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    La pena dal diritto romano ai tempi moderni. La pena di morte.

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    Nella relazione è stato esaminato il tema della funzione della pena nel sistema repressivo romano, con riferimento alle diverse epoche della storia romana

    COVER PENA SAINS VOL 8 NO 2 YEAR 2021

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    COVER PENA SAINS VOL 8 NO 2 YEAR 202

    COVER PENA SAINS VOL 9 NO 2 YEAR 2022

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    Cover pena sains vol 9 no 2 tahun 202

    Pena naturale e pena forense come paradigmi di giustizia

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    L'intervento ha avuto ad oggetto il problema dei rapporti tra la cd. pena naturale e le funzioni di prevenzione generale e speciale della pen

    La pena come integrazione sociale

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    La relazione ha avuto ad oggetto i rapporti fra funzione della pena e sistema sanzionatorio penal

    La funzione della pena

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    2018 - 2019The first chapter of this paper analyzes the modern theories that gravitate around the concept of the function of punishment. In particular, the main theories about the function of the penalty (remuneration, preventive, write) are recalled, trying to verify if and to what extent they can be compatible with the new purposes that the current Italian legal system attributes to the penal sanction, in light of the emerging need to protect human rights through a re-educational and re-socializing penalty. In the first chapter, an attempt is made to underline the change in the purpose of punishment as an instinctive and vindictive act detached from any moral and utilitarian principle. The concept of punishment that pursues the simple aim of remuneration seems to give way to the idea of 'punishment as purpose'. The sanction no longer aims at the simple suffering of the offender as an end in itself, but pursues re-educational and resocializing purposes. The testimony of the trend mentioned above is given by the cd. decriminalization of some criminal cases considered 'minor offenses' (think of the crime of offense, falsehood in private writing and simple damage). The analysis to trace the profiles of the multifunctionality of the punishment continues in the second chapter, through a historical investigation that starts from the individual criminal cases present in archaic Roman law. From the study of the individual criminal precepts and the relative penalties it is possible to identify the different functions that the penalty assumed in the archaic age. The sanction, in most of the criminal figures, was intended to protect the pax deorum and to prevent the harmful conduct from damaging the relations between men and gods. .. [edited by Author]Il primo capitolo del presente lavoro analizza le moderne teorie che gravitano attorno al concetto di funzione della pena. In particolare vengono richiamate le principali teorie circa la funzione della pena (retributiva, preventiva, scrivere), cercando di verificare se ed in che misura possano essere compatibili con i nuovi scopi che l’attuale ordinamento giuridico italiano attribuisce alla sanzione penale, alla luce della emergente necessità di tutelare i diritti umani attraverso una pena rieducativa e risocializzante. Nel primo capitolo si tenta di sottolineare il mutamento dello scopo della pena come atto istintivo e vendicativo avulso da qualsiasi principio morale e utilitaristico. Il concetto di pena che persegue il semplice fine retributivo sembra cedere il passo all’idea di ‘pena come scopo’. La sanzione non mira più alla semplice sofferenza del reo fine a sè stessa, ma persegue finalità rieducative e risocializzanti. La testimonianza della tendenza sopra citata è data dalla cd. depenalizzazione di alcune fattispecie penali considerate ‘reati minori’ (si pensi al reato di ingiuria, falsità in scrittura privata e al semplice danneggiamento). L’analisi per tracciare i profili della polifunzionalità della pena continua nel secondo capitolo, attraverso un’indagine storica che parte dalle singole fattispecie criminali presenti nel diritto romano arcaico. Dallo studio dei singoli precetti criminali e delle relative pene è possibile identificare le funzioni differenti che la pena assumeva in età arcaica. La sanzione, nella maggior parte delle figure criminose, aveva lo scopo di tutelare la pax deorum e di impedire che la condotta nefasta incrinasse i rapporti tra gli uomini e gli dei. .. [a cura dell'Autore]XXXII cicl

    Spazio della pena: esperienze di progettazione condivisa

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    Un incontro a più voci per discutere dello spazio della pena e sul progetto del nuovo carcere di Nola

    Considerações sobre a redução de danos da pena privativa de liberdade a partir do presídio masculino de Florianópolis

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    TCC (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Socioeconômico. Serviço Social.O presente Trabalho de Conclusão de Curso discute a pena privativa de liberdade no âmbito do conceito da redução de danos. A partir de uma revisão bibliográfica exploratória refletimos sobre o desenvolvimento e o papel da pena na sociedade contemporânea. Situamos nossa discussão no âmbito do Presídio Masculino de Florianópolis no qual atuamos durante o primeiro semestre de 2014 como estagiária de Serviço Social. O trabalho está dividido em três seções, iniciamos com um breve relato referente a pena privativa de liberdade desde a sua origem até os dias atuais. Na seção dois caracterizamos a instituição e no terceiro discutimos os fatores que podem contribuir com a redução de danos no espaço carcerário

    Do carater vingativo da pena

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias JuridicasPropusemo-nos, na presente dissertação, fazer um estudo das etapas experimentais da pena, procurando sustentar para além das justificativas que lhe são dadas historicamente, que o castigo conserva o caráter marcantemente vingativo. Para tanto, valemo-nos do método histórico-comparativo, empregando uma metodologia baseada na pesquisa bibliográfica interdisciplinar, com a utilização de um instrumental teórico que trouxesse contribuição de outros sítios do saber, voltados genericamente a demostrar que a pena não evolui, em que pese a indumentária de que se tem revestido no curso da história. Dividimos o trabalho em cinco capítulos, acrescidos de breves conclusões. Constitui o primeiro capítulo, um enfoque histórico sobre a pena: onde fazemos uma abordagem das fases experimentadas pelo castigo, observando que da sua origem, surgida como vingança divina, foi se racionalizando até chegar à etapa da vingança jurídica, passando pelo político, sem contudo perder a religiosidade. O segundo residiu no estudo das teses retribucionistas e utilitárias, principais teorias erigidas sobre os fundamentos e finalidades do castigo, ocasião em que observamos continuar a pena a ser uma expiação do passado. Traduziu, o terceiro capítulo, uma abordagem política e filosófica, nas teorias contratualistas, em que julgamos haver demonstrado que a legitimidade do poder de punir reside na sociedade. No quarto, foi feita uma leitura da aplicação da pena pela instituição criminal, efetuada por nós para demonstrar, que o ritual, consiste num cortejo de formalidade que se passa no poder judiciário, reproduz a vingança social exercida de forma mais limitada, tendo o discurso jurídico papel legitimador da pena. Sintetizamos, no quinto capítulo, o momento de pontificar primacialmente que não há diferença entre a pena de antigamente e a pena de hoje, não se podendo falar em uma evolução do castigo. Em conclusões, salientou-se as teses centrais formadas ao longo da dissertação, encontradas mais especificamente no quinto capítulo, sintetizadas nas seguintes: não acreditamos tenha havido uma evolução da pena; o talionato continua atual; a legítima defesa permanece; a vingança continua através de uma luta ritualizada; a pena conserva o seu caráter essencialmente vingativo
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