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    "Ordet" di Gustav Momolander

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    “DA MUNK A DREYER” E’ noto quanto il dramma teatrale di Kaj Munk “Ordet” (1925) sia riconosciuto come una delle opere fondamentali nella storia del teatro scandinavo e profondo sia il solco della sua influenza, nella cultura, nelle arti cinematografiche, teatrali, letterarie, ecc.. Il saggio ideato, elaborato e scritto da Loretta Guerrini propone la prima analisi comparativa tra quel dramma (la cui prima edizione critica in italiano è stata curata da Angelo Papi pp. 3-121) ed i film omonimi di C. Th. Dreyer (1954) e di G. Molander (1943). L’analisi condotta sul rilievo intertestuale delle tre opere porta ad evidenziare le sostanziali varianti del modello religioso a cui esse si riferiscono, rilevando tematiche esistenziali e religiose obliate dalla critica in Italia ancorquando erroneamente interpretate. Quell’analisi che comprende la drammatizzazione si estende ad approfondimenti che riguardano tra l’altro, le location, il décor, a partire dalla segmentazione delle due copie dei film in lingua originale, in particolare “Ordet” di Molander. Pertanto, è stato necessario segnalare le correzioni da apportare all’unica sceneggiatura italiana del film (G. Cincotti 1956) e curare la prima versione italiana – sottotitolata - di “Ordet” di Molander (una copia del quale è depositata presso la Cineteca di Bologna). Il libro presentato da uno dei massimi interpreti internazionali di C. Th. Dreyer, Jean Sémolué, introdotto da Giacomo Manzoli, si avvale di una ricerca bibliografica aggiornata e ordinata cronologicamente sull’opera dei due maestri del cinema. Lingua: italiano Da Munk a Dreyer di Loretta Guerrini Verga e Angelo Papi, Ed. Vecchiarelli, Roma, 2009. Codice ISBN 978-88-8247-261-0 Collana Negotia Litteraria Pagine 386 ( Guerrini L. pp. 123-386

    Da ideia de infância em Jean-Jacques Rousseau ou do "sono da razão"

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias da Educação. Programa de Pós-Graduação em EducaçãoOs pensamentos expostos no século XVIII pelo genebrino Jean-Jacques Rousseau influenciaram de maneira decisiva a forma como o Ocidente passou a perceber a infância. Este autor provocou uma verdadeira divisão de águas ao publicar Emílio ou Da Educação (1762). Com este feito, mais que balançar os alicerces educacionais da época, ele delega à criança um lugar no mundo. A infância passa a ter um valor em si mesma, e a ser vista como etapa fundamental na constituição humana. Ao destacar este período da vida, além de romper definitivamente com o que vigorava em seu tempo, no qual a criança era tida como um erro passageiro - um infante (aquele que não fala); um "adulto em miniatura"; ou mero objeto de paparicação e prazer - Jean-Jacques cria uma ótica inovadora de conceber a criança. Dizia que: "A natureza quer que as crianças sejam crianças antes de serem homens." Ao elaborar um conceito de infância, Rousseau afirma que "a infância é o sono da razão". O que nos surpreende devido este autor ter vivido em pleno "Século das Luzes", justamente quando a razão era evocada como o guia seguro para o pensamento e para ação em todas as idades. Ao contrário do que possa parecer, Rousseau não desmerece o período infantil, associando-o à escuridão ou a inferioridade primeira da humanidade. Ele é considerado o "inventor da infância". Retomar pensamentos que versam sobre essas ideias rousseaunianas, inaugurais da concepção moderna de Infância, por meio de pesquisa teórica, é o objetivo traçado aqui, com intuito de avançar nas compreensões estabelecidas em torno das contribuições de Jean-Jacques Rousseau para temática em exame.The thoughts exposed in the eighteenth century by the genevan, Jean-Jacques Rousseau, influenced in a decisive way the West has to realize his childhood. This author has caused a real division of the waters or publish Emile, or On Education (1762). With this done more than shake the foundations of educational time, it leaves the child a place in the world. The child is given a value in itself, and be seen as key step in the human constitution. By highlighting this period of life, and the final break with that which prevailed in his time, in which the child was seen as a mistake passenger - an infant (who does not speak), a "miniature adult" or mere object of pampering and pleasure - Jean-Jacques creates a new perspective to conceive a child. He said: "Nature wants children to be children before being men." In developing a concept of childhood, Rousseau says that "childhood is the sleep of reason". What surprises us because this author has lived in the middle of "Age of Enlightenment", just when the reason was mentioned as the sure guide for thought and action in all ages. Contrary to what may seem, Rousseau does not diminish the infantile period, associating him to the darkness or the inferiority of humanity first. He is considered the "inventor of childhood." Resume thoughts that talk about these ideas Rousseau, the inaugural modern conception of childhood, through theoretical research, stroke is the goal here, with the aim to advance the understandings established around the contributions of Jean-Jacques Rousseau to thematic examination

    Filmagogia. Per una teoria e prassi del film nei contesti educativi

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    "Filmagogia è un neologismo: espressione di una cautela, di una misura che ancora in certi campi del tutto essenziali e quindi istituzionali come la scuola deve essere professione, nel duplice senso di esplicita dichiarazione d'intenti e di collaudata pratica quotidiana. C'è infatti da essere cauti nel proporre il cinema a scuola, per tanti motivi: non sarà il salutare soprassalto dopo secoli di lezioni frontali né la tanto attesa "leçon de choses" dopo troppa teoria, né la facile alternativa alla fatica del concetto. Ma nemmeno la caccia alle streghe e ai fantasmi di un cinema vampiresco con le armi della rinnovata filmologia. C'è ancora spazio per un senso della misura, che non faccia gridare al lupo della cattiva maestra televisione e che prevenga l'esaltazione di una didattica dell'audiovisivo come linfa vitale per la nuova scuola italiana. Il cinema è una parte importante della nostra cultura e l'immagine in movimento onnipresente contorno della nostra esistenza". LA LEZIONE è dedicato alle tematiche della Pedagogia dei saperi e della Media Education, passando per la specifica didattica disciplinare, con un focus essenziale dedicato all'educazione al Cinema alla luce degli studi di Alain Bergala. La pubblicazione riporta - inoltre - integralmente i due Convegni Internazionali organizzati da Loretta Guerrini al DAMS Bologna nel 2011 (Nuovi orizzonti dell'Iconosfera) e nel 2012 (Filmagogia)

    One Step Beyond. Outcomes of Doctoral Research in Design, Year 2017

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    This essay provides a general overview of the topics, contents and research methodologies adopted in the PhD program in Design at Politecnico di Milano, since its inception in 2009. In this framework the 9 PhD theses published in the book are described and commented

    The neoclassical model with variable population change

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    We extend the neoclassical growth model with logistic population change introduced by Ferrara and Guerrini (2008) by considering a more general law for the population growth rate. In this kind of setup, the model is represented by a two dimensional dynamical system, whose non-trivial steady states, in contrast to the neoclassical model, may be node as well as saddle points

    Formação estética em Rousseau e o cultivo da natureza

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Florianópolis, 2011Crítico do excessivo status atribuído à razão pelo século XVIII, Rousseau põe em dúvida o otimismo e o artificialismo da época, propondo uma outra visão de educação: a educação que incorpora o sensível à capacidade racional do homem. Essa é a divisa que irá orientar seu projeto educativo, cujos fins formativos emanam da natureza. O campo aparece como metáfora de uma educação conforme os ditames da boa e sábia natureza, pois é por meio dela que pode o homem retirar o véu que ele mesmo dispôs sobre si. Portanto, as imagens da natureza são associadas com a proposta de educação nos moldes da natureza. Assim, temos como pergunta norteadora desta pesquisa: como a natureza em Rousseau está imbricada nas concepções estéticas de formação do homem? Esta pesquisa irá desbravar a concepção rousseauniana da natureza na amarrada relação que estabelece com os processos formativos. Dessa maneira, está posto esse processo sob duas óticas: a primeira esboça o cultivo e a formação como método de manutenção da ordem da natureza, da infância à adolescência; a segunda, o devaneio e a solidão como processo de auto-formação, último estágio que reinventa novos saberes numa espécie de refazer a si mesmo. Como fio condutor de nossa pesquisa, propomos quatro caminhadas: Na primeira caminhada, iremos adentrar o século XVIII, os movimentos e conflitos de um século que se inicia nas luzes da razão e termina na valoração do sentimento, em que, a partir de Rousseau, busca-se valorizar a união harmônica entre razão e sensibilidade. Na segunda caminhada, propomo-nos pensar como se dá o enfrentamento do homem degenerado que, corrompido pela sociedade, afasta-se de si mesmo. Dessa forma, Rousseau busca em sua filosofia o retorno à pureza da consciência natural, como dever fundamental de todo homem. No terceiro caminhar, reconhecemos a mão do mestre que conduz tal natureza. É assim que percebemos a conciliação entre natureza e cultura, sem desequilíbrio entre ambas. A arte de cultivar jardins oferece, para tanto, essa possibilidade entre educação e cultivo. Por fim, no quarto caminhar, tomamos "Os Devaneios do Caminhante Solitário" como o livro que proporciona inúmeros elementos para se pensar a formação. Dessa forma, nessa última caminhada, desbravamos o devaneio rousseauniano: estado que proporciona ao homem estar diante dele mesmo numa espécie de reflexão da sua vida. Assim, o devaneio, como movimento em si mesmo no fluxo continuo da própria vida, provoca uma constante auto-formação. Um refazer a si mesmo que põe à prova a própria vida, tecendo assim novos saberes

    Sur 1 (interet) et 1' (illusion) dans 1'esthetique musicale de Rousseau

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    Le but de notre etude consiste a resaisir l'esthetique de Rousseau au point de vue des deux ideologemes > et>: ce sont les termes-cles de l'esthetique du XVIIIe siecle. L' >qu'on peut constater dans le texte de Jean-Baptiste DuBos est une fonction de l'ouvrage qui fait > au sens du terme latin>le spectateur theatral ou pictural au dedans de l'ouvrage. Tandis que l' > veut dire l'effet ou le resultat de la participation a la realite illusoire chez le spectateur : comme on le voit dans le texte de >de Diderot, il participe aux tableaux commentes par lui-meme : voila son>. Rousseau utilise ces deux termes dans le Dictionnaire de musique pour definir l'opera et critiquer l'opera francais de son epoque. Dans l'opera moderne de Rousseau, l'interet doit se substituer au>qui ne convient pas a l'illusion. Les deux ideologemes se servent ainsi a justifier l'opera rousseauiste afin de realiser une communaute quasi ideale pour sa philosophie historique. Ainsi, l'esthetique musicale de Rousseau exige la participation des autres a la pseudo-communaute etablie sur la scene de l'opera par l'effet de reel de l'illusion.4KJ00008287339論文Articledepartmental bulletin pape

    The fables of pity: Rousseau, Mandeville and the animal-fable

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    Copyright @ 2012 Edinburgh University PressPrompted by Derrida’s work on the animal-fable in eighteenth-century debates about political power, this article examines the role played by the fiction of the animal in thinking of pity as either a natural virtue (in Rousseau’s Second Discourse) or as a natural passion (in Mandeville’s The Fable of the Bees). The war of fables between Rousseau and Mandeville – and their hostile reception by Samuel Johnson and Adam Smith – reinforce that the animal-fable illustrates not so much the proper of man as the possibilities and limitations of a moral philosophy that is unable to address the political realities of the state

    The Green Solow model with logistic population change

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    We extend the Solow-Swan model with a logistic-type population growth, introduced by Ferrara and Guerrini (2008), by incorporating technological progress in pollution abatement, in a way similar to Brock and Taylor (2004). Within this framework, we determine the model's solution and prove the economy to be convergent in the long-run. In addition, we investigate sustainable growth and show that this occurs if technological progress in abatement is faster than technological progress in production. Moreover, an environmental Kuznets curve may result along the transition to the balanced growth path

    Finitude Before Finitude: The case of Rousseau-Bougainville-Diderot

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    Tahiti is synonymous with a long history of exoticism in French thought. Soon after the publication of Bougainville’s travel accounts, it quickly became rightly or wrongly the epitome of Rousseau’s state of nature, and also led to the development of anthropology before anthropology. In this paper, I attempt to reconstruct the discussion between Rousseau, Bougainville and Diderot about exoticism and otherness, and examine the consequences of the 'discovery' of Tahiti for French thought at the time
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