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    Florbela Espanca: de mal (e de mal) com as musas

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2007O trabalho aqui apresentado propõe uma reflexão acerca do fazer poético de Florbela Espanca. Ao analisar algumas cartas da poetisa escritas em sua juventude para Júlia Alves, e outras no ano de sua morte, para o professor italiano Guido Battelli, pretendo mostrar como os temas poéticos são gestados na prosa. Em outras palavras, o fazer poético é experimentado na produção dos outros estilos literários, o que, ao final, denominei proesia. Florbela Espanca viveu em Portugal entre os anos de 1894 e 1930 e teve uma personalidade bastante diferenciada entre os artistas da época. Romântica, com traços simbolistas e modernistas, é vista hoje como uma das melhores poetisas portuguesas do século vinte

    Minha culpa - Para que?! - Sem remédio - Ser poeta

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    Dispõe de quatro poemas em forma de áudio de Florbela Espanca, poetisa consagrada da literatura portuguesa, sendo eles: Minha Culpa, Para Que?!, Sem Remédio e Ser PoetaComponente Curricular::Ensino Médio::LiteraturaComponente Curricular::Educação Superior::Linguística, Letras e Artes::Letra

    Minha culpa - Para que?! - Sem remédio - Ser poeta

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    Componente Curricular::Educação Superior::Linguística, Letras e Artes::LetrasDispõe de quatro poemas em forma de áudio de Florbela Espanca, poetisa consagrada da literatura portuguesa, sendo eles: Minha Culpa, Para Que?!, Sem Remédio e Ser PoetaComponente Curricular::Ensino Médio::Literatur

    Minha culpa - Para que?! - Sem remédio - Ser poeta

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    Dispõe de quatro poemas em forma de áudio de Florbela Espanca, poetisa consagrada da literatura portuguesa, sendo eles: Minha Culpa, Para Que?!, Sem Remédio e Ser PoetaComponente Curricular::Ensino Médio::LiteraturaComponente Curricular::Educação Superior::Linguística, Letras e Artes::Letra

    Minha culpa - Para que?! - Sem remédio - Ser poeta

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    Componente Curricular::Educação Superior::Linguística, Letras e Artes::LetrasDispõe de quatro poemas em forma de áudio de Florbela Espanca, poetisa consagrada da literatura portuguesa, sendo eles: Minha Culpa, Para Que?!, Sem Remédio e Ser PoetaComponente Curricular::Ensino Médio::Literatur

    Versos de orgulho - impossível - angústia – neurastenia

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    Dispõe de quatro poemas em forma de áudio de Florbela Espanca, poetisa consagrada da literatura portuguesa, sendo eles: versos de orgulho, impossível, angústia e neurasteniaComponente Curricular::Ensino Médio::Língua PortuguesaComponente Curricular::Ensino Médio::LiteraturaComponente Curricular::Educação Superior::Linguística, Letras e Artes::Letra

    Versos de orgulho - impossível - angústia – neurastenia

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    Componente Curricular::Educação Superior::Linguística, Letras e Artes::LetrasDispõe de quatro poemas em forma de áudio de Florbela Espanca, poetisa consagrada da literatura portuguesa, sendo eles: versos de orgulho, impossível, angústia e neurasteniaComponente Curricular::Ensino Médio::Língua PortuguesaComponente Curricular::Ensino Médio::Literatur

    Versos de orgulho - impossível - angústia – neurastenia

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    Dispõe de quatro poemas em forma de áudio de Florbela Espanca, poetisa consagrada da literatura portuguesa, sendo eles: versos de orgulho, impossível, angústia e neurasteniaComponente Curricular::Ensino Médio::Língua PortuguesaComponente Curricular::Ensino Médio::LiteraturaComponente Curricular::Educação Superior::Linguística, Letras e Artes::Letra

    O místico e o erótico na poesia de Florbela Espanca

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-graduação em LiteraturaEsta tese apresenta um estudo sobre a temática do erotismo e suas relações com o místico, o sagrado e o religioso na poesia de Florbela Espanca, poetisa portuguesa que viveu durante as primeiras décadas do século XX. O tema do erotismo apresenta-se com insistente recorrência na obra dessa poetisa e como tal, tem sido objetivo de críticos estudiosos. Embora reconheça que a presença constante do erotismo nos poemas de Florbela tem sido detectada pela crítica, uma questão ainda permanece sem resposta: como a poetisa relaciona o erótico e a sacralidade em sua poesia. O ponto de partida para esta investigação foi determinar os posicionamentos teóricos que ora refletem uma dicotomia numa irremediável divisão do mundo entre sagrado e profano, ora assumem posturas que buscam formas de equalizar os dois termos para garantir uma aproximação entre esses dois mundos. O profano é resultado da dessacralização humana, dirá Mircea Eliade. Se aprendermos a usar Eros, sexo e sensualidade como um caminho para o sagrado, descobriremos que eles trazem muitas dádivas para a vida, preconiza David Elkins. Com o apoio desses teóricos e de outros, cujos posicionamentos teóricos ora aproximam, ora abismam o erotismo e a sacralidade, esta pesquisa verificou que a poesia de Florbela Espanca por vezes apresenta uma tendência dicotômica e em outras busca formas de equalização entre esses dois mundos. This research presents a study on eroticism and its relations with the mystic, the sacred and the religious in the poetry of Florbela Espanca, a Portuguese poet who lived during the first decades of the 20th century. The theme eroticism is insistently recurrent in the poet's work, which makes it a frequent target of learned critics. Although I recognize that the constant presence of eroticism in Florbela's poems has been detected by critics, one question remains without an answer: In what ways does the poet relate the erotic and the sacral in her poetry? The starting point for this research was the investigation of the theoretical framework that sometimes reflects a dicotomy in an irreconcilable division of the world between the sacred and the profane, and sometimes takes over a position that tries to equalise the two terms so as to warrant an approximation between these two worlds. The profane is the result of human desacralization, says Mircea Eliade. If we learned how to use Eros, sex and sexuality as a causeway toward the sacred we would find out that they bring several gifts to life, says David Elkins. With the support of these theoreticians and of other scholars whose theoretical positions now approximate the erotic and the sacred, now repel one from the other, this study evinced that Florbela Espanca's poetry sometimes presents a dichotomous tendency, and sometimes tries to find ways to equalise these two worlds

    Do desamparo à dor de existir na poesia de Flobela Espanca: alguns apontamentos

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2014.A questão central dessa pesquisa é se a dor que Florbela descreve em seus versos poéticos tem como motivo o que Freud denominava desamparo. Trabalhamos aqui as relações do desamparo freudiano com a dor de existir na perspectiva teórica psicanalítica. A poesia de Florbela Espanca apresentada ilustra as relações do desamparo com a dor de existir. Utilizou-se do método de análise discursiva de base psicanalítica, extraindo dos trechos poéticos sentidos coerentes com essa perspectiva de análise. Realizamos uma revisão bibliográfica do tema do desamparo na teoria freudiana. Examinando os poemas escritos de 1903 a 1917, constatamos que o desamparo e a dor de existir apresentam-se na posição melancólica nas personagens da poesia de Florbela Espanca.Abstract : This text aims to discuss some effects of "Helplessness" (the Freudian idea of "Hilflosigkeit") in Florbela Espanca's poetry. Examining the author's discourse from a psychoanalytic point of view, the work tries to make the pain that the Portuguese author often describes in her verses understandable. The main conclusion is that Florbela's characters show helplessness and existential pain in a way that is typical of the melancholic position
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