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    Personal Papers (MS 80-0002)

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    Handwritten letter from Rosa Anspach to Daniel W. Kempner wishing him a very happy 75th birthday

    Personal Papers (MS 80-0002)

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    handwritten letter from Rosa Anspach to Daniel W. Kempner thanking him for the kind birthday letter and wishing him a speedy recovery from his cold

    Personal Papers (MS 80-0002)

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    Handwritten letter from Rosa Anspach to Daniel W. Kempner thanking him for sending the letter to the Home for Aged and Infirm Hebrews and discussing the best way to get her a room there

    Personal Papers (MS 80-0002)

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    Handwritten letter from Rosa Anspach to Daniel W. Kempner discussing progress on her move to the home, Fanny's health, and asking for news about Kempner's family and summer travel plans

    Palavras de Rosa: análise estilométrica da obra de João Guimarães Rosa

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2013.Nesta tese analisamos a obra literária de João Guimarães Rosa a partir da estilometria, com o objetivo de buscar as características do estilo rosiano que sejam possíveis de detectar por meio de ferramentas informatizadas de análise estatística. Nossa tese é verificar se esse tipo de estudo permite confirmar ou complementar intuições derivadas de leituras convencionais e, além disso, oferecer novos elementos textuais e estilísticos que nem sempre estão explícitos no texto. Para isso, privilegiaremos três estudos rosianos: Signo e sentimento (SPERBER, 1982) sobre a organização da linguagem de Rosa; O insólito em Guimarães Rosa e Borges (COVIZZI,1978), a qual propõe uma linha cronológica de expressão e explicação da obra rosiana; João Guimarães Rosa: travessia literária, (DANIEL, 1968), que afirma haver uma separação do léxico rosiano em duas fases: uma rural e outra urbana. A ferramenta estatística adotada foi o programa Hyperbase, de Étienne Brunet. Para os procedimentos de análises, trabalhamos com duas bases, uma com a cronologia de produção de escrita das obras e outra seguindo a cronologia de primeira publicação das obras, que foram respeitadas a fim de viabilizar a verificação da evolução e do crescimento do vocabulário do escritor. Levantamos muitas características do léxico rosiano, dentre elas verificamos que mais da metade de seu vocabulário não se repete; e que as obras de caráter sertanejo apresentam vocabulário menos diversificado. Por fim, veremos como Guimarães Rosa, ao final de sua carreira literária, tratou mais do seu material linguístico.Résumé : Cette thèse s'occupera de l'oeuvre littéraire de João Guimarães Rosa à partir de la stylométrie, ayant pour objectif la recherche de caractéristiques du style de l'auteur qui puissent être identifiées par moyen d'outils informatisés d'analyse statistique. Notre thèse consiste à verifier si ce type d'étude permet de confirmer ou d'enrichir des intuitions résultantes de lectures conventionnelles et aussi à offrir de nouveaux éléments textuels et stylistiques qui ne sont pas toujours explicites dans le texte. Pour cela, on privilégiera trois études sur l'écrivain : Signo e sentimento (SPERBER, 1982), texte sur l'organisation du langage de Rosa ; O insólito em Guimarães Rosa e Borges (COVIZZI, 1978), qui propose une frise chronologique de l'expression et explication de l'oeuvre de Rosa ; João Guimarães Rosa, travessia literária, (DANIEL, 1968), selon laquelle il y a deux phases concernant le lexique de l'écrivain : l'une rurale et l'autre urbaine. L'outil statistique adopté a été le logiciel Hyperbase, d'Étienne Brunet. Pour le procédés d'analyse, on a travaillé avec deux bases, à savoir, l'une qui contenait la chronologie de production d'écriture des oeuvres ; l'autre, la chronologie de la première publication des oeuvres, considérée dans ce travail afin de rendre possible une investigation effective de l'évolution et de l'expansion du lexique de l'auteur. Parmi la grande quantité de donnéés recuillies, on a pu constater que plus de la moitié de son lexique ne se répète pas. En outre, les oeuvres "sertanejas" présentent moins de variations lexicales. Pour conclure, on démontrera comment Guimarães Rosa, à la fin de sa vie, s'est occupé davantage de son matériel linguistique.Mots clés: Guimarães Rosa. Stylométrie. Statistique textuel

    Personal Papers (MS 80-0002)

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    Handwritten letter from Rosa Anspach to Daniel W. Kempner thanking him for all the effort he has been going through to get her a room at the Home for Aged and Infirm Hebrews of New York as well as discussing various bits family news

    O Páramo é do tamanho do mundo: Guimarães Rosa, Bogotá, Iauratê

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2014.A obra de João Guimarães Rosa tem sido tradicionalmente lida entre aquelas que melhor sintetizaram, representaram e universalizaram no século XX determinadas realidades latino-americanas. Dessa maneira, tanto para a crítica como para a história literária, Guimarães Rosa figura entre aqueles autores que -antes da explosão mercadológica que conhecemos como boom- reativaram os assuntos, linguagens, personagens e espaços regionais ou interiores da América Latina, levando-os às formas literárias ditas universais. Para uma boa parte da crítica contemporânea, entretanto, a literatura que promoveu uma celebração do identitário nas décadas de 1960 e1970 na América Latina, teria servido como assassinato edípico substitutivo do pai europeu, como compensação simbólica perante aquilo que não se conseguiu além do literário. Nesse sentido, a literatura seria certamente um operador de barbárie, teria um papel fundamental na transição do Estado ao Mercado ao criar a impressão de uma autonomia que estava muito longe de se alcançar em tempos de atraso, dependência e opressão capitalistas. Entretanto, como esta tese tentará demonstrar, essa compensação simbólica não é atribuível exclusivamente à escritura literária, mas depende em grande medida dos protocolos que a interpretam. O arquivo do autor mineiro permite e exige uma leitura diferente desse corpus -portador de um mal-estar cultural que, longe de elaborar uma representação triunfalista de identidades nacionais, porta indícios de um saber trágico em que a razão e a loucura não são antitéticas mas complementares, assim como nele cultura e barbárie, vida e morte, trauma e sintoma, não estão claramente diferenciados. Há lugares da obra de Rosa que, longe de permitirem uma leitura autônoma, afirmam o seu valor pela contaminação ?não pela representação? de outros textos, eventos e culturas "periféricos" que exigem leituras em filigrana. O que há nesses textos, lido o conjunto a partir desses lugares? Afirmar-se-á à maneira de hipótese: diferimentos ativos sem um fundamento prévio, uma leitura da história como catástrofe que retorna tragicamente, uma compreensão do identitário como trânsito incessante entre o familiar e o estranho, como uma profunda e permanente comoção de tudo que corriqueiramente se associa ao próprio. Se pensada a escritura rosiana nesses termos, haverá também que pensá-la como o semblante de algo que porta marcas provindas das ordens da sensibilidade e da percepção, ou seja, como imagem receptora/emissora de experiência. A partir de um deslocamento do interesse crítico, do representacional ao vestigial, esta tese pretende evidenciar a maneira em que, muito além da criação de fábulas ou símbolos, ou da expressão da pura subjetividade -em tensão com uma realidade (histórica, política, social) de que o texto seria a ficção- Rosa faz a junção de elementos díspares em campos operatórios que reclamam os seus materiais a partir de presentes de urgência. Caracterizar-se-á, assim, a escritura de Rosa como um espaço intersticial, crivado de silêncios, de sintomas, de murmúrios subterrâneos que se dá como tarefa -à maneira benjaminiana- dar voz aos sem nome, multiplicar as singularidades que toca ou pelas que foi tocado. Em explosão, cruzado pelo desastre, ou seja, tão astral quanto monstruoso, o texto rosiano partilha com literaturas contemporâneas, ou com valores a elas atribuídos, numerosas características, dentre as quais se destacam: as marcas vestigiais de gentes liminares e singulares; a alegorese ou metonímia que circunscreve esses seres de maneira tal que tende a espectralizá-los como referentes; a colocação em crise das fronteiras entre noções como realidade e ficção (vida e morte, alto e baixo, próprio e estranho); e, finalmente, uma montagem de materiais heterogêneos que tende a manifestar sintomaticamente o mal-estar acima mencionado. Dessa maneira, mostrar-se-á que o corpus estudado é semblante de um real traumático e não simbolizável, e assim opera de uma maneira extática -levando o identitário ao umbral do alter, a literatura ao limite do sensível ou da imagem, a história a se revelar como retorno de uma catástrofe sem sentido

    Personal Papers (MS 80-0002)

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    Letter from Rosa Anspach to Daniel W. Kempner discussing her reaction to the sad news of a death reported in Daniel Kempner's previous letter, along with her condolences and sympathies for a hectic trip to New York Daniel Kempner undertook

    António Ramos Rosa e Daniel Filipe: Poetas contemporâneos

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    The poetry of António Ramos Rosa and Daniel Filipe profoundly marked Portugal in the second half of the 20th century, a time of great cultural, social and political upheaval in the country, which was experiencing the final half of the Salazar regime, which would fall in 1974. The purpose of this article is to analyze, under the reflections of the Italian philosopher Giorgio Agamben on the contemporary, how the poetry of António Ramos Rosa and Daniel Filipe experienced a contemporary aesthetic time among themselves, choosing themes such as the inadequacy to bureaucratic work and the choice of love as a libertarian attitude towards the cultural, social and political oppression experienced by them. It will be analyzed the according poems “[Não posso adiar o coração para o próximo século]” and “Poema dum funcionário cansado”, by Ramos Rosa; and “A invenção do amor” and “[Anjo de fogo]”, by Daniel Filipe.La poesía de António Ramos Rosa y Daniel Filipe marcó profundamente a Portugal en la segunda mitad del siglo XX, una época de gran agitación cultural, social y política en el país, que vivía en la mitad final del régimen de Salazar, que caería en 1974. El propósito de este artículo es analizar, bajo las reflexiones del filósofo italiano Giorgio Agamben sobre lo contemporáneo, cómo la poesía de António Ramos Rosa y Daniel Filipe experimentó un tiempo estético contemporáneo entre ellos, eligiendo temas como la insuficiencia del trabajo burocrático y la elección del amor como una actitud libertaria hacia la opresión cultural, social y política experimentada por ambos. Se analizarán los poemas “[Não posso adiar o coração para o próximo século]” y “Poema dum funcionário cansado”, de Ramos Rosa; y “A invenção do amor”, y “[Anjo de fogo]”, de Daniel Filipe.A poesia de António Ramos Rosa e Daniel Filipe marcou profundamente Portugal da segunda metade do século XX, época de grande ebulição cultural, social e política do país, que vivia a metade final do regime salazarista, que cairia em 1974. O objetivo deste artigo é analisar, sob as reflexões do filósofo italiano Giorgio Agamben sobre o contemporâneo, como a poesia de António Ramos Rosa e Daniel Filipe vivenciou um tempo-estético contemporâneo entre si, elegendo temas como a inadaptação ao trabalho burocrático e a eleição do amor como atitude libertária frente à opressão cultural, social e política experimentados por ambos. Serão analisados os poemas “[Não posso adiar o coração para outro século]” e “Poema dum funcionário cansado”, de Ramos Rosa; e “A invenção do amor” e “[Anjo de fogo]”, de Daniel Filipe

    Personal Papers (MS 80-0002)

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    Handwritten letter from Rosa Anspach to Daniel W. Kempner discussing family and life news
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