26 research outputs found
Bat Pollination Of The Terrestrial Herb Irlbachia Alata (gentianacae) In Northeastern Brazil
The pollination of the terrestrial herb Irlbachia alata by the bat Glossophaga soricina was recorded in northeastern Brazil. This herb colonizes disturbed swampy sites in clearings and forest edges, blooming year-round. Its greenish white flowers open at dusk and attract phyllostomid bats and hawkmoths. The long-tongued bat Glossophaga soricina is the major pollinator of I. alata at the study site, with its trapline visits promoting cross-pollination of this herb. The small flowers and the delicate stem of I. alata match the small size and the manoeuverable flight of glossophagine bats.2093-4231237Baker, H.G., Evolutionary relationships between flowering plants and animals in American and African tropical forests (1973) Tropical Forest Ecosystems in Africa and South America: A Comparative Review, pp. 145-159. , MEGGERS, B. J., AYENSU, E. S., DUCKWORTH, W. D., (Eds): Washington, DC: Smithsonian Institution PressCruden, R.W., Baker, I., Minor parasitism in pollination biology and its community function: The case of Ceiba acuminata (1971) BioScience, 21, pp. 1127-1129Buzato, S., Sazima, M., Sazima, I., Pollination of three species of Abutilon (Malvaceae) intermediate between bat and hummingbird syndromes (1994) Flora, 189, pp. 327-334Dobat, K., Peikert-Holle, T., (1985) Blüten und Fledermäuse (Chiropterophilie), , Frankfurt am Main: KramerGuedes, M.L.S., (1992) Estudo Florístico e Fitossociolögico de um Trecho da Reserva Ecológica da Mata de Dois Irmãos. Recife - Pernambuco, , MSc. Thesis, Universidade Federal Rural de Pernambuco, RecifeHeithaus, E.R., Coevolution between bats and plants (1982) Ecology of Bats, pp. 287-325. , In KUNZ, T. H., (Ed.): New York: Plenum PressVon Helversen, O., Adaptations of flowers to the pollination by glossophagine bats (1993) Plant-animal Interactions in Tropical Environments, pp. 41-59. , BARTHLOTT, W., NAUMANN, C. M., SCHMIDT-LOSKE, K., SCHUCHMANN, K.-L., (Eds): Bonn: Museum Alexander KoenigLemke, T.O., Foraging ecology of the long nosed bat, Glossophaga soricina, with respect to resource availability (1984) Ecology, 65, pp. 538-548Newstrom, L.E., Frankie, G.W., Baker, H.G., A new classification for plant phenology based on flowering patterns in lowland tropical rain forest trees at la Selva, Costa Rica (1994) Biotropica, 26, pp. 141-159Radford, A.E., Dickson, W.C., Massey, J.R., Bell, C.R., (1974) Vascular Plant Systematics, , New York: Harper & RowSazima, I., Buzato, S., Sazima, M., The saw-billed hermit Ramphodon naevius and its flowers in southeastern Brazil (1995) J. Ornithol., 136, pp. 195-206Sazima, M., Sazima, I., Bat pollination of the passion flower, Passiflora mucronata, in southeastern Brazil (1978) Biotropica, 10, pp. 100-109Hummingbird pollination in two species of Vellozia (Liliiflorae: Velloziaceae) in southeastern Brazil (1990) Bot. Acta, 103, pp. 83-86Buzato, S., Nectar by day and night: Siphocampylus sulfureus (Lobeliaceae) pollinated by hummingbirds and bats (1994) Pl. Syst. Evol., 191, pp. 237-246Sazima, I., Bat pollination of Vriesea in southeastern Brazil (1995) Bromélia, 2, pp. 29-37Snow, B.K., The behavior and ecology of hermit hummingbirds in the Kanaku Mountains, Guyana (1973) Wilson Bull., 85, pp. 163-177Vogel, S., Fledermausblumen in Südamerika (1958) Oesterr. Bot. Z., 104, pp. 491-530Chiropterophilie in der neotropischen Flora (Neue Mitteilungen II) (1969) Flora, 158, pp. 185-222Webb, C.J., Bawa, K.S., Pollen dispersal by hummingbirds and butterflies: A comparative study of two lowland tropical plants (1983) Evolution, 37, pp. 1258-1270Wolf, L.L., Stiles, F.G., Hainsworth, F.R., Ecological organization of a tropical highland hummingbird community (1976) J. Anim. Ecol., 32, pp. 349-379Zeisler, M., Über die Abgrenzung der eigentlichen Narbenflache mit Hilfe von Reaktionen (1938) Beih. Bot. Centralbl., 58, pp. 308-31
A Practical Bengali Grammar. By W. S. Milne, I.C.S. pp. xvi, 561. Published by the author, Writers' Buildings, Calcutta, 1913. 10<i>s</i>.
Polinização por abelhas em Aechmea caudata lindm., uma bromélia com características ornitófilas, na ilha de Santa Catarina, Sul do Brasil
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-graduação em Biologia Vegetal, Florianópolis, 2009A maioria das espécies de Bromeliaceae é polinizada por beija-flores, mas borboletas e, principalmente, abelhas estão entre os visitantes florais mais freqüentes em algumas bromélias ornitófilas de corola curta. A importância dos visitantes florais para a polinização de Aechmea caudata foi determinada através da freqüência e a eficiência de polinização desses visitantes. Foi determinado também o sistema reprodutivo e a taxa natural de frutificação e produção de sementes, além do registro da fenologia de A. caudata. Os estudos foram desenvolvidos em uma área secundária de Mata Atlântica na Ilha de Santa Catarina. Ao longo de um transecto (1 ha), foram realizadas 62 horas de observações focais entre março de 2008 e março de 2009. Aechmea caudata produziu néctar ao longo de toda a antese (das 05:00 às 20:00 h) e é uma espécie auto-incompatível, portanto, dependente de polinizadores para a formação de sementes. No total, 16 espécies de quatro ordens animais foram registradas nas flores obtendo o néctar e pólen em visitas legítimas. As abelhas (nove espécies) foram as mais diversas e freqüentes, com 91% do total de 647 visitas, enquanto as cinco espécies de borboletas representaram apenas 6,7% das visitas, além de uma única visita de Coereba flaveola (cambacica). Apesar de apresentar características ornitófilas, A. caudata foi visitada pelo beija-flor Thalurania glaucopis apenas ocasionalmente (16 visitas). Essa baixa taxa de visitação pode estar associada a uma pequena população de T. glaucopis na área, cuja demanda energética é suportada por outras fontes alimentares sem a necessidade de competir com as abelhas pelo néctar de A. caudata. Contrariamente ao hipotetizado, os testes de eficiência de polinização demonstraram que as visitas do beija-flor não resultaram em polinização cruzada; apenas as visitas de Bombus morio promoveram a formação de sementes. Estes resultados evidenciam a importância de co-polinizadores para espécies de plantas cujos polinizadores primários estão ausentes ou em densidades populacionais baixas em determinadas áreas e confirmam que sistemas de polinização mista podem ser vantajosos e ocorrer em plantas aparentemente especializadas, como as bromélias
Análise da microdureza e das alterações morfológicas superficiais do esmalte decíduo humano, após a utilização da solução de diaminofluoreto de prata a 12% e 30% :: um estudo in situ /
Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde.Os objetivos deste estudo in situ foram avaliar as possíveis alterações quanto a microdureza e a morfologia superficial, de fragmentos de esmalte decíduo humano após a aplicação das soluções de diaminofluoreto de prata a 12%( Bioride) e 30% (Safluoraide di Walter), considerando-se quatro diferentes períodos de tempo de aplicação
A experiência da família ao conviver com a criança e o adolescente com insuficiência renal crônica : desvelando novas possibilidades de cuidar em enfermagem
Dissertação (mestrado profissional) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Gestão do Cuidado em Enfermagem, Florianópolis, 2014.As crianças e adolescentes surgem cada vez mais frequentes, no cotidiano dos serviços de saúde no Brasil, assim como em outros países. Estas crianças e adolescentes estão sendo acometidos por doenças crônicas de modo que este acontecimento é cada vez mais frequente, e se deparam com a obrigatoriedade de experienciar um modo de vida também crônico, alterando de certa forma seu desenvolvimento físico, cognitivo e emocional. A insuficiência renal crônica é uma doença de elevada morbidade e mortalidade. A incidência e a prevalência da doença em estágio terminal crescem progressivamente, em "proporções epidêmicas", no Brasil e em todo o mundo, acometendo crianças e adolescentes e por vezes limitando ou incapacitando suas atividades diárias. Trata-se de uma pesquisa convergente assistencial, de abordagem qualitativa e teve como objetivo compreender a experiência das famílias das crianças e dos adolescentes em diálise peritoneal e identificar maneiras como a enfermeira auxilia a família, contribuindo para o bem-estar e o estar melhor, durante a terapia de diálise peritoneal. O referencial que embasou o estudo foi a teoria da enfermagem humanística proposta por Paterson e Zderad. Participaram do estudo sete famílias de crianças e adolescentes com insuficiência renal crônica em diálise. Utilizou-se a entrevista semi-estruturada. O local de estudo foi um hospital pediátrico do sul do Brasil e a coleta dos dados realizada no período de abril a agosto de 2013. A análise e interpretação dos dados foram realizadas em duas etapas: fase de análise ? processo de apreensão e codificação; e fase de interpretação ? processo de síntese e o processo de teorização. Após o processo de análise, apreendemos a experiência das famílias em nove unidades de significados, sendo elas: (A) é preciso sobre (viver) para ser mais e estar melhor: a família diante do diagnóstico da IRC e o enfrentamento; (B) é preciso estar com seu filho, seja do jeito que for: evidenciando chamados e respostas; (C) é preciso se relacionar no mundo do cuidar: o encontro da enfermeira com a família; (D) a temporalidade da infância: vivenciando vínculos rompidos e vislumbrando os que se apresentarão; (E) a exigência do uso da tecnologia para sobrevivência: possibilidades e conflitos; (F) confrontando a realidade: a busca pelo existir mais pleno, a conquista pelo estar melhor frente às complicações associadas; (G) o vir a ser com a esperança do transplante: a aliança com horizonte futuro; e (H) ausência de vida social: é preciso reaprender o cotidiano com auxilio dos que o cercam. Também foi elaborada uma cartilha de orientações para a família, com intuito de ajudá-las a cuidar das crianças e adolescentes no contexto da IRC e da diálise peritoneal. Conclui-se que as restrições impostas pela doença e pelo tratamento implicam em transformações e adaptações do novo cotidiano da família e às vezes o que deveria ser uma terapia de transição até que ocorra o transplante renal, se apresenta como uma opção de terapia por tempo bem mais prolongado, com muitas idas e vindas ao hospital. A equipe de enfermagem deve estar ao lado da família comunicando-se efetivamente, gerando a possibilidade de confiança mútua e ajudando-a a enfrentar as condições impostas pela doença crônica, tendo em vista que é a família quem acompanha a criança e o adolescente em toda a sua trajetória ao longo da doença.Abstract : Children and adolescents appear to be increasingly common patients in the routine of health services in Brazil, as well as in other countries. These children and adolescents are affected by chronic diseases and have to face a different way of life, severely altering their physical, cognitive and emotional development. Chronic kidney disease (CKD) has high morbidity and mortality. The incidence and prevalence of the disease at the end-stage progressively grow in "epidemic proportions" in Brazil and worldwide, sometimes disabling or limiting daily activities of affected people. The present work is a convergent care research with a qualitative approach and aimed to understand the experience of families of children and adolescents on peritoneal dialysis and to identify ways in which the nurse assists the family, contributing to the  well-being and to the  being better for patients on peritoneal dialysis therapy. The framework that guided the study was the theory of humanistic nursing proposed by Paterson and Zderad. Participants were seven families of children and adolescents with chronic renal disease on dialysis. We used a semi-structured interview. The study was performed at a pediatric hospital in southern Brazil and data collection was carried out from April to August 2013. The analysis and interpretation of data were conducted in two phases: the analytic phase  the process of catching and coding, and the interpretation phase  the process of synthesis and the process of theorizing. After the analytic process, we designed the experience of families in nine units of meaning, namely: (A) it is need to survive to be more and better: the way the family face with the CKD diagnosis and how she deal with it, (B) it is need to stay with your son, doesn t matter the way: showing up calls and responses, (C) it is need to relate the world of caring: finding Nurse Family, (D) the temporality of childhood: experiencing broken links and glimpsing the new ones, (E) the requirement of technology for survival: opportunities and conflicts; (F) confronting reality: the search for a more plenty existence, the conquest of a well-being when confronted with the disease complications, (G) living with hope for transplantation: an alliance with the future, and (H) the lack of social life: the need to relearn everyday with the help of those around. A booklet of guidelines was also developed for families, to help them in caring children and adolescents in the context of CKD and peritoneal dialysis. We concluded that the restrictions imposed by CKD and its treatment involve transformations and adaptations of the family routine and that sometimes, what should be a transitional therapy until renal transplantation, is presented as a much longer therapy option, with many round trips to the hospital. The nursing staff should stay besides the family, communicating effectively, creating the possibility of mutual trust and helping to face the troubles imposed by the chronic illness, given that it is the family who accompany children and adolescents throughout the their trajectory along the disease
Ação das soluções de bicarbonato de sódio e fluoretos frente a desafio erosivo e abrasivo, in vitro
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Florianópolis, 2015.Objetivo: O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar os efeitos da solução de bicarbonato de sódio, comparando-a à soluções fluoretadas frente a erosão e abrasão sobre esmalte dental bovino, imediatamente após exposição a um ácido. Metodologia: Seis grupos de n=40, formados por blocos de esmalte bovino, foram separados em dois sub-grupos (n=20): somente erosão (GA) e erosão mais abrasão (GB). Todos os espécimes foram imersos em solução de ácido cítrico (0,5%, pH 2,4), 3X ao dia, durante 7 dias e em seguida, colocados em recipiente com uma das soluções, exceto o grupo controle (G1- nenhuma solução), sob agitação constante durante um minuto: (G2) água destilada; (G3) solução de tetra-fluoreto de titânio (TiF4 0,05%); (G4) solução de fluoreto de sódio (NaF 0,05%); (G5) Elmex Erosion®(GABA) dental rinse com solução de fluoreto de amina, fluoreto de sódio e cloreto de estanho (AmF/NaF:SnCl2)/(0,05% F:0,08% Sn); (G6) solução de bicarbonato de sódio (20%). Na sequência, os espécimes do GB receberam escovação elétrica por 30s com creme dental sem flúor. Os espécimes foram analisados por meio de perfilometria (perda de estrutura) e microdureza (perda de dureza). Resultados: No GA, a solução de AmF/NaF/SnCl2 (G5) apresentou a menor perda de estrutura (2,70±0,61µm). A solução de bicarbonato de sódio (G6) mostrou média (12,30±1,41µm) mais favorável somente em relação à da água destilada (G2 12,37±1,32). Quanto à microdureza, a solução de bicarbonato de sódio apresentou a maior perda na dureza do esmalte (185,80±39,88hv), e as soluções TiF4 (G3 77,35±51,86hv) e NaF (G4 87,95±44,94hv) perda menor que os demais grupos. No Grupo B a solução de AmF/NaF/SnCl2 apresentou o menor degrau (3,90±1,68µm) dentre os produtos analisados e a solução de bicarbonato de sódio apresentou valor (11,55±2,53µm) mais favorável apenas na comparação com o grupo da água destilada (13,51±2,61µm), sem diferença na comparação entre seus desafios (GA e GB). Quanto à microdureza, a solução de bicarbonato de sódio (perda de 143,15±39,36hv) e a solução de AmF/NaF/SnCl2 (perda de 143,57±33,01hv) apresentaram as maiores perdas de dureza entre os grupos estudados. Conclusão: A solução de bicarbonato de sódio não se mostrou mais eficiente que as soluções fluoretadas para evitar a perda de estrutura no esmalte dental, e apresentou dureza final com valores mais baixos que as outras soluções estudadas.Abstract : Objective: The aim of the present in vitro study was to assess the effects of sodium bicarbonate solution, on the erosion and abrasion of the enamel of bovine teeth, immediately after exposure to an acid, and to compare them to the effects of fluoride solutions. Methodology: Six groups (n=40) were created using blocks of bovine enamel. These were then separated into two sub-groups (n=20): erosion only (GA) and erosion plus abrasion (GB). All of the specimens were immersed in citric acid solution (0.5%, pH 2,4) three times a day for seven days. Subsequently, they were placed in a recipient with one of the solutions to be assessed, with the exception of the control group (G1 - no solution), and shaken constantly for one minute: (G2) distilled water; (G3) titanium tetrafluoride solution (TiF4 0.05%); (G4) sodium fluoride solution (NaF 0.05%); (G5) Elmex Erosion®(GABA) dental rinse with amine fluoride solution, sodium fluoride and tin chloride (AmF/NaF:SnCl2)/(0.05% F:0.08% Sn); (G6) sodium bicarbonate solution (20%). Next, the specimens from GB were brushed electronically for 30 seconds using fluoride-free toothpaste. The specimens were analyzed based on profilometry (loss of structure) and microhardness (loss of hardness). Results: In GA, the AmF/NaF/SnCl2 solution (G5) exhibited the lowest loss of structure (2.70±0.61µm). The sodium bicarbonate solution (G6) only exhibited a more favorable mean value (12.30±1.41µm) when compared with the distilled water result (G2 12.37±1.32). With regards to microhardness, the sodium bicarbonate solution exhibited the greatest loss of hardness in enamel (185.80±39.88vh), whereas the TiF4 (G3 77.35±51.86vh) and NaF (G4 87.95±44.94vh) solutions exhibited the lowest loss in the other groups. In Group B, the AmF/NaF/SnCl2 solution exhibited the lowest degree (3.90±1.68µm) among the products analyzed. Sodium bicarbonate solution only exhibited the most favorable value (11.55±2.53µm) when compared with the distilled water group (13.51±2.61µm), with no difference recorded between the challenges (GA and GB). With regards to microhardness, sodium bicarbonate solution (loss of 143.15±39.36vh) and AmF/NaF/SnCl2 solution (loss of 143.57±33.01vh) exhibited the greatest losses of hardness among the groups studied. Conclusion: Sodium bicarbonate solution was not more effective than fluoride solutions in terms of preventing the loss of structure in dental enamel, and it provided one of the lower values obtained for final surface hardness
A utilização do brinquedo terapêutico à criança portadora de neoplasia
INTRODUÇÃOSegundo Paro (2005), o câncer pediátrico impõe à criança e sua família sofrimento e expectativas diversas, que modificam suas vidas. Mais intensamente do que no adulto, o câncer infantil determina expressões de pena e pesar, em razão do medo e mitos da doença oncológica. As privações do colo, do aconchego dos pais nos procedimentos de intervenção, causam grandes estresses para criança. O suporte emocional e a criatividade na arte do cuidar devem ser valorizados, requerendo habilidade técnica e empática. (SOUZA, 1995)Quando uma criança é submetida a um tratamento quimioterápico, geralmente permanece por longas horas sentada recebendo o medicamento antineoplásico e submetida a diversos procedimentos de enfermagem como punção venosa, punção de cateter venoso totalmente implantado, e também a procedimentos médicos entre eles a aspiração de medula óssea, biópsia de medula óssea e injeções intratecais. Todos esses procedimentos normalmente geram medo, ansiedade e tensão. (NEUFELD, 2007)Para Almeida e Sabatés (2008), os profissionais de saúde devem empregar esforços no sentido de que essa experiência não seja traumática, considerando as necessidades emocionais e sociais de cada criança, abrangendo o uso de técnicas adequadas de comunicação e relacionamento, sendo assim, as abrangendo o uso de tidades emocionais e sociais delasaaestratégias criativas, como os brinquedos, devem ser utilizadas para minimizar os efeitos da hospitalização e de outros atendimentos ambulatoriais, como preconiza a resolução do COFEN 295/2004 no artigo 1º, “compete ao enfermeiro [...] a utilização da técnica do brinquedo/brinquedo terapêutico, na assistência à criança e família hospitalizada”.O Brinquedo Terapêutico pode ser classificado em três tipos, segundo Almeida e Sabatés (2008):a) Dramático, ou seja, quando a criança pode dramatizar experiências novas e difíceis de serem verbalizadas e, com isso, tornar-se emocionalmente segura;b) Capacitador de Funções Fisiológicas: a criança participa de atividades físicas para melhorar seu estado físico por intermédio de brincadeiras engraçadas que reforçam e envolvem seu próprio cuidado;c) Instrucional ou Preparatório: prepara a criança por meio da brincadeira para procedimentos a qual será submetida, a fim de promover sua compreensão do tratamento e clarear possíveis conceitos errôneos. Para o desenvolvimento desta pesquisa foi trabalhada a seguinte questão norteadora: qual a percepção dos familiares de crianças em tratamento ambulatorial quimioterápico em relação à técnica do brinquedo terapêutico? OBJETIVOConhecer a percepção dos familiares quanto ao alívio do medo, à ansiedade e ao estresse decorrente da terapia antineoplásica em crianças submetidas à técnica do brinquedo terapêutico. MÉTODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa descritiva-exploratória, tipo qualitativa, realizada no período de Agosto à Novembro de 2009, no Ambulatório de Hemato-Oncologia Pediátrica de um Hospital Universitário no município de Curitiba. Foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos do Setor de Ciências da Saúde da Universidade no dia 24 de junho de 2009, com registro CEP/SD: 748.083.09.06. Durante todo o desenvolvimento da pesquisa respeitamos a Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, referente à pesquisa envolvendo seres humanos. Sendo garantido aos participantes o sigilo e anonimato em relação aos dados coletados, os quais participaram apenas mediante assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O Sujeitos da pesquisa: foram sete familiares maiores de 18 anos de idade, sendo seis mães e um pai de crianças em tratamento quimioterápico escolhidos de forma aleatória.A técnica do brinquedo terapêutico tipo instrucional aplicada as criança se deu através da historia de um robô chamado Robaldo, esse robô descobre estar com câncer e passa por todos os processos que as crianças portadoras de neoplasia passam, sendo abordados também temas sobre higiene, alimentação da criança, mecanismo de ação e efeitos adversos dos quimioterápicos. A coleta de dados se deu após a utilização da técnica do brinquedo terapêutico, tipo instrucional, realizado pela ONG “Cuidando com arte e alegria” cujo projeto chama-se “Cuidando com arte”, seguida de entrevista semi-estruturada, aos familiares. Sendo as entrevistas gravadas e posteriormente transcritas. Para realizar a análise dos dados utilizou-se a “análise de Conteúdo”, de Bardin (1977), com agrupamento em categorias que nos permitiu a construção de 04 (quatro) categorias.RESULTADOSPercepção quanto a importância da técnica: Um dos objetivos desta pesquisa era exatamente verificar a percepção dos familiares em relação à mesma. Quando questionados, quanto ao que achavam sobre essa técnica do tipo instrucional no cuidado da criança, todos os familiares relataram ser importante e interessante, apoiando o uso da mesma. Os familiares geralmente gostam desse tipo de atividade, pois o trabalho desenvolvido ajuda na evolução clínica dos pequeninos. As atividades lúdicas desencadeiam benefícios como a mudança de comportamento passivo para ativo das crianças, melhor aceitação de procedimentos e exames, maior colaboração com a equipe de saúde, diminuição de estresse para equipe e pais, como também melhor relacionamento entre profissionais, pais e crianças. (AZEVEDO et al, 2008)Superação de medos e ansiedade: A criança sente medo, principalmente, quando é sujeita aos procedimentos, aos efeitos dos medicamentos, aos resultados dos exames e à quimioterapia, ou seja, ela tem medo da realidade concreta que está vivendo, sem poder fugir dela. (CAGNIN; FERREIRA; DUPAS, 2003) Os familiares notam a existência deste medo, ansiedade e tensão, alguns notaram uma diminuição do mesmo, após o contato da criança com a técnica do brinquedo terapêuticoCompreensão dos procedimentos e alteração no comportamento da criança: através da brincadeira, o paciente pode aprender sobre o seu corpo e os procedimentos terapêuticos os quais será submetido fazendo, assim, com que não adquira conceitos errados.Através das entrevistas pode-se notar que as crianças não apenas participaram das sessões do brinquedo terapêutico e adquiriram conhecimento sobre o que lhes iria acontecer durante o tratamento como, também, mudaram seus hábitos e de seus familiares. Segundo Pedro et al (2007) é pelo brincar, linguagem de domínio infantil, que a criança relaciona-se com os outros e, portanto, é natural ela se expressar usando esses símbolos e sua preferência é que o mundo atue da mesma forma. As atividades relacionadas ao brincar são recursos que valorizam o processo de desenvolvimento da criança e do seu bem-estar. Tempo para mudança: Quando perguntado aos familiares, que notaram alguma mudança na criança após a participação dela nas sessões do brinquedo, o tempo de demora para que essa mudança iniciasse, os entrevistados relataram que foi após uma sessão.Porém, não foi encontrada na literatura pesquisada esta relação brinquedo/tempo de mudança. Com isso, não podemos afirmar com segurança que essa seja uma característica típica de crianças que foram submetidas a sessões de brinquedo terapêutico.CONCLUSÃOA doença provoca uma ruptura no mundo da criança, abrindo um novo mundo, onde o estresse e os sofrimentos são o realce de seus movimentos internos e externos. Para a criança e seus familiares, a doença é um processo gerador de dor e sofrimento, mas possibilita novos aprendizados ampliando seus conhecimentos. A percepção dos familiares quanto à técnica do brinquedo terapêutico é de que a mesma se mostra importante e interessante no cuidado da criança e também referem uma melhor aceitação do tratamento quimioterápico por parte da criança. O que também pode ser percebido em outros estudos. A pesquisa revelou que os objetivos do brinquedo têm sido alcançados, pois existe claramente uma diminuição e até a superação de medos e ansiedades geradas pelo tratamento através da técnica. As funções dessa técnica também têm sido alcançadas, pois as crianças repetem as experiências dolorosas, compreendem-nas e estabelecem um elo entre elas e o tratamento a compreensão dos procedimentos e alteração no comportamento da criança. O ato de brincar no contexto ambulatorial constituiu um recurso de comunicação viável e adequado que pode e deve ser utilizado pela equipe de enfermagem pediátrica. No entanto, é essencial que a equipe conheça os benefícios dessa estratégia e avance na construção de um conhecimento intuitivo, através da prática diária, no qual a sistematização da assistência de enfermagem e o contexto em que se dá o cuidado sejam levados em consideração.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, F.A; SABATÉS, A.L. Enfermagem pediátrica: a criança, o adolescente e sua família no hospital. Barueri, SP. Manole, 2008 – Série Enfermagem.AZEVEDO, D.M; et al. O brincar enquanto instrumento terapêutico: opinião dos acompanhantes. Revista Eletrônica de Enfermagem 2008; 137-144. Disponível em: Acesso em 22/03/2009BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977CAGNIN, E.R.G; FERREIRA, N.M.L; DUPAS, G. Vivenciando o câncer: sentimentos e emoções da criança. Acta Paulista Enfermagem. São Paulo, v.16, n. 4, p 18-29, out/dez, 2003. Disponível em: . Acesso em 02/09/2009COFEN. Conselho Federal de Enfermagem (Brasil). Resolução 295/2004. 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Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 1995
Functional analysis of secondary tropical dry forests in a region of the Colombia, Caribbean
Secondary tropical forests are increasingly recognized for their role conserving biodiversity in agricultural landscapes and this role is especially important for seasonally dry tropical forests (SDTF), one of the most threatened tropical forested ecosystems. The conservation value of secondary forest is increased by its capacity to maintain ecosystem properties and provide services to humans; which has been hypothesized to have positive links to the species and functional diversity of ecosystems. However very little information is available on the occurrence of this relationship in secondary forests. This dissertation makes an important contribution to the ecological knowledge of secondary SDTF and describes changes in plant species and functional diversity by using a stratified design considering different successional stages along an environmental gradient in a region of the Caribbean coast of Colombia and a multi-trait approach to study functional diversity at three scales: species, communities and landscape. The analysis of the variation in functional traits of SDTF trees at the species level allowed me to support the hypothesis of coordination between leaves and stem traits. Three dimensions of correlated variation were identified: the first related to leaf and stem economy, the second to leaf thickness and organization and the third to the trade-offs between leaf size, stem density and bark thickness. Secondary forests showed high species turnover during succession and increasing diversity from early to late forests. Species composition similarity was higher among late successional forest than early and intermediate stage forests, showing that environmental characteristics are influencing successional trajectories. Frequency distributions of species in the three successional stages showed evidence of functional trait similarity among species and underlined the importance of changes in species abundances determining functional composition during succession. A shift in abundance from individuals with traits that favour survival after disturbance to individuals with denser stems and a more conservative resource use profile was observed from early to late stages of succession. Functional composition was also strongly influenced by environmental variables, especially leaf traits, and a shift of traits from acquisitive to conservative type species was observed with increasing nutrient content and flooding, proxies of water availability. Assessment of ecosystem services was conducted using two independent approaches: semistructured interviews and field data. A high richness of useful woody plants was recorded and the provision of services was related to a high variability in functional traits among species. The provision of the ecosystem services determined by the presence and abundance of useful species showed significant differences between stages. The relationships observed between ecosystem sevices and functional and species diversity indices were not consistent. In contrast species richess showed significant negative relationships at the plot level with most of the ecosystem services assessed, showing a trade-off among the conservation of species richness and the maintenance of service provision. Overall, this research provides novel insights into the dynamic relationships between biodiversity, ecosystem function and ecosystem services in this globally important, but under-researched forest type
A UTILIZAÇÃO DO BRINQUEDO TERAPÊUTICO À CRIANÇA PORTADORA DE NEOPLASIA
INTRODUÇÃO
Segundo Paro (2005), o câncer pediátrico impõe à criança e sua família sofrimento e expectativas diversas, que modificam suas vidas. Mais intensamente do que no adulto, o câncer infantil determina expressões de pena e pesar, em razão do medo e mitos da doença oncológica. As privações do colo, do aconchego dos pais nos procedimentos de intervenção, causam grandes estresses para criança. O suporte emocional e a criatividade na arte do cuidar devem ser valorizados, requerendo habilidade técnica e empática. (SOUZA, 1995)
Quando uma criança é submetida a um tratamento quimioterápico, geralmente permanece por longas horas sentada recebendo o medicamento antineoplásico e submetida a diversos procedimentos de enfermagem como punção venosa, punção de cateter venoso totalmente implantado, e também a procedimentos médicos entre eles a aspiração de medula óssea, biópsia de medula óssea e injeções intratecais. Todos esses procedimentos normalmente geram medo, ansiedade e tensão. (NEUFELD, 2007)
Para Almeida e Sabatés (2008), os profissionais de saúde devem empregar esforços no sentido de que essa experiência não seja traumática, considerando as necessidades emocionais e sociais de cada criança, abrangendo o uso de técnicas adequadas de comunicação e relacionamento, sendo assim, as abrangendo o uso de tidades emocionais e sociais delasaaestratégias criativas, como os brinquedos, devem ser utilizadas para minimizar os efeitos da hospitalização e de outros atendimentos ambulatoriais, como preconiza a resolução do COFEN 295/2004 no artigo 1º, “compete ao enfermeiro [...] a utilização da técnica do brinquedo/brinquedo terapêutico, na assistência à criança e família hospitalizada”.
O Brinquedo Terapêutico pode ser classificado em três tipos, segundo Almeida e Sabatés (2008):
a) Dramático, ou seja, quando a criança pode dramatizar experiências novas e difíceis de serem verbalizadas e, com isso, tornar-se emocionalmente segura;
b) Capacitador de Funções Fisiológicas: a criança participa de atividades físicas para melhorar seu estado físico por intermédio de brincadeiras engraçadas que reforçam e envolvem seu próprio cuidado;
c) Instrucional ou Preparatório: prepara a criança por meio da brincadeira para procedimentos a qual será submetida, a fim de promover sua compreensão do tratamento e clarear possíveis conceitos errôneos.
Para o desenvolvimento desta pesquisa foi trabalhada a seguinte questão norteadora: qual a percepção dos familiares de crianças em tratamento ambulatorial quimioterápico em relação à técnica do brinquedo terapêutico?
OBJETIVO
Conhecer a percepção dos familiares quanto ao alívio do medo, à ansiedade e ao estresse decorrente da terapia antineoplásica em crianças submetidas à técnica do brinquedo terapêutico.
MÉTODOLOGIA
Trata-se de uma pesquisa descritiva-exploratória, tipo qualitativa, realizada no período de Agosto à Novembro de 2009, no Ambulatório de Hemato-Oncologia Pediátrica de um Hospital Universitário no município de Curitiba. Foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos do Setor de Ciências da Saúde da Universidade no dia 24 de junho de 2009, com registro CEP/SD: 748.083.09.06. Durante todo o desenvolvimento da pesquisa respeitamos a Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, referente à pesquisa envolvendo seres humanos. Sendo garantido aos participantes o sigilo e anonimato em relação aos dados coletados, os quais participaram apenas mediante assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.
O Sujeitos da pesquisa: foram sete familiares maiores de 18 anos de idade, sendo seis mães e um pai de crianças em tratamento quimioterápico escolhidos de forma aleatória.
A técnica do brinquedo terapêutico tipo instrucional aplicada as criança se deu através da historia de um robô chamado Robaldo, esse robô descobre estar com câncer e passa por todos os processos que as crianças portadoras de neoplasia passam, sendo abordados também temas sobre higiene, alimentação da criança, mecanismo de ação e efeitos adversos dos quimioterápicos.
A coleta de dados se deu após a utilização da técnica do brinquedo terapêutico, tipo instrucional, realizado pela ONG “Cuidando com arte e alegria” cujo projeto chama-se “Cuidando com arte”, seguida de entrevista semi-estruturada, aos familiares. Sendo as entrevistas gravadas e posteriormente transcritas.
Para realizar a análise dos dados utilizou-se a “análise de Conteúdo”, de Bardin (1977), com agrupamento em categorias que nos permitiu a construção de 04 (quatro) categorias.
RESULTADOS
Percepção quanto a importância da técnica: Um dos objetivos desta pesquisa era exatamente verificar a percepção dos familiares em relação à mesma. Quando questionados, quanto ao que achavam sobre essa técnica do tipo instrucional no cuidado da criança, todos os familiares relataram ser importante e interessante, apoiando o uso da mesma. Os familiares geralmente gostam desse tipo de atividade, pois o trabalho desenvolvido ajuda na evolução clínica dos pequeninos. As atividades lúdicas desencadeiam benefícios como a mudança de comportamento passivo para ativo das crianças, melhor aceitação de procedimentos e exames, maior colaboração com a equipe de saúde, diminuição de estresse para equipe e pais, como também melhor relacionamento entre profissionais, pais e crianças. (AZEVEDO et al, 2008)
Superação de medos e ansiedade: A criança sente medo, principalmente, quando é sujeita aos procedimentos, aos efeitos dos medicamentos, aos resultados dos exames e à quimioterapia, ou seja, ela tem medo da realidade concreta que está vivendo, sem poder fugir dela. (CAGNIN; FERREIRA; DUPAS, 2003)
Os familiares notam a existência deste medo, ansiedade e tensão, alguns notaram uma diminuição do mesmo, após o contato da criança com a técnica do brinquedo terapêutico
Compreensão dos procedimentos e alteração no comportamento da criança: através da brincadeira, o paciente pode aprender sobre o seu corpo e os procedimentos terapêuticos os quais será submetido fazendo, assim, com que não adquira conceitos errados.
Através das entrevistas pode-se notar que as crianças não apenas participaram das sessões do brinquedo terapêutico e adquiriram conhecimento sobre o que lhes iria acontecer durante o tratamento como, também, mudaram seus hábitos e de seus familiares. Segundo Pedro et al (2007) é pelo brincar, linguagem de domínio infantil, que a criança relaciona-se com os outros e, portanto, é natural ela se expressar usando esses símbolos e sua preferência é que o mundo atue da mesma forma. As atividades relacionadas ao brincar são recursos que valorizam o processo de desenvolvimento da criança e do seu bem-estar.
Tempo para mudança: Quando perguntado aos familiares, que notaram alguma mudança na criança após a participação dela nas sessões do brinquedo, o tempo de demora para que essa mudança iniciasse, os entrevistados relataram que foi após uma sessão.Porém, não foi encontrada na literatura pesquisada esta relação brinquedo/tempo de mudança. Com isso, não podemos afirmar com segurança que essa seja uma característica típica de crianças que foram submetidas a sessões de brinquedo terapêutico.
CONCLUSÃO
A doença provoca uma ruptura no mundo da criança, abrindo um novo mundo, onde o estresse e os sofrimentos são o realce de seus movimentos internos e externos. Para a criança e seus familiares, a doença é um processo gerador de dor e sofrimento, mas possibilita novos aprendizados ampliando seus conhecimentos. A percepção dos familiares quanto à técnica do brinquedo terapêutico é de que a mesma se mostra importante e interessante no cuidado da criança e também referem uma melhor aceitação do tratamento quimioterápico por parte da criança. O que também pode ser percebido em outros estudos. A pesquisa revelou que os objetivos do brinquedo têm sido alcançados, pois existe claramente uma diminuição e até a superação de medos e ansiedades geradas pelo tratamento através da técnica. As funções dessa técnica também têm sido alcançadas, pois as crianças repetem as experiências dolorosas, compreendem-nas e estabelecem um elo entre elas e o tratamento a compreensão dos procedimentos e alteração no comportamento da criança. O ato de brincar no contexto ambulatorial constituiu um recurso de comunicação viável e adequado que pode e deve ser utilizado pela equipe de enfermagem pediátrica. No entanto, é essencial que a equipe conheça os benefícios dessa estratégia e avance na construção de um conhecimento intuitivo, através da prática diária, no qual a sistematização da assistência de enfermagem e o contexto em que se dá o cuidado sejam levados em consideração.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, F.A; SABATÉS, A.L. Enfermagem pediátrica: a criança, o adolescente e sua família no hospital. Barueri, SP. Manole, 2008 – Série Enfermagem.
AZEVEDO, D.M; et al. O brincar enquanto instrumento terapêutico: opinião dos acompanhantes. Revista Eletrônica de Enfermagem 2008; 137-144. Disponível em: Acesso em 22/03/2009
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977
CAGNIN, E.R.G; FERREIRA, N.M.L; DUPAS, G. Vivenciando o câncer: sentimentos e emoções da criança. Acta Paulista Enfermagem. São Paulo, v.16, n. 4, p 18-29, out/dez, 2003. Disponível em: . Acesso em 02/09/2009
COFEN. Conselho Federal de Enfermagem (Brasil). Resolução 295/2004. Dispõe sobre a utilização da técnica do brinquedo terapêutico pelo enfermeiro na assistência à criança. Rio de Janeiro: COFEN, 2004
CNS. Conselho Nacional de Saúde (Brasil). Resolução 196/1996. Dispõe de diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. 1996.
NEUFELD, B. A utilização do brinquedo terapêutico em um ambulatório de hemato-oncologia pediátrica de um hospital de ensino de Curitiba-PR. Monografia (graduação em enfermagem) Curitiba: Universidade Federal do Paraná; 2007
PARO, D; PARO, J; FERREIRA, D.L.M. O enfermeiro e o cuidar em Oncologia Pediátrica – FAMERP. Arq Ciênc Saúde 2005 jul-set; pág151-157
PEDRO, I.C.S; et al. O brincar em sala de espera de um ambulatório infantil na perspectiva de crianças e seus acompanhantes.Rev Latino-am Enfermagem 2007 março-abril.
SOUZA A. I. J. No cuidado com os cuidadores: em busca de um referencial para ação de enfermagem oncológica pediátrica fundamentada em Paulo Freire. Dissertação de Mestrado. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 1995
Centris (Relicthemisia) xanthomelaena Moure & Castro 2001
Centris (Relicthemisia) xanthomelaena Moure & Castro, 2001 Figs 1–4 Centris ‘ xanthomelaena ’ Vogel & Machado, 1991: 163–175, figs 6a–b, 9a, h (distribution, floral records, pollination). Nomen nudum. Centris (Paracentris) xanthomelaena – Moure & Castro 2001: 330–332, figs 1–4 (original description). — Silveira et al. 2002: 98, 253 (distribution, list). — Urban 2003: 24, 43 (taxonomic note, cited). — Azevedo & Silveira 2005: 45 (cited). — Batalha Filho et al. 2007: 25 (distribution record). — Moure et al. 2007: 120 (catalogue). — Azevedo et al. 2008: 143 (distribution record). — Machado & Sazima 2008: 488 (floral record). — Rodarte et al. 2008: 307 (distribution record). — Pigozzo & Viana 2010: 105 (distribution record). — Vivallo & Zanella 2012: 4, 6, 8–9, 13– 14, figs 37–38, 77–78 (distribution, key). — Giannini et al. 2013: 78 (list). — Silva 2014: 188 (distribution record). — Martins et al. 2018: 770, figs 1–2 (bionomy, nesting behavior, distribution record). — Barenbaum 2019: 222 (bionomy, sleeping behavior). — Carneiro et al. 2019: 219 (distribution and floral records). Centris xanthomelaena – Zanella 2002: 438, 444, 447, 451, 453, 455, 457, 459, 483, 485, 486, figs 26, 164–170 (diagnosis, male description, distribution map, morphological characters, phylogenetic relationships). — Aguiar 2003a: 42, 43 (distribution and floral records); 2003b: 464 (floral record). — Zanella 2003: 234 (list). — Aguiar et al. 2005: 249 (distribution record). — Aguiar & Zanella 2005: 17, 19 (distribution record). — Azevedo & Silveira 2005: 47 (cited). — Prevedello & Carvalho 2006: 45 (cited). — Zanella & Vivallo 2009: 68 (cited). — Martins & Melo 2015: 7–8, 10 (phylogenetic relationships). — Martins et al. 2018: 771, 772 (sleeping behavior). — Carneiro et al. 2019: 216, 220 (distribution and floral records, pollinator). Diagnosis Female Integument dark brown to black, except flagellum dark brown and tegula yellowish brown (Fig. 1A–B). Wings brown with veins dark brown (Fig. 1B). Head, mesosoma (except the ventral surface) and anterior half of T1 with intense yellow slightly greenish pilosity, lighter on labrum and gena (Fig. 1A–B). The rest of the body with blackish hairs, except posterior apex of the femur of forelegs with some yellowish hairs (Fig. 1A–B). Clypeus coriaceous with coarse and dense punctation (Fig. 1A). Clypeal disc with an unpunctated area on upper half, without smooth longitudinal band. Labrum with the same punctation, but denser, without smooth basal margin. Terga and sterna, except T6 and S6, with very narrow smooth distal margin, wider on T4. Mandible with four apically acute teeth (Fig. 1A). Fourth teeth slightly larger than the third (Fig. 1A). Maxillary palpus 4-segmented. Malar area very narrow (Fig. 1A). Labrum semicircular (Fig. 1A). Inner orbits of compound eyes converging downward (Fig. 1A). Elaiospathes normally developed. Basitibial plate elliptical, with S-like secondary plate (Fig. 2A). S2–S4 projected in the middle. Apex of primary pygidial plate slightly rounded with the apex of the secondary plate open and slightly projected towards the distal edge of the primary plate (Fig. 2D). Male Similar to the female, except for the following characters: integument dark brown to black, except basal segments of the flagellum brown and apical segments slightly orange (Fig. 1C–D). Supraclypeal area, discs of clypeus and labrum yellow (Fig. 1C–D). Tegula yellowish brown. Clypeal disc with small unpunctated area on upper half, without smooth longitudinal band. Terga and sterna, except T7 and S6, with relatively broad light brown smooth distal margin, wider on T4. Mandible with three apically acute teeth (Fig. 1C). Distance between clypeus and compound eyes shorter than half of the shortest diameter of F1 (Fig. 1C). Apical margin of the hind tibia without tooth-like projection. Apical half of fore and middle basitarsi without a row of long, erect, slightly spatulate and curved setae similar to an elaiospathe. Pygidial plate absent. Type material Holotype BRAZIL – Bahia State • ♀; Milagres; 28 Jan. 1998; 10h50; Marina Siqueira de Castro leg.; Chamaechrista amiciela (Caesalpiniaceae)\1070; LABE/EBDA (not examined). Paratypes BRAZIL – Bahia State • 1 ♀; Milagres; 12º88.280´S, 39º92.298´W; 28 Jan. 1998; 10h45; Marina Siqueira de Castro leg.; Chamaechrista amiciela (Caesalpiniaceae)\1069; LABE/EBDA (not examined) • 1 ♀; Milagres; 12º88.280´S, 39º92.298´W; 31 Mar. 1997; 10h30; Marina Siqueira de Castro leg.; in Stimaphyllom auriculatum (Malpighiaceae); DZUP (not examined). Material examined (specimens labeled as paratype or holotype below do not belong to the type series) BRAZIL – Alagoas State • 1 ♀; Piranhas, Poço da Ingazeira; 9º50.594´S, 37º88.113´W; 28 Oct. 2005; Debora Moura leg.; \ “ Centris xanthomelaena Moure & Castro 2001 Schlindwein Det. ” \ HYAP 4004; UNILA. – Bahia State • 1 ♀; Curaçá, Faz. Humaitá; 9º07´262˝ S, 39º42´859˝ W; 440 m a.s.l.; 4 May 2011; PPBIO Caatinga; F.C.V. Zanella leg.; \ HYAP 0582, UNILA • 1 ♀; Monte Santo; 10º43.958´S, 39º33.566´W; 3 Feb. 2000; w.c.; Malpighiaceae \ HYAP 9706, UNILA • 2 ♀♀; Camacari, Dunas de Tauá; 12º71.621´S, 38º36.842´W; 24 Nov. 1993; J. Becker leg. [†]; MNRJ • 1 ♂; Maracás; 13°26.467´S, 40°25.850´W; 20 Jan. 1963 \ “Coleção Campos Seabra” \ J. Becker leg. \ “ Centris Xanthemisia bicolor Lepeletier ” \ “ C. Paracentris xanthomelaena A.A. Azevedo Det. ” [†]; MNRJ • 1 ♀, 1 ♂; Dias D’Avila; 12º60.621´S, 38º34.028´W; 2 Dec. 1951; Luiz Carlos leg. [†]; MNRJ • 1 ♀, 2 ♂♂; Dias D’Avila; 12º60.621´S, 38º34.028´W; 16 Dec. 1951; Luiz Carlos leg. [†]; MNRJ • 2 ♀♀, 1 ♂; Ipirá, Santa Quitéria; 12º15.642´S, 39º76.319´W; 6 Jan. 2010; K. Ramos and V. Kanamura leg. [†]; MNRJ. – Minas Gerais State • 1 ♀; Conego Marinho; 15º18˝ S, 44º25˝ W; 1 Apr. 1988; Nereu leg. 880824 \ “ C. (Paracentris) sp. nov. Det. Moure, 1992” \ “Parátipo Centris xanthomelaena sp. nov. F. Zanella, 1999”; RPSP • 1 ♂; Conego Marinho; 15º18˝ S, 44º25˝ W; 29 Mar. 1988; Nereu leg. 880654\ “ex Penthemisia Moure, 1950 Det. Moure 1992” \ “ C. (Paracentris) sp. nov. Det. Moure, 1998” \ “Parátipo Centris xanthomelaena sp. nov. F. Zanella, 1999”; RPSP. – Paraíba State • 1 ♀; Patos; 7º03.860´S, 37º31.445´W; 16 Aug. 2002; Gisllyana leg.; HYAP 9300; UNILA. – Pernambuco State • 1 ♀; Alagoinha; 8º46.622´S, 36º78.423´W; 18 Jun. 1987; I.C.S Machado leg.; in Ruellia sp. \ “ C. (Paracentris) sp. nov., Det. Moure 1992” \ “Holótipo Centris xanthomelaena sp. nov. F. Zanella, 1999”; RPSP • 1 ♀; Buique, Vale do Catimbau; 8º49.210´S, 37º50.180´W; 17 Mar. 2005; R. Pick leg. \ “ Centris xanthomelaena Moure & Castro 2001 Schlindwein Det. ” \; HYAP 4002; UNILA. – Rio Grande do Norte State • 1 ♂; Serra Negra do Norte, ESEC Seridó; 6º66.572´S, 37º40.515´W; 12 Aug. 1995; F. Zanella leg.\ 0938 10b03\ HYAP 9705; UNILA • 2 ♀♀; Serra Negra do Norte, ESEC; 6º66.572´S, 37º40.515´W; 13 Mar. 2005; F. Zanella leg.; em pl. 1 roxa 10h\ HYAP 4601; UNILA • 1 ♂; Serra Negra do Norte, ESEC Seridó; 6º66.572´S, 37º40.515´W; 5 Jul. 2005; F. Zanella leg.; pl. 27 Chamaechrista 13h \ HYAP 4598; UNILA • 1 ♀; Serra Negra do Norte, ESEC Seridó; 6º66.572´S, 37º40.515´W; 22 May 2005; F. Zanella leg. \ HYAP 4600; UNILA • 1 ♀; Serra Negra do Norte, ESEC Seridó; 6º66.572´S, 37º40.515´W; 12 Jun. 2005; F. Zanella leg.; Krameria sp. 14h \ HYAP 4853; UNILA • 1 ♂; Serra Negra do Norte, ESEC Seridó; 6º66.572´S, 37º40.515´W; 8 Apr. 2005; F. Zanella leg.; Voando sobre arbusto 17h [†]; MNRJ • 1 ♀; Santana do Seridó; 6º46˝ S, 36º44˝ W; 10 Aug. 2007; J.M.F. Camargo leg.; 07.1024; RPSP. Type locality Brazil: Bahia State: Milagres. Distribution Endemic to northeastern Brazil, being recorded mainly in the dry open Caatinga vegetation (Fig. 3). The only record in central Brazil, Mato Grosso State, needs confirmation. Brazil: Rio Grande do Norte State: Serra Negra do Norte (Zanella 2002, 2003; Aguiar et al. 2003; Silva 2014), *Santana do Seridó. Paraíba State: (Silveira et al. 2002). *Patos. Pernambuco State: Alagoinha (Vogel & Machado 1991; Machado & Sazima 2008). Petrolina (Xavier et al. 2016; Martins et al. 2018). Salgueiro (Xavier et al. 2016). *Buique. Alagoas State: *Piranhas. Bahia State: Canudos (Pigozzo & Viana 2010; Silva 2014). Ibiraba (Rodarte et al. 2008). Itatim (Aguiar 2003a, 2003b; Aguiar et al. 2003; Aguiar & Zanella 2005; Silva 2014). Jequié (Batalha Filho et al. 2007; Silva 2014). Juazeiro (Coelho et al. 2018). Milagres (Moure & Castro 2001; Silva 2014). Monte Santo (Zanella 2002; Aguiar et al. 2003). Xique-Xique (Carneiro et al. 2019). *Camacari (Dunas de Tauá), *Dias D’Ávila, *Ipirá (Santa Quitéria), *Maracás. Mato Grosso State: cf. Serra do Roncador (Zanella 2002). Minas Gerais State: Botumirim (Azevedo et al. 2008). Cônego Marinho (Zanella 2002).Published as part of Vivallo, Felipe & Zanella, Fernando César Vieira, 2021, Relicthemisia, a new subgenus of the oil-collecting bee genus Centris Fabricius, 1804 with notes on distribution and host plants of C. xanthomelaena Moure & Castro, 2001 (Hymenoptera: Apidae), pp. 1-15 in European Journal of Taxonomy 760 on pages 4-8, DOI: 10.5852/ejt.2021.760.1435, http://zenodo.org/record/510173
