4,801 research outputs found

    Antipoesia em Lear rey & mendigo de Nicanor Parra

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2009A presente tese é resultado de uma pesquisa de natureza qualitativa sobre Lear rey & mendigo (2005), tradução livre de Rei Lear de Shakespeare, elaborada pelo poeta chileno Nicanor Parra (1914-). Preparada inicialmente para sua encenação em 1992 pela Escola de Teatro da Pontifícia Universidade Católica do Chile, com direção de Alfredo Castro, estuda-se como a tradução e a encenação de Lear rey & mendigo são parte do próprio projeto antipoético parriano denominado antipoesia, ou, como essa obra sintetiza, conforme Raúl Zurita, a totalidade da proposta antipoética, ao mesmo tempo em que se configura como uma sorte de teoria geral dela. Para sua análise, pensa-se, principalmente, na leitura efetuada pelo crítico chileno César Cuadra, que situa a antipoesia em um contexto complexo e transmoderno da escritura, isto é, não restrito ao das produções poéticas no sentido estético ou artístico do termo, mas como um sistema multidimensional complexo que pensa a atual crise de legitimação dos relatos (e não só os provenientes da modernidade) na cena contemporânea, cena esta caracterizada pelo intenso desenvolvimento da cultura tecnocientífica. Cuadra expõe a antipoesia como uma desconstrução complexa de toda escritura, ou, conforme a denominação de Parra, como ecopoesía: a ecologização dos signos realizada através da complexidade dos relatos, operação esta conceituada por Edgar Morin. Para a análise da performance, priorizam-se os estudos de Patrice Pavis sobre a análise dos espetáculos e a tradução para a cena. Compuseram o acervo básico da pesquisa diversos documentos publicados a partir de 1991, como a gravação em vídeo do espetáculo adquirida junto ao Arquivo Iconográfico do Teatro Chileno da Escola de Teatro da Universidade Católica, e o número 103 (primavera 1991/outono 1992) da revista Apuntes, publicação da Escola de Teatro, além de diversas resenhas, notícias e entrevistas publicadas na imprensa, principalmente no jornal chileno El Mercurio. Acompanha a pesquisa uma entrevista com César Cuadra sobre a antipoesia parriana

    Ciclo de Difusión Argentino

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    Intérpretes: Alberto Ghirri. Violeta ParraEntradilla del programa -- Min. 00.31: Progamación, Chile y sus poetas para ello Alberto Girri hablará sobre Nicanor Parra -- Min. 0048: Tango -- Min. 00.59: Alberto Girri realiza un recorrido por la vida y obra de Nicanor Parra y lee fragmentos de sus poemas -- Min. 03.56: Noticiario 1957 -- Min. 05.04: Una momia -- Min. 07.38: Lo que el difunto dijo de sí mismo -- Min. 09.54: Cueca de los poetas / música de Violeta Parra, letra de Nicanor Parra -- Min. 11.16: Maipo, tango de Eduardo Arolas interpretado por Roberto Grela y Leopoldo Federico -- Min. 14.47: Despedida y cierre del program

    Federico Schopf. El desorden de las imágenes. Vicente Huidobro, Pablo Neruda, Nicanor Parra

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    Federico Schopf. El desorden de las imágenes. Vicente Huidobro, Pablo Neruda, Nicanor Parra. Santiago de Chile: Editorial Universitaria, 2010. 234 pp

    Estación en Aravaca y conexión con línea 3, con túnel hecho con tuneladora

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    Código de proyecto: ICA 09201Borja Anselmo Cano Parra ; director de proyecto: Federico Romero GagoCurso 2009-2010Ingeniería de Caminos, Canales y Puertos (ICA)Escuela Politécnica Superio

    Replication Data for: Psychometric properties of the Biometric Attachment Test: French, American and Tunisian validation of the first adult attachment test powered by artificial intelligence

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    The dataset contains the RSQ and BAT anxiety and avoidance results, both scaled to the 0-100 range, for the French, American, and Tunisian samples, as well as for the composite of the three

    Replication Data for: Psychometric properties of the Biometric Attachment Test: French, American and Tunisian validation of the first adult attachment test powered by artificial intelligence

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    The dataset contains the RSQ and BAT anxiety and avoidance results, both scaled to the 0-100 range, for the French, American, and Tunisian samples, as well as for the composite of the three

    »It contained harbours that pleased me like sonnets«. Kleine Poetik der diegetischen Karte

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    In this article, Federico Italiano explores the relationship between literature and cartography. Beginning with Stevenson’s Treasure Island, the author frames the topic through a general theoretical lens on the spatial dimension of literary texts. He then focuses on a specific phenomenon of literary "carticity"—the diegetic presence of the map, that is, the map as an integral element of the narrative structure. Among others, Italiano examines the works of Houellebecq and Cormac McCarthy

    EL ESCRITOR Y SU PÚBLICO. DEL ‘DISCURSO AL ALIMÓN’ AL MONÓLOGO DRAMÁTICO (LORCA, NERUDA, PARRA)

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    In the 1930s, Pablo Neruda’s Residencia en la tierra and his writing on the Spanish Civil War, together with Nicanor Parra’s fi rst book, Cancionero sin nombre, prompted changes in the relationship between the poet and his readers. The dazzling fi gure of Federico García Lorca –whom Neruda knew personally; Parra, through the reading of his “romances”– was decisive in this new relationship. More or less directly, Lorca paved the way for the public fi gure Neruda would become as a poet from 1936 onwards and also for the dramatic monologue which Parra would use in his opening book and which would later become a distinctive trait of his antipoetryEn la década de los treinta Residencia en la tierra y la escritura sobre la guerra civil española de Pablo Neruda así como el primer libro de Nicanor Parra, Cancionero sin nombre, plantearon cambios en la relación del poeta con su público lector. La fi gura siempre deslumbrante de Federico García Lorca –que Neruda conoció en persona; Parra, a través de sus romances– incidió decisivamente en estas nuevas relaciones. De manera más o menos directa, Lorca preparó el terreno para el papel público que asumiría Neruda como poeta a partir de 1936 y también para el monólogo dramático que emplearía Parra a partir de su libro inaugural y que se convertiría más tarde en una seña de identidad de la antipoesía
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