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    Estudo dos óleos essenciais de Piperaceae do Vale do Itajaí em Santa Catarina

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Programa de Pós-Graduação em Química.Neste trabalho foram estudadas espécies do gênero Piper, da família Piperaceae de ocorrência no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, onde os perfis químicos de seus óleos essenciais foram analisados. Sete espécies de Piperáceas foram estudadas, sendo elas: Piper caldense, Piper callosum, Piper mollicomum, Piper regnellii var. pallescens, Piper regnellii var. regnellii, Piper lindbergii e Piper gaudichaudianum. As espécies Piper caldense, Piper Mollicomum e Piper gaudichaudianum foram coletadas no Parque São Francisco de Assis, município de Blumenau. Já as espécies Piper callosum e Piper regnellii var. pallescens foram coletadas na Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas do município de Rodeio. A espécie Piper regnellii var. regnellii no campus I da Universidade Regional de Blumenau e no município de Brusque e ainda a Piper lindbergii no bairro Salto Weissbach, em Blumenau. Verificou-se através da destilação por arraste de vapor que a espécie Piper caldense não apresenta quantidade significativa de óleo essencial, inviabilizando seu estudo. Nas demais espécies foram encontradas teores de óleo variando entre 0,1 e 0,7% onde, após análise instrumental por CG-EM e índice de retenção, suas respectivas composições foram determinadas, destacando-se os principais constituintes por espécie: Piper callosum, safrol (60%); Piper regnellii variedade pallescens, apiol (54%) e dilapiol (18%); Piper regnellii variedade regnellii, beta-pineno (20%), biciclogermacreno (8%) e espatulenol (9%); Piper mollicomum, alfa-pineno (10%), beta-pineno (18%), trans-cariofileno (10%); Piper gaudichaudianum, alfa-humuleno (6%), alfa-selineno (5%), beta-selineno (5%), espatulenol (5%) e óxido de cariofileno (6%); Piper lindbergii, óxido de cariofileno (19%). Posteriormente, utilizou-se o óleo essencial das espécies Piper callosum, Piper mollicomum e Piper regnellii var. regnellii para avaliar a sua atividade antimicrobiana. A espécie Piper mollicomum apresentou atividade inibitória ao crescimento bacteriano contra Escherichia coli e Staphylococcus aureus

    Effect of Piper betle and Brucea javanica on the Differential Expression of Hyphal Wall Protein (HWP1) in Non-Candida albicans Candida (NCAC) Species

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    The study aimed to identify the HWP1 gene in non-Candida albicans Candida species and the differential expression of HWP1 following treatment with Piper betle and Brucea javanica aqueous extracts. All candidal suspensions were standardized to 1 x 10(6) cells/mL. The suspension was incubated overnight at 37 degrees C (C. parapsilosis, 35 degrees C). Candidal cells were treated with each respective extract at 1, 3, and 6 mg/mL for 24 h. The total RNA was extracted and reverse transcription-polymerase chain reaction was carried out with a specific primer of HWP1. HWP1 mRNAs were only detected in C. albicans, C. parapsilosis, and C. tropicalis. Exposing the cells to the aqueous extracts has affected the expression of HWP1 transcripts. C. albicans, C. parapsilosis, and C. tropicalis have demonstrated different intensity of mRNA. Compared to P. betle, B. javanica demonstrated a higher suppression on the transcript levels of HWP1 in all samples. HWP1 was not detected in C. albicans following the treatment of B. javanica at 1 mg/mL. In contrast, C. parapsilosis and C. tropicalis were shown to have HWP1 regulation. However, the expression levels were reduced upon the addition of higher concentration of B. javanica extract. P. betle and B. javanica have potential to be developed as oral health product.Article Link : http://www.hindawi.com/journals/ecam/2013/397268

    Composição do óleo essencial de Piper caldense C.D.C. e Piper solmsianum C.D.C. provenientes da Mata Atlântica do litoral do Paraná.

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    O Brasil possui a maior diversidade vegetal do mundo, dentre as espécies se encontram muitas piperáceas com importância no setor farmacêutico, aromático e condimentar. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi caracterizar quimicamente o óleo essencial de Piper caldense C.D.C. e Piper solmsianum C. D.C. presentes na mata atlântica do litoral do Paraná.Na publicação: Humberto Bizzo

    Estudo fitoquímico e biológico da Piper solmsianum C.DC. variedade solmsianum (Piperaceae)

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Programa de Pós-Graduação em Química.O presente trabalho envolveu processos de extração, isolamento, purificação e identificação dos constituintes químicos das folhas de outono da Piper solmsianum. Da fração hexânica foram isoladas três neolignanas benzofurânicas denominadas de euponatenóide-3, eupomatenóide-5 e conocarpano. Da fração diclorometano foi isolado o conocarpano. Na fração acetato de etila foram detectados as flavonas 7- metoxi-apigenina (genkwanina) e a orientina e duas flavanonas hesperidina e iluteolina-7-rutinosídeo. O conocarpano foi submetido a reações de metilação, benzoilação e acetilação e obteve-se os derivados: conocarpano metilado, conocarpano benzoilado e conocarpano acetilado, os quais foram avaliados quanto ao potencial analgésico e observou-se que o conocarpano cetilado foi mais ativo que os demais. Por reações de dimerização oxidativa do isoeugenol obteve-se dois análogos ao conocarpanp o a-di-isoeugenol e o diidrodiisoeugenol, os quais demonstra

    Avaliação da atividade antinociceptiva do ácido 3,4,5- trimetoxidihidrocinâmico extraído de piper tuberculatum jacq

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    TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia.Recentemente, demonstrou-se que o ácido 3,4,5-trimetoxidihidrocinâmico (TMDC), extraído de Piper tuberculatum, possui efeito antinociceptivo significante quando testado no modelo do ácido acético. Este estudo visa confirmar esta atividade, bem como estender os dados sobre este composto. Os animais (ratos Wistar e camundongos Swiss) foram tratados via i.p. com o TMDC, em diferentes doses, 30 min antes da realização dos testes. O modelo inicial escolhido foi a nocicepção induzida pela injeção i.pl. de formalina, que permite avaliar dois tipos distintos de nocicepção. O TMDC reduziu o comportamento nociceptivo relativo à primeira fase deste modelo (Inibição: 72 + 5%), porém não foi capaz de reduzir a segunda fase desta nocicepção. No modelo de nocicepção induzida pela injeção i.pl. de glutamato, o TMDC mostrou-se eficaz na dose de 10 mg/kg (Inibição: 42 + 10%). O efeito antihiperalgésico (térmico e mecânico) do TMDC foi testado frente a administração de BK, PGE2, Cg e PMA, e verificou-se que este reverteu as hiperalgesias induzidas pela BK e pelo PMA. A participação do sistema de cininas no efeito antinociceptivo do TMDC foi verificado através da injeção i.pl. de BK em ratos e da injeção i.t. de BK em camundongos, sendo que o composto foi capaz de inibir apenas o comportamento nociceptivo induzido pela injeção i.t. (Inibição: 67 ± 11%). Dentre os receptores TRP, apenas o TRPV1 parece estar envolvido no efeito antinociceptivo do TMDC, uma vez que o TMDC foi capaz de inibir a nocicepção induzida pela injeção i.pl. de capsaicina (Inibição: 63 ± 6%), mas não de cinamaldeído (agonista TRPA1) e mentol (agonista TRPM8). O efeito antinociceptivo do TMDC não está relacionado a nenhum efeito inespecífico, visto que não altera a atividade locomotora dos animais nos testes da barra giratória e campo aberto. Em conjunto, esses dados sugerem a interação direta ou indireta do TMDC com receptores importantes envolvidos na transmissão dolorosa, bem como apontam para a utilização do ácido 3,4,5- trimetoxidihidrocinâmico e da P. tuberculatum como medicamentos úteis para a intervenção e controle da dor

    Piper bartlingianum (Miq.) C. DC. from Colombia collected by F. Toro, E. Álvarez, A. Camargo #290

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    File Name: TOLI-23549-ZAR-05-FTM-133.jpg CÓDIGO FOTO: TOLI-23549-ZAR-05-FTM-133- Fotografía: SI Nº TOLI: TOLI-23549 PARCELA: ZAR-05 CÓDIGO: FTM-133 Nº COLECTA: 290 NUEVOS COLECTORES: Alejandro Camargo, Felipe Toro & Esteban Alvarez COLECTORES: F. Toro, E. Álvarez, A. Camargo Nº MUESTRAS MONTADAS: 1 Homologación: No homologado Nueva fecha del evento : 30/11/2018. Fecha del evento: 15/10/2006. Proyecto : Recursos Botánicos Disponibles en Línea (BRAVO) para la flora Colombiana Hábitat: Bosque húmedo tropical (bh-T) Comentario del evento: Bosque de tierra firme Continente: SA Pais: Colombia Estado/Provincia: Amazonas Municipio: Leticia Localidad: Resguardo Indígena Ticuna-Huitoto Km 6-11. Elevación minima en metros: 200 Elevación maxima en metros: 300 Latitud: -4.004 Longitud original: -69.896 datum geodésico: WGS 84 Latitud decimal: -4.004 Longitud decimal: -69.896 Identificado por: Diego Suescún Fecha de identificación: 15/02/2019. Nombre cientifico: Piper bartlingianum (Miq.) C. DC. Reino: Plantae Filo: Magnoliophyta Clase: Equisetopsida Orden: Piperales Familia nueva: Piperaceae Género nuevo: Piper especie nueva: bartlingianum Autoría del nombre científico: (Miq.) C. DC. : Piperaceae genero herbario: Piper especie herbario: bartlingianum Especie de herbario para TNRS: Piper bartlingianum Especie corregida herbario y desde TNRS: Piper bartlingianum Familia corregida desde TNRS: Piperaceae : 265

    Piper bartlingianum (Miq.) C. DC. from Colombia collected by F. Toro, E. Álvarez, A. Camargo #290

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    File Name: TOLI-23549-ZAR-05-FTM-133.jpg CÓDIGO FOTO: TOLI-23549-ZAR-05-FTM-133- Fotografía: SI Nº TOLI: TOLI-23549 PARCELA: ZAR-05 CÓDIGO: FTM-133 Nº COLECTA: 290 NUEVOS COLECTORES: Alejandro Camargo, Felipe Toro & Esteban Alvarez COLECTORES: F. Toro, E. Álvarez, A. Camargo Nº MUESTRAS MONTADAS: 1 Homologación: No homologado Nueva fecha del evento : 30/11/2018. Fecha del evento: 15/10/2006. Proyecto : Recursos Botánicos Disponibles en Línea (BRAVO) para la flora Colombiana Hábitat: Bosque húmedo tropical (bh-T) Comentario del evento: Bosque de tierra firme Continente: SA Pais: Colombia Estado/Provincia: Amazonas Municipio: Leticia Localidad: Resguardo Indígena Ticuna-Huitoto Km 6-11. Elevación minima en metros: 200 Elevación maxima en metros: 300 Latitud: -4.004 Longitud original: -69.896 datum geodésico: WGS 84 Latitud decimal: -4.004 Longitud decimal: -69.896 Identificado por: Diego Suescún Fecha de identificación: 15/02/2019. Nombre cientifico: Piper bartlingianum (Miq.) C. DC. Reino: Plantae Filo: Magnoliophyta Clase: Equisetopsida Orden: Piperales Familia nueva: Piperaceae Género nuevo: Piper especie nueva: bartlingianum Autoría del nombre científico: (Miq.) C. DC. : Piperaceae genero herbario: Piper especie herbario: bartlingianum Especie de herbario para TNRS: Piper bartlingianum Especie corregida herbario y desde TNRS: Piper bartlingianum Familia corregida desde TNRS: Piperaceae : 2651</p

    Constituintes voláteis de óleo essencial de Piper eucalyptophyllum C.DC.

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    Esse trabalho tem como objetivo determinar a composição do óleo essencial de Piper Eucalyptophyllum C. DC. extraído por coobação, identificar seus constituintes, utilizados a técnica de cromatografia gasosa com detector seletivo de massas e o índice de retenção. O óleo essencial foi extraído por hidrodestilação das folhas frescas da espécie de Piper Eucalyptophyllum C. DC. que foram analisados em um cromatógrafo à gás com detecção pro espectrometria de massas

    Piper aduncum espécie nativa da Amazônia brasileira, hospedeira de Nectria haematococca f. sp. piperis.

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    A cultura da pimenta-do-reino (Piper nigrum L.) continua em expansão no Estado do Pará. As epidemias de fusariose causadas por Nectria luematococca f. sp. piperis (Fusarium solani f. sp. piperis) vem ocorrendo tanto em áreas novas como em áreas de replantio. Em data recente o fungo patogênico N. luematococca f. sp. piperis foi isolado de plantas da espécie nativa P. aduncum, Identificou-se a forma specialis através de culturas em batata-dextrose-ágar (BDA), de exame ao microscópio e inoculações em mudas de Piper spp. sadias. A" inoculações de isolados do fungo obtidos de P. aduncum em mudas de P. nigrum resultaram em infecções, ocasionando necrose dos tecidos e estendendo-se acima e abaixo do ponto de inoculação. Para identificação mais segura, foram feitos pareamentos entre culturas monoascospóricas obtidas de isolados de P. aduncum e P. nigrum e fertilizações cruzadas de primórdios de peritécios de isolados de ambos hospedeiros com suspensão de macroconídios. Os pareamentos e as fertilizações entre culturas monoascospóricas em BDA com fatores de compatibilidade opostos resultaram em peritécios férteis, 10 a 15 dias após início do ensaio, em presença de luz, com periodicidade de 12 horas e à temperatura de 25°C. A espécie P. aduncum possui larga distribuição em áreas de vegetação secundária no Estado do Pará, concorrendo para disseminação e perpetuação desse fitopatógeno no ambiente natural, próximo de áreas cultivadas com a pimenta-do-reino. Trata-se da primeira coustatação de hospedeiro nativo de N. luematococca f. sp. piperis, na Amazôni

    Piper colubrinum Link. porta-enxerto para Piper nigrum L. resistente às enfermidades causadas por Phytophthora palmivora Butl. e Fusarium solani f. piperi.

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    O sistema radicular da pimenta do reino (Piper nigrum L.) está sujeito ao ataque dos fungos do solo Fusarium solani f. piperi e Phytophthora palmivora (Butl.) Butl. Em testes de laboratório a espécie Piper colubrinum Link., compatível com a pimenta do reino, mostrou elevada resistência às enfermidades causadas pelos citados patógenos. Poderia ser utilizada como porta-enxêrto resistente em culturas extensas com fim lucrativo, desde que a produção venha a ser compensadora. A percentagem de pegamento dos enxêrtos feitos, foi elevada: acima de 98%. O desenvolvimento vegetativo das pimenteiras enxertadas, em áreas experimentais, no campo, vem sendo considerado bom. São relatados os processos de preparo dos porta-enxertos, métodos de enxertia e plantio no campo definitivo. A pimenteira enxertada só se desenvolve bem em áreas onde o solo possui umidade disponível constante.Separata da Pesquisa Agropecuária Brasileira, série agronomia, v. 3, p. 141-145, 1968
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