Universidade Federal do Amapá: Portal de Periódicos da UNIFAP
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    POLÍTICAS AFIRMATIVAS NA AMAZÔNIA OCIDENTAL: UM ESTUDO DE CASO DE ACESSO E PERMANÊNCIA DE POVOS INDÍGENAS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DOAMAZONAS – UFAM

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    Este artigo possui o objetivo discutir as políticas públicas educacionais na modalidade reserva de vagas (cotas) direcionada aos povos indígenas na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), com foco nos cursos de pós-graduação a nível de mestrado e doutorado acadêmico. A partir de uma perspectiva interdisciplinar, fundamentada em uma abordagem metodológica que a classifica como de natureza qualitativa, a pesquisa apoia-se em fontes bibliográficas e documentais. Os resultados são apresentados por meio de uma discussão crítica acerca da inviabilidade na sistematização de dados institucionais que garantem a manutenção e o monitoramento desta política pública na Universidade

    MODELOS DE EDUCAÇÃO EM SEXUALIDADE: AS COMPREENSÕES DOS (AS) PROFESSORES (AS) DA REDE P´ÚBLICA DO MUNICÍPIO DE BELÉM ACERCA DA SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA

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    O artigo debate as concepções dos (as) professores (as) da rede pública de Belém acerca da educação em saúde sexual e reprodutiva. A partir disso, formulamos a seguinte questão problema: Quais as compreensões dos/as professores/as da educação básica a respeito da promoção de uma educação em saúde sexual e reprodutiva na escola? Neste estudo de abordagem qualitativa, elegemos como técnica de coleta de dados o questionário, onde nele estavam presentes questões problematizadoras em relação ao conceito de saúde sexual e reprodutiva, a formação continuada, o trabalho com esses conteúdos e a preparação deles diante dessa temática. Concluímos que é imprescindível abordar com adolescentes e jovens os aspectos sociais, culturais e afetivos da saúde sexual e reprodutiva a fim de facilitar a eles o acesso às informações de qualidade necessárias para viverem sua sexualidade de forma plena.&nbsp

    A LENTE DA ROÇA: “ESCREVIVÊNCIAS VISUAIS” , DE UM QUILOMBOLA ANTROPÓLOGO DE MONTE ALEGRE, ACARÁ, PARÁ

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    Este artigo, narrado em primeira pessoa, apresenta uma escrevivência que une a minha trajetória pessoal como quilombola antropólogo com a pesquisa acadêmica. Através das “escrevivências visuais”, uma metodologia que mescla a escrita de vivência com a fotoetnografia, exploro o modo de vida e as relações sociais da minha comunidade, o Quilombo Monte Alegre, no Pará. O texto reflete sobre o papel da fotografia como ferramenta de pesquisa e de resistência, capaz de dar visibilidade a narrativas silenciadas e de reafirmar a nossa identidade e a nossa cultura em nossa luta diária por reconhecimento e território

    A Sant’Ana de Campo Grande: Iconografia e maternidade, impacto e recepção na sociedade.

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    Study on the images of Saint Anne and their use by the Church throughout history, starting from the iconography of Saint Anne as educator present in the Parish of Senhora Sant\u27Anna in Campo Grande, Rio Grande do Norte. It will be analyzed, through its iconography, five forms of symbolic representation that the three-dimensional image of the saint may present. In this way, it will be understood how the representation of Anne constructed by the Church reflects society and creates an image of motherhood in accordance with the needs of the time and the prevailing social context. The authors who theoretically and methodologically support this iconological and iconographic analysis are: María Beatriz de Mello e Souza, Jadilson Pimentel dos Santos, Luísa Ximenes Santos, and Peter Burke. All of this will be supported regionally by the Santa Ana Festival dossier from Caicó by Iphan, which details the situation in Rio Grande do Norte.Estudio acerca de las imágenes de Santa Ana y su utilización por la Iglesia a lo largo de la historia, partiendo de la iconografía de Santa Ana maestra presente en la parroquia de Señora Santa Ana en Campo Grande, en Río Grande del Norte. A través de su iconografía, se analizarán cinco formas de representación simbólica que la imagen tridimensional de la santa puede presentar. De este modo, se comprenderá cómo la representación de Ana construida por la Iglesia refleja en la sociedad, y crea una imagen de maternidad conforme a las necesidades del tiempo y al recorte social presente. Los autores que fundamentan teóricamente y metodológicamente este ejercicio de análisis iconológico e iconográfico serán: María Beatriz de Mello y Souza, Jadilson Pimentel dos Santos, Luísa Ximenes Santos, Peter Burke. Todo esto con el apoyo regional del dosier de la Fiesta de Santa Ana de Caicó del Iphan, que relata la cuestión en Río Grande del Norte.Estudo acerca das imagens de Sant’Ana e sua utilização pela Igreja ao longo da história, partindo da iconografia de Sant’Ana mestra presente na paróquia de Senhora Sant’Ana em Campo Grande no Rio Grande do Norte. Por meio de sua iconografia serão analisadas cinco formas de representação simbólica que a imagem tridimensional da santa pode apresentar. Entendendo assim como a representação de Ana construída pela Igreja reflete na sociedade, e cria toda uma cultura e um imaginário de maternidade conforme as necessidades do tempo e do recorte social presente. Para esta análise os autores que são os fundamentos teórico-metodológicos e nos apoiam nesse exercício de análise iconológica e iconográfica serão: Maria Beatriz de Mello e Souza, Jadilson Pimentel dos Santos, Luísa Ximenes Santos e Peter Burke. Tudo isso com o amparo regional do dossiê da Festa de Sant’Ana de Caicó, do Iphan, que narra a questão no Rio Grande do Norte

    A ANASTÁCIA, LIVRE: OCUPANDO O SILÊNCIO ATRAVÉS DA OCUPAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO

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    By exploring the trajectory of the image of Saint Anastácia—a figure that straddles the sacred, the political, and the cultural—and analyzing it in light of racial, religious, and aesthetic issues, I gained a deeper understanding of the historical erasures to which Black women have been subjected, as well as the contemporary efforts of reimagination and visual reparation. The choice to project this image in places of widespread popular circulation intensifies its power, provoking the public to confront memories, absences, and presences. In this article, I seek to understand the various layers of the silencing of the archive, the dynamics of religious visual circulation, and the occupation of public spaces by art, present in the construction of Yhuri Cruz\u27s "Monument to the Voice of Anastácia," installed on the exterior wall of an art gallery.Al explorar la trayectoria de la imagen de Santa Anastácia —una figura que abarca lo sagrado, lo político y lo cultural— y analizarla a la luz de cuestiones raciales, religiosas y estéticas, profundicé en la comprensión de las obstrucciones históricas a las que han sido sometidas las mujeres negras, así como de los esfuerzos contemporáneos de reimaginación y reparación visual. La decisión de proyectar esta imagen en lugares de amplia circulación popular intensifica su poder, incitando al público a confrontar recuerdos, ausencias y presencias. En este artículo, busco comprender las diversas capas del silenciamiento del archivo, la dinámica de la circulación visual religiosa y la ocupación de espacios públicos por el arte, presentes en la construcción del "Monumento a la Voz de Anastácia" de Yhuri Cruz, instalado en el muro exterior de una galería de arte.En explorant la trajectoire de l\u27image de sainte Anastácia – une figure à cheval entre le sacré, le politique et le culturel – et en l\u27analysant à la lumière des enjeux raciaux, religieux et esthétiques, j\u27ai approfondi ma compréhension des effacements historiques subis par les femmes noires, ainsi que des efforts contemporains de réimagination et de réparation visuelle. Le choix de projeter cette image dans des lieux de grande diffusion populaire intensifie son pouvoir, incitant le public à se confronter aux souvenirs, aux absences et aux présences. Dans cet article, je cherche à comprendre les différentes strates de la mise sous silence des archives, la dynamique de la circulation visuelle religieuse et l\u27occupation des espaces publics par l\u27art, présentes dans la construction du « Monument à la voix d\u27Anastácia » d\u27Yhuri Cruz, installé sur le mur extérieur d\u27une galerie d\u27art.Ao explorar a trajetória da imagem de Santa Anastácia — figura que transita entre o sagrado, o político e o cultural — e analisá-la à luz das questões raciais, religiosas e estéticas, compreendi mais profundamente os apagamentos históricos a que as mulheres negras foram submetidas, assim como os esforços contemporâneos de reimaginação e reparação visual. A escolha de projetar essa imagem em locais de ampla circulação popular, intensifica sua potência, provocando o público a confrontar memórias, ausências e presenças. Neste artigo, busco compreender as diversas camadas acerca do silenciamento do arquivo, as dinâmicas de circulação visual religiosa, e a ocupação de espaços públicos pela arte, presentes na construção do “Monumento à Voz de Anastácia”, de Yhuri Cruz, instalada na parede externa de uma galeria de arte

    QUANDO OS ORIXÁS CHAMAM: ENTREVISTA COM A ABIÃ FABIELLE CAVALCANTE SOBRE SUA VIVÊNCIA RELIGIOSA NO CANDOMBLÉ

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    Abstract In this interview, the abiã Fabielle Ferreira Cavalcante, from Ilê Asé Baba Alaremi, tells the story of her journey until she found Candomblé and her devotion to her Father Omolú, the Orixá who rules her mind. The interview was given for the production of the monograph Axé and resistance: narratives of communities of African origin on racism and religious intolerance in Macapá, presented to the Specialization Course in Cultural Studies and Public Policies, at the Federal University of Amapá (Unifap). In the methodological part, field research was applied, with the use of semi-structured interviews and a partially defined script. Keywords: Religious Racism; Religious Intolerance; Candomblé.Resumen En esta entrevista, la abiã Fabielle Ferreira Cavalcante, de Ilê Asé Baba Alaremi, relata su camino hasta encontrar el candomblé y su devoción a su padre Omolú, el orixá que rige su mente. La entrevista se realizó para la producción de la monografía «Axé y resistencia: narrativas de comunidades de origen africano sobre racismo e intolerancia religiosa en Macapá», presentada en el Curso de Especialización en Estudios Culturales y Políticas Públicas de la Universidad Federal de Amapá (Unifap). En la parte metodológica, se aplicó una investigación de campo mediante entrevistas semiestructuradas y un guion parcialmente definido. Palabras clave: Racismo religioso; Intolerancia religiosa; Candomblé.Nesta entrevista, a abiã Fabielle Ferreira Cavalcante, do Ilê Asé Baba Alaremi, conta a trajetória até se encontrar no candomblé e devoção a seu Pai Omolú, Orixá que rege sua cabeça. A entrevista foi concedida para produção da monografia Axé e resistência: narrativas das comunidades de matriz africana sobre racismo e intolerância religiosa em Macapá, apresentada ao Curso de Especialização em Estudos Culturais e Políticas Públicas, da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Na parte metodológica, aplicou-se a pesquisa de campo, com o uso da entrevista semiestruturada e roteiro parcialmente definido.    Palavras-chave: Racismo Religioso; Intolerância Religiosa; Candomblé

    RELAÇÕES DE GÊNERO E DIVISÃO SEXUAL DO TRABALHO NA PESCA ARTESANAL

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    Este artigo trata do trabalho das marisqueiras na pesca artesanal no município de São José de Ribamar-Maranhão. Discute-se sobre as relações de gênero e a divisão sexual do trabalho dentro da cadeia produtiva da pesca. Realizou-se observação participante e entrevistas semiestruturadas para analisar as desigualdades nas relações de gênero na pesca artesanal e as formas de sua produção. A pesquisa mostrou que o trabalho com marisco é predominantemente realizado por mulheres, onde a divisão sexual de trabalho é desigual e as relações de gênero são frutos de relações de poder. Constatou-se ainda que as mulheres contribuem significativamente para a manutenção de suas casas, tendo o marisco como principal fonte de renda de sua família

    TRAÇOS DA ESCREVIVÊNCIA: O DESENHO COMO OLHAR SENSÍVEL SOBRE O CAMPO

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    Este artigo analisa como o desenho pode se tornar prática etnográfica e recurso metodológico em contextos atravessados pela pandemia de Covid 19 e por processos de adoecimento. A partir das experiências de duas pesquisadoras, discutimos o desenho como forma de escrevivência visual (Evaristo, 2007, 2020), capaz de reinscrever memórias, atmosferas e subjetividades interditadas pela ausência de encontros presenciais. As narrativas apresentadas evidenciam que, diante das interrupções impostas pelo isolamento, o desenho operou como possibilidade de retorno ao campo, permitindo reconstruir ambiências, reelaborar lembranças e sustentar vínculos etnográficos em meio à incerteza. Assim, argumentamos que o traço, longe de ser mero recurso ilustrativo, constitui gesto insurgente e analítico: cada linha produz memória, denúncia e elaboração sensível da experiência, convertendo o desenho em conhecimento situado e em forma de resistência frente às instabilidades da pandemia  que atravessaram o fazer antropológico

    ESCREVIVÊNCIAS DO BEM VIVER: PERSPECTIVAS DE SAÚDE, EDUCAÇÃO E RELIGIÃO COMO FERRAMENTAS DE DENÚNCIA, MEMÓRIA E CURA

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    Este artigo propõe uma reflexão entrelaçada entre a escrevivência e o bem viver, articulando relatos de vida de quatro mulheres negras que envolvem questões sobre saúde pública, educação e religião. Objetiva analisar, a partir das escrevivências do grupo, como diferentes experiências cotidianas revelam dimensões do bem viver e evidenciam os impactos do racismo, da intolerância religiosa, das violências simbólicas e institucionais da precariedade em áreas como saúde e educação, e apontar possíveis caminhos para a reconstrução do bem viver. Trata-se de uma escrita de denúncia que evidencia as violências enfrentadas por comunidades marginalizadas com o foco nas implicações de políticas práticas nas dimensões da experiência social, que surgiu a partir de uma proposta no âmbito de determinada disciplina de Mestrado/Doutorado em Sociologia e Antropologia. Neste artigo, aplica-se a Escrevivência de Conceição Evaristo como método para registrar e narrar vivências que problematizam experiências individuais e coletivas, possibilitando a reflexão crítica sobre questões  sociais, culturais e comunitárias, nas quais são analisadas criticamente questões estruturais como racismo,  invisibilidade social, intolerância religiosa e outras formas de opressão. Ao final, conclui-se trazendo uma argumentação sobre bem viver a partir das experiências corporificadas, que vão além de simples relatos, configurando-se como formas de denúncia, de ativação da memória e processos de cura

    DE LA RAZÓN COLONIAL A LA SABIDURÍA DEL OTRO: ALTERSOFIA Y HACER DECOLONIAL EN LA INVESTIGACIÓN EDUCATIVA TRANSMODERNA

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    Este artículo propone una reflexión crítica sobre la investigación educativa desde una perspectiva transmoderna y decolonial, centrada en dos categorías emergentes: la altersofia y el hacer decolonial. A partir de una revisión epistémica y política de la colonialidad del saber en la producción educativa, se plantea la necesidad de descentrar la racionalidad eurocéntrica para abrir espacio a otras formas de conocer, sentir y convivir. La altersofia, entendida como saber con el Otro desde el vínculo, la sensibilidad y la escucha profunda, se propone como un fundamento ético y epistemológico que desafía la lógica extractivista del conocimiento moderno. A su vez, el hacer decolonial se presenta como una praxis investigativa situada, insurgente y relacional, que busca reconfigurar los modos de hacer ciencia desde una ética del cuidado, la comunidad y la re-existencia. Este trabajo invita a repensar la investigación educativa no como aplicación técnica, sino como una práctica de transformación de mundos, a partir del reconocimiento de las sabidurías negadas y de los cuerpos-territorios silenciados

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