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¿Podremos armar una bolsa de ideas peligrosas como vórtice de una tormenta por venir? Entrevista con val flores
The thinking, the writing, and the actions of val flores –an independent researcher, writer, professor, sexual dissidence activist and performer– have served a significant part of the reflections on sex and gender over the last two decades. val flores’ research and ways of dislocating the non-communicating compartments between thinking-action and activism have become a vital contribution to our reflections that lay between words, images, teaching, comprehensive sex education (ESI) and sex-gender activism in and from South America.
Inquiring into theses intersections, Sandra Mutal, María Angélica Vega, and Laura Gutiérrez conducted a remote six-hands interview via e-mail that revolved around an alternative temporality. Against the idea that everything can and should be clairvoyance for our feminist and sex-dissident actions, val explores around a poetics of opacity as a subterranean strategy against the urgent imperatives of doing.El pensamiento, la escritura y las acciones de val flores -investigadora independiente, escritora, docente, activista de la disidencia sexual y performer- ha acompañado gran parte de las reflexiones sexo-genéricas de las últimas dos décadas. Sus indagaciones, sus formas de dislocar los compartimentos estancos entre pensamiento-acción y activismos se han constituido en un aporte vital para nuestras refelxiones que se intersectan entre la palabra, las imágenes, la docencia, la ESI y la militancia sexo-genérica en/desde el sur.
Indagando sobre estos cruces, Sandra Mutal, María Angélica Vega y Laura Gutiérrez le realizan una entrevista a la distancia a seis manos -vía correo electrónico- que versó alrededor de una temporalidad otra. A contracorriente de que todo puede y debe ser clarividente para nuestras acciones feministas y sexo-disidesentes, val indaga alrededor de una poética de la opacidad como estrategia subterránea contra los imperativos urgentes del hacer.
 
Carta de Mariano Miguel de Val
Carta del Secretario del Ateneo de Madrid, D. Mariano Miguel de Val, a D. Antonio Flores de Lemus, pidiéndole que envíe el programa de el próximo curso de la Escuela de Estudios Superiores
Dislanguaged: a dissidence figuration in val flores
Essa dissertação apresenta resultados da pesquisa Deslenguada: uma figuração da dissidência em val flores, sob orientação do Prof. Dr. Luiz Gonzaga Godoi Trigo, no contexto do mestrado acadêmico em Estudos Culturais, na Escola de Artes, Ciências e Humanidades, da Universidade de São Paulo, entre os anos 2016 e 2018. O objeto dessa pesquisa foi a obra Deslenguada: desbordes de una proletária del lenguaje\", publicada na Argentina em 2010 pelas edições Ají de Pollo, por valeria flores, escritora lésbica feminista contemporânea dissidente. Tivemos como objetivo analisar a Deslenguada enquanto figuração, abordando a ideia de uma proletária da linguagem, a fim de reconhecer resistências da dissidência sexual em sua obra. A abordagem teórico-metodológica foi qualitativa e fez uso da Análise do Discurso. Para tal, percorremos os enunciados da resistência e da dissidência. A pesquisa teve caráter exploratório, cujos procedimentos foram a pesquisa bibliográfica e a partir de levantamento de referências teóricas de val flores. Utilizamos coleta de dados da internet, tais como artigos científicos, páginas da web, zines e entrevistas. Para abordar as figurações, passamos inicialmente pelos conhecimentos situados através de autoras como Adrienne Rich (1986), Patricia Hill Collins (1990) e Donna Haraway (1995). O reconhecimento de que a produção literária ou as artes, de maneira geral, estão inseridas numa esfera de disputa (econômica, política e social), produzindo significantes que circulam no imaginário social, nos impulsionou a compreender as maneiras pelas quais estas incidem sobre a produção de subjetividades. Concluímos que a figuração Deslenguada é inscrita como um contraponto, numa produção dissidente e imaginativa, perfurando as políticas heterocapitalista branca e patriarcal, que levam os sujeitos da dissidência sexual aos silenciamentos resultantes da opressão masculina e da heteronormatividade que se atualizam por meio da linguagemThis dissertation presents the outcomes of the research Dislanguaged: a dissidence figuration in val flores, upon the guidance of Professor Luiz Gonzaga Godoi Trigo, for the academic masters degree in Cultural Studies, at the Escola de Artes, Ciências e Humanidades, University of São Paulo, between 2016 and 2018. This research object was the book Deslenguada: desbordes de una proletária del lenguaje (Dislanguaged: overflows of a language proletarian), published in Argentina, in 2010, by the publisher Ají de Pollo, by valeria flores, contemporary lesbian dissident feminist writer. Our objective was to analyse the expression Dislanguaged as figuration, approaching the idea of a language proletarian, in order to recognize the sexual dissidence resistance in her oeuvre. The theoretical-methodological approach was qualitative and used the speech analysis and, as for this, weve been through the statements of resistance and dissidence. The research has had an exploratory feature, being the procedures both the bibliographical research and val flores theoretical references survey. Weve used internet data such as scientific articles, web pages, zines and interviews. As to approach the figurations, we first turned to the situated knowledges brought by the authors Adrienne Rich (1986), Patricia Hill Collins (1990) and Donna Haraway (1995). Through the recognition that the literary production is inserted in a dispute realm economical, political and social -, coming up with signifiers that are present on the social imaginary, weve been driven to understand how this falls on the subjectivity production. Weve concluded that the figuration of Dislanguaged is inscribed on an imaginative and unsubmissive production, cracking the white and patriarchy heterocapitalist politics, as a counterpoise that silences the sexual dissidence, resulting from the masculine oppression and the heteronormativity that are updated due the language usag
SILÊNCIO, QUE O BARULHO VAI FALAR! Escritura e corpo desde uma leitura a Val Flores
This article aims to inquire and reflect on writing recognizing their ability to validate and make the experience visible. The proposed conceptual framework responds mainly to a bibliographic review limited to the theoretical-scriptural work of Val Flores. In the first instance, this article rehearses the relationship between writing and certain figures that, in our opinion, contribute to the understanding of the scriptural process; Frankenstein, as a metaphor for a desire for rationality-uniqueness, and, the Trojan horse as dispossession in the exercise of scriptural. In a second instance, we propose the notion of writing against herself, present in the work of Val Flores as a writing key that allows to expand and dislocate the margins of mobility and organization of experiences, and that, we believe, is strongly manifested in the “Chonguitas project. Masculinities of girls”.Este artículo tiene por objetivo indagar y reflexionar sobre la escritura, reconociendo su capacidad de validación y visibilización de la experiencia. El marco conceptual que se propone responde principalmente a una revisión bibliográfica acotada al trabajo teórico-escritural de Val Flores. En primera instancia, este artículo ensaya la relación entre la escritura y ciertas figuras que, a nuestro entender, contribuyen a la comprensión del proceso escritural; Frankenstein, como metáfora de un deseo de racionalidad-unicidad, y, el caballo de Troya como despojo en el ejercicio de escritural. En una segunda instancia, proponemos la noción de escribir contra sí misma, presente en el trabajo de Val Flores como una clave de escritura que permite ampliar y dislocar los márgenes de movilidad y organización de las experiencias, y que, creemos, se manifiesta con ahínco en el proyecto “Chonguitas. Masculinidades de niñas”.Este artigo tem como objetivo explorar e refletir sobre a escrita, reconhecendo sua capacidade de validar e tornar a experiência visível. O marco conceitual proposto responde principalmente a uma revisão bibliográfica limitada da obra teórica e escrita de Val Flores. Primeiramente, este artigo explora a relação entre a escrita e certas figuras que, a nosso ver, contribuem para a compreensão do processo de escrita: Frankenstein como metáfora para o desejo de racionalidade e singularidade, e o cavalo de Troia como despossessão no processo de escrita. Em segundo lugar, propomos a noção de escrita contra si mesma, presente na obra de Val Flores, como uma chave para a escrita que permite expandir e deslocar as margens de mobilidade e organização das experiências. Acreditamos que isso se expressa fortemente no projeto "Chonguitas. Masculinidades de Meninas"
Is pedagogical practice a sexual practice? Thresholds of the theoretical and erotic imagination
Una lectura aberrante desde una posición feminista prosexo y un pensamiento pedagógico dis/torsionado por una interpelación que resulta intolerable para el régimen de inteligibilidad de la normalidad educativa, la pregunta ¿es la práctica pedagógica una práctica sexual?, casi de tono absurdo e inadmisible, opera aquí como radical extrañamiento en los constructos y órdenes conceptuales de las sexualidades y en nuestros imaginarios pedagógicos y eróticos. En este ensayo se propone, a partir de tres experiencias de taller de formación, problematizar la fuerza heterosexualizante de la cultura escolar y considerar la potencia erótica de los procesos de producción del conocimiento.This work introduces an aberrant reading from a pro-sex feminist position, and a pedagogical thinking distorted by an inquiry that is unacceptable for the intelligibility regime of educational normalty. The question "is pedagogical practice a sexual practice?" (almost absurd and inadmissible in tone) operates here as radical estrangement on the constructs and the conceptual orders of sexualities, and on our pedagogical and erotic imaginaries. As from three training workshop experiences, this essay problematizes the heterosexualizing strength of school culture, and considers the erotic power of knowledge production processes.Fil: Flores, Val. Investigadora independiente
On Penny Jordan with Dr Val Derbyshire
In this podcast, the Categorically Romance Team are joined by Dr. Val Derbyshire and chat the bibliography of Harlequin Presents/Mills & Boon Modern Author Penny Jordan! Penny Jordan also penned names as Caroline Courtney, Melinda Wright, Lydia Hitchcock and Annie Groves
“¿Una agenda de derechos, qué agenda de afectos es?” : Entrevista con val flores
Victoria Dahbar (kolo) and Eduardo Mattio interview the activist writer Val Flores from a distance. The exchange took place by email between the city of Córdoba and the city of La Plata, Argentina, in the context of the COVID-19 pandemic. With social confinement as landscape, the conversation revolved around writing as a theoretical and affective practice, the affective disputes in the agendas of sexual dissidence, the emotional pedagogies that intersect and can intersect the CSE (Comprehensive Sexual Education), and the power of disenchantment as a feminist politics of interruption.Victoria Dahbar (kolo) y Eduardo Mattio entrevistan a la distancia a la escritora activista val flores. El intercambio se realizó por correo electrónico entre la Ciudad de Córdoba y la Ciudad de La Plata, Argentina, en el marco de la pandemia del COVID-19. Teniendo al encierro como paisaje, la conversación giró en torno a la escritura como práctica teórica y afectiva, a las disputas afectivas en las agendas de la disidencia sexual, a las pedagogías emocionales que atraviesan y pueden atravesar la ESI, y a la potencia del desencanto como una política feminista de la interrupción
Salsa recipes for canning
Guide containing general information and instructions for making salsas for canning. Last page states, "Originally developed by Val Hillers and Richard Dougherty, Washington State University Cooperative Extension Service. Adapted for use in New Mexico by Martha Archuleta.
Yellow Brick Roads: New Narratives in Contemporary Photography, Film and Video
Essay by Val Williams which appeared in the catalogue of the Printemps de Septembre a Toulouse, 2001. Val Williams curated the festival, and this essay decribed the themes and arguments within the curation. The main festival section of the catalogue was also edited by the author
Le « val » comme laboratoire de géographie humaine ? Les avatars du Val d'Anniviers
Abstract: The "val" as a laboratory of human geography? The saga of Val d'Anniviers. The author analyses the methodological project initiated by Jean Brunhes in his study of an alpine valley considered as a «small isolated world», ideally suited to a quasi-experiment. The author looks at the variations in the text, from its first publication as an article to its inclusion in a human geography manual dating back to 1910 and republished in the middle of the 1950s, and the epistemological meaning of these differences. Finally the author attempts to interpret the rereading of this classic monograph from the viewpoint of the development of a discipline and the issue of social change.Résumé : L'article analyse le projet méthodologique initialement poursuivi par Jean Brunhes dans son étude d'une vallée valai- sanne considérée comme un petit monde isolé susceptible d'une quasi-expérimentation. Il étudie les variations du texte, de sa publication en article à son insertion dans un manuel de géographie humaine réédité de 1910 au milieu des années cinquante, et leur signification épistémologique. Enfin, il tente d'interpréter les relectures de cette monographie classique, au regard de l'évolution d'une discipline et de la problématique du changement social.Robic Marie-Claire. Le « val » comme laboratoire de géographie humaine ? Les avatars du Val d'Anniviers. In: Revue de géographie alpine, tome 89, n°4, 2001. pp. 67-94
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