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    Hilda Gertrude Abbott

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    Hilda arrived in Darwin with her husband who was the Administrator to the Northern Territory in 1937. During the 9 years in the Territory Hilda was known as an energetic 'First Lady'. Hilda had previously worked for the Australian Red Cross in Cairo and with this connection to the organisation she revived the Darwin branch of the Australian Red Cross. In 1946 the Red Cross recognised her work as the Branch President and in aftermath of the war naming one of its buildings 'Hilda Abbott Cottage'. Hilda travelled through the Territory and made a film in Central Australia. She was inspired by the Territory to record her memoirs in 'Good Night, All About' as well as writing numerous articles newspapers, magazines under her pen name 'Haliden Hartt' about Territory life. In 1946, the Abbott's left Darwin and returned to New South Wales where Hilda wrote a children's book 'Among the hills'. During the 1950s and 1960s Hilda continued to travel through the Kimberley and Arnhem Land making films on Aboriginal cave paintings as part of a scientific exhibition. While travelling through Europe and Asia she delivered lectures on Australia and Central Australia. Source: Northern Territory dictionary of biography. Darwin : Charles Darwin University Press, 2008.Secretary Red Cross of AustraliaAuthorFilmmake

    Hilda Hilst: economistas estéticas

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.Tendo o tempo como principal moeda de troca simbólica, faço, neste estudo, uma leitura de nove livros de poesia da escritora Hilda Hilst, publicados entre 1974 e 1995, distribuindo-os em três economias estéticas. As economias dos afetos, do terror/medo e do excesso- e as dinâmica simbólicas que as atravessa - me permitiram demarcar um possível terreno conceitual para a interpretação da poesia hilstiana. Ayant le temps comme principal monnaie d'échange symbolique, je fais, dans cette étude, une lecture de neuf livres de poésie de Hilda Hilst, publiés entre 1974 et 1995, en les divisent dans trois économies esthétiques. Les économies des affections, de la terreur/peur e de l'excès - et les dynamiques symboliques qui les traversent - m'ont permis de délimiter un possible domaine conceptuel pour interpreter la poésie hilstienne

    Hilda Haworth Diary, circa 1942-1943

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    Diary, September 1942 to December 1943, of Hilda Haworth, a resident of Guernsey during WWII who was deported by the German army to a POW camp in Dorsten, Germany and later transferred to the POW camp Lindele in Biberach, Germany. Discusses the daily life in the camp, including food and accommodations, being separated from her children, illnesses, entertainment, different gender roles within the camp, anxiety about children who were left behind, excitement about mail, parcels from the Red Cross, and hopes for the war to end quickly.Also included is a souvenir programme from the Lyric Theatre that outlines all of their variety show stars from 1942-1944. Possibly some connection to one of the groups that Hilda Haworth went to see during her time in the camp, as she notes that one of the variety shows was done by Mr. Williams, and one of the founders of the Lyric Theatre was Fred Williams, who research shows was absent from the Guernsey in 1944

    O voo solitário da dramaturgia de Hilda Hilst

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2014.Entre 1967 e 1969, Hilda Hilst escreveu oito peças de teatro: A empresa, O rato no muro, O visitante, Auto da barca de Camiri, As aves da noite, O novo sistema, O verdugo e A morte do patriarca. Esta tese se concentrará nessa experiência criativa de Hilda Hilst e buscará responder por que tal experiência se tornou um voo solitário na dramaturgia brasileira. No primeiro capítulo ?Viver para a escrita. Escrever para a vida.? abordamos a relação de Hilda Hilst com a escrita literária. Entendemos aqui que a escrita, para Hilda Hilst, aproxima-se daquilo que Maurice Blanchot chamou de ?reviravolta radical?. Em ?Do poema à dramaturgia?, propomos uma leitura sobre os livros de poemas publicados entre 1959 e 1967. Partimos do princípio que esses poemas foram um dispositivo pelos quais Hilda Hilst trouxe questões como a morte, o amor, o divino, a liberdade e o lugar do poeta no mundo. Defendemos que o teatro hilstiano tem profunda ligação com estes pensamentos que nortearam a escritora nos anos de 1960. No segundo capítulo, ?A chegada ao texto dramático?, trazemos uma leitura teórica a respeito do texto dramático: sua força, sua primazia e sua saída do centro do palco no século XX. Em ?O poético no teatro hilstiano?, fundamentados em pensadores como Octávio Paz e Martin Heidegger, entre outros, abordamos como o poético se dá na dramaturgia hilstiana. Na sequência, analisamos criticamente e estruturalmente como Hilda Hilst torna alguns poemas escritos anteriormente em diálogos em O rato no Muro e A empresa, além da aproximação que ela faz com o drama poético de cunho mais simbolista na peça O visitante. Por fim, analisamos Auto da barca de Camiri na qual Hilda se apropria de algumas características do Auto, gênero clássico da poesia ibérica. No terceiro capítulo da tese, nos deteremos nos aspectos do engajamento do teatro hilstiano. Primeiramente, abordamos a questão do engajamento e do teatro político tendo por base as ideias de Jean Paul Sartre, Albert Camus, Paul-Louis Landsberg, Dias Gomes, e Jacques Rancière. Na sequência do capítulo, defendemos que o engajamento do teatro de Hilda Hislt é um engajamento poético, pois ela não se filia a nenhuma das correntes predominantes do teatro no período, partindo para um voo solitário em que buscava não apenas denunciar as mazelas e a falta de liberdade no cenário político e social, mas também levar aos palcos a volta de um olhar poetizado e espiritualizado sobre a vida. No quarto capítulo, analisamos sete peças, justamente, para trazer à tona as diversas facetas do engajamento poético de Hilda Hislt. Apoiamo-nos em diversos autores, tais como Hannah Arendt, Simone Weil, Karl Jaspers, Albert Camus, Alain Badiou, Peter Sloterdijk para fundamentar a hipótese de que o teatro hilstiano é engajado poeticamente, por se tratar de um canto de luto pela desumanização e pela perda da poesia na humanidade, mas, ao mesmo tempo, uma advertência para que os homens recuperem a humanidade e a poesia perdidas. No quinto capítulo, ?As tentativas de montagem e as encenações que chegaram ao palco: um percurso?, contextualizamos o teatro brasileiro no período: principais grupos, tendências e lutas dos artistas contra a ditadura, e de que maneira o teatro hilstiano se inseriu nesse contexto. Traçamos um percurso pela divulgação e pelas tentativas de montagem das peças, bem como uma análise das montagens feitas entre 1969 e 1973 das peças O rato no muro, O visitante, O novo Sistema e O verdugo. Esse capítulo é resultado de uma pesquisa que fizemos nos arquivos de Hilda Hilst, bem como nos acervos de diversos jornais e revistas do período. A pesquisa nos mostrou que, apesar das tentativas de divulgação e publicação e das montagens ocorridas, o teatro de Hilda Hilst, com sua proposta de um engajamento poético, não dialogou de forma efetiva com aquele período, permanecendo como uma experiência híbrida entre teatro e poesia e permanecendo um voo solitário na dramaturgia brasileira.Abstract : This thesis focus on this Hilda Hilst creative experience and intends to answer why such experience become a lonely flying in the Brazilian theater. In the first Chapter, ?Viver para a escrita. Escrever para a vida?, we will discuss the relation that Hilda Hilst kept to the literary writing. We understand that, for Hilda Hilst, her writing is close to what Maurice Blanchot called ?radical turnaround?. In ?Do poema à dramaturgia?, we propose a reading of her poetry books, which were published between years 1959 and 1967. We have assumed that her poems were a device responsible for bringing o Hilda Hilst themes such as death, love, divine, freedom, and the place of poet in the world. We defend that the drama of Hilda Hilst is deeply intertwined with these themes, which guided the writer in the 1960th. In the second chapter, ?A chegada ao texto dramático?, we bring a theoretical reading to what concerns the dramatic text: its power, its primacy and how it leaves the center of attentions in the 20th century. In ?O poético no teatro hilstiano?, based on thinkers such as Octávio Paz and Martin Heidegger, among others, we state how poetry is present in Hilda Hilst drama. Not long after that, we critically and structurally analyze how Hilda Hilst transformed some former poems into dialogues in O rato no muro and A empresa in addition to the nearness that she makes with the poetic drama demonstrated in the symbolist play O visitante. At the end, we analyze Auto da Barca do Camiri in which Hilda appropriates to her writing the Auto, classic genre of Iberian poetry. In the third chapter, we focus on the engagement of the Hilda's plays. Firstly, taking into consideration ideas of Jean Paul Santre, Albert Camus, Paul-Luis Landsberg, Dias Gomes and Jacques Rancière, we discuss the engagement and the politicized theater. Soon after, we state that the Hilda Hilst presented a poetic engagement because she was not related to any current idea at that moment, choosing a lonely flying in which she not only searched for denouncing pains and lack of freedom in the political and social scenery but also brought to the stage a former spiritual and poetic view about life. In the fourth chapter, we analyze seven plays as a way to bring many facets of Hilda Hilst's poetic engagement. We are based on several authors such as Hannah Arendt, Simone Weil, Karl Jaspers, Albert Camus, Alain Badiou, Peter Sloterdijk. Theses authors sustains the hypothesis that the Hilstian drama is poetically engaged because it is a mourning chant for dehumanization and for loss of poetry in humanity, but, at the same time, an advice for human being recovers lost humanity and poetry. In the fifth chapter, ?As tentativas de montagem e as encenações que chegaram ao palco: um percurso?, we contextualize the Brazilian theater at that moment: key groups, tendencies and the fight of artists against dictatorial regime, and how the Hilda Hilst's plays was inserted at that context. We mapped the route for publishing and for tempting to stage the plays, as well as an analysis of the plays O rato no muro, O visitante, O novo Sistema and O verdugo, which were staged between the years 1969 and 1973. This chapter is a result of a research in the Hilda Hilst personal files and in many others collections of newspapers and magazines. The research demonstrates that, despite several attempts of publishing, Hilda Hilst plays, immersed in poetic engagement, did not effectively harmonized with that age and remained as a hybrid experience between theater and poetry: a lonely flying throughout Brazilian theater

    Os Irmãos de Hilda Hilst: transtextualidade e experiência interior

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2011Esta pesquisa apresenta um biografema da escritora, poeta, dramaturga e pensadora Hilda Hilst (1930-2004), a partir da experiência interior que se delineou em sua escrita. São fragmentos que revelam a coesão de uma obra centrada em temas relativos aos principais questionamentos filosóficos e espirituais da humanidade, numa poesia que se revelou em cada gênero onde Hilda inaugurou diferentes linguagens, na prosa, na dramaturgia e na crônica. Sua experiência interior, aquela propalada por Georges Bataille, foi moldada nas leituras atentas, transcritas em toda forma de poesia, da sagrada à profana, a partir de muitas afinidades eletivas. Neste trabalho, uma das principais pistas para o entendimento de sua teia intertextual, foi fornecida pela própria escritora, que transferiu a leitura para a vida, quando chamou de irmãos aos escritores Franz Kafka (1883 - 1924), Ernest Becker (1924 - 1974), Samuel Beckett (1923 - 1989), Nikos Kazantzákis (1883 - 1957), Carl Gustav Jung (1875 - 1961) e Hermann Broch (1886 - 1951).Cette recherche présente un biographème ( d'après les idées de Roland Barthes) de l´écrivain, poète et dramaturge et penseur Hilda Hilst (1930-2004), partant de l´expérience intérieure mise à jour par son texte. Ce sont des fragments qui, paradoxalement, revèlent la cohésion d´une oeuvre centrée sur de thèmes concernant les plus importantes questions philosophiques et spirituelles de l´humanité. Ces thèmes et idées se montrent sous une forme poétique dans tous les genres où Hilda Hilst a inauguré ses différents langages: la prose, la dramaturgie ou la chronique. Son expérience intérieure, celle-là même diffusée par Georges Bataille, a été formée par des lectures attentives, transcrites sous forme de poésie - sacrée ou profane - ayant, comme point de départ, de nombreuses affinités électives. Dans la présente recherche, l'une des plus importantes pistes pour la compréhension de cette toile intertextuelle a été avancée par l'auteur elle-même, qui a transposé la lecture dans la vie en traitant en frères les écrivains Franz Kafka (1883 - 1924), Ernest Becker (1924 - 1974), Samuel Beckett (1923 - 1989), Nikos Kazantzákis (1883 - 1957), Carl Gustav Jung (1875 - 1961) et Hermann Broch (1886 - 1951)

    O espírito da coisa: narrativas do potlatch de Hilda Hilst

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2015.Esta tese presta-se a uma leitura contemporânea de algumas narrativas ficcionais da escritora brasileira Hilda Hilst (1930-2004). Percorrendo uma rede de conexões com ideias e termos desenvolvidos nos textos de Georges Bataille (1887-1962), a tese segue um roteiro que se elabora em torno da biblioteca particular de H.H.. Procede-se à leitura contemporânea de seus textos O unicórnio, de 1970, Gestalt, de 1977, A obscena senhora D, de 1982, e Com meus olhos de cão, de 1986. A fundamentação teórica é aprofundada com Georges Bataille, cujos escritos respondem ao sintoma da perda e do fracasso em Hilda Hilst, atentando-se à relação de sacrifício, dispêndio e transgressão contidos no roteiro ambíguo da derrelição, em que destruição e morte podem sugerir a fermentação da vida. A recusa perante toda moralidade é pano de fundo para a exigência de uma ?hipermoralidade?, uma imposição da ?verdade? da poesia, no cinismo de um porco-poeta que do charco questiona as alturas. Essa suposta ?hipermoralidade? responde ao ?projeto(?)? ou desejo de comunicação, apresentado pela obra de H.H. e por outros escritores da comunidade da literatura e o mal, à qual se referia e na qual certamente se incluiria Bataille. A hipótese partirá de uma problematização da questão do Potlatch, da entrega em sacrifício de sua riqueza sem contrapartida possível, cuja referência encontramos na obra e na vida.Abstract : This thesis is fitted to a contemporary reading of some fictional narratives written by the Brazilian authorHilda Hilst (1930-2004) and pursues a script drawn around a singular community that takes place in Hilst?s texts, it is her private library?s community of books. This contemporary reading was done on the following texts: O Unicórnio, 1970, Gestalt, 1977, A obscena senhora D, 1982, and Com meus olhos de cão, 1986. The theoretical basis is deepened with Georges Bataille?s writings, which respond to this symptom in Hilda Hilst, paying attention to notions such as sacrifice, expense and transgression contained in the ambiguous script of dereliction, where destruction and death may suggest the arising of life. The refusal of all morality is the backdrop to a "supermorality" requirement, an imposition of "truth" in poetry, the cynicism of a pig-poet who from the puddle questions the Heights. This supposed "supermorality" responds to a "project (?)" or desire for communication, presented by the work of H.H. and by other writers from an evil literature community, to whom she addressed and would certainly include Bataille among them. The hypothesis will start from the questioning of the Potlatch notion, the giving sacrifice of one?s wealth without possible counterpart, which reference is found in Hilda Hilst?s work and life

    Portrait of Hilda Levy.

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    Studio portrait of Hilda Levy.Studio portrait of Hilda Levy.LB

    Processos de subjetivação na prosa ficcional de Hilda Hilst: uma escrita de nós

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2008.Neste trabalho, procuro mostrar o quanto a escritora Hilda Hilst foi capaz de realizar uma prosa auto-consciente, fazendo com que seu texto diferisse do exigido pelo mercado editorial em sua época. O corpus deste estudo é composto por cinco narrativas, Fluxo-Floema, Contos d#escárnio. Textos grotescos, Cartas de um sedutor, O caderno rosa de Lori Lamby, Estar sendo. Ter sido. Nelas busco verificar a capacidade que os personagens narradores-escritores têm de ocupar um lugar de sujeito a partir da escrita literária. Ao analisar estas vozes narrativas, observo até que ponto elas reproduzem o discurso hegemônico quando relatam sua história amalgamada ao processo de escrita; para isto, ocupo-me de Ruisis, Lori, Clódia, Eulália e Cordélia, as mulheres que embasaram a escrita dessas personagens masculinas.

    J.B. McNamara from Hilda Jordan, January 19, 1934-April 30, 1934

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    Letters to J.B. McNamara from Hilda Jordan dated January 19, 1934 to April 30, 1934

    J.B. McNamara from Hilda Jordan, June 23, 1937-September 28, 1939

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    Letters to J.B. McNamara from Hilda Jordan dated June 23, 1937 to September 28, 1939
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