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Isolamento e elucidação estrutural de compostos polares de Lippia alba (Miller) N. E. Brown Ex Britt. & Wils.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Farmácia.Estudos etnobotânicos têm demonstrado que a espécie Lippia alba (Miller) N. E. Brown Ex Britt. & Wils, família Verbenaceae, é uma das plantas mais utilizadas no Brasil, principalmente na forma de infuso. Popularmente, esta planta é conhecida como melissa, erva cidreira, erva cidreira de arbusto, entre outros. Na medicina popular é utilizada em problemas digestivos e como calmante. Esta dissertação dá sequência a uma série de trabalhos realizados anteriormente com L. alba, visando isolar e identificar substâncias oriundas da fração n-butanólica, para a qual foram relatadas atividades sedativa e anticonvulsivante. Assim, o objetivo deste trabalho é dar continuidade ao isolamento de saponinas, rever a elucidação estrutural da saponina LA3 realizada por Correa (2005), elucidar a estrutura da substância LA4. Partindo-se de um extrato hidroalcoólico das folhas do material vegetal, seguido de partição com solventes de polaridade crescente, utilizou-se a fração n-butanólica para o estudo. Após purificação das subfrações, foi possível isolar as substâncias: verbascosídeo, LA3, LA4 e uma pró-sapogenina. O verbascosídeo e a substância LA3 foram caracterizados por CCD e/ou UV. A pró-sapogenina foi obtida a partir da fração n-butanólica, submetida à cromatografia em coluna hidrostática, cromatografia líquida de alta eficiência e, finalmente, a uma hidrólise alcalina. A pró-sapogenina foi identificada como o ácido 3-O-ß-D-glicopiranosil-16a,23-diidroxi-olean-12-en-28-óico por meio de espectrometria de RMN mono e bidimensionais, além de uma hidrólise ácida. A substância LA4 foi obtida por meio de uma seqüêcia de cromatografias em colunas hidrostáticas e foi identificada como o éster glicosídico 28-O-a-L-ramnopiranosil-(1?3)-ß-D-xilopiranosil-(1?4)-a-L-ramnopiranosil-(1?3)-a-L-arabinopiranosídeo do ácido 3-O-ß-D-glicopiranosil-16-a,23-diidróxi-olean-12-en-28-óico. A estrutura da saponina LA4 foi elucidada por RMN mono e bidimensionais e espectrometria de massas. Desta forma, a espécie L. alba se mostrou fonte de glicosídeos, sobre as quais há poucos trabalhos na literatura, além de derivados do ácido caféico, tipo verbascosídeo. Ethnopharmacological studies have demonstrated that Lippia alba (Miller) N. E. Brown Ex Britt. & Wils, Verbenaceae, is one of the most widely utilized plants in Brazil, mainly in infusion form. In folk medicine it is used in the treatment of digestive disorders and as a calmant. This dissertation seeks to continue a series of experiments previously conducted with L. alba, and aims to isolate and identify substances deriving from the n-butanolic fraction, to which sedative and anticonvulsivant activities were related. Therefore, the objects of this work are: to continue to isolate L. alba saponins, to check the structural elucidation of saponin LA3 done by Correa (2005), and to elucidate the structure of the LA4 saponin. Starting with the hydroalcoholic extract from the leaves of the vegetal material, followed by partition with a higher polarity solvent, the n-butanolic fraction was used for the study. After the purification of the subfractions, the substances verbascoside, LA3, LA4 and a prosapogenin were isolated. Verbascoside and the substance LA3 were characterized via thin layer chromatography (TLC) and/or ultraviolet (UV) spectroscopy. The prosapogenin was obtained by the submission of the n-butanolic fraction to a hydrostatic chromatography column, then to high-performance liquid chromatography (HPLC) and finally to alkaline hydrolysis. The prosapogenin was identified as the 3-O-ß-D-glucopyranosyl-16a,23-dihydroxy-olean-12-en-28-oic acid and was elucidated by mono- and bidimensional nuclear magnetic resonance (NMR) spectroscopy, together with acid hydrolysis. The LA4 saponin was obtained by a sequence of hydrostatic chromatographic columns and was identified as 3-O-ß-D-glucopyranosyl-28-O-(a-L-rhamnopyranosyl-(1?3)-ß-D-xylopyranosyl-(1?4)-a-L-rhamnopyranosyl-(1?3)-a-L-arabinopyranosyl)-16a,23-dihydroxy-olean-12-en-28-oic acid. Its structural elucidation was carried out by mono- and bidimensional NMR and mass spectrometry. Thus, the L. alba species is a source of glycosides and also of caffeic acid verbascoside-type derivatives
Estudo tecnológico, fitoquímico e biológico de Lippia alba (Miller) N. E. Brown Ex Britt. & Wils. (Falsa-Melissa) Verbenaceae
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Farmácia.O desenvolvimento de soluções extrativas visando a elaboração de fitoterápico exige um estudo multidisciplinar caracterizado pela pesquisa no campo da botânica, etnofarmacologia, fitoquímica, tecnologia e biologia. A espécie Lippia alba (Mill.) N. E. Brown ex Britt. & Wils. da família Verbenaceae, popularmente conhecida como erva-cidreira, falsa melissa e outros, é muito utilizada em todo o Brasil, principalmente como antiespasmódica, sedativa e calmante. Num extensivo levantamento bibliográfico sobre o gênero Lippia, buscou-se informações que forneçam subsídios para o planejamento dos estudos tecnológicos, fitoquímicos e biológicos, analisando-se 95 citações bibliográficas referentes a 58 binômios científicos. Os dados sobre nomenclatura botânica (e sinonímias científicas) e sobre os constituíntes químicos de espécies do gênero foram sistematizados, verificando-se a predominância de trabalhos sobre os constituintes voláteis das plantas, além daqueles sobre flavonóides que aparecem com relativa freqüência em espécies do gênero. Informações sobre iridóides, verbascosídeos, fenilpropanóides, quinonas e outras substâncias menos freqüentes também foram encontradas. Constatou-se confusão quanto à denominação científica das espécies de Lippia devido a falta de uniformidade no uso de binômios válidos, gerando um grande número de sinonímias, que podem dificultar estudos posteriores. O estudo tecnológico de soluções extrativas (SEs) hidroalcoólicas a 70, 80 e 90% obtidas por maceração (SEM) e percolação (SEP) incluiu a caracterização da matéria-prima e soluções extrativas, com o objetivo de contribuir para a otimização do processo extrativo. Os resultados confirmam as observações de trabalhos anteriores, onde o teor de resíduo seco (RS) e o teor de flavonóides totais (FT) apresentaram uma relação inversa. Os FTs para as SEs a 90% são os mais altos nas soluções analisadas. Estas soluções foram testadas frente à ação anticonvulsivante, nos modelos da convulsão induzida por pentilenotetrazol (PTZ) e eletrochoque máximo (ECM). Na análise fitoquímica de L. alba, obteve-se frações purificadas a partir do fracionamento de uma SEM80%, com o auxílio do monitoramento farmacológico. O grupo de substâncias que pode servir de marcador químico (SBN4-C) é composto de uma mistura de 4 substâncias, separadas por CLAE, necessitando ainda serem caracterizadas e identificadas. Resultados promissores foram obtidos, na análise da atividade antimicrobiana sobre S. aureus, com a SEM80% e suas frações acetato de etila e n-butanol. SEM40% e SEM80% foram testadas quanto à atividade antinociceptiva, sendo que a de 40% demonstrou melhor atividade. As preparações testadas quanto a ação anticonvulsivante foram a SEM80%, sua fração n-butanólica, subfrações originadas desta (precipitado e sobrenadante), e subfrações separadas do sobrenadante através de uma coluna de Sephadex LH-20 (SBN4-C e SBN4-D). Também foram testadas a SEM90% e SEP90%, resultantes do desenvolvimento tecnológico. A dose de 0,05 mg/Kg para a fração SBN4-C apresentou o melhor resultado no modelo de convulsão induzida por PTZ. Neste mesmo modelo, a SEM90% e a SEP90% mostraram os melhores resultados a partir da dose de 200 mg/Kg, para a maioria dos parâmetros avaliados. O modelo do PTZ foi considerado o método mais adequado para a avaliação da atividade anticonvulsivante de preparações extrativas a partir de folhas de L. alba e suas frações
Estudo fitoquímico da fração n-butanólica de Lippia Alba (Mill.) N. E. Br.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Farmácia, Florianópolis, 2005.Lippia alba é uma espécie medicinal que ocorre em todas as regiões do Brasil. Caracteriza-se pela sua ampla utilização na medicina popular, sendo utilizada, sobretudo, como tranquilizante. Trata-se de uma espécie que requer estudos científicos sobre isolamento e identificação de seus constituintes. Em estudos anteriores, a fração n-butanólica, obtida por partição do extrato hidroetanólico apresentou efeitos sedativo e anticonvulsivante. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi o estudo desta mesma fração, buscando o isolamento e a identificação de seus constituintes químicos, o acompanhamento sazonal qualitativo destas substâncias e a realização de ensaios farmacológicos (verificação da temperatura corporal e da atividade hipno-sedativa, através da indução com pentobarbital e com éter etílico). Assim, partindo-se de um extrato hidroalcoólico das folhas do material vegetal, seguido de partição com solventes de polaridade crescente, obteve-se a fração n-butanólica. Após purificação das subfrações, foi possível isolar as substâncias LA-1 (verbascosideo), LA-2, LA-3 (ácido 3 , 16 , 23 trihidroxiolean-12-en-28-óico bidesmosídico) e LA-4. Para a substância LA-2 estão sendo aguardados os espectros de RMN para sua elucidação estrutural; para a substância LA-4 deve-se primeiramente purificá-la por CLAE para que seja então igualmente elucidada. Em relação aos testes farmacológicos, não é possível afirmar que a fração n-butanólica apresenta atividade hipno-sedativa, uma vez que prolongou o tempo de sono induzido por barbitúrico (na dose de 300 mg/kg, no tempo de 1 h, v. o.) mas não potencializou o sono induzido por éter, na mesma dose e tempo anteriores; não alterou significativamente a latência do sono, inclusive no grupo diazepam; reduziu a temperatura corporal nas doses de 100 e 300 mg/kg significativamente nos tempos de 1 e 2 h, mas não é possível afirmar que seja devido a um mecanismo de ação central. Dessa forma, constatou-se que L. alba é uma espécie promissora para a obtenção de metabólitos secundários. Os constituintes químicos analisados neste trabalho puderam ser encontrados na espécie em todas as coletas realizadas, não havendo variação sazonal qualitativa. Sugere-se que estudos posteriores realizem pesquisas mais aprofundadas em relação às atividades farmacológicas da fração n-butanólica, bem como de seus constituintes químicos isolados e do infuso. Além disso, devem ser elucidadas as estruturas ainda não identificadas.Lippia alba is a medicinal plant wich is find in all regions of Brazil. This especie is largely used in the folk medicine, especially as a tranquilizer. It needs cientific studies about isolation and identification of its constituents. In previous studies, the n-butanolic fraction, obtained from a hidroalcoolic extract showed sedative and anticonvulsant effects. The objective of this work was the study of the same fraction, searching the isolation and identification from its chemical constituents, the qualitative seasonal accompaniment of this substances and the achievement from pharmacological experiments (verification of the body temperature and sedative activity, through the induction with pentobarbital and ether). Thus, from a hidroalcoolic extract of the leaves from the vegetable material, followed by partition with solvents of increasing polarity, the n-butanolic fraction was obtained. After purification of subfractions, was possible to isolate the substances LA-1 (verbascoside), LA-2, LA-3 (3 , 16 , 23 trihydroxiolean-12-en-28 oic acid bidesmosidic) and LA-4. To the elucidation of the substance LA-2, is necessary wait for the NMR spectrum; to the substance LA-4, is necessary the purification from CLAE to its elucidation. About the pharmacological trials, it is no possible to assure that the n-butanolic fraction shows sedative activity; it increased the barbiturate sleeping time (300 mg/ Kg body wt., 1 h after the treatment v.o.) but not increased the ether sleeping time, at the same previously dose and time; not modified significative the latency of the sleep, including the control group; decreased the body temperature (100 and 300 mg/ Kg wt., 1 and 2 h after the treatment v.o.) but it is no possible to say that is because a central effect. In that way, L. alba is shown as a viable source of potentially active secondary metabolites. The chemical constituents analysed in this work could be find in all assessments, so there is no qualitative seasonal variation. Posterior studies could achieve more researches about the pharmacological activities from the n-butanolic fraction and from its chemical constituents isolated and from the infusion. Furthermore, could elucidate the structures not yet identified
Dimer-dimer stacking interactions are important for nucleic acid binding by the archaeal chromatin protein Alba
Archaea use a variety of small basic proteins to package their DNA. One of the most widespread and highly conserved is the Alba (Sso10b) protein. Alba interacts with both DNA and RNA in vitro, and we show in the present study that it binds more tightly to dsDNA (double-stranded DNA) than to either ssDNA (single-stranded DNA) or RNA. The Alba protein is dimeric in solution, and forms distinct ordered complexes with DNA that have been visualized by electron microscopy studies; these studies suggest that, on binding dsDNA, the protein forms extended helical protein fibres. An end-to-end association of consecutive Alba dimers is suggested by the presence of a dimer-dimer interface in crystal structures of Alba from several species, and by the strong conservation of the interface residues, centred on Are and Phe(60). In the present study we map perturbation of the polypeptide backbone of Alba upon binding to DNA and RNA by NMR, and demonstrate the central role of Phe(60) in forming the dimer dimer interface. Site-directed spin labelling and pulsed ESR are used to confirm that an end-to-end, dimer dimer interaction forms in the presence of dsDNA.Peer reviewe
Hijos de Hernández de Alba en Lavapatas. Foto 1
La Fuente de Lavapatas fue uno de los descubrimientos más importantes de la comisión arqueológica que envió el Ministerio de Educación de Colombia a San Agustín en 1937. En esta fotografía, de izquierda a derecha, se observa a Carlos y Gonzalo, hijos de Gregorio Hernández de Alba, integrante de la expedición. Asimismo, se aprecia el lecho rocoso de la fuente que, según el antropólogo colombiano, es roca gruesa y blanda de granito descompuesto (Hernández de Alba, 2014, p. 261).
En este monumento hidráulico, el pueblo agustiniano esculpió piscinas, figuras zoomorfas, antropomorfas y un sistema de canales que transportan el agua. La roca se extiende en un trecho ubicado debajo de la Mesita C del Parque Arqueológico de San Agustín, en el margen derecho de la quebrada de Lavapatas. El hallazgo de la fuente ocurrió en medio de múltiples tensiones personales y laborales entre Hernández de Alba y el jefe de la comisión, el español José Pérez de Barradas. Ambos exploradores se atribuyeron el hallazgo (Rodríguez, 2016, pp. 60-62). El colombiano catalogó a Lavapatas como “sin duda el más importante descubrimiento” de su viaje (Hernández de Alba, 1943, p. 15); Hernández de Alba (2014) concluyó que la fuente fue esculpida como “un lugar de sacrificio o un rito de purificación” (p. 229).San Agustín (1937)Persona
Historia paleoecológica y modelo de idoneidad de Abies Alba Mill. en la cordillera pirenaica
24 páginas, 5 figuras, 1 tabla.[ES] Presentamos una aproximación fitogeográfica de Abies alba Mill. en la vertiente española de la cordillera pirenaica, basada en “Modelos de Distribución de Especies” (MDEs) y una revisión del registro fósil paleopalinológico cuaternario más sobresaliente de los Pirineos. Articulando los resultados derivados del MDEs (perspectiva topoclimática), y una revisión del registro fósil palinológico cuaternario de los Pirineos (enfoque climático y antrópico), intentaremos realizar una interpretación histórica de la dinámica de estos bosques. El modelo presentado revela que los abetales españoles ocupan en la actualidad el 30% de su potencial geográfico óptimo y ofrece pruebas suficientes que demuestran que A. alba podría haber vivido en un gradiente altitudinal más amplio que el actual. Este trabajo sugiere el empleo de los MDEs para reforzar hipótesis acerca de la distribución cuaternaria de A. alba en la península Iberica, así como para ubicar geográficamente refugios que permitan la pervivencia a largo plazo de esta especie.[EN] A phytogeographic approach of Abies alba Mill. populations in the
Spanish side of the Pyrenees Range is provided. The methodology is based on “Species
distribution models” (SDMs) and palaeopalynological Quaternary records from
Pyrenees. Articulating the results derived from the SDMs (topo-climatic perspective),
and a review of the Quaternary fossil record (climate and anthropic approach), we try
to build a historical understanding of the dynamics of these forests. Both tools reveal
that Abies alba only occupy a small proportion of their potential distribution range
(30%) and offer geographic evidence demonstrating that these populations had a wider
altitudinal distribution in the past. We suggest the use of SDMs to reinforce
assumptions about the Quaternary distribution of the Iberian Abies alba forest, and
to locate refugia for the long-term persistence.Este trabajo se ha visto beneficiado por la financiación de los siguientes
proyectos: Programa Consolider TCP-CSD2007-00058 (Programa de
Investigación en Tecnologías para la valoración y conservación del
Patrimonio Cultural) y HAR2008-06477-C03-03/HIST (Plan Nacional de I + D
+ i, Ministerio de Educación y Ciencia).Peer reviewe
Hijos de Hernández de Alba en Lavapatas. Foto 2
La Fuente de Lavapatas fue uno de los descubrimientos más importantes de la comisión arqueológica, que envió el Ministerio de Educación de Colombia, a San Agustín en 1937. En esta fotografía, de izquierda a derecha, se observa a Gonzalo y Carlos, hijos de Gregorio Hernández de Alba. Los niños, vestidos con trajes de baño de la época, juegan con el agua. Carlos sostiene un recipiente blanco que posiblemente usa para recoger el líquido. En la esquina inferior derecha de esta fotografía, se aprecia el relieve de un rostro antropomorfo perteneciente a la “primera piscina”.
En este monumento hidráulico, el pueblo agustiniano esculpió piscinas, figuras zoomorfas, antropomorfas y un sistema de canales que transportan el agua. La roca se extiende en un trecho ubicado debajo de la Mesita C del Parque Arqueológico de San Agustín, en el margen derecho de la quebrada de Lavapatas. El hallazgo de la fuente ocurrió en medio de múltiples tensiones personales y laborales entre Hernández de Alba y el jefe de la comisión, el español José Pérez de Barradas. Ambos exploradores se atribuyeron el hallazgo (Rodríguez, 2016, pp. 60-62). El colombiano catalogó a Lavapatas como “sin duda el más importante descubrimiento” de su viaje (Hernández de Alba, 1943, p. 15); Hernández de Alba (2014) concluyó que la fuente fue esculpida como “un lugar de sacrificio o un rito de purificación” (p. 229).San Agustín (1937)Persona
Aplicabilidad biotecnológica de aceites esenciales de Lippia alba
Se desarrolló un estudio descriptivo con el objetivo de determinar las líneas de aplicabilidad biotecnológica del aceite esencial de Lippia alba mediante el análisis integrado de vigilancia tecnológica. La metodología incluyó una revisión sistemática exploratoria de artículos científicos en las bases de datos EBSCO, Embase, PubMed, Scopus, SciELO y Lilacs; y la búsqueda de patentes en bases de datos comerciales y gratuitas. La información obtenida se analizó utilizando los gestores bibliográficos Mendeley®, Zotero®, los programas Microsoft Excel® 2016, GraphPrad® versión 7, Paint3D®, y el paquete estadístico IBM SPSS® versión 23.0. Los resultados indican que los aceites esenciales son temas de interés en la comunidad científica desde la década de 1990, y que Brasil (60,5%), Colombia (25,2%) e India (6,2%) son los países que más le apuestan a este tipo de investigaciones para solventar problemáticas en los sectores biomédico y agroindustrial. Los investigadores han evaluado una amplia variedad de organismos y microorganismos sobre los cuales el aceite esencial de Lippia alba tiene efectos biológicos. También se identificó mediante el seguimiento de las patentes que los principales actores interesados en la industrialización de esta especie aromática se encuentran en Brasil, los EE. UU, Japón, Francia, Canadá e India, y están enfocados en el desarrollo de tecnologías para responder a las demandas relacionadas con las categorías A (necesidades corrientes de la vida) y C (química; metalurgia). Lippia alba es una planta medicinal promisoria en Iberoamérica, incluida en el Vademécum colombiano de plantas medicinales y con venta libre aprobada como antiséptico de uso externo en seres humanos. En Colombia el mercado de las plantas medicinales está poco desarrollado y su mayor movimiento se da mediante mercados informales, esto dificulta la inclusión de especies nativas y sus derivados a los mercados internacionales. Sin embargo, la generación de alianzas estratégicas con actores clave en los ámbitos regional, nacional e internacional puede propiciar la articulación del potencial biotecnológico del aceite esencial de Lippia alba en contextos agroindustrial e industrial para intervenir problemáticas en salud pública y potenciar las industrias pesquera y agroalimentaria.A descriptive study was developed with the purpose of determining the lines of biotechnological applicability of essential oils of Lippia alba through the integrated analysis of technological surveillance. The methodology included a systematic exploratory review of scientific articles in the EBSCO, Embase, PubMed, Scopus, SciELO and Lilacs databases, and the search for patents in commercial and free databases. Information obtained was analyzed using the Mendeley®, Zotero® bibliographic managers, the Microsoft Excel® 2016 programs, GraphPrad® version 7, Paint3D®, and the IBM SPSS® statistical package version 23.0. The results indicate that essential oils are subjects of interest in the scientific community since the 1990s, and that Brazil (60.5%), Colombia (25.2%) and India (6.2%) are the countries that bet more to this type of research to solve problems in the biomedical and agroindustrial sectors. Researchers have evaluated a wide variety of organisms and microorganisms on which the essential oils of Lippia alba have biological effects. It was also identified by following patents that the main stakeholders interested in the industrialization of this aromatic species are in Brazil, the United States, Japan, France, Canada and India, and they are focused on the development of technologies to respond to the demands related to categories A (current needs of life) and C (chemistry, metallurgy). Lippia alba is a promising medicinal plant in Latin America, it is included in the Vademécum colombiano de plantas medicinales (Colombian Vademecum of Medicinal Plants) and is an over-the-counter drug with approval as an antiseptic for external use in human beings. The market for medicinal plants is underdeveloped in Colombia and its greatest movement is through informal markets, this is why it is difficult to include native species and their derivatives in international markets. However, the generation of strategic alliances with key stakeholders at the regional, national and international spheres can raise and manage the possibilities of articulation of the biotechnological potential of the essential oil of Lippia alba in agroindustrial and industrial contexts with approaches to solve the problems in the public health and strengthen the fishery and agri-food industries
Efecto de fertilización nitrogenada en la producción de biomasa y calidad de aceite esencial en Lippia alba (Miller), Pronto alivio.
En el Campo Experimental de la Universidad Nacional de Colombia sede Palmira (CEUNP) se realizó un ensayo para evaluar el efecto de la fertilización nitrogenada, aplicando dos fuentes (gallinaza y urea) en dos niveles (50 y 100 kg/ha de nitrógeno) y dos frecuencias de corte (dos y cuatro meses). En el lote experimental se situaron 15 parcelas, en un diseño de bloques completos al azar, con cinco tratamientos y tres repeticiones. Para el análisis de la información se utilizó el programa estadístico SAS. El máximo rendimiento de biomasa y aceites esenciales se obtuvo con la aplicación de 100 kg/ha de nitrógeno en forma de urea y la frecuencia de corte cada dos meses. Los niveles de extracción de Lippia alba en nitrógeno variaron entre 79.7 y 128.5; fósforo entre 24.5 y 30.5; potasio entre 114.6 y 138.8 y calcio entre 100 y 150 kg/ha. El aceite esencial estuvo compuesto mayoritariamente por carvona y limoneno. Palabras claves: Fertilización nitrogenada, Lippia alba, Rendimientos biomasa, aceites esenciales, pronto alivio. ABSTRACT Nitrogenous fertilization effects in the Lippia alba production and quality. In the Experimental Center of the National University of Colombia-Palmira (CEUNP) a experiment was realized to evaluate the effect of the nitrogenous fertilization, using two sources (gallinaza and urea) at two levels (50 and 100 kg/ha of nitrogen) and two cutting frequencies (each two and four months). In the experimental area 15 plots were planted, in a randomized Complete Blocks design random (RCBD) with five treatments and three repetitions to measure the following variables: production of fresh matter, content of dry matter, nutrients extraction and content of essential oils. The analysis of variance used the statistical program SAS. The maximum yield of biomass and essential was obtained oils combining the fertilization with 100 kg/ha of nitrogen as urea and the cutting frequency every of two months. The levels of nutrients extraction of Lippia alba varied between 79.7 and 128.5 kg/ha of nitrogen, 24.5 and 30.5 kg/ha of phosphorus, 114.6 and 138.8 Kg/ha of potassium and between 100 y 150 kg/ha of Calcium. The phytochemical analyses showed that the essential oil was mainly composed by carvona and limoneno. Key words: Nitrogenous Fertilization, Lippia alba, yields, biomass, essential oils
El alba iluminada de la Cámara de C. de Manizales
Aportes al desarrollo regional de la centenaria Cámara de Comercio de Manizales (1913-2013) en el alba de su creación. Desde la Cámara de Comercio con el liderazgo de Carlos E. Pinzón como su primer Presidente y la SMP de la cual fuera cofundador, se hacen gestiones para implementar un medio de transporte competitivo para la salida del grano: el Ferrocarril de Caldas saliendo al Pacífico, alterno a la ruta del Magdalena controlada por los ingleses
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