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    Carlos Rocha: entrevista 1731

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    Entrevista com Carlos Rocha, autor do Ressurreição e o romance urbano romântico: aproximações e afastamentos, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Estudos Literários, Faculdade de Ciências e Letras (FCLAR), Araraquar

    Invenção em trânsito/transe: Glauber Rocha, Hélio Oiticica e Tropicália

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2013.Terra em Transe, Tropicália. É já conhecida a relação criadora, propulsora entre o filme e a canção. Em retrospectivas tropicalistas, é oficial esta associação: o longa-metragem de Glauber Rocha ? a música que desencadeou o tropicalismo ? a instalação de Hélio Oiticica - a montagem do texto de Oswald de Andrade, O Rei da Vela, pelo teatro Oficina. Pretendemos aqui, além desse reconhecimento, compreender de que forma a obra cinematográfica de Glauber Rocha e a cena, o momento, o comportamento tropicalista, em alguns de seus aspectos, abrem pontos de aproximação e distanciamento, (des)encontram-se. Propomos, para isso, algumas leituras que partem primeiramente da análise de Terra em Transe, filme de 1967; seu impacto, fissura aberta em contexto, cenário cultural/estético/político, e dentro do próprio cinema do diretor; sua relação com os desdobramentos do conceito Tropicália, de Hélio Oiticica, vinculados às ideias políticas em torno da construção/arquitetura de Brasília, que desembocam na letra da composição de Caetano Veloso. Em um segundo momento do trabalho, é a análise mais detida de Deus e o Diabo na Terra do Sol (longa-metragem de Glauber, de 1964) que abre uma série de diálogos - em transe pela terra - com os processos de criação-invenção de Hélio Oiticica: os Penetráveis (marcadamente os de sua Tropicália); os Bólides (a proposição de obra aberta no Contra-Bólide N°1 Devolver a terra à Terra, e o "momento ético" no Bólide B33 Caixa 18 Homenagem a Cara de Cavalo); o Parangolé. É este que, através da dança, leva/conduz ao corpo, como elemento de desestruturação da linguagem cinematográfica, da música popular brasileira, e dos parâmetros estabelecidos do que seja arte. Nesses exercícios de aproximação e distanciamento, muitas vezes, o que entendemos por "teoria" sobressai dos escritos, críticas, pensamentos dos próprios criadores, colocados em (des)espelhamento no processo de apagamento das fronteiras entre vivência do cotidiano/criação artística, vida/obra.<br

    Uso de pó de rocha em plantas forrageiras.

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    Os fertilizantes e os corretivos agrícolas são os insumos mais importantes para o desenvolvimento das culturas e, portanto, para a produtividade. A maioria deles vem de fontes industriais e são solúveis, como o NPK (mistura de concentrações diferentes de nitrogênio, fósforo e potássio), contendo ou não micronutrientes. Diante de custos crescentes e maior preocupação ambiental, é preciso encontrar alternativas para correção da fertilidade e acidez do solo. Rochas moídas podem ser utilizadas para fertilizar o solo, num processo conhecido como rochagem, que fornece agrominerais (ou remineralizadores); estes são matérias-primas de origem mineral, como resíduos de mineração, garimpo e metalurgia, para aplicação em solos agrícolas. O uso de pó de rocha traz benefícios para o solo, como o aumento da capacidade de troca catiônica (CTC) e do pH, diminuição de alumínio trocável, fornecimento de macronutrientes (em especial o potássio) e micronutrientes, também contribuindo para melhorias em sua estrutura. É aplicado em olericultura, fruticultura, cana de açúcar, cereais, setor florestal e pastagens, em substituição e/ou complementação aos fertilizantes industrializados. Sua eficiência agronômica depende de fatores como a mineralogia, a composição química e a granulometria de rochas moídas, condições de clima e de solo e da atividade microbiana. Este Comunicado Técnico apresenta conceitos e resultados de pesquisas com pó de rocha em plantas forrageiras que vão ao encontro dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) contidos na Agenda 2030, propostos pela Organização das Nações Unidas, da qual o Brasil é signatário, contribuindo para o alcance do ODS 2 ?Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável, coadunando com as Metas 2.3 e 2.4 (Produtividade de pequenos agricultores e Agricultura sustentável, respectivamente)

    Tamya Rocha Rebelo: entrevista 1735

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    Entrevista com Tamya Rocha Rebelo, autora do livro Lentes de gênero para as missões de paz: desconstrução de discursos e reflexões sobre práticas generificadas, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Relações Internacionais (UNESP/UNICAMP/PUC-SP), Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC), Maríli

    Nildicéia Aparecida Rocha: entrevista 1946

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    Entrevista com Nildicéia Aparecida Rocha, autora do livro A constituição da subjetividade feminina em Alfonsina Storni: uma voz gritante na América, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa, Faculdade de Ciências e Letras (FCLAR), Araraquar

    A polinização da pereira europeia (pyrus communis L. cv. Rocha) no sul do Brasil

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2014No Brasil, a produção de pera é insuficiente para atender a demanda interna, gerando uma crescente necessidade de importação de frutas que podem ser produzidas nas regiões mais frias. Por isso, a pera é a fruta fresca importada em maior quantidade pelo Brasil. Por ser alógama devido à incompatibilidade gametofítica, a maioria das cultivares europeias de pereiras não produzem frutos com sementes sem a presença de insetos polinizadores. Neste contexto, foram realizados ensaios buscando elucidar os aspectos da biologia reprodutiva da pereira portuguesa (Pyrus communis L. cv. Rocha) e suas cultivares polinizadoras, assim como avaliar a qualidade das colmeias destinadas à polinização. Os resultados mostraram que a fenologia das cvs. Rocha e suas polinizadoras diferiu entre elas e entre os anos, podendo afetar significativamente a polinização. A data aproximada da plena floração das cultivares estudadas foi similar em 2012 (? 17//09), porém, diferiu em 2013. Foi observado que a cv. Rocha polinizada com pólen de cultivares compatíveis apresentou elevada frutificação efetiva, chegando a atingir até 67,8% de frutificação efetiva sem a aplicação exógena de giberelina. Além disso, nestes frutos observou-se maior número de sementes (>5 sementes.fruto-1), o que acarretou frutos com melhores índices de qualidade comparativamente com outros tratamentos de polinização. A autopolinização promoveu a formação de frutos (10,9% de frutificação efetiva em 2012 e 1,66% em 2013), mas em quantidade e qualidade inferiores aos frutos oriundos de polinização cruzada. A partenocarpia natural foi observada na cv. Rocha, mas esta incapaz de sustentar produções comercialmente viáveis (4,16% de frutificação efetiva). A aplicação exógena de ácido giberélico mostrou ser uma opção para o aumento da frutificação efetiva através do estímulo da formação de frutos partenocárpicos, contudo foi observada uma variação na sua eficiência entre os anos (frutificação efetiva de 74,1% em 2012, reduzindo para 30,0% no ano seguinte) e a tendência da redução da qualidade dos frutos formados, os quais eram menores e mais alongados do que os frutos com sementes. A produção de néctar variou entre cultivares e entre os anos, mas sendo sempre considerados volumes pequenos (Abstract: In Brazil, the pear production is insufficient to supply the domestic demand, creating a growing market for imported fruits that can be produced in south Brazil. Due to this, Brazil's fresh pear imports grow every year. Since pears are alogamous due to gametophytic incompatibility, most European pear cultivars do not produce fruit with seeds without the presence of pollinating insects. In this context, experiments were conducted to elucidate the aspects of the reproductive biology of the Portuguese pear (Pyrus communis L. cv. Rocha) and their pollinating cultivars, as well as the quality of the hives used for orchard pollination. The results show that the phenology of cvs. Rocha and their pollinators differs between them and years, which may significantly affect pollination. The approximate date of full bloom of the cultivars was similar in 2012 (~=17/09) while differ in 2013. We observed that cv. Rocha pollinated with pollen from compatible cultivars showed a high fruit set, reaching up to 67,8% of fruit set without exogenous gibberellin application. Moreover, in these fruits was observed a greater number of seeds (> 5 seeds.fruit-1), which resulted in higher quality fruits (scores compared with other pollination treatments). Self-pollination produced some fruits (10,9% of fruit set in 2012 and 1,66% in 2013), but in lower quantity and quality when compared with cross-pollination. Natural parthenocarpy was observed in cv. Rocha, but it was unable to sustain commercially viable yields (4,16% of fruit set). The exogenous gibberellic acid application was an option for increasing fruit set by stimulating the formation of parthenocarpic fruits, however we observed a variation of it's efficiency between years (fruit set of 74,1% in 2012, decreasing to 30,0% in 2013) and showed a trend of reduced quality of formed fruits, which were smaller and more elongated than the fruit with seeds produced by cross-pollination. Nectar production varied among cultivars and years, but always being considered small volumes (<3µL) and whith low sugar content (<20ºBrix), which resulted in low attractiveness of pollinators (<1 bee.tree-1.minute-1). In the surrounding area of the orchard we observed strong competition with Mimosa scabrella and Piptocarpha angustifolia wich bear more and richer nectar. We observed poor natural pollination due to the non-pollen deposition on the stigmas of 'Rocha' after a legitimate flower visit by Apis mellifera, possibly due to lack of pollinating plants and low density of quality beehives in the orchard. The hives used for pollination showed a variation in their population between years, wich can be observed in the significant reduction in the number of combs covered with larvae and honey reserves from 2012 to 2013, resulting in lower activity of foraging bees in the period of maximum flight activity (100,8 foraging bees entering in the hive.minute-1 in 2012 and 59,3 foraging bees entering in the hive.minute-1 in 2013). We also observed the presence of Varroa destructor (infestation of 1.89 and 1.45% in 2012 and 2013, respectively) and Nosema ceranae (712.000 spores.bee-1 in 2012)

    Guilherme da Rocha Bezerra da Costa: 1137

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    Entrevista com Guilherme da Rocha Bezerra Costa, autor do livro O Estado como empregador de última instância: uma abordagem a partir das finanças funcionais, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Economia, Faculdade de Ciências e Letras (FCLAR), Araraquar

    Avaliação do desempenho térmico de vedações em blocos de concreto produzidos com lã de rocha

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    Diretamente relacionado à eficiência energética de uma edificação e à promoção do conforto aos seus usuários, o desempenho térmico do edifício é uma das exigências relativas à habitabilidade, presente no conjunto normativo NBR 15575(ABNT,2013) – Edificações Habitacionais – Desempenho. Acrescido a esta questão, o fato de que a alvenaria estrutural em blocos de concreto torna-se cada vez mais um sistema construtivo de larga utilização em todo o território brasileiro, porém pesquisas o apontam como um material que apresenta índices elevados de ganhos de calor, diante deste contexto faz-se necessário melhor investigação e propostas para à otimização do seu desempenho térmico. A presente pesquisa desenvolveu blocos de concreto com diferentes teores de lã de rocha 0%, 10%, 20% e 30% em substituição parcial à areia (agregado miúdo). Para a avaliação do desempenho térmico de alvenarias em blocos de concreto produzidos com lã de rocha, para a ZB-8, a pesquisa foi dividida em três etapas, de forma a investigar a influência da lã de rocha incorporada ao bloco de concreto, bem como analisar a influência da argamassa de revestimento (reboco) e da pintura externa com cor de baixa absortância no comportamento térmico das alvenarias. Os resultados indicam que conforme o aumento do teor de lã de rocha incorporado ao concreto que compõe o bloco de concreto, quanto às suas propriedades físicas e mecânicas, houve significativa redução da resistência à compressão dos blocos de concreto, bem como houve aumento do índice de vazios e dos valores de absorção de água dos blocos, redução da densidade de massa aparente, e a condutividade térmica teve seus valores reduzidos. Quanto às propriedades térmicas do componente notou-se a tendência a ter seus valores otimizados quando incorporada a lã de rocha, o pode também ser refletido ao observar a alteração ocorrida nos valores de amortecimento e atraso térmico referentes ao comportamento térmico das alvenarias. Quanto à influência do acréscimo da argamassa de revestimento e da pintura externa com cor clara, nota-se que houve significativa melhoria do desempenho térmico das alvenarias. Portanto para melhor conforto térmico dos usuários das edificações da ZB-8, é indicado que a vedação composta por blocos de concreto seja rebocada e tenha a sua fachada pintada com cores claras.CNP

    Melhoramento vegetal e recursos genéticos forrageiros.

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    A criação animal no Brasil é predominantemente extensiva em pastos cultivados ou nativos a depender da região. No semiárido a limitação de precipitação pluviométrica dificulta a manutenção de pastos cultivados, e a dependência pela vegetação nativa se torna maior. Embora exista inúmeras opções de gramíneas e leguminosas forrageiras que podem enriquecer a pastagem nativa, na região semiárida as opções disponíveis nos mercados formais são restritas e muitas vezes as sementes comercializadas não são validadas para a região. Para disponibilizar aos produtores forrageiras adaptadas às condições de manejo e clima, programas de melhoramento genético de forrageiras devem avaliar os acessos presentes em Banco Ativo de Germoplasma da Embrapa e de instituições parceiras para identificar material que produza em condições de estresse hídrico. Pela diversidade de espécies passíveis de melhoramento, as redes de pesquisa devem concentrar esforços em coleções representativas da diversidade, com histórico de adoção pelos produtores e que atendam a mais de um sistema de produção. Assim, a pesquisa será capaz de ofertar soluções em diferentes marcos temporais.O mercado está ávido por plantas mais resistentes à seca, considerando que as mudanças climáticas demandarão mais opções de plantas tolerantes a falta de água. Além disso, há uma crescente expansão da pecuária para a região Nordeste. Este documento reúne, em sua primeira parte, o estado da arte do melhoramento genético forrageiro no semiárido com as principais espécies gramíneas e leguminosas. A segunda parte se dedica aos recursos genéticos forrageiros armazenados em bancos ativos de germoplasma da Embrapa nas diferentes unidades da federação, mostrando a importância da conservação da formação de redes de pesquisa e uso desses materiais para a pesquisa agropecuária nacional e mundial

    A conservação material e documental da obra “Instalação191093,parte1” de Francisco Rocha

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    Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia para obtenção do grau de Mestre em Conservação e RestauroEste trabalho é dedicado à conservação material e documental da “Instalação191093,parte1” (1993) de Francisco Rocha (n.1958), pensando numa futura rematerialização. Por não haver instruções para sua montagem, esta obra nunca foi exposta ou montada desde que foi incorporada na Colecção da Caixa Geral de Depósitos em 1994. Esta instalação foi concebida com materiais efémeros que lhe conferem aspectos intangíveis únicos. Aliados à efemeridade dos materiais usados na sua concepção, os elementos eléctricos e mecânicos desta instalação são o maior factor de degradação desta obra, mas por outro lado, são eles a principal fonte dos aspectos tangíveis e intangíveis que esta obra tem para oferecer. A busca documental começou como um apoio à reconstituição desta obra e da sua história tendo em vista a sua remontagem. No decurso da recolha apercebemo-nos de que esta obra é na verdade já uma segunda versão material da obra originalmente apresentada criada por Francisco Rocha em 1993. A documentação desempenhará um papel crucial na conservação desta obra a curto prazo, podendo viabilizar a sua remontagem. Pelas suas características a preservação desta obra a longo prazo só pode ser garantida pela sua rematerialização e é ancorada na conservação documental da peça que a re-materialização poderá ocorrer
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