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    RELAÇÃO DO DESEMPENHO SUSTENTÁVEL (ESG) COM OS INDICADORES FINANCEIROS E PREÇO DE MERCADO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS LISTADAS NA B3

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    Introdução: A sustentabilidade empresarial tem se firmado como um tema de notável importância em âmbito global, motivada pelo equilibro do desenvolvimento econômico e meio ambiente. Empresas enfrentam os desafios na adoção de estratégias e práticas que promovam o uso consciente e responsável dos recursos naturais. Nessa perspectiva, tanto investidores demonstram preocupação com os indicadores Environmental, Social and Governance (ESG) das corporações, e buscam entender como estas alocam seus investimentos e conduzem suas operações. Os indicadores econômico-financeiros são fundamentais para explicar o desempenho e permitem que analistas e gestores tenham uma compreensão aprimorada do cenário financeiro e operacional das organizações. Objetivo: Nesse âmbito, a pesquisa tem por objetivo geral analisar como a integração de práticas sustentáveis representadas pelo índice ESG, se correlaciona com a performance econômico-financeira das organizações. Método: A pesquisa, de caráter documental e descritivo com abordagem quantitativa, utiliza como instrumento de coleta de dados a plataforma Refinitiv para a análise da variável ESG e a base de dados Economatica para as demais variáveis financeiras e operacionais. A população do estudo abrange empresas listadas nas bases Economatica e Refinitiv, com abrangência das empresas de capital aberto brasileiras, que totalizam 91 empresas listadas na B3. A amostragem é não probabilística, e envolve segmentos como energia elétrica, serviços médico-hospitalares, incorporação e mineração. A análise dos dados empregará estatísticas descritivas e correlação para examinar as relações entre as variáveis. Resultados: Os resultados revelam que o ESG Score possui uma média de 53,1, com desvio-padrão de 19,9. A idade média das empresas é 42,8 anos, mas a mediana de 32 anos indica predominância de empresas jovens. A liquidez corrente apresenta uma média de 1,50, com desviopadrão de 1,18. O ROA e ROE, com médias de 3,91% e 8,35%. O endividamento geral demonstra uma média de 2,28, com variação de 0,01 a 29,50. O EBITDA apresenta uma média de 8,12 milhões. O VPA tem uma média de 2,15, com desvio-padrão de 2,87, enquanto o P/L médio é 6,72, superado pela mediana de 8,49. Conclusão: O índice ESG possui correlações fracas com Idade (ρ = 0,236), Liquidez Corrente (ρ = -0,251) e EBITDA (ρ = 0,249), o que demonstra uma influência limitada dessas variáveis e ESG. As variáveis financeiras demonstraram correlações de fracas a fortes, como ROA com Liquidez Corrente (ρ = 0,321) e ROE com ROA (ρ = 0,677). Concluímos que os resultados demonstram interações dos indicadores financeiros e ESG, no entanto, estas métricas se mantém relativamente independentes

    ESG, TAMAHO DA ORGANIZAÇÃO E O ESTÁGIO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS BRASILEIRAS E ESTADUNIDENSE

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    Introdução: São práticas que afetam investimentos sustentáveis e responsáveis (SR) das empresas, como também as práticas de éticas sustentáveis se baseia nas pontuações ambientais, sociais e de governança fornecidas pelas agências de classificação, e uma investigação minuciosa dos escores ESG é um tópico negligenciado na literatura. A Responsabilidade Social Corporativa (RSC) tem sido objeto de analise dos orgãos reguladores e do público em geral, condição que exige das empresas um aumento na demanda social e práticas ambientalmente responsáveis, em especial a perspectiva ESG tem um papel primordial nesse contexto (GUIMARÃES; MALAQUIAS, 2023). Objetivo: O presente estudo tem como objetivo analisar a relação entre o tamanho da organização e o estágio da responsabilidade social em empresas brasileiras e estadunidenses, sob a ótica da ESG, com ênfase no Pilar Social. Método: A pesquisa caracteriza-se como quantitativa, descritiva e documental, tendo como base de dados a plataforma Refinitiv. A população correspondeu a todas as empresas disponíveis, e a amostra foi composta por 115 brasileiras e 2.854 estadunidenses. A coleta de dados ocorreu entre julho e agosto de 2024, contemplando os anos de 2021 a 2023. O tratamento estatístico incluiu estatística descritiva, testes de correlação, que permite avaliar a influência do porte econômico no desempenho ESG e social das companhias. Resultados: Os resultados evidenciaram que, em diferentes setores, as empresas brasileiras apresentaram médias superiores em ESG e Pilar Social, mesmo operando com Ativos Totais menores que os observados nos Estados Unidos. Essa tendência foi marcante em setores como comunicação social, saúde, indústria de transformação e serviços de utilidade pública. A matriz de correlações demonstrou associação positiva e forte entre ESG e Pilar Social, reforçando a interdependência entre as dimensões, ao passo que a relação do Ativo Total com tais indicadores se mostrou positiva, mas fraca. A correlação confirmou que o porte econômico exerce influência limitada sobre o estágio da responsabilidade social, sendo a adoção de práticas ESG estão vinculadas a fatores institucionais, regulatórios e de gestão. Conclusão: Conclui-se que o compromisso socioambiental não depende exclusivamente da dimensão patrimonial, mas da integração de políticas organizacionais e pressões externas que impulsionam a legitimidade empresarial

    A INFLUÊNCIA DO TAMANHO DA EMPRESA NA PONTUAÇÃO ESG

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    Introdução: A adoção de práticas de sustentabilidade é importante para a continuidade das empresas, pois impacta a gestão e estabelece princípios e diretrizes que buscam alinhamento com os interesses dos usuários. A implementação das práticas de ESG (Environmental, Social, Governance) mostra-se particularmente relevante em grandes empresas, que têm maior responsabilidade na incorporação dessas práticas. Este estudo prioriza os indicadores de tamanho das empresas (ativo total), além de considerar indicadores como o ROA (Retorno sobre o Ativo) e a Alavancagem Financeira, setor e idade, como variáveis de controle. O desenvolvimento político e prático centra-se na realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e apoia o debate sobre o risco carbónico das carteiras. Esses movimentos se concentram na redução da emissão de Inventário Nacional de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa (GEE). Objetivo: Assim, propõem-se o objetivo geral de analisar a influência do tamanho da empresa nas pontuações ambientais, sociais e de governança (ESG) nas empresas brasileiras e americanas. Método: Esta pesquisa é classificada como documental e descritiva, com uma abordagem quantitativa. A amostra da pesquisa é composta por 2.932 empresas, que inclui 116 empresas brasileira, e 2.816 empresas dos Estados Unidos. Em termos de setores, a maior representatividade é da indústria, com 876 empresas, seguida pelos setores de finanças e seguros, com 526 empresas, serviços de informação, com 240 empresas, comércio de varejo, com 130 empresas, e serviços de utilidade pública, com 88 empresas. Outros setores somam 1.072 empresas. A pesquisa busca avaliar a correlação entre o tamanho das empresas e suas pontuações ESG. Resultados: Os resultados demonstram que as empresas brasileiras têm, em média, ativos totais maiores e pontuações ESG superiores em comparação às empresas dos Estados Unidos, com médias de ESG de 54,8 em 2023 no Brasil, contra 43,5 nos EUA. Os setores de comércio de varejo, finanças e seguros, e indústria apresentaram evolução gradual nas pontuações ESG ao longo do período de 2020 a 2023, e refletem o crescente alinhamento das empresas brasileiras com as práticas de sustentabilidade. A correlação entre ESG e Ativo Total é classificada como muito fraca (r = 0,155). Conclusão: Conclui-se que as correlações entre ESG com o Ativo Total, ROA, Idade e ALA, são predominantemente fracas ou muito fracas. Em especial, o tamanho da empresa, apesar de apresentar correlação significativa, não exerce uma influência expressiva nas práticas de ESG adotadas pelas empresas brasileiras e americanas

    COVID, disponibilidade e alocação de recursos financeiros na esfera municipal

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    Introdução: O estudo vem ao encontro da necessidade de pesquisa no âmbito da agenda governamental no Brasil, percebida cada vez mais na literatura internacional, e mostra-se importante no momento que perpassa a sociedade mundial e local. Objetivo: O objetivo do estudo consiste em analisar as receitas e despesas municipais e sua relação com os registros de casos Covid-19 no exercício de 2020. Procedimentos Metodológicos: A investigação pesquisa reúne informações dos 295 municípios catarinenses em relação a receita, despesas com saúde e a evolução dos casos de COVID-19 do Estado de Santa Catarina. O período analisado concentra-se no ano de 2020. Como métodos de análise dos dados optou-se pela interpolação, que consiste em um método de construção de (construir) um conjunto de dados por meio da estimação de pontos a partir de um conjunto de dados pré-existente, muito utilizado em dados geoespaciais. Principais Resultados: Os resultados demonstraram que forte homogeneidade dos casos de Covid confirmados e óbitos em toda extensão catarinense, o que aponta que perfil dos municípios catarinenses em sua grande maioria concentra poucos casos e consequentemente poucos óbitos relacionados. Em contrapartida notou-se que os municípios cuja elevação populacional ocorre os casos de confirmados e óbito, sobem proporcionalmente, situação se mostrou evidente que os efeitos são percebidos essencialmente em centros urbanos, e que a grande maioria dos municípios com características interioranas possui características significam entre diferentes destas regiões. Considerações Finais: Conclui-se que a pesquisa contempla índices gerais de aplicação de recursos e outros fatores podem interferir diretamente na gestão da pandemia: como a quantidade e qualidade dos bens e serviços disponibilizados à sociedade, níveis de investimentos realizados anteriormente a pandemia, infraestrutura existente e disponibilidade na infraestrutura em saúde. Contribuições do Trabalho A pesquisa disponibiliza elementos para reflexão e formas de aprimorar a análise da pandemia sob a ótica Geoespacial

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
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