1,720,964 research outputs found

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    OLHAR FOUCAULTIANO PARA A CONSTITUIÇÃO DO SUJEITO À LUZ DE EPICTETO: Considerações iniciais: Quem é o sujeito-outro?

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    A atenção que Foucault dedica à filosofia helenística e seus recortes no interior do estoicismo, apresentado ao longo do curso A Hermenêutica do Sujeito entre os anos de 1981 e 1982, ministrado no college de France, sobre o problema da constituição do sujeito, faz emergir um olhar específico em direção à constituição de um ethos pautado a partir de técnicas das quais o sujeito se vê sob o olhar do outro e atento aos seus direcionamentos. Essa relação estabelecida entre mestre e discípulo ao longo da filosofia antiga, dos gregos aos helenistas, sendo acentuada no estoicismo, chama a atenção do filósofo francês, que, por sua vez, mergulha nos textos e cartas de diversos filósofos da Escola do Pórtico. Neste trabalho, especificamente, busco fazer um recorte do olhar de Foucault para alguns apontamentos realizados sobre Epicteto, um dos grandes nomes do estoicismo. Trata-se de uma breve reflexão pois o tema proposto é sem dúvida alguma vasto e inesgotável, tanto por parte do filósofo francês, quanto por parte do filósofo estoico em questão. Nesta linha, buscarei, além de sugerir uma reflexão, problematizar com Foucault as questões relacionadas à constituição de si, a partir da perspectiva epictetiana, tentando abrir caminho para se pensar o sujeito da atualidade que se constitui pelas mesmas vias do sujeito greco-romano, ou seja, a partir do outro. Mas questão é: quem seria este outro e mais ainda, como se conhecer e como reconhecer esse outro como sujeito que se constitui a partir de práticas e técnicas de si

    MICHEL FOUCAULT E SÊNECA: A CONSTITUIÇÃO DO SUJEITO E SEUS MODOS DE GOVERNO

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    Trago a proposta de discussão sobre a problematização do sujeito e seus modos de governo em Foucault, sobretudo em suas obras a partir de 1980, tais como Hermenêtuica o Sujeito, O governo de si e dos outros e a História da Sexualidade I, II e III, trabalhos seminais nos quais Foucault reconfigura sua leitura sobre o pensamento de Sêneca, considerando Consolação à Marcia, A vida feliz, A tranquilidade da alma e a vida retirada e Cartas a Lucíolo. Para tanto, de um lado, proponho, aqui, um percurso baseado na questão filosófica de Foucault relacionada à constituição do sujeito a partir da prática de si, enfatizada em direção a três modos muito caros ao filósofo francês: o sujeito, o poder e o governo; para, então, de outro, identificar e verificar os deslocamentos que Foucault faz do pensamento de Sêneca para a formação do sujeito, face, primeiro, a um jogo de poder-verdade, e, segundo, ao saber e às práticas de governo de si frente ao governo do outro. Sob essa perspectiva, Foucault reafirmará e apresentará como resultados, técnicas de si que tendem a uma série de direcionamentos conceituais, à medida em que abrem vias para o exercício da prática de si por meio do governo do outro

    Nosso quarto Número

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    No início deste ano de 2021, conversando sobre a carência de periódicos no meio acadêmico que dedicam espaço à publicação de textos e pesquisas de alunas e alunos da graduação, bem como os estudos que vão além dos clássicos, nos levando a outras searas que se desenvolvem muitas vezes sem qualquer tipo de apoio entre os novos pesquisadores, a saber, afros, indígenas e mulheres. Decidimos, mediante este cenário, disponibilizar nosso periódico Pórtico de Epicteto de número 04, a receber estes textos, que sem sombra de dúvida, tem muito a nos dizer

    O PROBLEMA DA CONSTITUIÇÃO DO SUJEITO NAS CONFISSÕES DA CARNE: DIFERENÇAS ENTRE A FILOSOFIA ANTIGA E O CRISTIANISMO

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    O que Foucault identifica como constituição de si e mais especificamente, no caso que trago à luz para essa discussão, o sujeito que se constitui a partir da própria carne, ele propõe uma visada que estabelece como ponto de partida o ato de falar de si, de se confessar, fazendo surgir o problema do sujeito, a partir do seu interesse pela verdade, a verdade de si, que, consequentemente, acaba indo de encontro à verdade do outro. Foucault enfrenta questões levantadas por ele mesmo a partir de suas leituras e pesquisas que possivelmente permanecerão sem uma resposta à altura em seu último trabalho, a saber, a História da Sexualidade IV – As Confissões da Carne. Para nos ajudar a pensar sobre a constituição do sujeito da atualidade, tomo este último trabalho de Michel Foucault, propondo assim, nos lançar no problema que gira em torno do falar de si na filosofia antiga e da confissão de si no cristianismo, para questionar e pensar junto com Foucault, quem somos nós hoje

    FOUCAULT E EPICTETO: UMA BREVE EXPOSIÇÃO SOBRE O SUJEITO-OUTRO NA CONSITUIÇÃO DE SI

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    O problema do sujeito, para Foucault, tornou-se, assumidamente pelo próprio filósofo, prioridade em seus trabalhos, tendo sua principal questão filosófica de maior destaque e relevância sido problematizada a partir de 1981, quando em seus cursos e escritos, passou a discutir fortemente os variados processos de constituição que levaram, e ainda levam, o indivíduo à condição de sujeito. Pautando-se em discursos atravessados por jogos de saber-poder, Foucault trabalha no enviesamento da vontade de verdade em consonância com a subjetividade das relações supostamente estabelecidas entre sujeitos

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    SUBJETIVIDADE E VERDADE: A ESCRITA DE SI NAS CARTAS DE SÊNECA A LUCÍLIO À LUZ DE FOUCAULT

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    O que Foucault identifica como práticas de subjetivação entre os indivíduos e maisespecificamente, no caso que trago à luz para essa discussão, entre mestre e discípulo, elepropõe uma visada que estabelece como ponto de partida o ethos grego, que, aliás, teveinfluência direta no pensamento helenístico posterior. Fazendo surgir o problema da constituiçãodo sujeito, a partir do interesse pela verdade, a verdade de si, que, consequentemente,acaba indo de encontro à verdade do outro. Tentando dissolver a problemática levantadaem questionamentos que o inquietava e o levou a colocá-lo como critério norteador para sepensar e estabelecer o tripé: sujeito, subjetividade e verdade, Foucault com a coragem típicade um filósofo comprometido com a filosofia, enfrenta questões levantadas por ele mesmoa partir de suas leituras e pesquisas que possivelmente permanecerão sem uma resposta àaltura. Esse problema se eleva ainda hoje como um leviatã, o mesmo que desafiou os olharesmais criteriosos da filosofia antiga, atravessando toda história do pensamento ocidental, e,ainda hoje, com a mesma força de antes, se levanta diante dos olhos do filósofo da atualidade,para pensar o que Foucault apontou como sua grande questão filosófica: a problematizaçãodo sujeito! Para nos ajudar a pensar sobre a subjetividade e a verdade, temas tão caros aofilósofo francês, vou elencar para esta reflexão alguns fragmentos da carta IX, de Sêneca aLucílio cujo título é Sobre Filosofia e Amizade, propondo assim, pensar tais questões à luzdo estoicismo, objeto teórico em que Foucault lançou mão para se pensar esse sujeito, quese constitui a partir do outro, a partir da relação mestre-discípulo
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