1,246 research outputs found

    Colore e ambiente urbano: dai criteri di identificazione all’indagine chimico-geologica

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    L'articolo descrive in sintesi i risultati della ricerca condotta da A. Buccaro all'interno del gruppo pluridisciplinare di studio coordinato dalla prof. M. Fumo e finalizzato alla redazione del "Piano del Colore" per la città di Napoli. In particolare, il contributo dell'autore è consistito nell'individuazione, catalogazione e analisi delle fonti documentarie e iconografiche relative a progetti e interventi sul patrimonio edilizio, nonché alle normative in materia di controllo dell'attività privata tra Cinquecento e Ottocento, anche con riferimento ai materiali e alle tecniche costruttive

    Pozzuoli: spazi non qualificati- possibili trasformazioni per nuovi spazi urbani

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    M. Fumo ha svolto attività di moderatrice del convegno che ha visto la partecipazione di politici, soprintendenti e tecnici sul tema della valorizzazione urban

    Presentazione del convegno "L'identità culturale del paesaggio mediterraneo. Risorse, processi e strategie sostenibili"

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    Convegno internazionale promosso dal centro interdipartimentale CITTAM, direttore M. Fumo, al fine di sviluppare una riflessione sul paesaggio e sull'identità locale, rivolta a processi di gestione sostenibil

    Pietre tra le rocce

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    Il catalogo contiene gli studi ed i progetti, presentati su tavole in occasione della mostra, rielaborati con diverso editing e raccolti in sei capitoli. Per uno di questi, quello relativo ai progetti elaborati da studenti della Facoltà di Ingegneria di Napoli, M. Fumo è responsabile scientifico

    Complexo agroindustrial do fumo e território: a formação do espaço urbano e regional no Vale do Rio Pardo-RS

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-graduação em GeografiaEsta tese busca apreender o processo histórico de formação do território do Vale do Rio Pardo, região localizada no centro do Rio Grande do Sul e principal área de produção, de processamento e de comercialização de fumo em folha do país, além de lugar estratégico do complexo agroindustrial (CAI) do fumo no Brasil. Nosso objetivo principal foi analisar a dinâmica relacional entre a constituição e o funcionamento do CAI do fumo e a produção do espaço urbano e regional. Especificamente, buscamos compreender como historicamente se processou a relação entre as sucessivas divisões territoriais do trabalho e a formação da rede urbana regional, identificando o modo como se processou a organização e a utilização do território regional. Metodologicamente, elaboramos essa análise através de ampla revisão bibliográfica sobre a formação socioespacial, sobre a fumicultura e o CAI do fumo, da consulta às fontes de dados secundários relativos à região e da realização de entrevistas semi-estruturadas com representações dos distintos segmentos que integram o CAI do fumo. Observamos em cada período da formação do território regional um conjunto de variáveis e de eventos, engendrados desde distintas escalas geográficas, que se manifestaram e incidiram no espaço regional configurando sucessivos meios geográficos, com distintos modos de organização e usos do território. O desenvolvimento e a consolidação da agroindustrialização do fumo sob a hegemonia do capital monopolista multinacional fumageiro promoveu no território um crescente e desigual conteúdo técnico-científico e informacional, com profundos reflexos na dinâmica de organização e de evolução da rede urbana. A prevalência da racionalidade que guia a reprodução ampliada do capital fumageiro em relação aos demais agentes sociais regionais passou a orientar a modernização da fumicultura e do território, e a regular as relações espaciais internas à região, e aquelas envolvendo a região e distintos e distantes espaços da espacialidade fumageira na escala mundial. A dinâmica e a lógica de configuração e de funcionamento dos circuitos espaciais de produção e dos círculos de cooperação do fumo e do cigarro que alcançam à região tornaram-se cada vez mais determinantes para o desenvolvimento urbano e regional

    Os cultivos de arroz, fumo e banana na sub-bacia do Córrego Garuva, Sombrio - SC, a utilização dos agrotóxicos e sua implicação na saúde dos trabalhadores

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em GeografiaO presente trabalho cujo objetivo é caracterizar como os agricultores utilizam e se relacionam com os agrotóxicos nos cultivos de arroz, banana e fumo, foi desenvolvido na sub-bacia do Córrego Guaruva, em Sombrio, Santa Catarina, através de dados obtidos em visitas às propriedades rurais, entrevistas e testes de colinesterase sangüínea. O cultivo de arroz sofreu fortes modificações a partir dos anos 80, com adoção de novas tecnologias e com uma maior dependência dos agrotóxicos. Não obstante, os produtores estão distantes de uma maior preocupação relativa a estes produtos, e em quase 50% dos casos afirmam não receber nenhuma orientação a respeito das aplicações, desconhecendo ou desconsiderando os períodos de efeitos residuais, de carência, de resguardo na entrada nas lavouras, da forma mais apropriada de utilização e de cuidados com os recipientes. A banana, cultivada em áreas de 5 a 12 há, concentra-se principalmente nas encostas, próxima às nascentes. Os produtores não têm os devidos cuidados com os tratos culturais necessários a este cultivo, sendo realizada a capina, de forma química e o ensacamento dos cachos, porém com sacos de lixo. Os produtores afirmam conhecer todas as doenças e pragas deste cultivo e descartam diagnósticos pôr parte dos técnicos, aplicando os agrotóxicos de forma e em quantidade abusivas, muitas vezes preventivamente, por acreditar que assim conseguirão uma produção expressiva. O cultivo do fumo, que ocupa áreas de 1,5 a 3,5 há da propriedade, muito próximas às casas dos agricultores, é realizado no sistema de integração. As empresas fornecem orientação no tocante à indicação dos agrotóxicos e cuidados com as embalagens, mas mesmo assim os produtores costumam aumentar a dosagem dos pesticidas na preparação das caldas. Os agrotóxicos utilizados nos diferentes cultivos pertencem a diversas classes toxicológicas, sendo comum o uso de organofosforados e carbamatos. O teste de colinesterase sangüínea realizado em 148 pessoas revelou que os maiores índices ocorreram na classe correspondente à probabilidade de intoxicação nos cultivos de arroz e banana, com 48,4 e 62,5%, respectivamente. Na intoxicação aguda o cultivo de arroz forneceu o valor de 21,6% e o de banana, 12,5%. Tanto no arroz como na banana a faixa etária mais atingida corresponde àquela dos 15 aos 24 anos. Para aqueles que trabalham com o fumo, foram registrados valores mais brandos, com 30% dos casos com probabilidade de introxicação, fato provavelmente derivado das análises terem sido realizados em período de pulverizações menos frequentes
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