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    Representações do princípio de nacionalidade na doutrina internacionalista do século XIX na construção do princípio de autodeterminação dos povos: continuidades e rupturas em um discurso liberal

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito, Florianópolis, 2014.Na tentativa de se estabelecer uma relação entre o princípio de nacionalidade e o moderno princípio de autodeterminação dos povos, o presente trabalho parte de uma análise aprofundada do conceito principal elaborado por Pasquale Stanislao Mancini, a saber, o princípio de nacionalidade, posto pelo jurista italiano como fundamento do direito internacional. A partir desse conceito, é possível deduzir o núcleo da perspectiva manciniana, contida em sua proposta científica, a saber, a substituição do Estado pela Nação como sujeito primeiro do direito internacional. Após apontar os principais traços do pensamento manciniano, estabelece-se um diálogo entre o jurista italiano e outros autores da denominada escola italiana de direito internacional, da qual Mancini pode ser considerado o fundador e membro mais representativo. Portanto, são objeto de análise também as concepções de Terenzio Mamiani e de Pasquale Fiore e de outros autores estrangeiros que deixaram suas contribuições nesse sentido. Por fim, indaga-se quais seriam as possíveis influências dessas posições teóricas defendidas pelos diversos autores acima mencionados, a despeito das divergências existentes entre os mesmos, sobre o hodierno princípio de autodeterminação dos povos, e, para tanto, são apontadas as continuidades e rupturas entre esse e o princípio de nacionalidade.Abstract : In an attempt of establishing a relationship between the principle of nationality and the modern principle of self-determination, this text starts from a thorough analysis of the main concept developed by Pasquale Stanislao Mancini, that is, the principle of nationality, which would constitute the basis of international law, according to him. Starting from the very principle, it´s possible to infer the core of Mancini´s perspective, which is the substitution of State by Nation as the main subject of international law. After showing the main characteristics of Mancini´s thought, this work establishes a dialogue between Mancini himself and other authors of the Italian school of international law, of which Mancini can be considered the founder and the most representative member. Therefore, this work also analyzes Terenzio Mamiani and Pasquale Fiore´s conceptions, as well as other authors´ thoughts, which left their contribution in this field. At last, this work enquires about the possible influences of this theoretical positions championed by the different authors above-mentioned, despite the existing divergences among them, over the modern principle of self-determination and, for this purpose, the continuities and changes between this and the principle of nationality are highlighted

    Efficienza ed economicità di un device centrale a inserzione periferica

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    In questo studio l’attenzione è focalizzata sul passaggio culturale da una logica di re-active a un adeguato sistema di pro-active, dove uno dei parametri da valutare nel comportamento di un infermiere è quello relativo alla sua capacità di formulare una diagnosi precoce

    Giulio Mancini e la nascita della Connoisseurship

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    Il ruolo di Giulio Mancini come padre della connoisseurship è stato recentemente messo in discussione sulla base del fatto che Mancini, sebbene frequentasse il mercato artistico romano di primi Seicento, non provò mai a discutere le attribuzioni dei dipinti contemporanei. Generalmente, infatti, la nascita della moderna connoisseurship, con figure quali i fratelli Richardson, è stata collegata al crescere del fenomeno del mercato artistico nel Settecento, e anche i principali precursori del Seicento, come Marco Boschini, agivano pure in veste di mercanti: tutti questi connoissuers si confrontavano col problema delle attribuzioni dei dipinti dei secoli precedenti. Questo paper esamina le radici della connoisseurship nel lavoro topografico di Mancini, autore della prima guida artistica di Roma. Mancini, studiando gli affreschi del primo Rinascimento di Roma (Ripanda, Pinturicchio, Peruzzi) mise in discussione le biografie di Vasari e suggerì nuove attribuzioni per quelle opere dei secoli precedenti con un approccio moderno che chiaramente anticipa il lavoro dei più tardi connoisseurs.The role of Giulio Mancini as the father of connoisseurship has been recently questioned on the ground that Mancini never aimed to discuss the attributions of contemporary works of art. Generally the birth of modern connoisseurship, with figures as the Richardson brothers, has been linked to the growing art market of the Eighteenth century, and the most important Seventeenth century forerunners, as Marco Boschini, acted as dealers as well: all these connoisseurs deal with the attributions of paintings of the previous centuries. This paper explores the roots of connoisseurship in the topography work of Mancini, author of the first modern artistic guide of Rome. Mancini, studying the early Renaissance frescoes in Rome (Jacopo Ripanda, Pastura, Pinturicchio, Baldassarre Peruzzi) discussed Vasari's biographies and suggested new attributions with a modern approach which clearly anticipates the method of later connoisseurs
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