, imprescindível entender-se a evolução do direito perante a realidade do cotidiano, ao qual, forçosamente terá que se amoldar, de forma a possibilitar, sob o manto da legalidade, o atendimento das demandas sociais. Por outro lado, o administrador municipal, a quem foi delegado autonomia para tratar de assuntos de interesse local, premido pelas novas funções do município e pela crônica escassez de recursos, precisa de toda a criatividade no sentido de buscar forças sociais e recursos, seja humano, financeiro ou material, fora do aparato estatal, de forma a possibilitar uma nova feição na relação administrador/ administrado/cidade, em um cenário de novas conquistas sociais. Logo, a utilização dos bens dominicais pode constituir-se uma alternativa na consecução de propósitos delineados a bem da coletividade