52 research outputs found
ENSINO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) COMO PRIMEIRA LÍNGUA DA CRIANÇA SURDA
O presente trabalho tem como objetivo apresentar por meio de estudo a inclusão mediante a alfabetização da criança surda em sua língua materna, língua brasileira de sinais na comunidade ouvinte, sua historicidade ao decorrer das décadas, perspectivas legais assegurando direito e deveres dos deficientes auditivos, processo de ensino aprendizagem em sua língua maternal com suma relevância, e abordagem do processo de alfabetização na LIBRAS durante o decorrer do tempo que foi essencial para os avanços na educação do surdo e suas conquistas, isto dado a pesquisas descritivas e exploratório por meio de questionários e observações em uma instituição pública de ensino fundamental com o intuito da inserção da criança surda no mundo dos ouvintes por meio de sua língua de origem.Palavras -chaves: Inclusão. Educação. Alfabetização. Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
ENSINO DA LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) COMO PRIMEIRA LÍNGUA DA CRIANÇA SURDA
O presente trabalho tem como objetivo apresentar por meio de estudo a inclusãomediante a alfabetização da criança surda em sua língua maternal, língua brasileirade sinais na comunidade ouvinte, sua historicidade ao decorrer das décadas,perspectivas legais assegurando direito e deveres dos deficientes auditivos, processode ensino aprendizagem em sua língua maternal com suma relevância, e abordagemdo processo de alfabetização na LIBRAS durante o decorrer do tempo que foiessencial para os avanços na educação do surdo e suas conquistas, isto dado apesquisas descritivas e exploratório por meio de questionários e observações em umainstituição pública de ensino fundamental com o intuito da inserção da criança surdano mundo dos ouvintes por meio de sua língua de origem.Palavras -chaves: Inclusão. Educação. Alfabetização. Língua Brasileira de Sinais(LIBRAS)
Histórias da bíblia para crianças: nas bordas do teológico e do lúdico
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em LiteraturaA presente pesquisa pretende mostrar como as histórias da Bíblia para crianças relacionam aspectos literários e teológicos cristãos no universo denominado literatura infantil. O estudo tem como ponto de partida a análise de como as narrativas bíblicas foram incorporadas ao universo da criança nas últimas décadas. O mapeamento deste novo campo de produção literária que nasce no entre lugar entre Teologia Cristã, Literatura e Literatura infantil. Procuraremos demonstrar como se procederam as adaptações das histórias nos episódios do Primeiro Testamento, mostrando a influência da ilustração e do imaginário bíblico para o mundo maravilhoso e lúdico da criança. The present research intends to highlight how the Bible histories to children relate literary and theological Christian aspects in the universe denominated infant literature. The study has a starting point on the analysis of how the Bible narratives have incorporated the literary production that is born in the between place between Christian Theology, Literature and infant Literature. We will demonstrate how the adaptations of New Testament took place, by showing the influence of the illustration and the biblical imaginary to the play and wonderful child.s world
Conflito civil e liberdade no pensamento republicano de maquiavel
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2015Nosso propósito é refletir as condições da liberdade partindo da teoria do conflito civil em Maquiavel. Para cumprir essa finalidade, analisamos dois segmentos sociais que se confrontam em toda cidade, os grandes e o povo (grandi e plebe), aos quais correspondem dois humores (umori) de característica heterogênea: os grandes que desejam dominar o povo e o do povo que deseja unicamente viver em liberdade. Desse natural e ineliminável conflito, Maquiavel concebe as relações sociais em dissenso, ligeiramente distanciadas da concordia ordinum. Há, com esse pressuposto, uma relativa igualdade política na dinâmica do próprio enfrentamento desses humores que, ao serem acolhidos e recriados pelas instituições republicanas, se traduzem em leis e liberdade que beneficiam o conjunto da cidade. A teoria do conflito civil, ao esboçar certa autonomia em relação ao modelo polibiano da anacyclosis, ainda muito reproduzida pela tradição do pensamento político, acaba positivando o desejo do povo - ao lado do humor dos grandes - gerando reações aristocráticas diante de um presumível republicanismo popular do autor - Francesco Guicciardini confirma essa perspectiva. O desafio está em compreender que aspectos efetivamente concorrem nesse processo que vai, desde a anulação do bom e positivo conflito civil, para um convívio determinado por relações de subordinação e servidão (vivere servo). Mobilizando alguns capítulos centrais dos Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio e de História de Florença - mas não sem remissões pontuais a outras obras do autor que subsidiem a discussão -, mostramos que a demanda por ações extraordinárias (straordinari) em situações de repúblicas corrompidíssimas, se deve à ingerência de relações desiguais e facciosas entre os distintos segmentos. À desigualdade nessas relações, atribui-se relativa inflexão do conteúdo político dos humores em direção a aspectos e fenômenos de natureza econômica. Trata-se de mostrar, em Maquiavel, que o próprio núcleo da teoria do conflito civil é permeado por uma clivagem social e econômica que sugere uma medida mais flexível de leitura de sua própria teoria do conflito civil e da liberdade.Abstract: Our purpose is to reflect the conditions of liberty based on the theory of civil conflict in Machiavelli. To accomplish this purpose, we analyzed two social sectors which are faced in every city, the big ones and the people (grandi and plebs), that correspond to two moods (umori) of heterogeneous feature: the big ones that wish to master the people and the people who only want to live in liberty. From this natural and non-eliminable conflict, Machiavelli conceives social relations in dissent, slightly away from concordia ordinum. There is, with this assumption, a relative political equality in the dynamics of the own confrontation of these moods that, when received and recreated by republican institutions, are translated into laws and liberty that benefit the entire city. The civil conflict theory, when showing certain autonomy from the Polybian model of anacyclosis, still very reproduced by the tradition of political thought, ended up achieving the will of the people - next to the big ones mood - generating aristocratic reactions to a presumable republicanism popular of the author - Francesco Guicciardini confirms this perspective. The challenge is to understand what aspects effectively compete in this process which is, since the abolishment of good and positive civil conflict, to a coexistence determined by relations of subordination and servitude (vivere servo). Mobilizing some central chapters of Discourses on Titus Livy's first ten books [Discorsi sopra la prima deca di Tito Livio] and Florentine Histories [Istorie Fiorentine] - but not without occasional references to other works of the author who subsidize the discussion - we showed that the demand for extraordinary actions (straordinari) in situations of corrupted republics, is due to the interference of unequal and unfair relations between different segments. To the inequality in these relations is attributed inflection of the political content of moods toward aspects and phenomena of an economic nature. This is to show, in Machiavelli, that the core of the civil conflict theory is permeated by a social and economic cleavage suggesting a more flexible measure of reading his own theory of civil conflict and liberty
Acontece na UFRGS
No mês de novembro, a Gráfica da UFRGS completa seus 70 anos de existência. Para marcar essa data, foi lançado o livro 70 anos da Gráfica da UFRGS: entre memórias e artes da impressão. A publicação reúne recordações de diversas épocas da universidade além de obras de diversos artistas
Acontece na UFRGS
No mês de novembro, a Gráfica da UFRGS completa seus 70 anos de existência. Para marcar essa data, foi lançado o livro 70 anos da Gráfica da UFRGS: entre memórias e artes da impressão. A publicação reúne recordações de diversas épocas da universidade além de obras de diversos artistas
Análise da correlação entre sentimentos e avaliações de qualidade sobre diálogos entre chatbots e seus usuários
Chatbots com boa qualidade correspondem às expectativas de seu funcionamento e assim, aumentam a retenção, engajamento e satisfação de seus usuários. A opinião dos usuários — medida através de questionários — é utilizada para mensurar esta qualidade, mas, possui limitações como métrica de qualidade tais quais: ser sucetível a viéses e avaliações displicententes, bem como, não poder ser aferida em tempo real. Para lidar com estas limitações, existem atributos de qualidade que as mitigam. O sentimento textual é um destes atributos, pois, o sentimento contém informações implícitas que mitigam avaliações displicentes, além de poder ser inferido em tempo real. Destarte, a partir de referências que exploram o sentimento textual como apromixador da qualidade de chatbots são realizados experimentos de correlação entre estas duas variáveis sobre o corpo de diálogos (entre humanos e chatbots) ConvAI, mencionado por uma das referências — cuja correlação entre sentimento e qualidade dos diálogos não foi abordada — atestando por fim que existe uma correlação entre sentimento textual e a qualidade dos chatbots do ConvAI: 휌-spearman = 0,3221, valor-p << 0,001. Outros resultados incluem: uma ferramenta de rotulação construída para realizar reclassificação de qualidade e anotação de sentimentos dos diálogos, bem como, o reforço da prática de reclassificação de diálogos por meio de comitês, prática presente na literatura.Chatbots with good quality are able to maintain service expectations and therefore, increase users’ retention, engagement, and satisfaction. Users’ opinion — available through surveys — is considered to measure chatbots’ quality, but, it has several limitations such as: being subject to biases and careless evaluations from users, as well, the impossibility to being measured in real-time. To address these limitations, there are quality attributes able to mitigate them. Textual sentiment is one of those attributes, since textual sentiment has implicit details which mitigate careless evaluations and can be measured in real-time. Therefore, through literature references that investigate the correlation between textual sentiment and chatbots’ quality, this work performs correlation experiments over a specific dialogue corpora mentioned by one of the references (ConvAI) — whose correlation results between sentiment and dialog quality weren’t shown — assuring that there is a correlation between textual sentiment and chatbots’ quality over this specific dialogue dataset: 휌-spearman = 0,3221, p-value << 0,001. Other results include a labeling tool built to perform quality reclassification and sentiment anotation, as well, the reinforcement of subsequential dialogues evaluation through comitees, as performed in literature
Jornal da Universidade, 2015, v. 18, n. 184, set. Caderno JU, n. 33
Relata as Políticas Afirmativas adotadas pela UFRGS, abordando as questões de reservas de vagas e ações afirmativas da Universidade. Entrevista alunos cotistas com diferentes experiências de vida, demonstrando como a universidade é multiétnica e com espaço para todos.2015/ n. 33Porto Alegr
Práticas subversivas na escola pública: resistência e acomodação na agência de alunos dentro e fora da aula de inglês
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em LinguísticaAs práticas e os papéis identitários escolares tradicionais são rígidos, com pouco escopo para performances identitárias alternativas: nesse modelo de escola é fácil distinguir condutas de alunos entre "boas" e "más". Entretanto, alunos constroem identidades híbridas e complexas que frequentemente extrapolam essas práticas escolares, ressignificando-as. Eles constroem identidades alternativas por meio da agência (FREIRE, 1970; JORDÃO, 2011a) de suas performatividades (BUTLER, 1990; PENNYCOOK, 2004) ao subverterem práticas via língua(gem) (CANAGARAJAH, 1993; 1997; 1999; 2004; GARCEZ; SCHLATTER, 2012; PENNYCOOK, 2010). Essa resistência pode ser manifesta ou secreta, tal quando é protagonizada em Casas Seguras, a fim de se evitar sanções de figuras de poder (CANAGARAJAH, 1997), e podem ocorrer por modalidades diversas, dentre elas a reapropriação de discursos e símbolos culturais dominantes, imperialistas e/ou transnacionais (RABY, 2005). A investigação dessa agência de alunos é feita nesta pesquisa por um viés etnográfico; nela, tenciono contribuir com estudos anteriores (CLEMENTE & HIGGINS, 2008; GARCEZ; SCHLATTER, 2012; LONGARAY, 2005; 2009; RAMPTON, 2006) acerca da agência de alunos em relação a línguas adicionais. Investigo como alunos resistem e/ou se acomodam performativamente a práticas em língua inglesa dentro e fora de sala de aula, contemplando assim as identidades subversivas que se delineiam nessas manifestações. A pesquisa foi desenvolvida com três turmas de ensino médio de uma escola pública de Florianópolis/SC durante um ano (2011-2012), gerando dados em observações de aula, notas de campo, entrevistas semiestruturadas gravadas em áudio e corpus da internet. Ao concluir, abordo a contingência do entendimento de práticas escolares como subversivas; trato da responsabilidade enquanto pesquisador ao celebrar práticas subversivas como manifestações de apropriação discursiva; aponto o conflito e o hibridismo inerentes a este estudo (práticas próprias de dentro e de fora da escola; resistência e acomodação; português e inglês; usar e aprender uma língua); discuto como resistências e acomodações em práticas relacionadas à língua inglesa podem ser múltiplas e cambiantes em sala de aula, mesmo quando problematizadas por professores; trato de diferentes impactos que modalidades de resistência podem ter sobre práticas dominantes escolares; aponto prejuízos educacionais em potencial derivados de acomodações pouco questionadas a práticas escolares naturalizadas; ressalto a legitimidade dos ingleses produzidos por alunos e a contingência de performances em língua adicional à localidade de práticas sociais; retomo o conceito de inventividade, cunhado neste trabalho, e discuto sua relevância para pesquisas deste caráter; reitero o papel de Casas Seguras e Comunidades Imaginárias para a reinvenção da experiência escolar; reitero a necessidade de um olhar culturalmente sensível para manifestações subversivas, integrando-as legitimamente à prática escolar; vislumbro, por fim, o que essa postura docente de sensibilidade a práticas subversivas pode demandar e oferecer a professores e alunos de Inglês como língua adicional.Practices and identity roles in traditional schooling are rigid, with little scope for alternative identity performances: in this school model, one can easily distinguish students' conducts between "good" and "bad" ones. However, students build hybrid and complex identities which often extrapolate these school practices, re-signifying them. They build alternative identities through the agency (FREIRE, 1970; JORDÃO, 2011a) of their performativities (BUTLER, 1990; PENNYCOOK, 2004) when they subvert practices through language (CANAGARAJAH, 1993; 1997; 1999; 2004; GARCEZ; SCHLATTER, 2012; PENNYCOOK, 2010). This resistance may be overt or covert, such as when it takes place in Safe Houses, in order to avoid sanctions from authorities (CANAGARAJAH, 1997), and may take place in different modalities, among them the re-appropriation of dominant, imperialistic and/or transnational cultural symbols (RABY, 2005). The investigation of this agency is conducted in this research through an ethnographic perspective. By these means, I intend to contribute to previous studies (CLEMENTE & HIGGINS, 2008; GARCEZ; SCHLATTER, 2012; LONGARAY, 2005; 2009; RAMPTON, 2006) concerning the agency in students in relation to additional languages. I investigate how students performatively resist and/or accommodate practices in English inside and outside the classroom, contemplating subversive identities through such manifestations. The research has been developed with three groups from Ensino Médio (high school) in a public school in Florianópolis/SC during one year (2011-2012), generating data in classroom observations, field notes, semi-structured interviews recorded in audio and corpus from the Internet. As I conclude, I approach the contingency of what makes school practices be deemed subversive; deal with the responsibility as a researcher of celebrating subversive practices as manifestations of discursive appropriation; point out the conflict and hybridism inherent in this study (practices pertaining to inside and outside the classroom; resistance and accommodation; Portuguese and English; use and learn a language); discuss how resistances and accommodations in practices related to English may be multiple and changing in the classroom, even when problematized by teachers; deal with the different impacts that modalities of resistance may have over dominant school practices; indicate potential educational drawbacks in poorly questioned accommodations to naturalized school practices; highlight the legitimacy of englishes produced by students; recall the concept of inventivity, coined in this work, and discuss its relevance to researches of this kind; reiterate the role of Safe Houses and imagined communities for the reinvention of the school experience; reiterate the need of a culturally sensitive eye to subversive manifestations in order for them to integrate school practices legitimately; I then inquire what such an attitude in the classroom of sensitivity to subversive practices may demand from students and teachers, as well as offer them, in the context of learning English as an additional language
OS SABERES NA FORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA E DE SER DOCENTE NA VISÃO DOS(AS) LICENCIANDOS(AS) EM QUÍMICA
Neste estudo, identificamos as visões dos licenciandos em Química, de uma Universidade Pública do Brasil sobre a importância da pesquisa e de ser docente. Os licenciandos foram convidados a responder questões inerentes a essa temática via Google Forms. Os conteúdos das narrativas foram analisados e discutidos sob aluz de teorias sobre pesquisa e formação docente, a exemplo de Tardif e Beillerot. Concluímos que os alunos ainda têm visões simplistas sobre a pesquisa e que estas são pautadas em bases experimentais/positivistas. Quanto ao ser professor de Química, as narrativas perpassampelos diferentes modelos de formação, enfatizando o de formação fundamentadanareconstrução social, como saber docente [espontâneo]
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