180,878 research outputs found

    Per una proposta di prima lettura della città romana

    No full text
    Il breve contributo, all’interno del volume “A. BAÇE- G. PACI – R. PERNA (edd.), Hadrianopolis, I. Il Progetto TAU” si pone l’obiettivo di trarre le conclusioni sui risultati delle indagini archeologiche condotte, dal 2005 al 2006, dall’Università di Macerata ad Hadrianopolis e nella valle del Drino, in Albania, nell’ambito del Progetto TAU, risultati editi nel volume stesso. Si tratta di un’opera curata a più mani nella quale convergono i contributi dei diversi specialisti che hanno partecipato alla realizzazione del Progetto stesso, contributi tra i quali dello stesso autore: A. Baçe – R. Perna, Evidenze dal recente rilievo del teatro di Hadranopolis, pp. 37-40; R. Perna, Nuove indagini per lo studio del teatro di Hadrianopolis, pp. 40-46; R. Perna, Le indagini archeologiche in area urbana, pp. 46-50; R. Perna, Premessa, Preface, Hyrie, pp. 145-147. In particolare il compito svolto dall’autore, che ha coordinato le ricerche sul campo, con tale intervento è stato quindi quello di inquadrare i risultati delle ricerche dei singoli specialisti al fine della elaborazione di una sintesi storco-archeologica dedicata alla città ed alla valle del Drino all’interno della quale essa è collocata. I lavori hanno infatti consentito di identificare con certezza e definitivamente il sito dell’antica Hadrianopolis, fino ad oggi nota solo grazie ed alle fonti. Della città sono stati anche identificati gli ipotetici limiti, grazie allo studio delle indagini remote sensing grazie alle quali è stato possibile anche delimitare la necropoli, indagini coordinate dallo stesso autore. La realizzazione di saggi di scavo nei pressi del teatro hanno consentito di datarlo all’età adrianea ed allo stesso tempo di offrirne un primo studio di carattere architettonico, così come lo scavo dell’area urbana ad esso antistante ha infine permesso di individuare l’area delle terme il cui studio ha consentito di identificare alcuni tra i principali momenti di sviluppo dell’insediamento, che con ogni probabilità, nacque nelle fasi finali dell’ellenismo

    O mexilhão Perna perna no Brasil: nativo ou exótico?

    No full text
    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Aquicultura, Florianópolis, 2013.A mitilicultura no Brasil se baseia no cultivo do mexilhão Perna perna (Linnaeus, 1758), que é encontrado em todo o litoral brasileiro, sendo especialmente abundante do Espírito Santo a Santa Catarina. Nos últimos anos foi lançada a hipótese de que P. perna seja uma espécie exótica no litoral brasileiro. A hipótese baseia-se na análise da malacofauna de sítios arqueológicos. Todas as contestações levantadas não remetem a uma conclusão, pois precisam de estudos específicos, com metodologias claras, aliando arqueologia, ecologia e biologia molecular. O objetivo deste trabalho foi estudar a condição de nativo ou exótico do mexilhão Perna perna no Brasil, a partir de levantamento dos resultados em sítios arqueológicos, de técnicas moleculares e de datação de conchas com C14. A datação de conchas de P. perna do sítio arqueológico do Rio do Meio/Jurerê, Florianópolis/SC, indicou que as amostras têm a idade de 720±30 e 780±30 anos. O cálculo do tempo de divergência indicou que a separação das populações brasileiras e africanas ocorreu por volta de 200 mil anos. Os resultados apontam a presença da espécie no território brasileiro muito antes do descobrimento do Brasil pelos portugueses no ano de 1500, indicando que Perna perna é de fato uma espécie nativa.Abstract : The mussel farming in Brazil is based on brown mussel Perna perna (Linnaeus, 1758), which is found throughout the Brazilian coast, with especial abundance from Espírito Santo to Santa Catarina state. In recent years, it was suggested that Perna perna is an exotic species for the Brazilian coast. The hypothesis is based on the analysis of the zooarchaeology studies in archaeological sites of Brazil. All objections raised do not offer to a conclusion, because they need specific studies with clear methodology, combining archeology, ecology and molecular biology. The objective of this work was to study the condition of the brown mussel Perna perna in Brazil if native or exotic, from survey results in archaeological sites, molecular techniques and dating of shells with C14. The dating indicated that the shells were 720±30 and 780±30 years old, respectively. The calculation of divergence time indicated that the separation of the African and Brazilian mussel populations occurred around 200 thousand years ago. The results indicate the presence of the P. perna species in Brazilian territory long before the discovery of Brazil by the Portuguese in 1500, indicating that P. perna is actually a native species of Brazil

    Assentamento de larvas do mexilhão Perna perna (L.) em condições de laboratório

    No full text
    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Aqüicultura.Para estudar a taxa de assentamento e metamorfose do mexilhão Perna perna e melhor densidade de larvas (2, 3 e 4 larvas mL-1), foram realizadas três séries de experimentos. As duas primeiras foram conduzidas em tanques retangulares de 1,5L e 50L usando placas de PVC como coletores e, a última, em tanques cilíndricos de 80L e coletor de tela (200mm). As larvas utilizadas em todos os ensaios eram provenientes da mesma larvicultura, sendo que as larvas da terceira série permaneceram 3 dias na geladeira a 10º C. Os tanques cilíndricos com coletor de tela mostraram-se mais eficientes, apresentando uma taxa de assentamento de 71% e metamorfose de 43,5% ao final de 15 dias, o maior período analisado. Os tanques de 1,5L não apresentaram a mesma dinâmica que os tanques de 50L e as placas de PVC, apesar de permitirem uma contagem mais precisa, não proporcionaram uma adesão suficientemente forte, o que provocou ressuspensão de larvas já assentadas durante o manejo. Nos experimentos 1 e 2, o número de larvas assentadas aumentou em função do tempo, mas a taxa de assentamento foi maior nos primeiros 5 dias. As densidades de 3 e 4 larvas mL-1 foram consideradas melhores. A manutenção de larvas na geladeira é uma opção viável para um curto período de tempo (3 dias). Tais resultados indicam que é possível assentar larvas em condições de laboratório no período de 5 dias, obtendo taxa de metamorfose favorável

    Cultivo de mexilhões Perna perna (L.) da Emrpesa Cavalo Marinho na Praia do Cedro, Palhoça-SC

    No full text
    TCC (graduação em Engenharia de Aquicultura) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, 2008Atualmente em Santa Catarina, o setor acadêmico procura interagir cada vez mais com o setor produtivo do cultivo de mexilhões Perna perna (L.). Portanto, o presente trabalho tem como objetivo dar um "feedback" para o setor acadêmico a respeito das técnicas, materiais e maquinários que estão sendo utilizados pela empresa Cavalo Marinho - Criação e Beneficiamento de Frutos do Mar LTDA, tanto em seu cultivo de mexilhões, quanto na pós-despesca dos mesmos, desde setembro de 2005 até o presente. Esse "feedback" é um relato das atividades e engloba todas as etapas percorridas pela empresa no que tange o cultivo de mexilhões durante todo o período citado. A empresa está situada na Enseada do Brito, Palhoça - SC e o cultivo de mexilhões está situado na Praia do Cedro, Palhoça - SC (próximo à Enseada do Brito). A empresa tem 70 funcionários e beneficia cerca de 80 toneladas de mexilhões por mês, sendo 12,5% dos mexilhões beneficiados, provenientes do cultivo próprio. Sua equipe técnica conta com 1 Engenheiro de Aqüicultura e Técnico Mecânico, 1 Engenheiro de Produção Mecânica e Técnico Mecânico, 1 Técnico Mecânico, 1 Administrador de empresas com pós-graduação em Organização e Métodos, 1 Engenheiro de Alimentos, 1 Zootecnista e 1 Técnica especializada em qualidade alimentar

    Caracterização morfológica, extração e identificação das proteínas do pé do mexilhão Perna perna responsáveis pela formação do bisso

    No full text
    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos, Florianópolis, 2013.Não existem colas sintéticas impermeáveis à água e às forças de turbulência das marés como as produzidas pelos mexilhões. Estes mecanismos adesivos de fixação se fazem através de fios, denominados bissos. As primeiras observações bioquímicas relataram que os bissos são formados por proteínas adesivas, colágeno e uma enzima polifenol oxidase. Aplicações propostas para estas proteínas adesivas incluem uma nova geração de adesivos cirúrgicos e ortopédicos, revestimentos de biossensores para fixação de antígenos e anticorpos para imuno diagnósticos e anti-incrustantes. Por sua vez, não existem trabalhos com este enfoque sobre o mexilhão Perna perna, o mais abundante Mitilydae da costa brasileira e de grande importância como recurso alimentar para as famílias locais, uma vez que é extraído como adulto para consumo direto, e como semente para o cultivo em cativeiro. Assim, o objetivo deste trabalho foi descrever a morfologia microscópica do pé do mexilhão P. perna, órgão onde as proteínas adesivas do bisso são sintetizadas e armazenadas, e identificar estas prováveis proteínas adesivas usando gel de eletroforese e posterior espectrometria de massa. Na microscopia de luz foi observada a localização das células glandulares envolvidas na formação do bisso: as glândulas colágenas, enzimáticas, fenólicas e mucosas. Das proteínas extraídas do pé do mexilhão P. perna e separadas pela técnica de eletroforese 12% SDS-PAGE foram observadas quatro bandas de interesse: três bandas na faixa de aproximadamente 97 kDa e uma banda na faixa de aproximadamente 37 kDa. A identificação destas bandas protéicas em banco de dados, após espectrometria de massa MALDI-TOF, sugere a presença de proteínas similares às seguintes proteínas: proteína de filamento de matriz 1 (tmp-1) da espécie Mytilus edulis, proteína do pé do mexilhão 2 (mfp-2) da espécie M. edulis e proteína fibrinogênica relacionada com a proteína 1 da espécie Mytilus californianus. Abstract : There are no synthetic glues that can be applied to an aqueous environment and be resistant to the turbulence forces of tides such as those generated by mussels. The mussel's adhesive apparatus is a bundle of threads, called the byssus. The first biochemical observations reported those byssus are formed by a fibrous collagenous core coated with adhesive proteins and an enzyme polyphenol oxidase. Proposed applications for these adhesive proteins include a new generation of orthopedic and surgical adhesives, and coatings for biosensors for attachment of antigens and antibodies for immunoassay diagnostics and also as anticorrosive. There are no studies with this focus on the mussel Perna perna, the most abundant Mitilydae the Brazilian coast and of major importance as a food resource for the local families, since it is extracted as an adult for direct consumption, and as seed for cultivation farms. Therefore, the aim of this study was to describe the microscopic morphology of the foot of the mussel P. perna, organ where the adhesive proteins of the byssus are synthesized and stored, and to identify those probable adhesive proteins using gel electrophoresis and further mass spectrometry. In the light microscopy was observed the location of the glandular cells involved in the formation of the byssus threads: collagen, enzyme, phenol and mucous glands. The adhesive proteins extracted from the P. perna foot were run on 12% SDS-PAGE wich detected three variants with mass around 97, and one with approximately 37 kDa. MS MALDI-TOF identification and sequence comparisons and alignments of these protein bands suggest the presence of proteins similar to the following proteins: thread matrix protein 1 (tmp-1) variants a from Mytilus edulis, mussel foot protein 2 (mfp-2) from M. edulis and fibrinogen-related protein 1 from Mytilus californianus

    URBS SALVIA (Urbisaglia, MC). Indagini di scavo nell’area forense (campagna 2009). Area del foro civile

    No full text
    in FABRINI G.M, PERNA R., URBS SALVIA (Urbisaglia, MC). Indagini di scavo nell’area forense (campagna 2009), Fold&r 189, 2010, pp. 1-1

    Urbs Salvia (Urbisaglia, MC): nuove acquisizioni nell’area forense (campagna di scavo 2010) - Area del Foro civile

    No full text
    in G.M. Fabrini, R. Perna, Urbs Salvia (Urbisaglia, MC): nuove acquisizioni nell’area forense (campagna di scavo 2010), in FOLD&R FastiOnLine documents & research, 225, 2011. pp. 1-16

    The biology and culture of mussels of the genus Perna

    No full text
    This review covers the biology and ecology of the three genera of Perna: P. viridis, P. canaliculatus and P. perna. An overview is given of the technological status of culture systems with emphasis being laid on the description of advanced culture techniques such as raft and longline systems. Postharvest handling aspects for preservation of live and processed mussels are presented in detail and public health and economic aspects of the mussel culture industry are described.Mussel culture, Biology Perna

    Estudo da frequência de hemócitos micronucleados, induzidos pelo ácido ocadáico, em mexilhões Perna perna (Mollusca : Bivalvia) /

    No full text
    Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico.Algumas toxinas presentes naturalmente no ambiente marinho são capazes de induzir mutagenicidade e/ou carcinogenicidade. Entre essas toxinas, o ácido ocadáico (AO) vem despertando considerável interesse por ser genotóxico em baixas concentrações e por acumular-se em animais filtradores marinhos, inclusive naqueles utilizados na alimentação humana, representando assim um problema ambiental e de saúde pública. O principal objetivo desse trabalho foi avaliar a genotoxicidade do ácido ocadáico, através do estudo da freqüência de hemócitos micronucleados em mexilhões Perna perna. Este trabalho teve ainda como objetivos: a) verificar se a concentração de Prorocentrum lima ingerida pelos mexilhões interfere na genotoxicidade (de modo a ser detectada através da freqüência de hemócitos micronucleados); b) verificar, através do bioensaio com camundongos, a presença do ácido ocadáico nos hepatopâncreas dos mexilhões; e) realizar análises físico-químicas das águas dos locais de coleta e das águas utilizadas nos experimentos. Para os testes com o AO puro, utilizamos uma concentração de 0,3 mg de AO diluído em 10 ml de água ultra pura e etanol; para o experimento de alimentação dos mexilhões com células de Prorocentrum lima utilizamos concentrações de 200 células/L, 1000 células/L e 10000 células/L por animal. A análise estatística dos resultados das análises citológicas, realizada através do teste de Kruskal-Wallis, com um nível de significância de 5%, mostrou diferença significativamente maior na freqüência de hemócitos micronucleados no grupo exposto ao AO puro do que nos grupos controles. Também foi observada diferença significativa entre as freqüências de hemócitos micronucleados dos animais alimentados com as diferentes concentrações de P. lima e o grupo controle. Não foi possível detectar a presença do AO nos hepatopâncreas dos mexilhões alimentados com diferentes concentrações de Prorocentrum lima. Os resultados das análises físico -químicas das águas mostraram que todas estão dentro dos limites estabelecidos pela resolução 20/86 do CONAMA. Os resultados permitem demonstrar que a atividade genotóxica do AO, do modo como foi aqui empregado, pode ser detectada pelo teste do micronúcleo em hemócitos de mexilhões Perna perna. Em vista dos resultados aqui obtidos pode-se recomendar que este organismo e este teste sejam utilizados para a detecção precoce desta toxina no ambiente marinho, principalmente em locais de cultivo de mexilhões

    Avaliação do perfil dos ácidos graxos da série ômega 3 em mexilhões da espécie Perna-perna (L.) por cromatografia gasosa e espectrometria de massas

    No full text
    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Programa de Pós-Graduação em Química.Atualmente, muito tem se falado sobre os benefícios causados pela ingestão de lipídios contendo ácidos da família ômega-3, não apenas no que diz respeito à prevenção de doenças, mas também no sentido de manutenção das funções corpóreas. Com o objetivo de estudar a composição lipídica dos ácidos graxos em óleo de organismos marinhos, nesse trabalho é apresentada uma metodologia para preparar, identificar e determinar o percentual dos ácidos graxos presentes no óleo de mexilhões da espécie perna perna, coletados em diferentes períodos do ano, com o uso da cromatografia gasosa e a espectrometria de massas como técnicas analíticas. Foi dada ênfase na determinação dos ácidos graxos da família ômega-3 por causa de suas ações comprovadas no metabolismo humano. Os resultados obtidos permitiram criar um perfil para os ácidos ômega-3 e discutir algumas possíveis relações entre os percentuais desses ácidos e as variações de temperatura da água do mar, durante as coletas. Revelou-se com os resultados, que o perfil dos ácidos graxos dos mexilhões da espécie perna perna apresenta os ácidos: 14:0, 15:0, 16:0, 16:1 (n 6), 17:0, 18:0, 18:1 (n 9), 18:1 (n 7), 18:2 (n 6), 18:3 (n 3), 20:1 (n 9), 20:5 (n 3) e 22:6 (n 3). Foi encontrado uma quantidade significativa de ácidos ômega-3 (em torno de 29 à 42%), embora ocorra uma grande quantidade de alguns ácidos saturados
    corecore