1,720,961 research outputs found
Caracterização petrológica, química e isotópica do edifício 3 do Complexo Vulcânico La Hoyada e suas implicações para o vulcanismo nos Andes Centrais, Puna Austral, Catamarca
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2017.Texto parcialmente liberado pelo autor. Conteúdo liberado: Capítulos 2, 3, 4, 5, 6, Anexos I e II.Aqui são apresentados dados de química mineral, geoquímica e 87Sr/86Sr de grãos de plagioclásio e clinopiroxênio do Complexo Vulcânico La Hoyada. La Hoyada se localiza na borda sul do Planalto Puna-Altiplano, na Zona Vulcânica Central, na Cordilheira dos Andes, NW da Argentina and abrange 5.66Ma, assim sendo ideal para estudo das mudanças químicas na Puna de 7.04My até 1.38My, um intervalo no qual vulcanismo bimodal apareceu nesta região. O complexo é dividido em seis edifícios vulcânicos com distintos períodos de duração. A sequência basala abarca o primeiro edifício e a primeira litologia do edifício 4, com composições mais evoluídas. Há 4.63My, isto passou à sequência intermediária, durante a qual a maioria dos edifícios coexistiram e o magmatismo migrou em sentido norte, amostrando rochas mais pobres em sílica. Por volta de 1.73My, o regime extensional se instalou na Puna Sul, facilitando a amostragem de alguns mamas parentais por meio do uso da estrutura já existente. Atividade magmática continuou a migrar em direção norte e todo o registro termina abruptamente com o vulcanismo explosivo do Complexo Cerro Blanco, que corta La Hoyada e culmina em magmatismo bimodal associado aos basaltos andesíticos encontrados no topo estratigráfico de La Hoyada. A multitude de minerais apresenta amplos intervalos composicionais e muito pouco padrão composicional ou zonação regular. Não somente xenólitos de quartzo, como também fenocristais desequilibrados permeiam estas rochas com estruturas em corona e peneira. Quanto mais alto estratigraficamente, mais comum se torna olivina e mais altos Mg# e TiO2 dos minerais máficos. Geotermobarômetros em anfibólio e clinopiroxênio estão em desacordo com os aspectos texturais, reforçando magma mixing e assimilação da encaixante. O caráter cálcio-alcalino de alto K do complexo, no entanto, permaneceu intacto. Os dados geoquímicos mostram dois grupos distintos com diferentes magmas parentais que convergem composicionalmente para os espécimes mais ricos em SiO2, novamente corroborando mistura entre estes dois grupos em estágios de diferenciação distintos. Contudo, AFC é clara nas rochas menos evoluídas também. Um terceiro magma parental é sugerido, porém os únicos espécimes encontrados têm SiO2 maior que os supracitados.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).Here are presented mineral chemistry, geochemistry and 87Sr/86Sr data of plagioclase and clinopyroxene crystals of the La Hoyada Volcanic Complex. La Hoyada sits on the southernmost edge of the Puna-Altiplano Plateau, in the Central Volcanic Zone, in the Andes, NW Argentina and spans 5.66Ma, thus being ideal to probe the chemical changes in the Puna from 7.04My through 1.38My, an interval in which volcanic bimodalism emerged in this region. Divided in six volcanic edifices with distinct time spans, its basal sequence comprises the first edifice and the first lithology of edifice 4, with more evolved compositions. At 4.63My, this grades into the middle sequence, during which the majority of the edifices coexisted and magmatism moved northwards sampling silica-poorer rocks. Around 1.73My, extensional regimen started in the southern Puna facilitating the sampling of some parental magmas through the use of the previously existing structure. Magmatic activity kept migrating northwards and all the record ends abruptly with the cross-cutting explosive acidic volcanism in Cerro Blanco Complex, culminating in bimodal magmatism with the associated La Hoyada basaltic andesites. The plethora of minerals show broad composition intervals and very little compositional pattern or regular zoning. Not only quartz xenocrysts, but also unequilibrated phenocrysts permeate these rocks with sieve and corona textures. The higher we go in the stratigraphy, the more common olivine becomes and the higher Mg# and TiO2 contents mafic minerals have. Amphibole and clinopyroxene geothermometers do not follow textural aspects, thus reinforcing wall-rock assimilation and magma mixing. The high-K calc-alkaline character of the complex, however, remained unchanged. The geochemistry data shows two distinct groups with different parental magmas that compositionally converge towards the silica-richest specimens, again supporting mixing between these two groups in distinct differentiation stages. Nevertheless AFC is crystal clear from the least evolved rocks as well. A third parental magma is elusive, but the only samples found have higher SiO2 contents than the abovementioned ones.Instituto de Geociências (IG)Programa de Pós-Graduação em Geologi
Caraterização petrográfica, geoquímica e isotópica do sieníto de uruana e suas implicações sobre a gênese do magmatismo sin-tectônico da faixa Brasília
Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Pós-Graduação em Geologia, 2016.A Faixa Brasília é um grande cinturão Neoproterozóico que se localiza na parte central do Brasil e é constituído pelas seguintes unidades morfotectônicas (I) uma espessa sequência de rochas sedimentares e metassedimentares Neoproterozoicas, (II) O bloco arqueando Goiás (IV) complexo granulítico Anápolis-Itauçu, e (IV) Arco magmático Neoproterozóico de Goiás. A parte central e sul da Faixa Brasília se caracteriza pela presença de um extenso magmatismo sin- a pós-colisional. O sienito Uruana é um complexo intrusivo composto principalmente por um corpo quartzo sienítico elipsoidal que mede 20x7 quilômetros e está alongado na direção E-W, um corpo alongado na direção NW-SE e alguns stocks subordinados de composição álcali-feldspato sieníticas que afloram a norte do corpo principal e têm até 1 quilômetro de diâmetro, Todos os litotipos do sienito de Uruana apresentam deformação proto-milonítica a milonítica e uma paragênese metamórfica de xisto verde, Esses intrusivos preservam algumas texturas e minerais primários. Os quartzo sienitos representam a principal litologia do corpo principal e se caracterizam por ter uma textura porfirítica definida por fenocristais centimétricos de microclínio envolvidos por matriz fanerítica composta principalmente por edenita, flogopita, k-feldspato quartzo e plagioclásio. Os quartzo sienítos se caracterizam pela presença de enclaves microgranulares (EM) que têm composições que desde granodiorítica até quartzo sienítica e são representados por uma paragênese mineralógica de microclínio, edenita, pargasita, flogopita e em menores quantidades de diopsídio plagioclásio e quartzo. A parte norte do corpo principal é interceptada por diques sin-magmáticos de composições que variam desde ultramáficas a intermediarias. Os diques ultramáficos são principalmente constituídos por flogopita, diopsídio e menores conteúdos de álcali feldspato. Os diques intermediários apresentam uma paragênese mineral similar ao quartzo sienito hospedeiro que é representada minerais essências de álcali felsdpato, anfibólio, flogopita e menores quantidades de quartzo e plagioclásio. Os stocks subordinados são principalmente constituídos por álcali-feldspato sienitos. Mostram textura porfirítica definida por fenocristais de tamanhos centimétricos de microclínio e micro-fenocristais de diopsídio e augita imersos em matriz microfanerítica de k-feldspato, biotita e em menor conteúdo de quartzo e plagioclásio. O sienito de Uruana se caracteriza geoquimicamente por ter ampla variação em SiO2 (45.08 -67.12%) alto conteúdo de K2O (2.25 -8.62 %), altas razões de K2O/Na2O (1.42-4.46), altos enriquecimentos em LIlLE (Ba=270-5897 ppm; Sr=294-2185 ppm) e em terras raras leves (LREE). Características geoquímicas indicam que as rochas do sienito de Uruana têm afinidade potássica a ultrapotásica. Os quartzo sienítos têm assinatura potássica, os diques ultramáficos têm assinatura lamproítica, enquanto os álcali-feldspato sienito têm assinatura minettica e os diques e MMes são rochas ultrapotássicas transicionais. Os quartzo sienitos e os EM tem valores de εNd que variam entre 9.06 -+0.22. Características geoquímicas e isotópicas do Sienito Uruana sugerem que os magmas geradores destas rochas, foram derivados da fusão parcial do manto litosférico heterogêneo metassomatizado com pequenos aportes do manto astenosférico. Idades de U-Pb em zircão indicam que o sienito de Uruana se cristalizou em 614.7±3.1 Ma, essa idade é contemporânea ou pouco mais jovem com o do pico metamórfico da orogenia Brasiliana na porção central da Faixa Brasília, sugerindo que a fusão parcial do manto continental litosférico metassomatizado e o manto astenosférico ocorreu num contexto sin a pós colisional associado a delaminação litosferica. Este processo permitiu a ascensão do manto astenosférico que causou a fusão parcial de pequenas porções do manto astenosférico, por descompressão adiabática e ao mesmo tempo gerou uma anomalia térmica que deu origem a uma fusão extensiva do manto continental heterogêneo metassomatizado.The Brasília Belt is a large Neoproterozoic orogenic belt in central Brazil consisting of different morphotectonic units: (i) Neoproterozoic supracrustal sequences (ii) the Goiás Archean block (iii) the Anápolis-Itauçu granulite complex and iv) the Neoproterozoic Goiás Magmatic Arc. An extensive syn- to post-collisonal magmatism is present in the central and southern parts of the Brasilia belt. The Uruana syenite represents a complex intrusive composed by a main ellipsoidal body of quartz syenites with dimension of approximately 20x7 km to the west, an elongated body to the east and some peripheral stocks of alkali feldspar granites.of approximately 1 km in diameter located to the NW of the main body, all intrusives body show a green schist metamorphic paragenesis and a proto-mylonitic to mylonitic deformation, preserving primary magmatic textures. Porhyritic quartz syenites represents the most abundant lithology of the main ellipsoidal body. Their texture is characterized by cm-size phenocrysts of microcline in a faneritic matrix composed of edenite, biotite, microcline, and minor quartz diopside, augite and plagioclase. The quartz syenite is characterized by the presence of microgranular enclaves (Mes) with granodioritic to quartz syenitic composition and is represented by microcline, edenite, pargasite, phlogopite, and minor diopside plagioclase and quartz. Syn-magmatic dykes, of ultramafic to intermediate composition cropout in the northern sector of the main body. The ultramafic dykes are mainly constituted of phlogopite, diopside and minor k-feldspar, whereas intermediate dikes have paragenesis similar to the quartz syenitic host. The peripheral stocks are represented by porphyritic alkali feldspar syenite with cm-size microcline phenocrysts and clinopyrexene microphenocryst in a microfaneritic matrix of k-feldspar, phlogopite, and minor quartz and plagioclase. The geochemical composition of the Uruana syenite rocks show wide variation in SiO2 (45.08 to 67.12 wt. %), high K2O content (2.25 to 8.62 wt. %), high K2O/Na2O ratios (1.42 to 4.46), display strong enrichment in LILE (e.g., Ba=270-5897 ppm; Sr=294-2185 ppm) and rare earth elements (LREE). The Uruana syenite rocks have potassic to ultrapotassic affinit i) ultramafic dykes show lamproitic signature, ii) felsic dike and the Mes have transitional ultrapotassic characteristics iii) Alkali feldspar syenite present minette-type signature and iv) syenite have potassic signature. The quartz syenite and the Mes show variable Nd isotopic compositions with εNd values varying from −9.06 to +0.22. Geochemical and isotopic characteristics suggest that the different lithotypes of the Uruana syenite represent magmas derived by partial melting of a heterogeneous Metasomatized Continental Lithospheric Mantle (MCLM) and in minor part of the asthenospheric mantle. The crystallization age of the Uruana syenite of 614.7 ± 3.1 Ma similar to the age of the metamorphic peak in the central part of the Brasilia belt suggesting that the partial melting processes could be related to lithospheric delamination. This mechanism permitted the ascent of hot astenospheric mantle that underwent to small scale partial melting by adiabatic descompresssion and at the same time generated a thermal anomaly that generated a more extensive partial melting of the MCLM.Instituto de Geociências (IG)Programa de Pós-Graduação em Geologi
Caracterização petrológica e metalogenética do depósito de Au de Marmato, Manizales, Colômbia
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2016.O depósito de ouro de Marmato se encontra localizado em uma das principais províncias minerais na Colômbia, o cinturão do Cauca Médio, associado a um arco vulcânico, com idade que varia do final do Oligoceno até o final de Mioceno. A suíte Marmato e Aguas Claras (MACS) hospeda mineralização de ouro epitermal na parte superior e do tipo vênulas na parte profunda do grupo Marmato e uma mineralização de ouro do tipo pórfiro no grupo Aguas Claras. As idades da MACS se encontram entre 6,58 ± 0,07 Ma e 5,74 ± 0,14 Ma (U-Pb LA-ICP-MS, em zircão). Adularia hidrotermal relacionada com as zonas epitermal e do tipo vênulas, em profundidade, mostra idades 40Ar / 39Ar de 6,05 ± 0,02 Ma e 5,96 ± 0,02 Ma, as quais estão incluídas entre as intrusões pré e pós-mineralização do grupo Marmato. A MACS é composta principalmente por andesitos e dacitos, cálcio-alcalinos a cálcio-alcalinos de alta K, do tipo oxidado, pertencentes à série magnetita com alta porcentagem de Mn-ilmenita e baixa de magnetita, caracterizadas por uma assinatura "semelhante aos adakitos" com relativamente alta relação Sr/Y (>55), baixa La/Yb (55), low La/Yb (<20), Mg# <0.5, and (DyN/YbN) <1.5. Geochemistry and Sr-Nd isotopic compositions suggest a magma generated by partial melting of the mantle wedge followed by minimal crustal contamination and crystal fractionation at high ƒO2 - hydrous conditions. Compositional similarities between the MACS and spatially associated intrusions with gold deposits in Colombia mostly reflect similar regional-scale process for the generation of productive intrusions through the late Miocene after a prolonged period of arc magmatism that began in the late Oligocene (and is still active). Magmatic Mn-ilmenite bearing rocks not just suggest high ƒO2 in the magma, but also along with hydrothermal pyrrhotite characterized the Marmato epithermal to veinlet at depth Au mineralization and generate medium low susceptibility values and natural remanent magnetization (NRM) intensities. This highlight the importance of this type of deposit as interesting targets for exploration in the late Miocene volcanic arc in Colombia, in addition to those with typical associated magmatic-hydrothermal bearing magnetite (disseminate/veinlets).Instituto de Geociências (IG)Programa de Pós-Graduação em Geologi
Proveniência dos grupos Araxá e Ibiá na porção sul da Faixa Brasília
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2017.Esta dissertação tem o objetivo realizar estudos de proveniência pelos métodos de difratometria de Raios-x, fluorescência de Raios-x, U-Pb e Hf (La-ICP-MS) em grãos de zircão detríticos das rochas dos grupos Araxá e Ibiá nas proximidades de Pires do Rio (GO), além de caracterizar isotopicamente o magmatismo Maratá, e estabelecer os limites temporais de sedimentação dos grupos Araxá e Ibiá. Estudos recentes descrevendo a geologia das rochas do Grupo Araxá sugerem que ele é formado por dois conjuntos de rocha composicionalmente distintos. O primeiro, definido nas proximidades de Araxá, compreende abundantes exposições de rochas máficas associadas a micaxisto e quartzito. O segundo, no estado de Goiás, com predominância de rochas metapeliticas e presença eventual de corpos máficos. Adicionalmente são também identificados pequenos corpos de rochas ultramáficos provavelmente equivalentes aos da “mélange” ofiolitica de Goiás bem como granitos e riolitos peraluminosos da Sequência Maratá. A geoquímica não possibilitou diferenciação quanto as diferentes rochas ou proveniência. O Grupo Ibiá, no presente estudo apresentou idade máxima de deposição estimada em 620 Ma com grão mais jovem de 619 Ma. Foram observados valores de TDMHf entre 1,0 e 1,5; 1,9 e 2,0; e entre 2,5 e 3,0 Ga e Hf entre 9 e -18. O Grupo Araxá, no sul da área de trabalho, tem proveniência similar à das rochas da região de Araxá em Minas Gerais. Entende-se a continuidade e homogeneidade do Grupo Araxá na porção sul da Faixa Brasília. Este grupo de rochas apresenta idade máxima de deposição estimada em 1,0 Ga e grão mais jovem de 961 Ma. As amostras apresentam TDMHf entre 1,3 e 3,0 Ga e Hf 12 e -13. Na porção norte da área de trabalho, o Grupo Araxá apresenta proveniência muito semelhante à da Sequência Maratá, com grãos de zircão prismáticos, com pouco transporte, sugerindo a interpretação da Sequência como fonte desses sedimentos. Este grupo de rochas apresenta idade máxima de deposição estimada em 750 Ma, grão mais jovem de 731 Ma. Apresenta também TDMHf entre 1,58 e 1,98 Ga e Hf entre -6 e – 17. A Sequência Metavulcanossedimentar Maratá, de idade UPb 791+-6 Ma apresenta TDMHf entre 1,6 e 1,8 Ga e Hf negativo, entre -6 e-15. Os dados de geoquímica isotópica permitem a conclusão de que há dois conjuntos de dados distintos no Grupo Araxá, limitados provavelmente pela série de plútons graníticos, denominados como Tipo Piracanjuba, alinhados na orientação leste-oeste que acompanha limites de corpos dos granitos neoproterozoico.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).This dissertation has the objective to carry out studies of provenance by the methods of diffractometry of X-rays, X-ray fluorescence, U-Pb and Hf (La-ICP-MS) in detrital rock zircon grains of the Araxá and Ibiá groups near Pires do Rio (GO), besides characterizing isotopically the magmatism Maratá, and establish the temporal limits of sedimentation of the Araxá and Ibiá groups. Recent studies describing the geology of the rocks of the Araxá Group suggest that it is formed by two sets of compositionally distinct rock. The first, defined in the vicinity of Araxá, comprises abundant exposures of mafic rocks associated with micaxist and quartzite. The second, in the state of Goiás, with predominance of metapelitic rocks and eventual presence of mafic bodies. In addition, small bodies of ultramafic rocks are also equivalent to those of the "Mélange" ofiolitica of Goiás as well as granites and peroluminous rhyolites of Maratá sequence. Geochemistry did not allow differentiation as to the different rocks or provenance. The Ibiá Group, in the present study, presented maximum deposition age estimated at 620 Ma with younger grain of 619 Ma. There were values of TDMHf between 1.0 and 1.5; 1.9 and 2.0; and between 2.5 and 3.0 Ga and Hf between 9 and -18. The Araxá Group, in the south of the work area, has similar to that of the rocks of the region of Araxá in Minas Gerais. Continuity and homogeneity are understood of the Araxá Group in the southern portion of the Brasilia Band. This group of rocks presents a maximum age of deposition at 1.0 Ga and the youngest grain at 961 Ma. The samples had TDMHf between 1.3 and 3.0 Ga and Hf 12 and -13. In the northern portion of the work area, the Araxá Group presentes very similar to the Sequence Maratá, with prismatic zircon grains, with little transport, suggesting the interpretation of the Sequence as a source of these sediments. This group of rocks presentes maximum age of deposition estimated at 750 Ma, youngest grain of 731 Ma. TDMHf between 1.58 and 1.98 Ga and Hf between -6 and -17. The Sequence Metavulcanadosedimentar Maratá, de age UPb 791 + -6 Ma presents TDMHf between 1.6 and 1.8 Ga and negative Hf, between -6 and -15. The data from Isotope geochemistry allow the conclusion that there are two distinct datasets in the Araxá Group, probably bounded by the series of granite plutons, called the Piracanjuba Type, aligned in the east-west orientation that accompanies neoproterozoic granite body boundaries.Instituto de Geociências (IG)Programa de Pós-Graduação em Geologi
Complexo Anelar Caramuru paleozóico do tipo- A no domínio Seridó, Província Borborema, NE- Brasil
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação, 2012.A Província Borborema é uma unidade geotectônica Brasiliana-PanAfricano formada como resultado da convergência dos cratons Amazônico, São Luis, Africa Oeste e São Francisco-Congo. Ele consiste de partes de núcleos arqueanos e um embasamento gnáissico-migmatítico Paleoproterozóico, sobrepostos por sequências supracrustais meso-neoproterozóicas. A Província Borborema é caracterizada por um extenso e diversificado plutonismo neoproterozoico-cambriano. A área de estudo está localizada no Rio Grande do Norte, onde foram reconhecidos dois complexos intrusivos de tipo anelares não deformados. Os dois complexos são constituídos por um monzo-sienogranito rosa na parte interna e por um monzogranito cinza na parte externa. Ambos os granitos são subalcalinos e ligeiramente peraluminous com alto teor de K2O. Os monzogranitos cinza é caracterizado por forte fracionamento das Terras Raras pesadas (HREE) e valores εNd variando de -22,4 para -22,9. O sienogranito rosa é caracterizado por um fraco fracionamento das HREE e εNd variando de -16,1 para -21,4. Uma fácies sienítica com caráter shoshonítico e metaluminoso tem sido reconhecida em um dos complexos. Abundante inclusões microgranulares máficas hospedadas nos granitos rosa e cinza, e nos sienitos tem caráter shoshonítico e metaluminoso com fraco fracionamento das HREE e εNd variando de -11,4 para -14,2. Duas datações U-Pb em zircão foram realizadas em diferentes facies dos dois complexos: monzogranito cinza e sienito. Medidas de isótopos de Hf foram realizadas em zircão da amostra sienítica. As análises foram realizadas usando LA-MC-ICP-MS Neptune no Laboratório de Geocronologia do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília, e forneceram duas idades de 481 ± 6 Ma 492 ± 9 Ma. Os valores de εHf de zircões magmaticos analisados variam de -0,11 a -8,71. Nossos dados sugerem que essas intrusões representam três diferentes tipos de magma: um magma básico para intermediário com afinidade shoshonítica e derivação do manto litosférico, e dois magmas graníticos diferentes com assinatura de crosta inferior e crosta superior, respectivamente. ______________________________________________________________________________________________ ABSTRACTThe Borborema Province is a Brasilian-Pan-African geotectonic unit formed as a result of the convergence of the Amazonian, West African–São Luis, and São Francisco–Congo cratons. It consists of portions of Archeans cores and gneissicmigmatitic Paleoproterozoic basement, superimposed by Mezoproterozoic to Neoproterozoic supracrustal sequences. The Borborema Province is characterized by an extensive and diversified Nneoproterozoic to Cambrian plutonism. The study area is located in Rio Grande do Norte state where two undeformed ring-complex type intrusives were recognized. Both complexes are constituted by a pink monzo-syenogranite in the inner part and by a grey monzogranite in outer rims. Both granites are subalkaline and slight peraluminous with high K2O content. The grey monzogranites is characterized by strong HREE fractionation and εNd values varying from -22.4 to -22.9. Pink syenogranite is characterized by slight HREE fractionation and εNd varying from -16.1 to -21.4. A syenitic facies with shoshonitic and metaluminous character have been recognized in one of the complexes. Abundant mafic microgranular inclusions hosted in the pink and gray granites, and in the syenites have shoshonitic and metaluminous character, slight HREE fractionation and εNd varying from -11.4 to -14.2. Two U-Pb datings on zircons were carried out on different facies from the two complexes: the grey monzogranite and syenite. Hf isotope measurements were carried out on zircons from the syenitic sample. Analyses were carried out using LA-MC-ICPMS Neptune at the Laboratory of Geochronology of the Geosciences Institute at the University of Brasilia, and gave two ages of 481±6 Ma 492±9 Ma. The εHf values of analyzed magmatic zircons vary from -0.11 to -8.71. Our data suggest that these intrusives represent three different types of magma: a basic to intermediate magma with shoshonitic affinity and lithospheric mantle derivation, and two different granitic magmas with lower crust and the upper crust signature respectively.Instituto de Geociências (IG)Programa de Pós-Graduação em Geociências Aplicadas e Geodinâmic
Charnockitos e ortognaisses da porção centro-oeste do bloco arqueano de Goiás : dados geoquímicos e isotópicos
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2012.O Bloco Arqueano de Goiás é composto de uma associação de complexos granito-gnáissicos separados por estreitas faixas de greenstone belt, ambos objeto de mapeamentos geológicos em diversas escalas e variados estudos desde o final dos anos 1970. Dentre os complexos, os situados na porção centro-oeste, denominados de Anta e Caiçara, só recentemente tem merecido mapeamento na escala 1:50.000, durante o qual foi reconhecida a presença de charnockitos associados às suítes TTG. A integração de dados geológicos, petrográficos, geoquímicos e isotópicos Sm-Nd, U-Pb e Lu-Hf permitiu identificar quatro unidades litológicas na área estudada. A maior extensão é composta de gnaisses tonalíticos intrudidos por corpos menores de granodiorito, monzogranito e rochas da série charnockítica. Dados geoquímicos mostram que os gnaisses tonalíticos possuem assinatura típica de TTGs, assim como os corpos de granodiorito, dos quais os de monzogranito diferem. Rochas da série charnockítica ocorrem como manchas e são constituídas por diorito, quartzo diorito e piroxênio tonalito com texturas ígneas preservadas. Dados isotópicos registram que os gnaisses tonalíticos são os mais antigos da área, com idade TDM mínima de 3,1 Ga e de cristalização U-Pb de 3,144 ± 35 Ga. As demais unidades possuem idades TDM em torno de 2,9 Ga e de cristalização U-Pb próximas de 2,8 Ga. As rochas estudadas são interpretadas como remanescentes de um arco magmático adjacente a uma margem continental arqueana com indícios de reajuste isotópico durante o início do Neoarqueano. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACTThe Goiás Archean block consists of an association of granite-gneiss complexes separated by narrow greenstone belt, both object of diverse scale geological mapping and several studies since the end of the 1970’s. Among the complexes, those situated in the central western portion of the block, named Anta and Caiçara, only recently underwent geological mapping in the 1:50.000 scale and during which the occurrence of charnockites was recognized in association with rocks of the TTGs assemblage. The integration of geologic, petrographic, geochemical and Sm-Nd, U-Pb and Lu-Hf data allowed the recognition of four rock units in the studied area. Most part of the area consists of tonalitic gneisses intruded by smaller granodiorite, monzogranite bodies and rocks of the charnockitic series. Geochemical data show that the tonalitic has the typical TTG signature, as well as the granodiorite intrusions, from which the monzogranite differs. Rocks of the charnockitic series occur as small patches composed of diorite, quartz diorite and pyroxene tonalite with preserved igneous textures. Isotopic data show that the tonalitic gneisses are the oldest rocks, with TDM minimum age of 3.1 Ga and U-Pb zircon crystallization age of 3.144 ± 35 Ga. The other rock units have TDM ages around 2.9 Ga and U-Pb zircon age around 2.8 G. The studied rocks are interpreted as remains of a magmatic arc adjacent to an Archean continental margin, with evidence of isotopic partial resetting during the beginning of the Neoarchean.Instituto de Geociências (IG)Programa de Pós-Graduação em Geologi
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Variations on the Author
“Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis
We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis
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