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Cartas de roma (1822-1823): tradução comentada das missivas de Giacomo Leopardi para o português
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2015.Esta tese consiste na tradução comentada para o português das missivas escritas por Giacomo Leopardi (1798-1837) em sua primeira estadia romana, as chamadas ?Cartas de Roma? (1822-1823). O trabalho inicia com uma apresentação das principais edições e coletâneas existentes do epistolário leopardiano e com um panorama geral das cartas. Analisa, em seguida, a experiência romana de Leopardi e o corpus da tradução. Com base em reflexões sobre leitura, língua, escrita e tradução, desenvolvidas pelo próprio Leopardi a partir de sua experiência de escritor e tradutor, a tese discute os problemas enfrentados e as soluções encontradas no processo tradutório, numa perspectiva voltada ao texto leopardiano.Abstract : This thesis consists of a commented translation into portuguese of the letters written by Giacomo Leopardi (1798-1837) in his first roman stay, called ?Letters from Rome? (1822-1823). The work begins with a presentation of the most important editions and selections of Leopardi?s correspondence and a view of all the letters. Then it investigates Leopardi?s roman experience and the letters from Rome. Based upon considerations about reading, language, writing and translation developed by Leopardi in his own writer and translator?s experience, it analyses some of the most important textual elements to discuss the faced problems and the proposed solutions in the translation process
A poética de Leopardi: gênero e tradução no Zibaldone di Pensieri
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Curso de Pós-Graduação em LiteraturaNa vasta literatura sobre Leopardi, as peculiaridades fundamentais de sua poética ainda não foram devidamente exploradas, pois a crítica sobre esse escritor tem se dedicado predominantemente ao poeta e não ao ensaísta. Essa preferência tem encoberto momentos estruturais mais sólidos e profundos e a originalidade de sua visão estética. A presente tese é dedicada aos problemas da poética de Leopardi e analisa o Zibaldone di Pensieri (1817-1832) sob esse ângulo. O estudo dessa obra me levou a concluir que ele criou um tipo radicalmente novo de pensamento artístico-literário, com contribuições originais, entre outros, na teoria dos gêneros e na teoria da tradução. Do Zibaldone emerge um gigante teórico e crítico à altura de seus antecessores Giordano Bruno e Vico e anunciando seus sucessores Croce e Gramsci
A poesia nos cursos de estética de Hegel e no Zibaldone de Leopardi
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em LiteraturaA palavra estetica vem do grego IO0NTKN ou aisthesis e seu significado esta vinculado a percepcao e tambem a nocao do que e sensivel ou daquilo que se re-laciona com a sensibilidade. Baumgarten quando usou pela primeira vez, em 1735, a palavra estetica, descreveu-a como a ciencia da beleza. Nos Cursos de Estetica, publicado em 1835, Hegel descreve a sua filosofia da arte, a ciencia do belo, e, mais especificamente, do belo artistico, uma vez que dela se exclui o be-lo natural. Mostra a relacao da poesia com as demais artes e explicita de modo preciso o lugar da poesia como arte. Ja no Zibaldone di Pensieri (1817-1832), Leopardi elabora o seu pensamento estetico atraves da criacao de um sistema de Belas-Artes, especulando sobre o belo, o sublime, o prazer, a simplicidade, o habito, a novidade, a imitacao, a feiura, a surpresa, o gosto, entre outros. Por is-so, o objetivo principal desta tese e verificar como as esteticas de Hegel e Leo-pardi dialogam, especialmente, as formulacoes sobre poesia. A analise permitiu constatar que existem convergencias entre as abordagens esteticas na poesia en-tre o filosofo alemao e o poeta italiano no que tange a distincao entre belo e na-tural, a imaginacao, ao genio, ao elogio aos antigos e a critica aos romanticos, ao gosto, a feiura e a simplicidade. Mas o ponto central de convergencia entre os dois estudiosos deve ser atribuido a imaginacao, uma vez que em Leopardi ela tambem esta relacionada com a sensibilidade e com a criacao artistica. Ja os elementos divergentes sao a nocao de beleza, a hierarquizacao da poesia quanto aos generos literarios, a imitacao e o sublime. Mas o conceito de beleza e a grande diferenca entre Hegel e Leopardi, uma vez que o primeiro se move no terreno do espirito e da historia e o segundo se move no terreno da natureza. Em Hegel, a reflexao esta ancorada nos estimulos sensiveis. Em Leopardi, por outro lado, no habito.The word aesthetics comes from the Greek IO0NTKN or aisthesis and its mean-ing is tied to perception and also to the notion of what is sensitive or that which relates to sensitivity. When Baumgarten first used the word aesthetic in 1735, he described it as the science of beauty. In Courses in Aesthetics, pub-lished in 1835, Hegel describes his philosophy of art, the science of beauty, and more specifically, of artistic beauty, since it excludes natural beauty. He shows the relationship of poetry with other arts and explains precisely poet-ry#fs place as an art. In the Zibaldone di Pensieri (1817-1832), Leopardi de-velops his aesthetic ideas by creating a system of Fine Arts, speculating about the beautiful, the sublime, pleasure, simplicity and habit, novelty, imitation, the ugly, surprise, taste, among others. Therefore, the main objective of this thesis is to verify how the aesthetics of Hegel and Leopardi dialogue, espe-cially, the formulations about poetry. The analysis allowed noticing that there are similarities between the aesthetic approaches in poetry from the German philosopher and the Italian poet regarding the distinction between natural and beautiful, the imagination, the genius, the cheering of the old and the criticism of the Romantics, the taste, the ugliness, and simplicity. But the central point of convergence between the two scholars should be assigned to the imagina-tion, since in Leopardi it is also related to sensitivity and artistic creation. On the other hand, the divergent elements are the notion of beauty, poetry in the hierarchy of literary genres, the imitation and the sublime. Yet the concept of beauty is the main difference between Hegel and Leopardi, since the first moves on the grounds of spirit and history, and the second moves in the field of nature. In Hegel, the reflection is anchored in sensitive stimuli, in Leopardi on the other hand, in the habit
Leopardi. Dychanie vecnosti
Traduzione in lingua russa del saggio critico cura di F. Cacciapuoti, e di brani scelti dell'opera di Giacomo Leopardi. Catalogo mostra Tolstoj Leopardi. Il respiro dell'anima (Recanati / Jasnaja Poljana-Tula, 2011
A tradução como experiência e reflexão no Epistolario e no Zibaldone di Pensieri de Giacomo Leopardi
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2012Esta dissertação analisa as reflexões sobre tradução de Giacomo Leopardi (1798-1837) presentes no Epistolario (1807-1837) e no Zibaldone di Pensieri (1817-1832), no período de 1817 a 1832 por meio de um estudo comparativo. O primeiro capítulo traz uma breve contextualização do cenário histórico-literário do século XIX, que evidencia os acontecimentos que geraram o intenso debate entre Classicistas e Românticos, e contempla o percurso do autor de Recanati nessa discussão. O segundo capítulo aborda o Epistolario e o Zibaldone, à luz dos gêneros literários, e evidencia a importância deles no conjunto da obra do autor de Recanati. O terceiro capítulo apresenta uma análise dos principais aspectos sobre tradução discutidos pelo autor italiano, dos quais destacam-se: a tradução como exercício para se tornar um importante escritor; a importância da retradução dos Clássicos; a questão da (in)intraduzibilidade; a fidelidade ao original e a questão da língua no que diz respeito ao estilo, ao caráter e à adaptabilidade na tradução.Abstract : This dissertation analyzes the reflections on translation by Giacomo Leopardi (1798-1837) found in Epistolario (1807-1837) and Zibaldone di Pensieri (1817-1832), within the period from 1817 to 1832 through a comparative study. The first chapter presents a brief contextualization of the 19th century historical and literary scenery, that highlight the events which generated the intense debate between Classicists and Romantics, and it thinks over the path of Recanati#s author in this discussion. The second chapter approaches Epistolario and Zibaldone, under the light of literary genres, and highlight their importance within the entire work of Recanati#s author. The third chapter presents an analysis of the main aspects on translation discussed by the Italian author, which include: the translation as an exercise to become a good writer, the importance of retranslation of the Classics, the issue of (in)translatability; fidelity and the question of the original language with regard to style, the character and adaptability in translation
Leopardi e le leggi come “arzigogoli”. riflessioni sul disordine normativo
Il contributo esamina il pensiero di Leopardi sulla produzione legislativa e, da qui, sviluppa alcune considerazioni sul rapporto tra diritto legislativo e diritto di natura e sullo stato della produzione normativa nell'attualità
Oltre la memoria e l’infanzia. Noia e non-vivere da Alfieri a Leopardi
Simona Costa Premessa - Philippe Lejeune Frontières – Andrea Battistini Il bambino e l’adulto nella Vita di Alfieri: continuità o frattura? – Enrico Ghidetti Infanzia e memoria: dall’età dell’oro alla storia universale – Maria Antonietta Terzoli Il paradigma dell’infanzia nella Vita dell’Alfieri – Giuseppe Antonio Camerino Oltre la memoria e l’infanzia. Noia e non-vivere da Alfieri a Leopardi – Sandro Baldoncini Dalla sperimentazione alla poesia: noterella montiana – Inge Botteri Vecchio bambino e cattivi maestri vs uomo nuovo e buoni consigli – Patrizia Oppici L’autobiografia troncata dalla rivoluzione: Madame Roland e Florian – Pietro Frassica Baretti, Alfieri e il Piemonte: due generazioni a confronto – Marziano Guglielminetti Senza ironia: l’Epoca prima della Vita di Alfieri – Franco D’Intino Errore, ortografia e autobiografia in Leopardi e Stendhal – Marcello Verdenelli Scacco alla Regina: Leopardi e il “primo amore” – Franco Vazzoler Fra autobiografie, romanzi e pratica drammaturgica: la prima esperienza del teatro – Paola Magnarelli Infanzia dell’eroe: la ricostruzione delle origini in due autobiografie di provincia – Roberta Turchi I ricordi d’infanzia di Carlino Altoviti – Franco Ferrucci Simbologia romantica della morte infantile – Marco Dondero “Quelle sò bbell’età, pper dio de leggno!” Memoria e infanzia nei Sonetti di Belli – Gabriele Cingolani Per la Causa de’ ragazzi. Motivazioni autobiografiche e istanze civili nell’attività pedagogica di Pietro Giordani – Laura Melosi Leopardi tra autobiografia e romanzo – Laura Ghidetti Filzero, Lelio e Pilla contro Amostante. Ricordi d’infanzia di casa Leopardi – Francesca Mecatti Memoria e infanzia nei Pensieri di Leopardi – Costanza Geddes da Filicaia Trame della memoria e ricordo dell’infanzia nell’Epistolario leopardiano - Indice dei nom
Leopardi personnage et "L'infini"
Cet article examine quelques-unes des façons dont le poème de
Giacomo Leopardi, L'infini, a été réutilisé et réécrit au cours du vingtième
siècle et jusqu'à ces dernières années. Il porte surtout sur le phénomène du
“Leopardi fictif” dans deux textes en particulier : la nouvelle Dialogo di un
poeta e di un medico (1977) de Primo Levi, et le drame L'infinito (2012) de
Tiziano Scarpa.
The essay examines some of the ways in which Giacomo
Leopardi's lyric L’infinito has been reused and rewritten during the twentieth
century and up to recent years. Attention is focused above all on the
phenomenon of the "fictional Leopardi", analysing in particular two texts:
Primo Levi's short story Dialogo di un poeta e di un medico (1977), and
Tiziano Scarpa's drama L'infinito (2012)
La prospettiva antropologica nel pensiero e nella poesia di G. Leopardi
Relatori: Antonio Prete, Nomadismo dello sguardo e pensiero dell’alterità. Sull’antropologia poetica di Leopardi; Pietro Clemente, Comparazioni immaginative: Leopardi preantropologo; Ernesto Miranda, Sulla natura degli uomini. Leopardi e l’antropologia filosofica; Gilberto Lonardi, Prima della scrittura: sublime del qualunque, sublime del lontano nel «Canto notturno»; Perle Abbrugiati, “Se ben vi si guardasse”. La critica leopardiana del pensiero a priori, tra filosofia e antropologia; Marco Moneta, “Dal bosco a civiltade”. Antropologia e storia in Leopardi; Alessandra Aloisi, Esperienza del sublime e dinamica del desiderio in Giacomo Leopardi; Gilda Policastro, “La ragion perché i morti ebber sotterra...”. Per un’antropologia dell’Ade; Jean-Charles Vegliante, L’altro, gli altri: umanità vicina e distante nei «Canti» fino a «Il risorgimento»; Emma Giammattei, Immagine antica, primo uomo, primissima lingua; Giulia Corsalini, Pianto e consolazione nella prima sepolcrale e nelle sue fonti; Joanna Ugniewska, L’uomo moderno e l’esperienza del mondo in base ai «Pensieri» e alle «Operette morali» di Leopardi; Nicola Feo, Il concetto di “società stretta”. Antropologia e politica in Leopardi; Andrea Malagamba, Seconda natura, seconda nascita.
L’ “assuefazione” nel pensiero antropologico di Leopardi; Rolando Damiani, L’antropologia perenne di Giacomo Leopardi; Stefano Gensini, Sulla componente antropologica del pensiero linguistico leopardiano; Andrea Campana, La figura di Adamo nell’opera leopardiana. Possibili intertestualità; Claudio Costa, Considerazioni antropologiche sui fenomeni di rima nei «Canti» e nella poesia popolare; Valerio Camarotto, L’invenzione dell’alfabeto e l’ “incivilimento”. Riflessione linguistica e antropologica comparata nello «Zibaldone»; Luigi Lombardi Satriani, Linguaggi del dolore e dell’amore nello «Zibaldone»; Novella Bellucci, Per un contributo alla definizione del modello leopardiano di “magnanimo”; Paolo Zublena, L’infinito qui. Deissi spaziale e antropologia dello spazio nella poesia di Leopardi; Rosalba Galvagno, Leopardi e la funzione del suono nell’aspirazione umana all’ “infinito”; Stefania Nociti, Leopardi e la funzione del suono nell’aspirazione umana all’ “infinito”; Pantaleo Palmieri, La gloria letteraria tra “forza di illusione” e “godimento nel mondo e nella società”; Giulio Ferroni, Rimediare alla civiltà: antropologia ed ecologia; Sebastian Neumeister, L’antropologia della compassione in Leopardi; Massimo Natale, Immaginare il lontano. Leopardi e i popoli extraeuropei: letture e percorsi; Marco Balzano, Memorie della «Crònica del Perù» di Pedro de Cieza in Leopardi; Elisabetta Brozzi, I demoni di Leopardi; Michael Caesar, Sul corpo di Leopardi; Gaspare Polizzi, La scoperta del “meglio non esser nati” nelle letture del primo soggiorno romano; Stefano Biancu, Il corpo e la poesia: Leopardi critico; Anna Clara Bova, Leopardi e la zoonomia di Erasmo Darwin; Raoul Bruni, Natura e storia: tra Leopardi e Emerso
Testo critico di G. Leopardi, Discorso sopra lo stato presente dei costumi degl'Italiani
A Marco Dondero si devono il testo critico dell'opera di Leopardi e la "Nota al testo" (pp. 25-42). L'Introduzione è di Mario Andrea Rigoni, il "Commento" di Roberto Melchiori. L'opera è pubblicata nella "BUR"
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