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    Russell and Wittgenstein on time and memory: two different uses of the cinematographic metaphor

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    O objetivo deste artigo é explorar os usos de Wittgenstein e de Russell da metáfora cinematográfica. Wittgenstein utilizou a metáfora frequentemente durante o período intermediário (1929-1933). Russell a usou em um artigo de 1915. Situarei o uso de Russell em relação a sua filosofia de 1912-1919 (em especial, durante o período construtivista (1914-1919)) e o de Wittgenstein em relação a sua filosofia do período intermediário. Como será visto ao longo do artigo, o aspecto temporal é o elemento central da metáfora. Buscarei reconstruir os conceitos de tempo por eles mobilizados e explorarei os diferentes estatutos concedidos à memória, como condição de possibilidade do tempo da experiência imediata. Embora seja possível localizar várias semelhanças entre esses autores, veremos também algumas diferenças cruciais. O principal elemento que buscarei expor através dessa análise é a maneira como Russell e Wittgenstein concebem de forma inversa o estatuto ontológico da metáfora. AbstractThe aim of this paper is to explore Wittgenstein\u27s and Russell\u27s use of the cinematographic metaphor. Wittgenstein used the metaphor frequently during his middle period (1929--1933). Russell used it in a paper from 1915. I place their uses of this metaphor against the background of Russell\u27s philosophy from 1912 to 1919 (especially his constructivist period from 1914 to 1919) and Wittgenstein\u27s middle period. As demonstrated throughout this paper, time is the key element of both uses. I reconstruct their concepts of time and deal with the important roles attributed to memory in relation to time. Although many similarities can be found, with careful examination some remarkable differences can be seen. The cinematographic metaphor can be used as a starting point to articulate those differences. My final objective is to show how Russell and Wittgenstein used the metaphor inverting its ontological status.Recebido em novembro de 2014 Aprovado em abril de 201

    A realidade através do espelho: Schrödinger e Russell no país da objetivação

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2014.O principal objetivo da presente tese é expor uma interpretação que mescla e expande as ideias de Erwin Schrödinger e Bertrand Russell com respeito às suas "visões do mundo", nas palavras de ambos. Chamamos essa interpretação de "R-S expandida", a qual engloba explicações de processos de construção da realidade, em certo sentido, e descrições de uma organização do mundo que, nesse contexto, chamaremos de "objetivado". A apresentação desse panorama russell-schrödingeriano do modelo de mundo vigente visa a apontar alguns problemas que parecem ser oriundos do estabelecimento e manutenção desse tipo de padrão, bem como sugestões para algumas pequenas alterações que podem servir para minimizar tais dificuldades. Nosso ponto de partida em direção a essas propostas é a construção schrödingeriana dos objetos, a qual segue o seu "Princípio de Objetivação" (P.O.). Segundo esse princípio, o ser humano afasta-se do objeto, inicialmente de maneira inconsciente, como estratégia evolutivamente desenvolvida para compreender sua relação com a natureza. Defendemos que a aplicação do P.O. resulta em um panorama objetivado da realidade, a qual fica dividida entre sujeitos e objetos, propiciando o estabelecimento de outros tipos de dualismo, como por exemplo entre mente e matéria. A fim de lidar com essa situação, propomos que a argumentação de Russell pelo monismo de sensações corrobora a tese de que a experiência não conteria, fundamentalmente, essa divisão. Segundo Russell, no entanto, a dualidade deve ser reintroduzida, na medida em que é necessária a uma certa maneira de entender o conhecimento. Sendo assim, em uma abordagem russell-schrödingeriana, a tese sobre a construção do mundo objetivado é uma teoria epistemológica, pois envolve a adoção de uma certa concepção de conhecimento antes da aplicação do P.O. Levando em conta o profundo enraizamento do modelo objetivado, tanto no cotidiano como na Ciência e até na Filosofia, seguimos a atitude cautelosa de ambos, Schrödinger e Russell, em não sustentar o seu desmantelamento total. Optamos, então, por empreender uma investigação mais cuidadosa, desde o seu processo de construção até a sua organização, além de estudar as relações que advêm da sua configuração. O trabalho discute ainda a Ciência desenvolvida no mundo objetivado, a formação e critérios de realidade de seus objetos, assim como outras especificidades do que chamamos de "esfera científica". Nessas discussões, o exemplo da Física aparece constantemente, devido tanto à proximidade de Schrödinger com o tema quanto à sua recorrência na obra de Russell. Além disso, exploramos algumas questões relativas ao sujeito, seu processo de formação, sua caracterização e suas relações com os objetos e com outros sujeitos, no mundo objetivado. Para isso, nos apoiamos na Teoria da Percepção de Russell, já que o tema é pouco mencionado por Schrödinger. Finalmente, após essas investigações e seguindo a exposição crítica de R-S expandida, mostraremos alguns desdobramentos que podem ser vislumbrados a partir das reflexões proporcionadas por esta tese. Sugerimos que a aplicação de algumas das ideias aqui desenvolvidas pode colaborar não só para o enriquecimento teórico de discussões filosóficas importantes, como também para a efetiva modificação de alguns aspectos negativos do panorama do mundo constituído como objetivado.Abstract : The main purpose of this thesis is to present an interpretation that mixes and expands Erwin Schrödinger's and Bertrand Russell's ideas concerning their "views of the world", to quote their own words. We call such an interpretation "R-S expanded". It aims both to explain certain processes concerning the construction of reality, in some sense, and to describe the organization of a world which, in such context, we call "objectivated". The exposition of such a Russell-Schrödingerian approach to the present model of the world intends to identify some problems, which seem to be related to the establishment and maintenance of this kind of pattern. Besides, we suggest some small changes that can be useful to minimize those difficulties. Our starting point towards these goals is Schrödinger's construction of the objects, which follows his "Principle of Objectivation" (P.O.). According to this principle, human beings break away from objects, unconsciously at first, which constitutes an evolutionarily developed strategy to comprehend their relation to nature. We claim that the P.O.'s application produces an objectivated account of reality, which becomes divided into subjects and objects, favoring the establishment of dualisms of various kinds; for instance, the one between mind and matter. To deal with this situation, we will be relying on Russell's arguments in favor of the monism of sensations, which corroborates the thesis that experience would not be fundamentally divided this way. However, Russell insists the duality should be reintroduced, since it is necessary to a certain understanding of the notion of knowledge. Therefore, the Russell-Schrödingerian approach to the construction of the objectivated world should be an epistemological theory, as long as it involves the adoption of a certain notion of knowledge earlier to the P.O.'s application. Taking into account the deep roots the objectivated model has, not only in daily life, but also in Science and even in Philosophy, we follow Schrödinger's cautious attitude not proclaiming its complete dismantlement. Instead, we have chosen to investigate it thoroughly, from its construction to its organization, including the study of the relations implied by its configuration. Moreover, this work discusses the kind of Science which is developed in the objective world, the formation and reality criteria of its objects, and other peculiarities of what we call the "scientific sphere". Along these discussions, the case of Physics appears constantly, due both to Schrödinger's closeness to it and to its recurrence throughout Russell's works. Furthermore, we also investigate some subject related issues, such as its formation process, characterization and relationship with objects as well as another subjects in the objectivated world. In order to do so, we turn to Russell's Theory of Perception, being the topic less explored by Schrödinger than Russell. Finally, after these investigations and the critical presentation of "R-S expanded", we will be able to show some possible outcomes based on reflections offered by this thesis. We suggest that applying some of the ideas developed through this work could contribute to enrich important theoretical discussions in Philosophy, just as to make effective changes concerning some negative aspects of the prospect of the world as objectivatedly constituted

    A teoria do juízo de Bertrand Russell

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    Bertrand Russell, through his theory of judgment, undertakes a logical investigation on the epistemological distinctions, whose result should be the identification of the formal conditions of distinction between a false judgment and a true judgment, after the analysis of the formal conditions of a judgment whichever it may be, in which context the propositional sense would objectify. Thus, the subject of this research is Russell’s theory of judgment, particularly in the period from 1910 to 1913, in which he presents 3 distinct versions of his theory: the one which is found in a 1910 essay, entitled “Of the Nature of Truth an Falsehood”, published in the Philosophical Essays; the 1912 version, presented in the text “Truth and Falsehood”, chapter XII of the book Problems of Philosophy; and the 1913 version, of the unfinished manuscript Theory of Knowledge: The 1913 Manuscript, posthumously published in 1974. In those works, trying to objectify the propositional sense, Russell conceives judgment as a multiple relation, which raises problems of logical order, which his theory manages to accomplish, always up to a certain point. Our paper cuts out, therefore, the philosophical universe of the Russellian thought, turning to the reasons for the difficulties found by Russell in his logical undertaking. We will emphasize the singularity of each one of the versions, but we will also emphasize the continuity of his undertaking, so that difference and similarity will form a single route, translating not only the degree of difficulty but also the importance of the problem for a logical project such as Russell’s. With that, on examining the whole of those problems and of the internal solutions to that project, we believe to be, in some way, contributing to the understanding of his philosophy as a whole, as we emphasize a constant feature of his way to deal with logical difficulties.Bertrand Russell, através da sua teoria do juízo, empreende uma investigação lógica sobre distinções epistemológicas, cujo resultado deveria ser a identificação das condições formais de distinção entre um juízo falso e um juízo verdadeiro, após a própria análise das condições formais de um juízo qualquer, contexto em que se objetivaria o sentido proposicional. O objeto desta pesquisa é, assim, a teoria do juízo de Bertrand Russell, particularmente no período de 1910 a 1913, no qual nos apresenta três versões distintas de sua teoria: a que se encontra em um ensaio de 1910, intitulado “Da Natureza da Verdade e da Falsidade”, publicado nos Ensaios Filosóficos; a versão de 1912, apresentada no texto “Truth and Falsehood”, capítulo XII do livro Problems of Philosophy; e a versão de 1913, do manuscrito inacabado Theory of Knowledge: The 1913 Manuscript, postumamente publicado em 1974. Nesses trabalhos, tentando objetivar o sentido proposicional, Russell concebe o juízo como uma relação múltipla, o que suscita problemas de ordem lógica, dos quais sua teoria consegue dar conta sempre até certo ponto. Nosso trabalho recorta, então, o universo filosófico do pensamento russelliano, voltando-se para as razões das dificuldades encontradas por Russell em seu empreendimento lógico. Destacaremos a singularidade de cada uma das versões, mas também a continuidade de seu empreendimento, de modo que diferença e semelhança conformam um único percurso, traduzindo não só o grau de dificuldade como também a importância do problema para um projeto lógico como o de Russell. Com isso, ao examinarmos o conjunto desses problemas e das soluções internas a esse projeto, acreditamos estar, de algum modo, contribuindo para a compreensão de sua filosofia como um todo, à medida que destacaremos um traço constante de seu modo de lidar com dificuldades lógicas

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    Tracce - Russell

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    Quote from Charles Russell 2002, "Grizzly Heart - Living without fear among the Brown Bears of Kamchatka, Random House of Canada, TorontoCitazione da Charles Russell 2002, “Grizzly Heart – Living without fear among the Brown Bears of Kamchatka”, Random House of Canada, Toront

    O problema da experiência em Bertrand Russell

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    O presente trabalho tem como objetivo mostrar a análise da experiência realizada por Bretrand Russell. Ele começa analisando o uso da palavra experiência, alertando quanto ao uso dos termos, para se evitar possíveis confusões causadas por novos significados atribuídos à linguagem ordinária. Seguindo o paradigma lógico-linguístico, ele defende que a experiência é uma relação de familiaridade formada por duas partes, a saber, uma que recebe o nome de sujeito e a outra é o objeto; o sujeito é a parte que experiencia (qualquer coisa que esteja familiarizado com o objeto), enquanto o objeto é a parte que é experienciada. Russell recusa o dualismo cartesiano que defende a existência de um sujeito e de um objeto como substâncias primárias; sua pretensão é de sair do campo do pensamento metafísico que considera a existência de uma essência das coisas. Assim, como também, ele recusa o pensamento da escola empirista moderna, que, em parte, segue o dualismo cartesiano (tal é o caso de Locke, pois Berkeley é idealista – e que por esse comprometimento parcial também é alvo da crítica de Russell), com exceção de David Hume que critica o empirismo e o direciona para o ceticismo ao suspender a noção de um sujeito e de um objeto. O pensamento de Hume, de certo modo, serviu de base para Russell realizar suas observações acerca da experiência. Para Russell, tanto o sujeito quanto o objeto só são alcançados por descrição, sendo apenas partes da relação de experiência que só existe se ambas as partes (sujeito e objeto) existirem. Desta forma, Russell também se mostra contrário ao pensamento do monismo (oposto ao dualismo), em especial ao do monismo neutro que além de negar a divisão do mundo em mente e matéria, nega a existência de um caráter “mental” que é revelado na introspecção, mas que, segundo Russell, não saiu do campo das ideias. Russell, ainda, rejeita a opinião de que a experiência envolve modificações mentais chamadas de conteúdos, a partir da distinção entre conteúdo e objeto notada por Alexius Meinong

    Criação de um índice de satisfação com a vida por meio da teoria da resposta ao item e fatores associados em trabalhadores brasileiros

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2015.A satisfação com a vida é um julgamento cognitivo de alguns domínios específicos na vida e depende de uma comparação entre as circunstâncias de vida do indivíduo e um padrão por ele estabelecido. Reflete, em parte, o bem-estar subjetivo individual, ou seja, o modo e os motivos que levam as pessoas a viverem suas experiências de vida de maneira positiva. Diante disto, o objetivo deste trabalho foi criar um índice de satisfação com a vida e testar a sua associação com aspectos demográficos, socioeconômicos, comportamentais e com o Índice de Massa Corporal ? IMC, em trabalhadores no Brasil. Para isso, foi realizada uma análise secundária dos dados coletados, por meio de questionário, no inquérito ?Estilo de Vida e Hábitos de Lazer de Trabalhadores da Indústria?, entre 2006 e 2008, com amostra representativa de 24 unidades federativas do Brasil, totalizando 47.477 trabalhadores. Para a criação do índice de satisfação com a vida foi usada a Teoria da Resposta ao Item (TRI). A análise estatística de fatores associados foi realizada por meio de regressão linear múltipla bruta e ajustada, com base na abordagem hierárquica, adotando um nível de significância de 5%. A construção do índice contou com 7 itens do bloco de perguntas ?Indicadores de saúde e comportamentos preventivos?, com assuntos sobre o estado de saúde, qualidade de sono, nível de estresse, sentimento de tristeza ou depressão e percepção de vida no lar, no trabalho e no lazer. As análises mostraram que 88,4% dos trabalhadores da indústria possuem uma boa e excelente satisfação com suas vidas. A média do índice de satisfação com a vida foi maior nos homens, pessoas casadas, ativas no lazer, com consumo regular de frutas e verduras, não fumantes e não consumidores de bebidas alcoólicas e naqueles com IMC adequado. O incremento da idade, morar nas regiões norte e nordeste, ter 1 ou mais filhos, morar com mais de 7 pessoas na mesma casa, ter baixa renda e fazer tarefas domésticas pesadas, foram variáveis associadas a um menor índice de satisfação com a vida.Abstract : Life satisfaction is a cognitive judgment of some specific areas in life and depends on a comparison between the life circumstances of the individual and a standard established by it. It reflects, in part, the individual subjective well-being, that is, the way and the reasons that lead people to live their life experiences in a positive way. Hence, the objective was to create an life satisfaction index and test its association with demographic, socioeconomic, behavioral, and Body Mass Index ? (BMI) in workers in Brazil. A secondary analysis was performed of data collected through a questionnaire survey entitled "Lifestyle & Habits Leisure Industry Workers", between 2006 and 2008, with a representative sample of 24 federal units of Brazil, totaling 47.477 workers. To create the life satisfaction index the Item Response Theory (IRT) was adopted. Statistical analysis for associated factors was performed with crude and adjusted linear regression based on a hierarchical approach by adopting a 5% significance level. The construction of the index had 7 items of the "health indicators and preventive behaviors" questionnaire, with issues concerning health status, quality of sleep, stress level, feelings of sadness or depression and perception of life at home, at work and leisure. The analysis showed that 88.4% of industrial workers have a good and great satisfaction with their lives. The mean life satisfaction rate was greater among men, married people, and those who were active during leisure time, with regular consumption of fruits and vegetables, non smokers and those who did not consume alcohol and those with adequate BMI. Although the increase of age, living in the north and northeast region, having one or more children, living with more than 7 people in the house, having low income and doing heavy housework were variables associated with a lower level of satisfaction with life

    Russell on Peano\u27s axiomatization of arithmetic

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    Meu objetivo nesse artigo é examinar a preocupação de Russell com a justificação filosófica da caracterização da aritmética pela teoria dos conjuntos como é apresentada em sua argumentação nos primeiros capítulos de seu livro Introduction to Mathematical Philosophy. Através desse exame procurarei responder as seguintes questões: quais os argumentos que Russell usa para justificar sua concepção de que números são conjuntos? São bons argumentos? Do ponto de vista conceitual qual é o ganho que se tem a partir dessa concepção? AbstractMy main purpose in this article is to examine Russell\u27s concerns with the philosophical justification of the set theoretical characterization of arithmetic presented in his argumentation in the first chapters of his book Introduction to Mathematical Philosophy. Through this exam I will seek to answer the following questions: what argumentation does Russell use in order to justify his conception that numbers are sets? Is it sound? What do we attain, from a conceptual point of view, from this approach

    Bertrand Russell: ateísmo, agnosticismo e filosofia analítica no século XX

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    This work presents the emergence and meaning of the “public atheism” and the “philosophical agnosticism” of the Englishman Bertrand Russell (1872-1970) from the texts he produced particularly in the 1890s and 1920s. To achieve this goal, I chose to highlight in the article: 1) the historiographical debate about the identification of the author as an atheist and agnostic; 2) the origins of his religious disbelief in the English philosophical scene of the 1890s and the criticisms he directed to religious doctrines and institutions in the 1920s; 3) assessments of the British thinker\u27s atheism and agnosticism. Based on these points, I hope to highlight the contribution of this philosopher to the history of ideas about atheism and agnosticism.Esta obra presenta el surgimiento y significado del “ateísmo público” y el “agnosticismo filosófico” del inglés Bertrand Russell (1872-1970) a partir de los textos que produjo particularmente en las décadas de 1890 y 1920. Para lograr este objetivo elegí destacar en el artículo: 1) el debate historiográfico sobre la identificación del autor como ateo y agnóstico; 2) los orígenes de su incredulidad religiosa en la escena filosófica inglesa de la década de 1890 y las críticas que dirigió a las doctrinas e instituciones religiosas en la década de 1920; 3) valoraciones del ateísmo y agnosticismo del pensador británico. En base a estos puntos, espero resaltar la contribución de este filósofo a la historia de las ideas sobre el ateísmo y el agnosticismo.Este trabalho apresenta o surgimento e o significado do “ateísmo público” e do “agnosticismo filosófico” do inglês Bertrand Russell (1872-1970) a partir dos textos que ele produziu particularmente na década de 1890 e de 1920. Para realizar esse objetivo, optei por destacar no artigo: 1) o debate historiográfico sobre a identificação do autor como ateu e agnóstico; 2) as origens de sua descrença religiosa no cenário filosófico inglês da década de 1890 e as críticas que direcionou às doutrinas e instituições religiosas nos anos 1920; 3) avaliações sobre o ateísmo e o agnosticismo do pensador britânico. Com base nestes pontos, espero evidenciar a contribuição desse filósofo para a história das ideias sobre ateísmo e agnosticismo

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