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    Seis problemas para Dom Isidro Parodi: estratégias de tradução diante de especificidades da narrativa policial de Borges e Bioy Casares

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2012A narrativa policial faz-se presente na vida literária de Jorge Luis Borges na forma de alguns textos ficcionais e de uma grande quantidade de artigos, resenhas, ensaios e prólogos em que o escritor se dedica a comentar narrativas, narradores e o próprio gênero. Dentre as ficções policiais de Borges, algumas foram escritas em parceria com Adolfo Bioy Casares e apresentam um novo estilo "a quatro mãos" que subverte as características individuais de fazer literatura desses escritores, dando origem a um autor fictício chamado Honorio Bustos Domecq. O pseudônimo ganha reconhecimento, especialmente no livro Seis Problemas para Dom Isidro Parodi, composto por seis contos, publicado em 1942, e que pode ser lido como uma paródia dos romances policiais clássicos. Lançado pela Editora Dantes, em 2001, este é o primeiro livro da dupla Borges/Bioy publicado no Brasil, com tradução de Eric Nepomuceno e Luis Carlos Cabral. Em 2008, o livro é publicado pela Editora Globo, com tradução de Maria Paula Gurgel Ribeiro. Esta dissertação focaliza os seis contos que fazem parte da obra citada e tem como propósito analisar comparativamente essas duas traduções feitas para o português, a fim de detectar as tendências deformadoras da clarificação, do alongamento e da destruição ou a exotização das redes de linguagens vernaculares teorizadas pelo francês Antoine Berman e, a partir dessas constatações, verificar em que aspectos as escolhas tradutórias podem afetar as características preconizadas também por Borges para o conto policial, tais como a objetividade, a racionalidade e o ritmo. Da mesma forma, por entender que a obra analisada não corresponde exatamente a um policial típico, pretende-se analisar como as traduções podem refletir os elementos paródicos fundados em variações da oralidade e em socioletos argentinos dos anos 40, que são o cerne da narrativa.Abstract : La narrativa policial se hace presente en la vida literaria de Jorge Luis Borges en forma de algunos textos ficcionales y de una gran cantidad de artículos, reseñas, ensayos y prólogos en que el escritor se dedica a comentar narrativas, narradores y el propio género. De entre las ficciones policiales de Borges, algunas fueron escritas en sociedad con Adolfo Bioy Casares y presentan un nuevo estilo #a cuatro manos# que subvierte las características individuales de hacer literatura de esos escritores, dando origen a un autor ficticio llamado Honorio Bustos Domecq. El seudónimo gana reconocimiento, especialmente en el libro Seis Problemas para Dom Isidro Parodi, compuesto por seis cuentos, publicado en 1942, y que puede ser leído como una parodia de las novelas policiales clásicas. Lanzado por la Editora Dantes, en 2001, este es el primer libro de la dupla Borges/Bioy publicado en Brasil, con traducción de Eric Nepomuceno y Luis Carlos Cabral. En 2008, se publica el libro por la Globo, con traducción de Maria Paula Gurgel Ribeiro. Este trabajo se centra en los seis cuentos que hacen parte de la obra mencionada anteriormente y tiene como propósito analizar comparativamente estas dos traducciones hechas para el portugués, con objeto de detectar las tendencias deformadoras de la clarificación, del alargamiento y de la destrucción o exotización de redes de las lenguas vernáculas teorizadas por el francés Antoine Berman y a partir de esas constataciones verificar en qué aspectos las elecciones traductoras pueden afectar las características preconizadas también por Borges en el cuento policial, tales como la objetividad, la racionalidad y el ritmo. De la misma forma, por creer que la obra analizada no corresponde exactamente a un policial típico, se pretende analizar cómo las traducciones pueden reflejar los elementos paródicos fundados en variaciones de la oralidad y sociolecto (o dialecto social) argentino de los años 40, que son la esencia de la narrativa

    Subcellular distribution of dolichol phosphate

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    originalFil: Dallner, Gustav. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar; ArgentinaFil: Behrens, Nicolás H.. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar; ArgentinaFil: Parodi, Armando José A.. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar; ArgentinaFil: Leloir, Luis Federico. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar; ArgentinaBlanco y negro3 páginas en pdfLFL-PI-O-ART. Artículos científicosUnidad documental simpleAR-HYL-201

    Cromatografía de los restos hidrofílicos de algunos derivados del dolicol

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    originalFil: Leloir, Luis Federico. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar ahora Fundación Instituto Leloir; ArgentinaFil: Parodi, Armando José A.. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar ahora Fundación Instituto Leloir; ArgentinaFil: Behrens, Nicolás H.. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar ahora Fundación Instituto Leloir; Argentina1 ejemplarLFL-PI-O-ART. Artículos científicosUnidad documental simpleAR-HYL-201

    Álvaro García Linera : una escritura incompleta

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    Fil: Parodi, Ramiro. Universidad de Buenos Aires. Facultad de Ciencias Sociales; Argentina.Ramiro Parodi nos acerca al pensamiento de Álvaro García Linera. Desde el primer momento advertimos que García Linera no es solo un autor de reflexiones meramente teóricas, sino un lector de su coyuntura, afectado por sus propias condiciones de existencia. Desde el primer ?Qhananchiri? y su paso posterior por el grupo Comuna, hasta convertirse en vicepresidente del Estado Plurinacional de Bolivia, la producción de García Linera está atravesada por Marx, Lenin, Mariátegui, Aricó y Zavaleta Mercado. La negación de la multiplicidad indígena en Bolivia, la guerra del Agua como una crisis social general y un punto de bifurcación, y la pregunta leninista ¿qué hacer? motorizan su búsqueda de una nueva forma estatal que reúna la dispersión, no anule la autodeterminación de la sociedad civil, reactive las prácticas comunitarias, sea capaz de revertir el desencuentro entre el Estado y la composición sociopolítica de Bolivia y logre hacer durar un proceso revolucionario. Contra las críticas que insisten en que hay un García Linera ?autonomista? y otro ?estatista?, Parodi muestra que estamos más bien ante un teórico de la novedad que elabora una idea de Estado como proceso paradojal, incompleto y abierto al devenir de la historia.Ramiro Parodi brings us closer to the thought of Álvaro García Linera. From the outset, we recognize that García Linera is not merely an author of theoretical reflections, but rather a reader of his own context, deeply affected by his own circumstances. From the first "Qhananchiri" and his subsequent involvement with the Comuna group, to his becoming Vice President of the Plurinational State of Bolivia, García Linera's work is permeated by Marx, Lenin, Mariátegui, Aricó, and Zavaleta Mercado. The denial of indigenous diversity in Bolivia, the Water War as a general social crisis and a turning point, and the Leninist question "What is to be done?" drive his search for a new form of state that unites the fragmented population, does not negate the self-determination of civil society, revitalizes community practices, is capable of reversing the disconnect between the state and Bolivia's sociopolitical composition, and ensures the sustainability of a revolutionary process. Against the criticisms that insist there is an "autonomist" García Linera and a "statist" one, Parodi shows that we are rather dealing with a theorist of novelty who elaborates an idea of ??the State as a paradoxical, incomplete process open to the unfolding of history.Ramiro Parodi nos aproxima do pensamento de Álvaro García Linera. Desde o início, reconhecemos que García Linera não é apenas um autor de reflexões teóricas, mas sim um leitor de seu próprio contexto, profundamente afetado por suas circunstâncias. Do primeiro "Qhananchiri" e seu subsequente envolvimento com o grupo Comuna, até sua ascensão à vice-presidência do Estado Plurinacional da Bolívia, a obra de García Linera é permeada por Marx, Lenin, Mariátegui, Aricó e Zavaleta Mercado. A negação da diversidade indígena na Bolívia, a Guerra da Água como uma crise social generalizada e um ponto de inflexão, e a questão leninista "O que fazer?" impulsionam sua busca por uma nova forma de Estado que una a população fragmentada, não negue a autodeterminação da sociedade civil, revitalize as práticas comunitárias, seja capaz de reverter a desconexão entre o Estado e a composição sociopolítica da Bolívia e assegure a sustentabilidade de um processo revolucionário. Contrariando as críticas que insistem na existência de um García Linera "autonomista" e um "estatista", Parodi demonstra que estamos, na verdade, lidando com um teórico da novidade que elabora uma ideia de Estado como um processo paradoxal e incompleto, aberto ao desenrolar da história

    Corte costituzionale austriaca e Corti europee

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    L’articolo esamina i rapporti tra la Corte costituzionale austriaca e le giurisdizioni sovranazionali europee: Corte di giustizia CE e Corte EDU. Viene anzitutto analizzata la giurisprudenza in materia di rapporti tra ordinamento interno e ordinamento comunitario ed il ruolo della Corte austriaca quale giudice della responsabilità patrimoniale dello Stato per mancata attuazione o violazione del diritto comunitario e quale giurisdizione nazionale ai fini del rinvio pregiudiziale. Vengono poi indagati il ruolo della CEDU nella giurisprudenza della Corte austriaca ed i rapporti con la Corte di Strasburgo. Il contributo documenta la tendenza recente della Corte costituzionale austriaca ad operare non solo quale “Corte dei conflitti” ma anche come “Corte dei diritti” e ne analizza gli strumenti processuali

    Lipid intermediates in protein glycosylation

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    The oligosaccharide moieties of animal glycoproteins that involve linkage between carbohydrate and asparagine are built up on dolichol pyrophosphate before incorporation into the protein. The use of dolichol pyrophosphate in place of the commoner nucleoside diphosphate as the sugar carrier may be because the former is more compatible with the hydrophobic environment of the membrane where the glycoprotein synthesis occurs.originalFil: Parodi, Armando José A.. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar; ArgentinaFil: Leloir, Luis Federico. Instituto de Investigaciones Bioquímicas Fundación Campomar; ArgentinaEscala de grises2 páginas en pdfLFL-PI-O-ART. Artículos científicosUnidad documental simpleAR-HYL-201
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