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    Renato Rosaldo: Ensayos en antropología crítica Rodrigo Díaz Cruz (ed.)

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    Reseña del libro de Rodrigo Díaz Cruz (ed.), Renato Rosaldo: Ensayos en antropología crítica, Casa Juan Pablos/Fundación Rockefeller/Universidad Autónoma Metropolitana-Iztapalapa (col. Estudios Transnacionales), México, 2006

    Rodrigo Díaz, de señor de la guerra a señor de Valencia

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    Según el Cantar de Mio Cid, Rodrigo Díaz de Vivar desarrolló una extraordinaria carrera como señor de la guerra durante su exilio. Empero, tras conquistar Valencia y el perdón de su rey, el Cid prácticamente detuvo sus campañas militares y comenzó a vivir como un señor feudal. Este artículo revisa la evolución del Cid a lo largo del Cantar e intenta descubrir sus razones.According to the Cantar de Mio Cid, Rodrigo Díaz de Vivar developed an extraordinary career as a warlord while he was exiled. However, after the conquest of Valencia and his king s pardon, the Cid nearly stopped his military campaigns and begun living as a feudal lord. This article revises the Cid s evolution along the Cantar and tries to find out its reasons.Parte 3. Sobre héroes ficticios y guerras históricasCentro de Estudios de Teoría y Crítica Literari

    Rodrigo Díaz, de señor de la guerra a señor de Valencia

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    According to the Cantar de Mio Cid, Rodrigo Díaz de Vivar developed an extraordinary career as a warlord while he was exiled. However, after the conquest of Valencia and his king's pardon, the Cid nearly stopped his military campaigns and begun living as a feudal lord. This article revises the Cid's evolution along the Cantar and tries to find out its reasons.Según el Cantar de Mio Cid, Rodrigo Díaz de Vivar desarrolló una extraordinaria carrera como señor de la guerra durante su exilio. Empero, tras conquistar Valencia y el perdón de su rey, el Cid prácticamente detuvo sus campañas militares y comenzó a vivir como un señor feudal. Este artículo revisa la evolución del Cid a lo largo del Cantar e intenta descubrir sus razones

    [Retrato de Rodrigo Díaz de Vivar] [Material gráfico] / Christoph. Villanueva del., Gº Gil esculpst.

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    Inscripción: "RODRIGO DÍAZ DE BIVAR LLAMADO EL CID"Estampa separada de: España sagrada : tomo XXVII : contiene las iglesias colegiales, monasterios y santos de la diocesi [sic.] de Burgos : conventos, parroquias y hospitales... / su autor el R. P... Henrique Florez. -- En Madrid : por D. Antonio de Sancha, 177

    As jovens aventuras de Rodrigo Díaz de Vivar: reavaliação de um testemunho do romanceiro novo

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    The traditional ballad «O Cid e o conde Lozano» tells us the story of the young adventures of Rodrigo Díaz de Vivar and has stood out, in the pan-Hispanic context, for the complexity of its structure. One of the main difficulties in examining this structure lies in the current lack of knowledge of the ballad’s ancient tradition. Its genesis has thus been discussed mostly from Mocedades de Rodrigo, the late epic text on which the ballad was inspired, as well as the romances velhos that are part of «O Cid e o conde Lozano» due to the phenomenon of contamination. On the other hand, several romances novos, printed at the end of the 16th century and the beginning of the 17th century, show the vast reception of the episodes of Rodrigo’s youth by these poems, proving their notoriety at the time. The comparison of these texts with the modern tradition of «O Cid e o conde Lozano», namely of the ballad «Pensativo estava el Cid» with the memory of this cyclical theme at the Portuguese Madeira archipelago, results, in the present study, in a renewed approach to the hypothetical ancient tradition of «O Cid e o conde Lozano». It also analyses the portrait of Rodrigo Díaz de Vivar drawn by the Portuguese poems, to understand the logic underlying the formation of this cycle and of the hero who stars in it.O romance tradicional «O Cid e o conde Lozano» narra as jovens aventuras de Rodrigo Díaz de Vivar e destaca-se, no contexto pan-hispânico, pela complexidade da sua estrutura temática. Uma das principais dificuldades do exame desta estrutura reside no atual desconhecimento da memória antiga do tema e, por isso, a análise da sua génese tem-se desenvolvido sobretudo a partir da discussão de Mocedades de Rodrigo, o texto épico tardio em que o romance se inspirou, bem como dos romances velhos que o integram por meio do fenómeno da contaminação. Por sua vez, diversas composições artificiosas, impressas no final do século xvi e início da centúria seguinte, mostram também o vasto acolhimento dos episódios da juventude de Rodrigo pelo romanceiro novo, provando a sua fortuna na época. O cotejo destes poemas com a tradição moderna de «O Cid e o conde Lozano», nomeadamente do romance novo «Pensativo estava el Cid» com a memória madeirense deste tema cíclico, resulta, no presente estudo, numa abordagem renovada à hipotética composição antiga de «O Cid e o conde Lozano». Analisa-se ainda o retrato de Rodrigo Díaz de Vivar construído pelas versões portuguesas, de modo a compreender a lógica subjacente à formação deste ciclo e do herói que o protagoniza.O romance tradicional «O Cid e o conde Lozano» narra as jovens aventuras de Rodrigo Díaz de Vivar e destaca-se, no contexto pan-hispânico, pela complexidade da sua estrutura temática. Uma das principais dificuldades do exame desta estrutura reside no atual desconhecimento da memória antiga do tema e, por isso, a análise da sua génese tem-se desenvolvido sobretudo a partir da discussão de Mocedades de Rodrigo, o texto épico tardio em que o romance se inspirou, bem como dos romances velhos que o integram por meio do fenómeno da contaminação. Por sua vez, diversas composições artificiosas, impressas no final do século xvi e início da centúria seguinte, mostram também o vasto acolhimento dos episódios da juventude de Rodrigo pelo romanceiro novo, provando a sua fortuna na época. O cotejo destes poemas com a tradição moderna de «O Cid e o conde Lozano», nomeadamente do romance novo «Pensativo estava el Cid» com a memória madeirense deste tema cíclico, resulta, no presente estudo, numa abordagem renovada à hipotética composição antiga de «O Cid e o conde Lozano». Analisa-se ainda o retrato de Rodrigo Díaz de Vivar construído pelas versões portuguesas, de modo a compreender a lógica subjacente à formação deste ciclo e do herói que o protagoniza

    As jovens aventuras de Rodrigo Díaz de Vivar: reavaliação de um testemunho do romanceiro novo

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    The traditional ballad «O Cid e o conde Lozano» tells us the story of the young adventures of Rodrigo Díaz de Vivar and has stood out, in the pan-Hispanic context, for the complexity of its structure. One of the main difficulties in examining this structure lies in the current lack of knowledge of the ballad’s ancient tradition. Its genesis has thus been discussed mostly from Mocedades de Rodrigo, the late epic text on which the ballad was inspired, as well as the romances velhos that are part of «O Cid e o conde Lozano» due to the phenomenon of contamination. On the other hand, several romances novos, printed at the end of the 16th century and the beginning of the 17th century, show the vast reception of the episodes of Rodrigo’s youth by these poems, proving their notoriety at the time. The comparison of these texts with the modern tradition of «O Cid e o conde Lozano», namely of the ballad «Pensativo estava el Cid» with the memory of this cyclical theme at the Portuguese Madeira archipelago, results, in the present study, in a renewed approach to the hypothetical ancient tradition of «O Cid e o conde Lozano». It also analyses the portrait of Rodrigo Díaz de Vivar drawn by the Portuguese poems, to understand the logic underlying the formation of this cycle and of the hero who stars in it.O romance tradicional «O Cid e o conde Lozano» narra as jovens aventuras de Rodrigo Díaz de Vivar e destaca-se, no contexto pan-hispânico, pela complexidade da sua estrutura temática. Uma das principais dificuldades do exame desta estrutura reside no atual desconhecimento da memória antiga do tema e, por isso, a análise da sua génese tem-se desenvolvido sobretudo a partir da discussão de Mocedades de Rodrigo, o texto épico tardio em que o romance se inspirou, bem como dos romances velhos que o integram por meio do fenómeno da contaminação. Por sua vez, diversas composições artificiosas, impressas no final do século xvi e início da centúria seguinte, mostram também o vasto acolhimento dos episódios da juventude de Rodrigo pelo romanceiro novo, provando a sua fortuna na época. O cotejo destes poemas com a tradição moderna de «O Cid e o conde Lozano», nomeadamente do romance novo «Pensativo estava el Cid» com a memória madeirense deste tema cíclico, resulta, no presente estudo, numa abordagem renovada à hipotética composição antiga de «O Cid e o conde Lozano». Analisa-se ainda o retrato de Rodrigo Díaz de Vivar construído pelas versões portuguesas, de modo a compreender a lógica subjacente à formação deste ciclo e do herói que o protagoniza

    Tres modelos para la reconstrucción posmoderna del héroe medieval: la figura de Rodrigo Díaz de Vivar en tres novelas históricas españolas del siglo XXI

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    Dado el apogeo de la ficción histórica y la evidente inclinación de los autores españoles hacia el periodo medieval, este trabajo analiza tres novelas españolas que, publicadas a comienzos del siglo xxi, recurren a la figura de Rodrigo Díaz de Vivar como motivo argumental. El objetivo es, por tanto, examinar las diferentes estrategias narrativas utilizadas en cada una de ellas para reconstruir la figura de este personaje histórico, poniéndolas en relación con los patrones discursivos más característicos de la novela histórica posmoderna.Palabras clave: Rodrigo Díaz de Vivar, José Luis Corral Lafuente, Magdalena Lasala, José Luis Olaizola, novela histórica posmoderna

    La Castilla y el mas famoso castellano ... : historia del célebre castellano Rodrigo Díaz ... llamado ... El Cid Campeador

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    Hay ejemplares que llevan las LXVI p. precediendo al textoTít. en antep.: "La Castilla. Historia de Rodrigo Díaz"Sign.: [ ]\p4\s, *-2*\p4\s, A-Z\p4\s, 2A-2Q\p4\s, A-H\p4\s, I\p1\sAntepLa h. de grab. calc.: "Christoph. Villanueva del\pt\s", "G\pe\s Gil esculps\pt\s", retrato del Ci

    La Castilla y el más famoso castellano... : historia del célebre castellano Rodrigo Díaz, llamado vulgarmente el Cid Campeador

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    Sign.: [ ]4, [asterisco]-2[asterisco]4, A-Z4, 2A-2Q4, A-H4, I1.Antep. con el tít.: "La Castilla. Historia de Rodrigo Díaz"La h. de grab. calc.: "Christoph. Villanueva del", "G Gil esculp", retrato del Cid.Copia digital. Valladolid : Junta de Castilla y León. Consejería de Cultura y Turismo, 2009-201

    LA IMAGEN DE RODRIGO DÍAZ DE VIVAR EN LA NOVELA EL CID DE JOSÉ LUIS CORRAL

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    El texto constituye un análisis literario de la novela histórica de José Luis Corral El Cid. La atención se centra en la recreación de la imagen del protagonista Rodrigo Díaz de Vivar. Se pretende analizar cómo el autor traza los diversos aspectos de su personalidad presentándolo desde múltiples puntos de vista: los de otras figuras históricas con quienes lo relacionó el destino y principalmente el del narrador, personaje inventado que acompaña al héroe como escudero. Nos proponemos asimismo revelar y destacar el realismo que ha conseguido el novelista al recrear la figura del personaje histórico
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