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    Sade em Lacan: uma ética da transgressão /

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão.Esta dissertação analisa o lugar do Marquês de Sade no ensino de Lacan. Começamos por reconstruir a recepção de Sade pela vanguarda francesa, particularmente no movimento surrealista e nos seus dissidentes. Em seguida, acompanhamos as modificações do lugar de Sade na obra de Lacan. Para isto nos orientamos nos seis paradigmas do gozo através dos quais J.-A. Miller ordena a doutrina lacaniana do gozo. Dos primeiro e segundo paradigmas Sade se encontra ausente por razões precisas; o terceiro paradigma reivindica a ética sadeana da transgressão; os paradigmas quarto e quinto relativizam a posição transgressiva de Sade; finalmente, no sexta paradigma, Sade é duramente questionado. O último capítulo explicita a pregnância da noção de transgressão tanto na ensaística literária francesa que reabilitou Sade quanto em toda a obra de Lacan, e mostra a matriz sadeana desta noção. A análise da noção de transgressão na obra de Lacan - quem inicialmente a reivindica, afastando-se dela nos últimos seminários - mostra-se extremamente esclarecedora tanto da obra de Lacan quanto da recepção de Sade por Lacan e pela ensaística francesa deste século

    The David W. Fentress Family Letters, 1856-1969

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    Transcript of a letter by an unidentified author to David Fentress regarding sharing federal newspapers and the banning of federal newspapers in some areas. The author passes on the news of the war including the destruction of the Federal merchantmen by the Confederate fleet. He passes along world news: Russia preparing to go to War with Europe and how that could negatively affect the Confederacy. There is also speculation on the future of the war

    Sade in Italy: Deconsecrating Art. Parody Forms and Ekphrasis

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    This article analyses the parody procedures employed by the Marquis de Sade in descriptions of works of art (ekphrasis) that are found in the little-known Voyage d’Italie, account of a trip to Italy that the author made in 1775 to escape the persecution of French police. Unpublished until the nineteen sixties, nor taken into account in critical studies, this travel diary provides precious insight into many philosophical and aesthetic categories that were commonly discussed in debates in the pre-Revolutionary period. Following a substantial but fundamental section on the meagre literature about the Voyage, this essay focuses on only a few passages concerning ekphrasis in Sade’s work, enough to show how parody and satire were essential rhetorical conditions in order for the author to overturn the transcendent meaning of the works of arts as it was imposed by the Christian/Neo-platonic aesthetic tradition, which was still ruling on the intellectual milieu of the eighteenth-century grandtouristes. In accordance with the most radical tendencies of the Enlightenment - Diderot’s materialism and Shaftesbury’s philosophy of “wit” provide a good example -, in his literary debut Sade offers an ingenious and inventive framework that is well ahead of his times and, therefore, deserves further examination

    Portrait of author David Foster at the National Library of Australia, Canberra, 8 June 2011 /

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    Title from acquisitions documentation.; Part of the collection: Portraits of author David Foster at the National Library of Australia, Canberra, 8 June 2011.; Acquired in digital format; access copy available online.; Mode of access: Online.; Photographed by a staff member of the National Library of Australia

    El Marqués de Sade como crítico del capitalismo

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    Presentación del libro Toda la obra de Sade puesta sobre sus pies de Jorge Veraza en la Feria Internacional del Libro del Palacio de Minería, Ciudad de México, domingo 23 de febrero de 2020 David Pavón-Cuéllar [cite] En su libro Toda la obra de Sade puesta sobre sus pies, Jorge Veraza defiende al Marqués de Sade. Lo defiende contra magistrados y policías que lo persiguen y encarcelan, contra su despiadada suegra, contra Napoleón, contra sus víctimas que lo acusan, contra la sociedad ..

    Marquis de Sade, Critic of Capitalism

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    Book launch of Toda la obra de Sade puesta sobre sus pies by Jorge Veraza at the International Book Fair of the Palacio de Minería, Mexico City, Sunday, February 23, 2020 David Pavón-Cuéllar Translated by Agustín Palmieri [cite] In his book All the work of Sade placed on his feet, Jorge Veraza defends the Marquis de Sade. He defends him against judges and policemen who persecute and imprison him, against his ruthless mother-in-law, against Napoleon, against his victims who accuse h..

    A lei e o mal estar

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito, Florianópolis, 2014.A presente pesquisa busca fazer dialogar o marquês de Sade e Sigmund Freud, para, com base nesta interlocução, pensar na possibilidade de fundar uma ética, a ética da psicanálise tal qual Jacques Lacan constrói no sétimo seminário de seu ensino. Além disso, propusemo-nos a investigar o que esse diálogo tem a dizer sobre os fundamentos do direito moderno cujos principais autores são Hobbes, Locke, Rousseau e Kant. Para isso, por meio de pesquisa de cunho bibliográfico partimos de dois conceitos fundamentais do escritor libertino francês e do psicanalista austríaco: a lei de natureza, de Sade, e a pulsão de morte, de Freud. Ambos os conceitos dizem respeito a um certo empuxo à destruição presente no ser humano, observadas as devidas diferenças entre os autores. O marquês de Sade realiza uma espécie de reinterpretação da teoria contratualista do Estado moderno, elevando seus fundamentos ao absurdo - ou ultrapassando-os - para nos mostrar que esses mesmos alicerces que nos prometem a liberdade, a igualdade e a segurança podem nos levar a um mundo distópico e despótico, operando um retorno ao estado de natureza, o ponto de partida em que cada ser humano é mero objeto à disposição do gozo do outro. Ademais, na leitura de Kant com Sade, perceberemos, junto com Lacan, que a ética kantiana, a apatia que o ser racional deve impor-se para chegar ao Sumo Bem, pode levar justamente ao seu inverso, o mal radical sadiano. Não obstante, ao final, operamos uma inversão: há dois tempos na lei de natureza e na pulsão de morte, o princípio de destruição também pode apontar para uma vontade de criação a partir do nada. Assim, com base na ética da psicanálise, a ética da responsabilidade por nossa posição de sujeitos, resgatamos o imperativo categórico kantiano - agora esvaziado e dialetizado com a ética sadiana - como aquele que manda que ?se faça a lei?, a fim de que a lei encontre um limite, o ponto de basta colocado pela Lei simbólica.Résumé: La présent recherche prétend faire dialoguer le marquis de Sade avec Sigmund Freud a fin de, basée sur cette interlocution, penser à la possibilité de fonder une éthique, l'éthique de la psychanalyse tel quel Jacques Lacan construit dans le septième séminaire de son enseignement. De plus, nous envisageons d'investiguer ce que ce dialogue peut nous pointer sur les fondements du droit moderne, dont les auteurs principaux sont Hobbes, Locke, Rousseau et Kant. Pour cela, par le moyen de la recherche bibliographique nous partons de deux concepts fondamentaux de l'écrivain libertin et du psychanalyste autrichien : la loi de la nature de Sade et la pulsion de mort de Freud. Tous les deux concepts se réfèrent à une certain poussée à la destruction présent dans l'être humain, observées les différences parmi les auteurs. Le marquis de Sade réalise une espèce de reinterprétation de la théorie du contrat social de l'État moderne, en élevant ses fondements jusqu'à l'absurdité - ou en les dépassant - pour nous montrer que ces mêmes bases qui nous promettent la liberté, l'igualité et la sûreté peuvent nous conduire a un monde dystopique et despotique, en opérant un retour à l'état de nature, le point de départ où chaque être humain est pur objet à disposition de la jouissance de l'autre. En outre, dans la lecture de Kant avec Sade, nous comprendrons, auprès de Lacan, que l'éthique kantienne, l'apathie que l'être rationnel doit imposer à soi-même pour arriver au Bien Suprême, peut amener justement a son envers, le mal radical sadien. Nonobstant, à la fin, nous opérons une inversion : il y a deux temps dans la loi de la nature et la pulsion de mort, le principe de destruction peut aussi indiquer une volonté de création à partir du rien. Ainsi, basée sur l'éthique de la psychanalyse, l'éthique de la responsabilité par notre position de sujets, nous reprenons l'impératif catégorique kantien - maintenant vidé et dialectisé avec l'éthique sadienne - comme celui qui commande de « faire la loi », a fin de que la loi rencontre un limite, le point de capiton placé par la Loi symbolique

    Author David Foster with academic Jeff Doyle at the National Library of Australia, Canberra, 8 June 2011 /

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    Title from acquisitions documentation.; Part of the collection: Portraits of author David Foster at the National Library of Australia, Canberra, 8 June 2011.; Acquired in digital format; access copy available online.; Mode of access: Online.; Photographed by a staff member of the National Library of Australia

    Author David Foster and academic Jeff Doyle at the National Library of Australia, Canberra, 8 June 2011 /

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    Title from acquisitions documentation.; Part of the collection: Portraits of author David Foster at the National Library of Australia, Canberra, 8 June 2011.; Acquired in digital format; access copy available online.; Mode of access: Online.; Photographed by a staff member of the National Library of Australia
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