1,543 research outputs found
Guillaume Capus
Chevalier Auguste. Guillaume Capus. In: Annales de Géographie, t. 40, n°226, 1931. pp. 438-439
La valeur économique des pluies tropicales
Capus Guillaume. La valeur économique des pluies tropicales. In: Annales de Géographie, t. 23, n°128, 1914. pp. 109-126
Le congrès d'agriculture coloniale
Capus Guillaume. Le congrès d'agriculture coloniale. In: Annales de Géographie, t. 27, n°148-149, 1918. pp. 378-381
Le congrès d'agriculture coloniale
Capus Guillaume. Le congrès d'agriculture coloniale. In: Annales de Géographie, t. 27, n°148-149, 1918. pp. 378-381
Les riz d'Indochine
Capus Guillaume. Les riz d'Indochine. In: Annales de Géographie, t. 27, n°145, 1918. pp. 25-42
SELA Activities
Recent activities from the Southeastern Library Association. Highlights include: call for presenters for the New Voices program at the 2010 joint Arkansas Library Association/Southeastern Library Association conference; call for nominations for the SELA Outstanding Author Awards; call for nominations for the Ginny Frankenthaler Memorial Scholarship in Library Science; call for participants in the SELA mentoring program; results of the SELA membership survey; the text of the SELA Executive Board\u27s resolution on the 2009 reauthorization of the US Patriot Act
Sela Túrcica Ou Sela Turca?
As duas formas são amplamente usadas. O dicionário Houaiss (1) e o Aurélio, em sua terceira edição (2), registram ambas sem manifestar preferência por uma delas. O Michaelis (3) averba unicamente sela túrcica. A denominação de sella turcica, em latim, foi introduzida na nomenclatura anatômica pelo anatomista belga Adrian van der Spieghel (1578-1625), mais conhecido pelo nome latino de Spigelius, em sua obra De humanis corpora fabrica, publicada em 1627, dois anos após sua morte. Spieghel foi professor de anatomia em Veneza e Pádua, sendo mais conhecido pelo epônimo lobo de Spieghel, dado ao lobo caudado do fígado por ele descrito (4, 5, 6). Spieghel comparou a depressão da face superior do osso esfenóide, onde se aloja a hipófise, com a sela de montaria usada pelos turcos e beduínos, a qual difere das demais por ter a parte posterior mais alta, oferecendo apoio para as costas do cavaleiro (4). Como era de praxe no século XVII nos escritos científicos, também Spieghel usou o latim em sua obra. Sella, em latim, significa assento, cadeira, e turcica se refere aos turcos. Por extensão, sella passou a designar o arreio que se coloca no dorso do animal para o cavaleiro montar. A citada depressão do esfenóide tem como sinônimos sela eqüina, sela eqüestre, sela esfenoidal, fossa pituitária, porém a denominação de sela túrcica, proposta por Spieghel, predominou sobre as demais. No dicionário de termos médicos latinos de Stephen Blancardi, de 1718, já se encontra sella turcica como sinônimo de sella eqüina (7).Do latim, a denominação sella turcica foi traduzida, adaptada ou incorporada às línguas modernas. Temos, em francês, selle turcique (8); em inglês, sella turcica (9) tal como em latim; em espanhol, silla turca (10). Em português, como já assinalamos, usa-se tanto sela túrcica como sela turca. A primeira edição da Nomina Anatomica em latim, de 1895, conhecida por BNA (de Basiléia, na Suiça), adotou sella turcica, de preferência a qualquer outra denominação, o que foi sacramentado a partir da PNA (Parisiensia Nomina Anatomica), de 1955. A primeira tradução da PNA para o português data de 1961 e manteve a forma latina, aportuguesando-a: sela túrcica (11). Em outra tradução, de 1977, coordenada pelo Prof. Idel Becker, permaneceu a opção por sela túrcica (12). Em 1984, no entanto, foi publicada uma nova tradução em português, da quinta edição da Nomina Anatomica em latim, “sob a supervisão da Comissão de Nomenclatura da Sociedade Brasileira de Anatomia”, na qual se preferiu substituir túrcica por turca: sela turca (13). Mais recentemente, na tradução da última edição da Nomina, de 1998, publicada com o título de Terminologia Anatômica,permaneceu a forma sela turca (14).Fazendo uma pesquisa nos trabalhos indexados pela BIREME nos últimos anos, encontramos a ocorrência de sela túrcica 78 vezes, e sela turca 75 vezes, o querepresenta praticamente 50% de cada uma das formas (15). Como túrcica e turca são sinônimos, embora o adjetivo túrcico(a) seja obsoleto (1), não se pode incriminar nenhuma delas de incorreta. A meu ver túrcica é mais tradicional, enquanto turca é mais recente, tendo sido adotada pela Sociedade Brasileira de Anatomia. Por outro lado, sela túrcica é a forma para a língua portuguesa que se encontra nos Descritores em Ciências da Saúde da BIREME (15) e a única registrada no mais moderno dicionário de termos médicos, que é o de Luis Rey (16).Assim, optamos por sela túrcic
SELA Activities
Recent activities from the Southeastern Library Association. Highlights include: recipients of the 2006 Frances Coleman/Thomson Gale Conference Grants, Ginny Frankenthaler Scholarship, and Outstanding Southeastern Author Awards, and the moving of the SELA Archives from Emory University to Valdosta State
Derecho internacional público moderno
Yeves Andrés, Juan Antonio. La España Moderna: catálogo de la editorial, índice de las revistas. Madrid 2002. P. 100, da como fecha probable de publicación para esta ed. ca. 1893C. Suárez T. VII, 194, lo fecha en 1893Fecha tomada de C. Suárez T. VII, 194: 189
The historic towns and town centres concept and the UNESCO recommendation on the historic urban landscape: is it a natural continuum or have we gone too far?
Cities -- Historic cities -- Inhabited Historic cities; their protection, nomination and preservation are the focus of this thesis. The UNESCO Recommendation on the Historic Urban Landscape (HUL) adopted in 2011, and the “Cronocaos” exhibition (Rem Koolhaas and Shohei Shigematso, New Museum NYC, 2011) which raised some criticism about preservation limiting contemporary architecture and urbanism interventions, triggered this thesis. This thesis, however, posits that the new Recommendation is in fact a natural continuum of previous standard-setting documents developed gradually from the mid-twentieth century to today, and is well connected to current trends rather than being too ambitious and "going too far". A thorough study of the HUL approach and the new Recommendation, along with contemporary sources, provide an understanding of the current professional discourse, and further supports this suggestion. The thesis findings illustrate that various aspects, such as setting, context, environment; social values and local communities; constant change, contemporary interventions, as well as integrated conservation, planning and management policies included in the 2011 Recommendation were addressed by previous recommendations, declarations, and charters, dealing directly and indirectly with urban heritage. The new Recommendation expands upon some of these issues, clarifies others, and adds new ones. Furthermore, the similar characteristics of cultural landscapes and historic towns as "living properties", and the relationship between the two concepts, demonstrated by the Operational Guidelines for the implementation of the World Heritage Convention, support applying the landscape approach to the HUL. By providing a traditional and innovative toolkit, the 2011 UNESCO Recommendation, which is essentially a management plan, will hopefully minimize "the gap existing between the ideal world of the “Charters” and the practical realities," (2010 Preliminary Report). Overall the Recommendation retains strong ties to former international standard-setting documents, demonstrating that it is indeed a natural continuum rather than a disconnected and overly-ambitious preservation trend. This continuum has the potential to be integrated into twenty-first century environmental, ecological and sustainability approaches, and is thus appropriate for its time. Such integration holds promise for improvement of local communities' quality of life - of our life.M.A.Includes bibliographical referencesby Adi Sela Wiene
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