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Fauna Silvestre del Escudo Guayanés (Colombia- Venezuela)
El libro recoge los resultados de las investigaciones realizadas acerca de la fauna silvestre del Escudo Guayanés en ambos países. En el caso venezolano, desde hace varias décadas -podríamos hablar casi desde la mitad del siglo pasado- y en Colombia, de manera mucho más reciente, apenas en los últimos 15 años. En diez capítulos, se muestra la información sobre los anfibios, reptiles, aves y mamíferos, acompañado de una descripción desde el punto de vista
físico y biótico de la Guayana, para finalizar con las conclusiones y recomendaciones más importantes para conservar este patrimonio natural. Trece investigadores de cuatro ONG, cinco universidades y cuatro instituciones oficiales de Colombia y Venezuela, aunaron esfuerzos para terminar este trabajo en un tiempo record. Son muchas las interrogantes que aún persisten y sobre todo un enorme desconocimiento de muchas áreas de esta geografía remota que nos queda por descubrir.
Esta obra es el primer paso de un largo recorrido que nos queda por transitar, ojalá antes de que El Dorado desaparezca ante nuestros ojos
Une copie de la scolie de Gerbert à l'Arithmétique de Boèce (L. II, C. I.)
Silvestre Hubert. Une copie de la scolie de Gerbert à l'Arithmétique de Boèce (L. II, C. I.). In: Scriptorium, Tome 3 n°1, 1949. pp. 133-134
Publications de l'Institut de Recherche et d'Histoire des Textes (C. N. R. S.).
Silvestre Hubert. Publications de l'Institut de Recherche et d'Histoire des Textes (C. N. R. S.).. In: Scriptorium, Tome 8 n°1, 1954. p. 157
Publications de l'Institut de Recherche et d'Histoire des Textes (C. N. R. S.).
Silvestre Hubert. Publications de l'Institut de Recherche et d'Histoire des Textes (C. N. R. S.).. In: Scriptorium, Tome 8 n°1, 1954. p. 157
A criação da fauna silvestre em Santa Catarina: dos agroecossistemas indígenas aos dias atuais
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas.O presente estudo teve por objetivo trazer reflexões sobre métodos de criação de animais silvestres, discutindo as origens dos sistemas de criação, com ênfase na lógica indígena da época do descobrimento. Buscando contrastá-la com a lógica do manejo europeu, levantando os sistemas atuais de criação e inferindo sobre as potencialidades dessa nova zootecnia. A metodologia empregada para estudar a história foi a de busca de registros antigos e relatos de viagens de naturalistas, sociólogos e antropólogos que estiveram em contato com a biodiversidade existente no novo continente e a compararam com a que existia na Europa. Para conhecer a situação atual das criações comerciais de animais silvestres no Brasil, buscou-se registros existentes no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), através da internet. Além desses registros, foram levantadas, no Brasil, os das federações de criadores da fauna canora silvestre e da Federação Sul Brasileira de Criadores de Pássaros Nativos. Também levantou-se informação nos clubes associados, entre os sócios de cada clube, interrogando-os sobre as espécies e o número de aves criadas em ambiente familiares. Em Santa Catarina, foram levantados os registros dos criadores silvestres junto ao IBAMA e, além dessa fonte, contamos principalmente com depoimentos de criadores, os quais entrevistamos em visitas feitas a 21 criatórios. Essas entrevistas foram abertas, para que o produtor contasse as suas experiências sem a interferência do entrevistador. O critério usado para as entrevistas foi a importância da contribuição do entrevistado e da representatividade do manejo que ele conduz dentro do universo da criação no Estado. Como resultados desses estudos, verificamos que a criação indígena era realizada dentro de um contexto amplo, onde a floresta era manejada de modo a permitir um aproveitamento integral da sua potencialidade alimentar, tanto para produzir alimentos e outros recursos para o homem como para os animais dos quais ele se serve. À do alto das árvores, os pássaros e os macacos aproveitavam folhas e frutos; do estrato médio, plantas e animais adaptados a esse nicho eram considerados; ao nível do solo e no subsolo, as plantas anuais, as raízes e os animais terrícolas eram também gerenciados para um aproveitamento integral. O rodízio da ocupação do solo garante a recuperação da fertilidade, melhor controle de plantas indesejáveis, das doenças e das pragas. Nesse ambiente, não era necessária a preocupação com o armazenamento de alimentos e nem com o confinamento da fauna. Esse gerenciamento caracteriza-se pelo manejo da interação dos seres vivos que, além disso, proporciona uma otimização do esforço físico do homem e favorece o bem-estar vegetal e animal. Por tudo isso, o silvestre brasileiro era alegre, saudável e comprometido com o ambiente, embora guerreiro e antropófago. O europeu da época, motivado pelo ambiente inóspito, por preceitos religiosos, por uma ambição de poder e riquezas, desenvolveu um sistema criatório que se caracterizava pela monocultura, pela criação dos animais em cativeiros, pelo armazenamento dos alimentos e pela extração dos recursos naturais sem levar em conta os danos ao ambiente ou às gerações futuras. Em conseqüência disso, os europeus da época eram estressados, anti-higiênicos e conviviam com doenças e parasitas. Com a supremacia da cultura européia sobre a indígena e o interesse do conquistador em levar principalmente as riquezas, pouco sobrou, até nossos dias, da visão de gerenciamento do agroecossistema indígena. O levantamento dos animais silvestres criados no Brasil revelou que existe uma grande diversidade de espécies criadas, porém, em cada região, a ênfase é na criação da fauna silvestre local. O levantamento da criação silvestre em SC revelou que cada criador segue a sua intuição sem considerar um gerenciamento organizado. A ideologia dos colonizadores europeus ainda está presente no confinamento dos animais, na administração de alimentos e manejo. As criações mais bem sucedidas são aquelas que se aproximaram da ideologia indígena respeitando a etologia, criando animais soltos com pouco aporte de alimentos. Porém, mesmo nesse caso, há muito empirismo. É pouco conhecido o manejo que os indígenas faziam do ambiente. Por isso, é essencial que se estabeleçam, no Estado, projetos de pesquisa e mesmo centros de pesquisa que se dediquem a estudar a aplicação dos conhecimentos indígenas na atividade agrícola como um todo. Através disso, a sociedade irá extrair proveitos não apenas de ordem agrícola como também ambientais e sociais
Técnica silvestre e a força do encontro entre tradição e contemporaneidade: Ana Beatriz C. Rezende entrevista Vera Passos
In this interview, conducted by Ana Beatriz C. Rezende, Vera Passos, a prominent Brazilian figure in the Silvestre Technique, overviews the history, structure, and principles of this Bahian technique in contemporary dance, created and developed by Rosângela Silvestre since 1982. The conversation addresses points related to the relevance of tradition in Black artistic practices and offers reflections on the possibilities of dialogue between tradition and contemporaneity and the potentials that can be perceived at this crossroads.En esta entrevista, conducida por Ana Beatriz C. Rezende a Vera Passos, una destacada figura brasileña en la técnica silvestre, se ofrece un panorama general sobre la historia, estructura y principios de esta técnica bahiana en la danza contemporánea, creada y desarrollada por Rosângela Silvestre desde 1982. La conversación aborda cuestiones relacionadas con la relevancia de la tradición en las prácticas artísticas negras y plantea reflexiones sobre las posibilidades de diálogo entre la tradición y la contemporaneidad, así como las potencialidades que se pueden percibir en esta encrucijada.Nesta entrevista, conduzida por Ana Beatriz C. Rezende, Vera Passos, grande referência brasileira na Técnica Silvestre, traz um panorama geral sobre a história, estrutura e princípios dessa técnica baiana em dança contemporânea, criada e desenvolvida por Rosângela Silvestre desde 1982. A conversa aborda questões referentes à relevância da tradição nas práticas artísticas negras e oferece reflexões acerca das possibilidades de diálogo entre tradição e contemporaneidade, bem como as potencialidades que podem ser percebidas nessa encruzilhada
Mediae latinitatis lexicon minus composuit J. F. Niermeyer, perficiendum curavit C. van de Kieft
Silvestre Hubert. Mediae latinitatis lexicon minus composuit J. F. Niermeyer, perficiendum curavit C. van de Kieft. In: Revue belge de philologie et d'histoire, tome 58, fasc. 1, 1980. Antiquité - Oudheid. pp. 263-265
C. R. Dodwell, éd. trad. — Theophilus. The Various Arts. « De diversis artibus », 1986 [pagination double] (" Oxford Medieval Texts ")
Silvestre Hubert. C. R. Dodwell, éd. trad. — Theophilus. The Various Arts. « De diversis artibus », 1986 [pagination double] (" Oxford Medieval Texts "). In: Cahiers de civilisation médiévale, 34e année (n°133), Janvier-mars 1991. p. 70
Guía para restricción física de fauna silvestre
Esta guía presenta los protocolos y las actividades que deben realizarse durante la manipulación de fauna silvestre en los Centros de Atención y Valoración (CAV). Como bien es sabido, el tráfico de fauna silvestre es una actividad ilícita que trae consigo unos problemas profundos de pérdida de biodiversidad. Dentro de las estrategias de control de tráfico de fauna, se realizan actividades de control y monitoreo, presentándose situaciones en las cuales un gran número de animales son rescatados, decomisados o entregados voluntariamente. En la Resolución 2064 del 2010, se encuentran los protocolos posdecomiso de fauna silvestre. Una de las opciones de disposición son los centros de atención y valoración (CAV), lugares donde son recibidos la gran mayoría de estos individuos. Este documento contiene los procedimientos necesarios para la planificación de los métodos de restricción física de fauna silvestre en el Centro de Atención y Valoración-Centro de Educación Ambiental y de Rescate de Fauna Silvestre (CAV-CEARFS) de la Corporación de Defensa de la Meseta de Bucaramanga (CDMB). Se espera que el documento contribuya a que los estudiantes adquieran competencias en la manipulación de pacientes, mejorando así su desempeño durante la rotación y aportando experiencia para su vida profesional.1. Reglamento. -- 2. Introducción. -- 3. Propósito de la práctica. -- 4. Recomendaciones prácticas sobre la guía. -- 5. Marco teórico. -- 6. Actividades para la planificación de restricción de fauna silvestre. -- 7. Objetivos y materiales. -- 8. Descripción de actividades y procedimientos de la práctica. -- 9. [email protected]@campus ucc.edu.c
VI. Fauna silvestre del Escudo Guayanés (Colombia- Venezuela)
El libro recoge los resultados de las investigaciones realizadas acerca de la fauna silvestre del Escudo Guayanés en ambos países. En el caso venezolano, desde hace varias décadas -podríamos hablar casi desde la mitad del siglo pasado- y en Colombia, de manera mucho más reciente, apenas en los últimos 15 años. En diez capítulos, se muestra la información sobre los anfibios, reptiles, aves y mamíferos, acompañado de una descripción desde el punto de vista
físico y biótico de la Guayana, para finalizar con las conclusiones y recomendaciones más importantes para conservar este patrimonio natural. Trece investigadores de cuatro ONG, cinco universidades y cuatro instituciones oficiales de Colombia y Venezuela, aunaron esfuerzos para terminar este trabajo en un tiempo record. Son muchas las interrogantes que aún persisten y sobre todo un enorme desconocimiento de muchas áreas de esta geografía remota que nos queda por descubrir.
Esta obra es el primer paso de un largo recorrido que nos queda por transitar, ojalá antes de que El Dorado desaparezca ante nuestros ojos
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