Portal de Periódicos Eletrônicos do UNIARAXÁ (Centro Universitário do Planalto de Araxá)
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A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROVEDORES DE INTERNET DIANTE DE COMENTÁRIOS OFENSIVOS INSERIDOS POR TERCEIROS NAS REDES SOCIAIS À LUZ DO MARCO CIVIL DA INTERNET
O presente trabalho discute sobre a responsabilidade civil dos provedores de internet diante de comentários ofensivos inseridos por terceiros nas redes sociais à luz do marco civil da internet. Assim possui como objetivo uma análise acerca da responsabilização civil dos provedores de internet perante a Lei 12.965/2014, que trouxe normatização acerca do uso da internet no Brasil. Para abarcar o tema foi analisado o instituto da responsabilidade civil bem como seus pressupostos, o conceito e embasamento legal dos direitos de personalidade, a evolução da internet e do direito digital, o impacto das redes sociais nos relacionamentos atuais e também considerações sobre os tipos de provedores de internet existentes. Sendo o Marco Civil da interne, a tutela especifica para abarcar o tema sobre a responsabilidade civil dos provedores, contatou-se que a mencionada lei atribui a estes provedores responsabilidade subjetiva, devendo serem responsabilizados somente se não cumprirem com ordem judicial ou notificação extrajudicial que determinem a remoção do conteúdo ofensivo. Nota-se que o Marco Civil é uma evolução no direito digital, pois a aplicação da responsabilidade civil é aplicada de forma equilibrad
DIREITOS FUNDAMENTAIS NA UNIÃO EUROPÉIA: UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE A CARTA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS
Os Direitos Humanos vêm, cada vez mais, ocupando lugar de destaque no ordenamento jurídico europeu. Com isto, vale mencionar a Carta dos Direitos Fundamentais da União Européia como um importante instrumento de proteção destes direitos, e como um exemplo a ser profundamente analisado e absorvido
DA CONCESSÃO DE FIANÇA NA FASE DO PROCEDIMENTO POLICIAL E EM JUÍZO E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. UMA CRÍTICA AO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL
O ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO FRENTE AO PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS
O presente trabalho visa a analisar a evolução dos Direitos Humanos, dentro do processo de internacionalização que recai sobre as Constituições dos Estados, em específico analisar o processo de internacionalização dos Direitos Humanos, na Constituição Brasileira de 1988. Tal processo tem a sua máxima na absorção pelos Ordenamentos Jurídicos Internos de Tratados e Convenções Internacionais. No Brasil, a incorporação do Direito Internacional dos Direitos Humanos deu origem a um novo constitucionalismo; levando o país à adoção do Sistema Interamericano; o, que vem promovendo uma integração regional e universal, em busca da proteção mais elevada a esses Direitos e da redefinição da Cidadani
NOTAS SOBRE A EVOLUÇÃO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS
A doutrina costuma fracionar o desenvolvimento dos Direitos Humanos em eras ou dimensões.Em nosso trabalho pretendemos comentar o desenvolvimento dos direitos humanos e a mudança de paradigmas dos direitos individuais para os interesses transindividuais
Percepções dos Estudantes Portugueses sobre Identidade Nacional
O presente artigo relata os resultados da primeira parte de um projecto internacional de investigação colaborativa, que envolve Portugal, Inglaterra e Turquia, sobre estratégias de ensinoaprendizagem relacionadas com o conceito de cultura. O projecto envolverá três partes e este artigo refere-se à investigação Portuguesa apresentada em Março, na II Semana das Artes- Educação e Sociedade - espaços de actuação artística” , que decorreu no Museu Municipal de Viana do Castelo e que foi promovida pelos Departamentos de Expressão e Comunicação da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESEVC) e do Instituto de Estudos da Criança, Universidade do Minho. Aqui se descreve e analisa a informação visual e oral, relacionada com as percepções de crianças e adultos sobre a noção de identidade e foi recolhida na ESEVC em turmas de alunos de Variantes de Arte e de 1º ciclo (futuros professores de Ensino Básico generalistas e especialistas) e numa aula de Expressão Plástica de 3º ano do 1º ciclo
A prática pedagógica em supervisão escolar: a importância da inter-relação entre o supervisor pedagógico e o corpo docente
O presente artigo pretende refletir sobre a profissão de supervisor de ensino, demonstrando a importância da plena interação entre o professor e o supervisor, mediante as questões educativas e pedagógicas decorrentes no cotidiano escolar. Dentro da escola, a função do supervisor nem sempre é bem delimitada. Muitos pensam que o profissional que exerce o cargo, apenas comparece à escola para “fiscalizar” e dar “ordens”. Embora outros acreditem que cabe a ele resolver problemas disciplinares dos alunos. Pode-se dizer que os professores, na sua grande maioria, veem o supervisor como agente de fiscalização da sua prática pedagógica. Para os educadores a presença do supervisor é apenas para observar a sua aula, e posteriormente delegar o que deve ser feito ou não. Diante de tal situação, o professor se sente desamparado, desprovido de auxílio, de trocas de experiências e/ou vivências. Contudo, a presença do supervisor acaba se tornando um incômodo. Buscamos aprofundar sobre o tema, acreditando que a constante interação, diálogo, e troca de experiências e vivências poderão contribuir para um processo de ensino e aprendizagem significativo e contextualizado, como também, tecemos algumas considerações sobre o importante papel do supervisor escolar no processo educativo