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Jacques Arago [picture] /
Plate facing p. 1, v. 1, of : Souvenirs d'un aveugle /par J. Arago.; Two lines of verse below image: Ton nom est un reflet du grand nom de ton frere; A vous Francois les cieux, a toi, Jacques, la terre.; Rex Nan Kivell Collection NK4386.; U5497
The Confessions of Jean-Jacques Rousseau Complete
In addition to making his mark as a prominent philosopher, educational theorist, and musician, renaissance man Jean-Jacques Rousseau was also a pioneer in the genre of autobiographical writing. When his multi-book series Confessions was first published, it marked one of the most original entries in the literary category of autobiographies in centuries.Intro -- Title -- Contents -- Introduction -- Book I -- Book II -- Book III -- Book IV -- Book V -- Book VI -- Book VII -- Book VIII -- Book IX -- Book X -- Book XI -- Book XII -- EndnotesIn addition to making his mark as a prominent philosopher, educational theorist, and musician, renaissance man Jean-Jacques Rousseau was also a pioneer in the genre of autobiographical writing. When his multi-book series Confessions was first published, it marked one of the most original entries in the literary category of autobiographies in centuries.Description based on publisher supplied metadata and other sources.Electronic reproduction. Ann Arbor, Michigan : ProQuest Ebook Central, YYYY. Available via World Wide Web. Access may be limited to ProQuest Ebook Central affiliated libraries
Historiae generalis plantarum : pars altera, continens reliquos nouem libros... / [Jacques Dalechamps]
Autor tomado de prel. del v. I., traducción francesa de la obra, Stafleu (1297), Brunet (II, p. 3), etc.Marca tip. en port. a dos tintasLas il. xil. intercaladas en cada pag. son grab. de plantasComenzó esta edición Jacques Dalechamps y la continuó Jean DesmoulinEnc. Perg.Sign.: Aa-Zz6, Aaa-Zzz6, Aaa-Zzz6 [i.e. Aaaa-Zzzz6], a-j6, Aaaa-Bbbb6, Cccc
Rethinking emancipation in organization studies. In the light of Jacques Rancière's philosophy
Emancipation in organization studies and Jacques Rancière's philosophyJacques Rancière, emancipation, organization studies
Commentaria D. Lucae de Penna ... in tres posteriores lib. Codicis Iustiniani [...].
El imp. consta en colofónMarca tip. xil. de Jacques Giunta en port. y en v. de TTt\b7\sColofónSign.: [cruz latina]\p6\s, A-Z\p6\s, Aa-Zz\p6\s, AA-ZZ\p6\s, AAa-QQq\p6\s, RRr\p4\s, SSs\p6\s, TTt\p8\sTexto a dos colSign.: [cruz latina]\p6\s, A-Z\p6\s, 2A-2Z\p6\s, 2A-2Z\p6\s, 3A-3Q\p6\s, 3R\p4\s, 3S\p6\s, 3T\p7\sPort. con grab. xi
Jacques Bernard, Jean V et le Jésus de l'Histoire : critique de la Religion ou histoire des religions ?
Bernard Jacques, Delmaire Jean-Marie. Jacques Bernard, Jean V et le Jésus de l'Histoire : critique de la Religion ou histoire des religions ?. In: Revue du Nord, tome 61, n°242, Juillet-septembre 1979. pp. 670-672
Jacques Lancan e a questão da autorização dos analistas
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2013Neste trabalho procura-se retomar a questão da autorização dos psicanalistas na obra de Jacques Lacan, principalmente a partir do seminário de 1973-1974 denominado Les non-dupes errent. Neste seminário, Lacan refaz sua proposição acerca da autorização dos analistas ao compará-la à autorização do ser sexuado. Segundo ele, assim como ocorre com o ser sexuado - que precisa autorizar-se por si mesmo a assumir seu lugar na sexualidade, mas não está sozinho para isso ? da mesma forma, o analista só se autoriza por si mesmo e por alguns outros. O objetivo principal desta tese é articular possíveis soluções para a questão da autorização dos psicanalistas, já que essa encontra-se em aberto na obra lacaniana. Tomando como ponto de partida o processo de institucionalização da formação dos psicanalistas em Freud, foram revisitados alguns conceitos fundamentais da obra de Lacan, a saber: as fórmulas quânticas da sexuação, a impossibilidade da relação sexual, a inexistência d?A mulher, a diferenciação entre os sexos e a autorização do ser sexuado. Após realizado esse percurso, constata-se que o analista só se autoriza por si mesmo a ocupar o lugar do analista, entretanto, ele dependerá de alguns outros que participem dessa autorização. Dessa forma, poder-se-á concluir que da mesma forma que ocorre com o ser sexuado, o posicionamento do analista na psicanálise não se dá de maneira solitária. Se a verdadeira autorização só é possível por si mesmo, isso não impede que o analista se posicione na psicanálise em um jogo de relações que se estabelece. O significante psicanalista só será significado na oposição com alguns outros significantes: o analisando, os pares, as outras profissões e a sociedade e não, simplesmente, baseado na autorização vinda dos grandes nomes e das instituições. <br
O Ser da técnica conforme Martin Heidegger e Jacques Ellul
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em FilosofiaMartin Heidegger e Jacques Ellul sao geralmente considerados como pensadores que entenderam a tecnica moderna como uma entidade autonoma com relacao a vida humana, por mais que o homem seja o criador das tecnicas e artefatos. Heidegger parece ver na tecnica moderna uma sorte de destino a que o homem nao pode escapar. Ellul denuncia o #\fenomeno tecnico. como uma realidade que, uma vez instalada, escapa ao controle humano. Este trabalho analisa as ideias de ambos os pensadores e mostra que, no entanto, nao e facil atribuir a nenhum deles a crenca num determinismo tecnologico. Esperamos assim contribuir, nao apenas para a melhor compreensao desses autores, como tambem para saber ate que ponto somos donos da nossa vida ao vivermos num mundo quase totalmente tecnologico
Jacques de Beaumarchais
L. V. Jacques de Beaumarchais. In: Politique étrangère, n°1 - 1980 - 45ᵉannée. pp. 5-6
Da ideia de infância em Jean-Jacques Rousseau ou do "sono da razão"
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias da Educação. Programa de Pós-Graduação em EducaçãoOs pensamentos expostos no século XVIII pelo genebrino Jean-Jacques Rousseau influenciaram de maneira decisiva a forma como o Ocidente passou a perceber a infância. Este autor provocou uma verdadeira divisão de águas ao publicar Emílio ou Da Educação (1762). Com este feito, mais que balançar os alicerces educacionais da época, ele delega à criança um lugar no mundo. A infância passa a ter um valor em si mesma, e a ser vista como etapa fundamental na constituição humana. Ao destacar este período da vida, além de romper definitivamente com o que vigorava em seu tempo, no qual a criança era tida como um erro passageiro - um infante (aquele que não fala); um "adulto em miniatura"; ou mero objeto de paparicação e prazer - Jean-Jacques cria uma ótica inovadora de conceber a criança. Dizia que: "A natureza quer que as crianças sejam crianças antes de serem homens." Ao elaborar um conceito de infância, Rousseau afirma que "a infância é o sono da razão". O que nos surpreende devido este autor ter vivido em pleno "Século das Luzes", justamente quando a razão era evocada como o guia seguro para o pensamento e para ação em todas as idades. Ao contrário do que possa parecer, Rousseau não desmerece o período infantil, associando-o à escuridão ou a inferioridade primeira da humanidade. Ele é considerado o "inventor da infância". Retomar pensamentos que versam sobre essas ideias rousseaunianas, inaugurais da concepção moderna de Infância, por meio de pesquisa teórica, é o objetivo traçado aqui, com intuito de avançar nas compreensões estabelecidas em torno das contribuições de Jean-Jacques Rousseau para temática em exame.The thoughts exposed in the eighteenth century by the genevan, Jean-Jacques Rousseau, influenced in a decisive way the West has to realize his childhood. This author has caused a real division of the waters or publish Emile, or On Education (1762). With this done more than shake the foundations of educational time, it leaves the child a place in the world. The child is given a value in itself, and be seen as key step in the human constitution. By highlighting this period of life, and the final break with that which prevailed in his time, in which the child was seen as a mistake passenger - an infant (who does not speak), a "miniature adult" or mere object of pampering and pleasure - Jean-Jacques creates a new perspective to conceive a child. He said: "Nature wants children to be children before being men." In developing a concept of childhood, Rousseau says that "childhood is the sleep of reason". What surprises us because this author has lived in the middle of "Age of Enlightenment", just when the reason was mentioned as the sure guide for thought and action in all ages. Contrary to what may seem, Rousseau does not diminish the infantile period, associating him to the darkness or the inferiority of humanity first. He is considered the "inventor of childhood." Resume thoughts that talk about these ideas Rousseau, the inaugural modern conception of childhood, through theoretical research, stroke is the goal here, with the aim to advance the understandings established around the contributions of Jean-Jacques Rousseau to thematic examination
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