84 research outputs found

    The Preferential Flow Syndrom – A Buzzword or a Scientific Problem

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    The export of surface-applied compounds or of elements residing in the solution of the soil matrix to surface and groundwater is, in most cases, a problem with a spatial scale in the order of hectares or more. Preferential flow, on the other hand, is often analyzed on scales of small field plots, soil monoliths or smaller. Reactive compounds are partly bypassing the retention compartment of the soil matrix through sub-scale pathways that are undetectable with currently used sampling techniques. The purpose of this is to bridge the scale of preferential flow processes with that of the preferential flow effects. Ultimately, this is a problem of the detection devices used for capturing the decisive soil factors and their implementation into up-scaled models

    To William P. Preston from various correspondents, 1830-1843

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    Business correspondence received by William P. Preston. Documents include the following: letter from Elen Owens June 24, 1830; reference from Simon Becker, October 25, 1834; two letters from George W. Andrews, May 20 and 21, 1835; letter from Thomas Karney, May 8, 1835; letter from unknown, August 1, 1835; letter from Theodore Westphal, August 20, 1835; letter from Joseph Bundt, October 31, 1835; letter from unknown, December 8, 1835; letter from J. M. Carrick, March 10, 1837; letter from A. H. Mandeville, December 15, 1840; letter from David S. Kieffer, October 29, 1841; letter from C. Belden with copy of note for money owed by James Anderson to C & G Belden, subscribed by Alexander Robertson Ronson, Maryland Commissioner, June 7, 1842; note of letter received, March 20, 1842; letter from J. B. Clark, December 25, 1842; telegram from Jerry Walker, February 21, 1863; letter from O. Hopkinson relating to the case of State vs. John Shaw, April 6, 1843

    Gestão Universitária: identificação das práticas da gestão do conhecimento na UFSC.

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    Este artigo tem como objetivo identificar as práticas da gestão do conhecimento na Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Para o seu desenvolvimento foi utilizada uma pesquisa descritiva, com dados secundários, através de pesquisa bibliográfica e pesquisa documental e com dados primários extraídos a partir de observação informal. O artigo é concluído destacando as práticas da gestão do conhecimento já adotadas pela UFSC e aquelas práticas de gestão que embora sejam relevantes não acontecem ainda na gestão universitária da UFSC

    Cinema, mercado e pol?tica cultural : os casos do Brasil e M?xico numa vis?o hist?rico estrutural

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    Made available in DSpace on 2015-04-14T14:41:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 432302.pdf: 1064894 bytes, checksum: 58b8e4625edf7ddaad0d77a2e89e48b1 (MD5) Previous issue date: 2011-03-30Esta tese realiza uma an?lise comparativa das medidas pol?ticas desenvolvidas na ?rea da cultura pelos governos brasileiro e mexicano para a promo??o das suas ind?strias cinematogr?ficas. Toma-se o contexto das mudan?as nas rela??es entre Pol?tica, Economia e Cultura no per?odo proposto, a virada dos s?culos XX para XXI, quando os modelos liberais do Estado do Bem-Estar se encontram obliterados pelos avan?os das tecnologias e do capital internacionalizado, que resultam no crescente e inevit?vel contato entre as diversas ind?strias culturais do planeta. A Economia Pol?tica da Comunica??o ? o recorte te?rico-metodol?gico, advinda do Materialismo Hist?rico, que direciona o olhar sobre os fatores e atores no jogo de for?as entre o laissez faire do mercado e a regula??o estatal. Os resultados demonstram que a cont?nua organiza??o do mercado mexicano de cinema foi eficiente em pressionar os governos por prote??o e fomento em situa??es espec?ficas, mas falhou ao gerar resultados de longo prazo. No caso do Brasil, comprovam que o est?mulo ao mercado cinematogr?fico nacional foi, antes de tudo, uma a??o da iniciativa estatal, pautada pelas agendas dos governos, deixando os mercados dependentes e sujeitos ? inconst?ncia desse apoio

    Putting the “Public” Back in Public Management

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