767 research outputs found
Robust MMSE Precoding Strategy for Multiuser MIMO Relay Systems with Switched Relaying and Side Information
In this work, we propose a minimum mean squared error (MMSE) robust base station (BS) precoding strategy based on switched relaying (SR) processing and limited transmission of side information for interference suppression in the downlink of multiuser multiple-input multiple-output (MIMO) relay systems. The BS and the MIMO relay station (RS) are both equipped with a codebook of interleaving matrices. For a given channel state information (CSI) the selection function at the BS chooses the optimum interleaving matrix from the codebook based on two optimization criteria to design the robust precoder. Prior to the payload transmission the BS sends the index corresponding to the selected interleaving matrix to the RS, where the best interleaving matrix is selected to build the optimum relay processing matrix. The entries of the codebook are randomly generated unitary matrices. Simulation results show that the performance of the proposed techniques is significantly better than prior art in the case of imperfect CSI.
A educatio de crianças e adolescentes no De uniuersa mulierum medicina de Rodrigo de Castro
The discussion around the nutrition and physical, intellectual and moral education of children and adolescents has been pervasive throughout Antiquity, the Middle Ages and the Renaissance. Often tackled by authors of medical treatises and encyclopedias, the educatio of children and youngsters has triggered the interest of the Portuguese physician Rodrigo de Castro (c.1546-1627/29?) who dealt with it in the final section of the First Part of his treatise De uniuersa mulierum medicina. Drawing on the comparison between this text and the medical writings that preceded it, we will seek to outline the educational routine prescribed for children and adolescents in the course of the twenty centuries separating Mnesitheus of Athens (4th century B.C.) and Castro, as well as reflect on how the Portuguese author has in-corporated elements drawn from ancient and medieval traditions in his own work.La discusión sobre los cuidados que se deben tener en la alimentación y en la educación física, intelectual y moral de los niños traspasó la Antigüedad, la Edad Media y el Renacimiento. Tópico desarrollado en no pocas ocasiones por tratadistas y enciclopedistas médicos, la educatio infantil y juvenil suscitó el interés del médico portugués Rodrigo de Castro (c.1546-1627/29?), que le dedicó el final de la Primera Parte del tratado De uniuersa mulierum medicina. Partiendo del cotejo de este texto con escritos médicos anteriores, intentaremos recontruir el régimen propuesto para niños y adolescentes a lo largo de los veinte siglos que median entre Mnesiteo de Atenas (s. IV a. C.) y Castro, así como reflexionar sobre el modo como el tratadista luso incorporó en su propio discurso los elementos heredados de la tradición antigua y medieval.La discussion sur les soins à apporter à l’alimentation et à l’éducation physique, intellectuelle et morale des enfants et des adolescents traversa l’Antiquité, le Moyen Âge et la Renaissance. Sujet souvent développé par des rédacteurs et des encyclopédistes médicaux, l’educativo puérile et juvénile suscita l’intérêt du iatrique portugais Rodrigo de Castro (c.1546-1627/29?), qui lui consacra la fin de la Première Partie du traité De uniuersa mulierum medicina. En partant de la comparaison de ce texte avec des écrits médicaux antérieurs, nous chercherons à reconstituer le régime préconisé pour les enfants et les adolescents au long des vingt siècles qui séparent Mnesiteus d’Athènes (IVème siècle av. J.C.) et Castro et à réfléchir sur la façon dont le rédacteur portugais incorpora dans son propre discours les éléments hérités de la tradition antique et médiévale.A discussão sobre os cuidados a ter com a alimentação e a educação física, intelectual e moral de crianças e adolescentes atravessou a Antiguidade, a Idade Média e o Renascimento. Tópico não raras vezes desenvolvido por tratadistas e enciclopedistas médicos, a educatio pueril e juvenil suscitou o interesse do iátrico luso Rodrigo de Castro (c.1546-1627/29?), que lhe dedicou o final da Primeira Parte do tratado De uniuersa mulierum medicina. Partindo do cotejo deste texto com escritos médicos anteriores, procuraremos reconstituir o regime preconizado para crianças e adolescentes ao longo dos vinte séculos que separam Mnesiteu de Atenas (séc. IV a.C.) e Castro, bem como refletir sobre o modo como o tratadista português incorporou no seu próprio discurso os elementos herdados da tradição antiga e medieval
Dos sertões da África para os do Brasil: os africanos livres da Sociedade de Mineração de Mato Grosso (Alto Paraguai-Diamantino, 1851-1865)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2014.No Brasil do século XIX, "africano livre" era o termo que designavam os africanos resgatados de navios negreiros apreendidos durante a campanha de repressão ao comércio de cativos. Apesar de estabelecida nas leis de 1831 e de 1850 de proibição do tráfico, a reexportação desses africanos para África nunca aconteceu e eles foram mantidos no Império brasileiro. Todo africano apreendido no tráfico ilegal era juridicamente livre, mas ficava submetido à tutela do Estado que o disponibilizava tanto para executar trabalhos públicos como para atividades a serviço de pessoas particulares. Após 1850, houve uma mudança na política de distribuição dos africanos livres para o serviço compulsório, e eles não poderiam ser distribuídos entre particulares. A maioria foi, assim, distribuída entre instituições públicas e governos provinciais. Houve, no entanto, concessões a companhias privadas de interesse público como a Companhia de Navegação a Vapor do Amazonas, do barão de Mauá, e a Sociedade de Mineração de Mato Grosso. Esta tese analisa as experiências dos africanos livres que foram cedidos à Sociedade de Mineração de Mato Grosso em 1851 a partir da análise de documentação manuscrita produzida pela Sociedade de Mineração de Mato Grosso sobre os africanos livres, arquivada no Arquivo Público de Mato Grosso ? correspondências expedidas e recebidas entre representantes do Ministério dos Negócios da Justiça do Império e presidentes da província de Mato Grosso e entre estes e os guardas dos africanos livres da Sociedade, delegados, juízes de paz e representantes da elite política da província. A pesquisa sobre a criação da Sociedade de Mineração de Mato Grosso explorou a fundação dessa Sociedade, os termos para a concessão dos terrenos mineratórios, os principais diretores e ainda a contrapartida da empresa que deveria promover construção de estrada entre o Mato Grosso e o Pará e ainda a assimilação dos indígenas nos locais a serem explorados. A análise acompanhou os africanos livres no desenvolvimento dos trabalhos designados a eles, ou seja, na exploração dos aluviões auríferos, de diamante, na produção e colheita de alimentos, em abertura de caminhos em mata fechada, extração da poaia (planta medicinal), entre outros. Além das experiências relacionadas aos trabalhos descritos, a tese discute a relação desse grupo de africanos livres com outros trabalhadores, com pessoas da comunidade local através de apadrinhamento de seus filhos e a organização desses trabalhadoresXIVdiante da violência, como em motins, fugas, insubordinação, assim como a emancipação definitiva que ocorreu em 1865. Com o propósito de promover o desenvolvimento e progresso pelo país, o governo imperial brasileiro apoiou e incentivou as nascentes companhias e sociedades privadas mantendo conjuntamente atividades comerciais, algumas relacionadas à agricultura, mineração, navegação, ferroviária, melhoramentos urbanos, etc. No caso da Sociedade de Mineração de Mato Grosso, ele concedeu a mão de obra de cem africanos livres. Assim como outros trabalhadores compulsórios, como os indígenas, mestiços e pobres livres, o governo imperial disponibilizou a força de trabalho dos africanos livres para empreendimentos de desenvolvimento capitalista no Império. O modo como foi implementado esse processo é explorado a partir das experiências dos africanos livres cedidos para essa Sociedade.Abstract : In nineteenth-century Brazil, the term "Free African" was used to designate the Africans rescued from slave ships during the repression of the slave trade. Despite being inscribed in both the 1831 and the 1850 abolition laws, the transportation of these persons back to Africa never happened and they were kept in Brazil. All the Africans seized from the slave trade were legally free but remained under the guardianship of the State, and were to serve private individuals or public institutions. After 1850, the policy for the assignment of Free Africans for service changed, and they would no longer serve private individuals. The vast majority of them were assigned to public institutions and public service in the provinces. However, there were concessions to private companies of public interest, such as the Amazon Steam Navigation Company of the Baron of Maua and the Mining Society of Mato Grosso.This doctoral dissertation analyses the living experiences of the Free Africans who were assigned to the Mining Society of Mato Grosso in 1851, making use of the documentation produced by this company itself. Such documentation is kept in the Public Archives of Mato Grosso ? letters sent and received between officials of the Ministry of Justice and the presidents of the province of Mato Grosso and between these presidents and the guardians of Free Africans, local sheriffs, Justices of the peace and persons representing the elite of the province. The research on the creation of the Mining Society of Mato Grosso examined details of its foundation, the agreements for the concession of lots for mining, the background of the main directors of the company and the counterpart of the company to the state, which was basically the construction of a road from the province of Mato Grosso to the province of Para, and the domestication of the Native Indians in the places to be explored. This analysis followed the Free Africans in their appointed works, that is, the exploration of gold and diamond in alluvial deposits, the production and harvest of food, the opening of paths in the dense forest, the extraction of the medicinal herbs (?poaia?) and other activities. Furthermore, the dissertation treats the relationship between the Free Africans and other workers, the relationship with persons of the local community, through the occurrence of god parenting of the children of the Free Africans, and the organization of these workers against the violence, in actions such as revolts, flights, rebellions and finally, the definitiveXVIemancipation occurred in 1865.The Brazilian Imperial Government, having the purpose to promote the development and progress throughout the country, gave support to companies and private societies and maintained with them commercial activities related with agriculture, mining, navigation, railroad and urban development. To the Mining Society of Mato Grosso, the government granted one hundred Free Africans. The same way as other compulsory workers such as Indians, mestizos and poor people, the government made available the labor force of the Free Africans to the capitalist development of the Empire. The form in which this process was implemented is analyzed here, through the living experiences of the Free Africans granted to this Society
SOBRE A INTERFERÊNCIA PRODUZIDA POR ESTAÇÕES TERRENAS A BORDO DE EMBARCAÇÕES EM RECEPTORES DO SERVIÇO FIXO TERRESTRE
A partir do final dos anos 90, a utilização de estações terrenas a bordo de
embarcações (ESVs) tornou-se usual. Estas estações encontram-se instaladas numa variedade de navios e em plataformas móveis que operam em todas as regiões do globo. Em geral, elas operam utilizando o segmento espacial do serviço fixo por satélite (FSS) em partes das bandas C e Ku e, muitas vezes, compartilham faixas de frequência com o Serviço Fixo Terrestre (FS). Com base em resultados dos estudos realizados no período 2000-2003, a Conferência Mundial de Radiocomunicações de 2003 (WRC 03) avaliou as condições sob as quais ESVs poderiam operar nas redes FSS sem produzir interferências inaceitáveis aos serviços de radiocomunicações operando de acordo com o Regulamento como, por exemplo, o FS. Esta avaliação resultou numa resolução que estabelece provisões técnicas e regulamentares para a operação de estações terrenas a bordo de embarcações operando em faixas das bandas C e Ku. Esta resolução impõe duas limitações à operação das ESVs: (i) sua distância à costa marítima e (ii) a densidade de e.i.r.p. transmitida na direção do horizonte. Estudos posteriores indicaram ser mais adequada a imposição de restrições que tivessem como base a densidade de fluxo de potência produzida pela ESV em receptores do FS localizados na costa, o que permitiria a operação das ESVs mesmo com distâncias à costa inferiores à distância mínima estabelecida pela resolução da WRC 03. Este fato motivou a proposição de metodologias para determinar novas distâncias mínimas à costa que permitissem a operação das ESVs sem prejuízo dos enlaces terrestres. No presente trabalho, um procedimento baseado numa destas metodologias é utilizado para determinar as distâncias mínimas de operação em relação à costa marítima brasileira. Este procedimento permite determinar as distâncias à costa brasileira em função da posição orbital do satélite utilizado e da densidade de e.i.r.p. transmitida pela ESV em direção ao satélite.Since the end of the 90s the use of Earth Stations on board Vessels
(ESVs) became usual. These stations are installed in variety of ships and mobile
platforms operating in all regions of the world. Generally they operate using
the space segment of Fixed Satellite Service (FSS) in either the C or the Ku
bands, and usually share frequencies with terrestrial Fixed Service systems
(FS). Based on results of studies that were conducted in the period 2000-2003
the 2003 World Radiocommunication Conference (WRC 03) evaluated the
conditions under which ESVs could operate in FSS networks without producing
unacceptable interference to radiocommunications services operating under the
Radio Regulations as, for example, FS systems. Based on this assessment, the
WRC03 produced a resolution containing technical and operational provisions
for ESVs transmitting in the C and Ku bands. This resolution imposes two
constraints on the operation of the ESVs: a minimum operating distances
from the low-water mark and, a maximum value for the e.i.r.p spectral density
toward the horizon. Later studies have indicated that constraints based on the
power flux density produced by ESV at the FS receiver located at the coastline
could be more appropriate and flexible. This approach would allow for the
operation of ESVs at closer distances than those established by the WRC’03
resolution. This fact has motivated studies that proposed methodologies do
determine new minimum ESV distances to the coast. In the present work, a
procedure based on one of these methodologies is used to determine minimal
ESV operating distances to the Brazilian coast as a function of orbital position
of the satellite being used and of the e.i.r.p. density transmitted by the ESV
towards the satellite
La experiencia del orden en las fiestas de Independencia porfirianas de la ciudad de México (1887-1900). Historias. Revista de la Dirección de Estudios Históricos. Num. 84 (2013) enero-abril
“El nacimiento de la tragedia. Orden cívico, criminalidad y desorden público. Las formas de apropiación de las fiestas de la independencia en la ciudad de México (1887-1900)”, México, Facultad de Filosofía y Letras-UNAM, tesis de licenciatura, 2011.José Joaquín Brunner, “De las experiencias de control social” , en Revista Mexicana de Sociología, vol. 40, núm. Extraordinario, México, unam, 1978, p. 235Michel Foucault, Vigilar y castigar. Nacimiento de la prisión, México, Siglo XXI, 2008; José Joaquín Brunner, De la cultura liberal a la sociedad disciplinaria, Santiago, Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (Cuadernos de Trabajo), 1977.Uwe Schultz, “El ser que festeja”, en Uwe Schultz (coord.), La fiesta. Una historia cultural desde la antigüedad hasta nuestros días, Madrid, Alianza, 1993, p. 13.Löic Abrassart, “El pueblo en orden, el uso de las procesiones cívicas y su organización por contingentes en las fiestas porfirianas. México, 1900-1910”, en Historias, núm. 43, México, INAH, 1999, pp. 51-63.María José Garrido Asperó, Fiestas cívicas históricas en la ciudad de México, 1765-1823, México, Instituto de Investigaciones Dr. José María Luis Mora, 2006, pp. 19-20.Luis Fernando Granados, Sueñan las piedras. Alzamiento en la ciudad de México, 14, 15 y 16 de septiembre de 1847, México, Era/INAH, 2003Alejandra Moreno Toscano, “La fiesta del Grito”, en Begoña Hernández y Lazo (coord.), La celebración del grito de independencia, 1810-1985, Recopilación hemerográfica, 1810-1985, México, inehrm, 1985, pp. 153-158.James C. Scott, Los dominados y el arte de la resistencia. Discursos ocultos, México, Era, 2000, pp. 84-85 y 88.Lourdes Roca y Fernando Aguayo, “Usos y apropiaciones de un espacio urbano. El paseo del Zócalo, 1880-1885”, en Secuencia, núm. 59, octubre-diciembre de 2004, p. 120.Antonio Padilla Arroyo, “Perfiles sociales y escenarios del crimen en la ciudad de México a finales del siglo xix”, en María del Carmen Collado (coord.), op. cit., t. II, 2004, pp. 221-222.María Dolores Lorenzo, “Segregación social y espacios de entretenimiento en la ciudad de México, 1810- 1910”, en Mario Barbosa y Salomón González (coords.),Problemas de la urbanización en el valle de México, 1810-1910. Un homenaje visual en la celebración de los centenarios,México, UAM, 2009, p. 229.Verónica Zárate Toscano, “Las conmemoraciones septembrinas…”, en Verónica Zárate Toscano (coord.), op. cit., 2003, p. 130.En este artículo se inquiere acerca de la experiencia de orden dentro de la moratoria de la cotidianidad que presenta la fiesta de Independencia de la ciudad de México a finales del siglo XIX. Da cuenta de los límites simbólicos y materiales dentro de los cuales se enmarcaba la acción de la comunidad celebrante convocada por las elites políticas y su ampliación con el traslado de la ceremonia del grito de Dolores del Teatro Nacional al Zócalo capitalino. En consecuencia, se analiza la instauración de un nuevo orden festivo con límites simbólicos y materiales bien definidos en la búsqueda de consenso cívico, político y social en un periodo de crecimiento y control urbano, así como de progreso económico y afirmación política por parte del régimen porfiriano.This article investigates the experience of order in the suspension of the day-to-day routine during the Independence Day celebrations in Mexico City in the late nineteenth century. It attests to the symbolic and material limits framing the action of the community summoned by the political elite to participate in the celebration and its deployment as the ceremony commemorating of the inicial call for Independence in Dolores Hidalgo shifted from the National Theater to the central square in the capital. Thus, it analyzes the establishment or a new festive order with clearly defined symbolic and material limits in the quest for civic, political, and social consensus at a time of growth and urban control, as well as economic pregress and political affirmation on the part of the regime under Porfirio Díaz.</p
Historia de la muerte y glorioso martyrio del sancto Innocente, que llaman de la Guardia, natural de la ciudad de Toledo ... : con otros tractados de mucha doctrina y preouecho, que son los de la plana siguiente
El pie de imp. consta en colofón, en v. de h. 78 y de h. 96 de la primera secuencia de folColofón en v. de h. 43 y de h. 88 de la segunda secuencia de folSign.: ¶\p10\s, A-M\p8\s, ¶\p4\s ; A-L\p8\s, O\p3\sPorts. con grab xilIlustraciones xilContiene: Tractado y platica de la ciudad de Toledo a sus vezinos afligidos .../author el maestro Alexio Venegas de Busto ; corregido por ... Rodrigo de Yepes ..., de h. 79 a 96 de la primera secuencia de fol. ; Tractado y descripcion breue y c¯opendiosa de la tierra sancta de Palestina ..., h. 1-43 de de la segunda secuencia de fol., con port. propia ; Tractado de la peregrinacion que Iesu Christo ... hizo en este mundo, h. 44-88 de la segunda secuencia de fol
La inmunogenética más allá de la clínica: genes y patógenos que marcaron nuestra historia demográfica. 6 Cuarta época, año 2 (2018) septiembre-diciembre. Diario de Campo. Nombrar y contar. Visibilidad estadística de las poblaciones afromexicanas
Existe un número de condiciones clínicas asociadas con determinadas ancestrías, entre las cuales destaca la relación entre ciertos padecimientos autoinmunes y la ancestría nativa americana. Sin embargo, resulta lógico pensar que la presencia de estos padecimientos no fue seleccionada positivamente en el pasado y que las variantes relacionadas con estas afecciones fueron ventajosas en otro escenario. Los grupos nativos americanos tienen su origen en las poblaciones asiáticas. Tras dejar su continente de origen, viajaron a través de América y se encontraron con nuevos ambientes, animales y plantas, y por ello se expusieron a nuevos retos inmunes. La diversidad inicial en distintos genes se vio sometida a nuevas presiones selectivas al enfrentarse y adaptarse a una gran cantidad de microorganismos, muchos de los cuales posiblemente nunca habían enfrentado. Un caso particular de esta diversidad se aloja en los genes del sistema HLA, los cuales, a pesar de estar en proximidad, parecerían haber seguido historias evolutivas distintas. La pregunta obligada es: ¿la diversidad restringida en estos genes es el resultado de uno o más eventos adaptativos en América anteriores al siglo XVI, o somos testigos de uno de los más recientes ejemplos de selección natural en la historia de las poblaciones humanas?Acuña-Soto, Rodolfo et al. (2000). “Large epidemics of hemorrhagic fevers in Mexico 1545-1815”. The American Journal of Tropical Medicine and Hygiene, 62 (6), pp. 733-739._____ (2002). “Megadrought and megadeath in 16th century Mexico”. Emerging Infectious Diseases, 8 (4), pp. 360-362._____ (2004). “When half of the population died: The epidemic of hemorrhagic fevers of 1576 in Mexico”. FEMS Microbiology Letters, 240 (1), pp. 1-5.Barquera, Rodrigo (2012). “El papel de la genética de poblaciones en la inmunología del trasplante en México”. Gaceta Médica de México, 148 (1), pp. 52-67.Belich, Mônica P. et al. (1992). “Unusual HLA-B alleles in two tribes of Brazilian Indians”. Nature, 357 (6376), pp. 326-329.Bortolini, Maria Cátira, y Francisco M. Salzano (1996). “mtDNA diversity analysis in Amerindians and other human populations – how different are they?” Revista Brasileira de Genética, 19 (3), pp. 527-534.Bos, Kirsten I. et al. (2014). “Pre-Columbian mycobacterial genomes reveal seals as a source of New World human tuberculosis”. Nature, 514 (7523), pp. 494-497.Bothamley, Graham H. et al. (1989). “Association of uberculosis and M. tuberculosis-specific antibody levels with hla”. Journal of Infectious Diseases, 195 (3), pp. 549-555.Buckle, Geoffrey C. et al. (2012). “Typhoid fever and paratyphoid fever: Systematic review to estimate global morbidity and mortality for 2010”. Journal of Global Health, 2 (1), p. 10401.Callaway, Ewen (2016). “Plant and animal DNA suggests first Americans took the coastal route”. Nature, 536 (7615), p. 138.Chaaithanya, Itta Krishna et al. (2013). “HLA class II allele polymorphism in an outbreak of chikungunya fever in Middle Andaman, India”. Immunology, 140 (2), pp. 202-210.Conde-González, Carlos J. et al. (1993). “Historical account of venereal diseases in Mexico”. Genitourinary Medicine, 69 (6), pp. 462-466.Crosby, Alfred W. (1976). “Virgin soil epidemics as a factor in the aboriginal depopulation in America”. The William and Mary Quarterly, 33 (2), pp. 289-299.Delgado, Julio C. et al. (2006). “Aspartic acid homozygosity at codon 57 of HLA-DQ beta is associated with susceptibility to pulmonary tuberculosis in Cambodia”. The Journal of Immunology, 176 (2), pp. 1090-1097.Dunstan, Sarah J. et al. (2014). “Variation at HLA-DRB1 is associated with resistance to enteric fever”. Nature Genetics, 46 (12), pp. 1333-1336.Escamilla-Tilch, Mónica et al. (2013). “Association of genetic polymorphism of hla-drb1 antigens with the susceptibility to lepromatous leprosy”. Biomedical Reports, 1 (6), pp. 945-949.Goldfeld, Anne E. et al. (1998). “Association of an HLA-DQ allele with clinical tuberculosis”. Journal of the American Medical Association, 279 (3), pp. 226-228.González-Galarza, Faviel F. et al. (2015). “Allele frequency net 2015 update: New features for HLA epitopes, KIR and disease and HLA adverse drug reaction associations”. Nucleic Acids Research, 43, (núm. Especial de bases de datos), pp. D784-D788.Hammer, Christian et al. (2015). “Amino acid variation in HLA class II proteins is a major determinant of humoral response to common viruses”. The American Journal of Human Genetics, 97 (5), pp. 738-43.Hershberg, Ruth et al. (2008). “High functional diversity in Mycobacterium tuberculosis driven by genetic drift and human demography”. PLOS Biology, 6 (12), p. e311.Khomenko, A. G. et al. (1990). “Tuberculosis in patients with various HLA phenotypes”. Tubercle, 71 (3), pp. 187-192Krause-Kyora, Ben et al. (2018). “Ancient DNA study reveals HLA susceptibility locus for leprosy in medieval Europeans”. Nature Communications, 9 (1), p. 1569.Lindo, John et al. (2016). “A time transect of exomes from a Native American population before and after European contact”. Nature Communications, 7, p. 13175.López Herráez, David et al. (2013). “Rheumatoid arthritis in Latin Americans enriched for Amerindian ancestry is associated with loci in chromosomes 1, 12, and 13, and the HLA class II region”. Arthritis and Rheumatology, 65 (6), pp. 1457-1467.Lutz, Charles T. (2014). “HLA BW4 and BW6 epitopes recognized by antibodies and Natural Killer cells”. Current Opinion in Organ Transplantation, 18 (4), pp. 436-441.Marr, John S., y James B. Kiracofe (2000). “Was the huey cocoliztli a haemorrhagic fever?”. Medical History, 44 (3), pp. 341-362.Monack, Denise M. et al. (2004). “Persistent bacterial infections: The interface of the pathogen and the host immune system”. Nature Reviews Microbiology, 2 (9), pp. 747-765.Moreno-Estrada, Andrés et al. (2014). “The genetics of Mexico recapitulates Native American substructure and affects biomedical traits”. Science, 344 (6189), pp. 1280-1285.Palafox, Damián et al. (2016). “Determinación de HLA en pacientes con Síndrome de Parry Romberg atendidos en el Servicio de Cirugía Plástica y Reconstructiva del Hospital General ‘Dr. Manuel Gea González’”. Cirugía Plástica Ibero-Latinoamericana, 42 (2), pp. 115-120.Parham, P. et al. (1997). “Episodic evolution and turnover of HLA-B in the indigenous human populations of the Americas. Tissue Antigens, 50 (3), pp. 219-232.Pedersen, Mikkel W. et al. (2016). “Postglacial viability and colonization in North America’s ice-free corridor”. Nature, 537 (7618), pp. 45-49.Peschken, Christine A., y John M. Esdaile (1999). “Rheumatic diseases in North America’s indigenous peoples”. Seminars in Arthritis and Rheumatism, 28 (6), pp. 368-391.Pons-Estel, Bernardo A. et al. (2004). “The GLADEL multinational Latin American prospective inception cohort of 1,214 patients with systemic lupus erythematosus: ethnic and disease heterogeneity among ‘Hispanics’”. Medicine, 83 (1), pp. 1-17.Ramírez Gómez, L. A. et al. (2008). “Childhood systemic lupus erythematosus in Latin America. The GLADEL experience in 230 children”. Lupus, 17 (6), pp. 596-604.Salo, Wilmar L. et al. (1994). “Identification of Mycobacterium tuberculosis DNA in a pre-Columbian Peruvian mummy”. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, 91 (6), pp. 2091-2094.Salomé, Jenny von et al. (2007). “Full-length sequence analysis of the HLA-DRB1 locus suggests a recent origin of alleles”. Immunogenetics, 59 (4), pp. 261-271.Salzano, Francisco M. (2002). “Molecular variability in Amerindians: Widespread but uneven information”. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 74 (2), pp. 223-263.Sanchez, Elena et al. (2010). “Genetically determined Amerindian ancestry correlates with increased frequency of risk alleles for systemic lupus erythematosus”. Arthritis and Rheumatology, 62 (12), pp. 3722-3729.Sanchez, Elena et al. (2010). “Genetically determined Amerindian ancestry correlates with increased frequency of risk alleles for systemic lupus erythematosus”. Arthritis and Rheumatology, 62 (12), pp. 3722-3729.Sanchez, Elena et al. (2010). “Genetically determined Amerindian ancestry correlates with increased frequency of risk alleles for systemic lupus erythematosus”. Arthritis and Rheumatology, 62 (12), pp. 3722-3729.Sanchez, Elena et al. (2010). “Genetically determined Amerindian ancestry correlates with increased frequency of risk alleles for systemic lupus erythematosus”. Arthritis and Rheumatology, 62 (12), pp. 3722-3729.Sanchez, Elena et al. (2010). “Genetically determined Amerindian ancestry correlates with increased frequency of risk alleles for systemic lupus erythematosus”. Arthritis and Rheumatology, 62 (12), pp. 3722-3729.Single, Richard M. et al. (2007). “Global diversity and evidence for coevolution of KIR and HLA. Nature Genetics, 39 (9), pp. 1114-1119.Somolinos d’Ardois, Germán (1956 / 2015). “El manuscrito sobre el cocoliztli”. En Francisco Hernández [Obras completas, t. IV] pp. 475-480. México: UNAM.Spyrou, Maria A. et al. (2019). “Ancient pathogen genomics as an emerging tool for infectious disease research”. Nature Reviews Genetics, 20, pp. 323-340.Tamm, Erika et al. (2007). “Beringian standstill and spread of Native American founders”. PLoS One, 2(9), p. e829.Terán-Escandón, David et al. (1999) “Human leukocyte antigen-associated susceptibility to pulmonary tuberculosis: Molecular analysis of class II alleles by DNA amplification and oligonucleotide hybridization in Mexican patients. Chest, 115 (2), pp. 428-433.Terán-Escandón, David et al. (1999) “Human leukocyte antigen-associated susceptibility to pulmonary tuberculosis: Molecular analysis of class II alleles by DNA amplification and oligonucleotide hybridization in Mexican patients. Chest, 115 (2), pp. 428-433.Thornton, Russell (1997). “Aboriginal North American population and rates of decline, ca. a.d. 1500-1901”. Current Anthropology, 38, pp. 310-315.Vågene, Åshild J. et al. (2018). “Salmonella enterica genomes from victims of a major sixteenth-century epidemic in Mexico”. Nature Ecology and Evolution, 2 (3), pp. 520-528.Wang, Sijia et al. (2007). “Genetic variation and population structure in Native Americans”. PLOS Genetics, 3 (11), p. e185.Watkins, David I. et al. (1992). “New recombinant HLA-B alleles in a tribe of South American Amerindians indicate rapid evolution of MHC class I loci”. Nature, 357 (6376), pp. 329-333.Wirth, Thierry et al. (2008). “Origin, spread and demography of the Mycobacterium tuberculosis complex”. PLOS Pathogens, 4 (9), p. e1000160.Zhou, Zhemin et al. (2017). “Millennia of genomic stability within the invasive Para C lineage of Salmonella enterica”. Recuperado de https://www.biorxiv.org/content/early/2017/02/14/10575
Historia de la muerte y glorioso martyrio del sancto Innocente, que llaman de la Guardia, natural de la ciudad de Toledo ... : con otros tractados de mucha doctrina y preouecho, que son los de la plana siguiente
El pie de imp. consta en colofón, en v. de h. 78 y de h. 96 de la primera secuencia de fol.Colofón en v. de h. 43 y de h. 88 de la segunda secuencia de fol.Sign.: ¶\p10\s, A-M\p8\s, ¶\p4\s ; A-L\p8\s, O\p3\s.Ports. con grab xil.Ilustraciones xil.Contiene: Tractado y platica de la ciudad de Toledo a sus vezinos afligidos .../author el maestro Alexio Venegas de Busto ; corregido por ... Rodrigo de Yepes ..., de h. 79 a 96 de la primera secuencia de fol. ; Tractado y descripcion breue y c¯opendiosa de la tierra sancta de Palestina ..., h. 1-43 de de la segunda secuencia de fol., con port. propia ; Tractado de la peregrinacion que Iesu Christo ... hizo en este mundo, h. 44-88 de la segunda secuencia de fol
Un estudio sobre el Diálogo de doctrina christiana en la lengua de Mechuacan, 1559, de fray Maturino Gilberti. Historias. Revista de la Dirección de Estudios Históricos. Num. 100 (2018) mayo-agosto
1 Thomas C. Smith Stark, “La trilogía catequística: artes, vocabularios y doctrinas en la Nueva España como instrumento de una política lingüística de normalización”, en Rebeca Barriga Villanueva y Pedro Martín Butragueño (dirs.), Historia sociolingüística de México, México, El Colegio de México, 2010-2017, 4 vols., vol. I, pp. 451-482.2 Georges Baudot (1935-2002) identificó una utopía franciscana, semejante y diferente de la utopía quiroguiana, en Utopie et histoire au Mexique. Les premiers chroniqueurs de la civilisation mexicaine (1520-1569), Toulouse, Privat, 1977; Vicente González Loscertales (trad.), Utopía e historia en México, con prefacio a la edición en lengua española, Madrid, Espasa-Calpe, 1983.3 De Joaquín García Icazbalceta deben citarse sus grandes ediciones y estudios: la Colección de documentos para la historia de México (1858, 1866), la Historia eclesiástica indiana de Mendieta (1870), su Don fray Juan de Zumárraga, primer obispo y arzobispo de México (1881), su Carta sobre el origen del culto a Nuestra Señora de Guadalupe (escrita en 1883), su Bibliografía mexicana del siglo XVI (1886), su Nueva colección de documentos para la historia de México (1886-1892), y su “Estudio histórico” (1894), entre otros.4 Robert Ricard, La «conquête spirituelle » du Mexique, París, Institut d’Ethnologie, 1933; Ángel María Garibay K. (trad.), La conquista espiritual de México. Ensayo sobre el apostolado y los métodos misioneros de las órdenes mendicantes en la Nueva España de 1523-1524 a 1572, México, Jus / Polis, 1947; cfr. la traducción de Ángel María Garibay K., revisada por Andrea Huerta, en México, FCE (Sección de Obras de Historia), 1986.5 George Kubler, Mexican architecture of the sixteenth century, New Haven, Yale University Press, 1948, 2 vols., Roberto de la Torre et al. (trads.), Arquitectura mexicana del siglo XVI (1948), México, FCE (Sección de Obras de Historia), 1982.6 Edmundo O’Gorman, Destierro de sombras. Luz en el origen de la imagen y culto de Nuestra Señora de Guadalupe del Tepeyac, México, IIH-UNAM, 1986.
7 La expresión es del padre Francisco Miranda Godínez.8 Fray Jerónimo de Alcalá, Relación de las cerimonias y rictos y población y gobernación de los indios de la provincia de Mechuacan, Moisés Franco Mendoza, coordinador de edición y estudios, Zamora, Morelia, El Colegio de Michoacán/Gobierno del Estado de Michoacán, 2000.9 Yuval Noah Harari, Sapiens. A Short History of Mankind, Nueva York, Harper Collins, 2014.10 Véase de fray Juan Baptista [Viseo], OFM, el prólogo a su […] Sermonario en lengua mexicana, México. Primera parte, Diego López Dávalos, 1606, disponible en internet. Y en Joaquín García Icazbalceta, Bibliografía mexicana del siglo XVI [México, Librería de Andrade y Morales, Sucesores, Portal de Agustinos núm. 3], 1886; [México, FCE], segunda edición, 1954, pp. 474-478.11 Rodrigo Martínez Baracs, “El Vocabulario en lengua de Mechuacan (1559) de fray Maturino Gilberti como fuente de información histórica”, en Carlos Paredes Martínez (coord.), Lengua y etnohistoria purépecha. Homenaje a J. Benedict Warren, Morelia, Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo-Instituto de Investigaciones Históricas / CIESAS, 1997, pp. 67-162. Reed. facs., Morelia, s.p.i., s.f.12 Y las autorizaciones del virrey don Luis de Velasco (¿?-1564) y del provincial franciscano fray Francisco de Toral (1500/1501-1571), que obtuvo los pareceres del franciscano fray Jacobo Daciano (ca. 1484-1566), príncipe de Dinamarca, y del sabio agustino fray Alonso de la Veracruz (1507-1584). Menciono que fray Francisco de Toral sería designado el año siguiente de 1560 obispo de Yucatán, donde examinó a partir de su llegada, en 1562, el proceso inquisitorial del obispo fray Diego de Landa contra los indios de Maní, que condujo al auto de fe del 12 de julio de 1562, en el que fueron quemadas imágenes y objetos sagrados y códices, que indignó al obispo Toral, que creía en la evangelización pacífica.13 “Memoria del padre Gilberti al Rey”, 4 de febrero de 1563 (AGN, Inquisición, vol. 43, núm. 6), en Francisco Fernández del Castillo, Libros y libreros en el siglo XVI, México, FCE / AGN, 1982, pp. 3-37; y en J. Benedict Warren, Estudios sobre el Michoacán colonial. Los lingüistas y la lengua, presentación por Gerardo Sánchez Díaz, Morelia, Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo, 2007, pp. 97-100.14 Archivo General de Indias (AGI), Justicia, leg. 203, núm. 2, “Juan Infante, vecino de México, contra el obispo de Mechoacan y el fiscal de Su Majestad sobre los pueblos de la Laguna que le estaban encomendados”. Transcripción coordinada por Armando Mauricio Escobar Olmedo, que me fue amablemente proporcionada por Carlos Herrejón Peredo.15 AGN, Inquisición, vol. 43, en Francisco Fernández del Castillo, op. cit., p. 36.16 J. Benedict Warren, “Fray Maturino Gilberti y sus obras”, en op. cit., p. 20.Moisés Franco Mendoza, Eráxamakua. La utopía de Maturino Gilberti, prólogo de Miguel León-Portilla, Zamora, El Colegio de Michoacán, 2015, 458 pp
Adaptive and Iterative Multi-Branch MMSE Decision Feedback Detection Algorithms for MIMO Systems
- …
