112 research outputs found
Strategies for the management of ohss: results from freezing-all cycles
Objective: To compare the use of GnRH agonist (GnRHa) or hCG trigger in potential OHSS patients undergoing freeze-all programs. We also compared the clinical outcomes when fresh versus freeze-thawed embryo transfers were performed in cycles with a high number of retrieved oocytes. Methods: The study included potential OHSS patients who received GnRHa (n= 74) or hCG (n= 49) trigger. The protocols were compared with respect to the clinical outcomes. We also compared the clinical outcomes of cycles in which hCG trigger was used and more than 20 MII oocytes were retrieved when: fresh embryo transfer protocol (n= 153) or freeze-all protocol (n= 123) were performed. Results: A decreased serum estradiol level, a decreased number of retrieved oocytes, an increased MII retrieved rate, and decreased fertilization rate was observed in the hCG when compared with the GnRHa group. No significant differences were noted concerning clinical outcomes. When fresh cycles were compared with frozen-thawed cycles, the estradiol serum level and the number of cryopreserved embryos were higher in the frozen-thawed cycles. The clinical pregnancy rate was higher among freeze-all cycles, as well as the implantation and cumulative pregnancy rates, when compared with fresh embryo transfer cycles. Conclusion: The use of GnRHa trigger may be a good alternative to prevent the OHSS in patients presenting an extreme ovarian response to COS, leading to similar clinical outcomes, when compared with the traditional hCG trigger. Moreover, our findings demonstrated that the strategy of freezing-all embryos not only decreases the risk of OHSS but also leads to a better pregnancy rate.Fertility – Medical Group - Sao Paulo – Brazil[Borges, Edson, Jr.Sapientiae Institute – Centro de Estudos e Pesquisa em Reprodução AssistidaDisciplina de Urologia, Área de Reprodução Humana, Departamento de Cirurgia, Universidade Federal de São PauloDisciplina de Urologia, Área de Reprodução Humana, Departamento de Cirurgia, Universidade Federal de São PauloWeb of Scienc
A expansão urbana na região metropolitana de Florianópolis e a dinâmica da indústria da construção civil
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Geografia, Florianópolis, 2009Com o processo de urbanização brasileiro intensificado nos anos 30 e acelerado a partir de meados da década de 60, ocorreu uma forte migração para os centros urbanos, aumentando a demanda por moradias. Em Santa Catarina e na Região Metropolitana de Florianópolis não foi diferente. Ocorreram transformações intensas no espaço urbano regional, assim como na indústria da construção civil. Esta expansão urbana teve início no final da década de 60, começando pela Capital do Estado, passando depois pelo município de São José, estendendo-se, posteriormente, aos municípios de Palhoça e de Biguaçu. Assim, a presente pesquisa teve como objetivo analisar esta expansão urbana e a dinâmica da indústria da construção civil na Região Metropolitana de Florianópolis nos últimos anos. Para tanto, foi realizado um estudo de caso, com pesquisas bibliográficas e de campo, através da aplicação de um questionário junto aos empresários da construção civil local e a alguns órgãos públicos. Verificou-se que a expansão urbana, assim como a indústria da construção civil, passou por quatro fases distintas: a primeira foi o boom imobiliário da década de 70; a segunda, a crise dos anos 80; a terceira, consubstanciada na retomada do boom imobiliário na década de 90; e, por último, a explosão imobiliária ocorrida neste novo milênio. Percebem-se neste processo, ciclos alternados de crises e de ascensão do setor e, que o Poder Público se fez presente em alguns momentos, concedendo financiamentos imobiliários. Fica evidenciado, também, que ocorreu uma substituição dos capitais imobiliários ao longo deste processo. Algumas pequenas construtoras transformaram-se em grandes empresas e estão construindo enormes edifícios em várias regiões dos municípios pesquisados, intensificando a expansão urbana. Além disso, percebe-se uma evolução nos imóveis ofertados, assim como nos equipamentos e outros confortos oferecidos aos consumidores
Valores, processo e sentença
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direito
Os tratados de livre comércio e o acordo TRIPS: uma análise de proteção patentária na área farmacêutica
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-graduação em DireitoA adesão ao Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual relacionados ao Comércio (Acordo TRIPS) em 1994, no âmbito da Organização Mundial do Comércio, representava o fortalecimento da proteção da propriedade intelectual, notadamente das patentes farmacêuticas, a nível mundial. No entanto, no Acordo TRIPS foram incluídas cláusulas que permitem a flexibilização dos direitos exclusivos conferidos pelas patentes com o intuito de viabilizar, no caso das patentes farmacêuticas, o acesso a medicamentos e as políticas nacionais de saúde pública, sem com isto infringir as obrigações do referido acordo. Os países em desenvolvimento acreditavam que ao terem aceitado patamares altos de proteção à propriedade intelectual estariam protegidos contra represálias unilaterais e demandas de maiores níveis de proteção. No entanto, pouco tempo após a assinatura do TRIPS, especialmente os Estados Unidos da América e a União Européia, passaram a substituir as pressões unilaterais por Tratados de Livre Comércio (TLCs), a nível bilateral e regional, com disposições adicionais de proteção à propriedade intelectual. Desta forma, a presente dissertação objetiva analisar, por meio do método dedutivo e a partir da Teoria Instrumentalista-Humanitária de Peter Drahos, o fenômeno do surgimento dos TLCs celebrados com os EUA que possuam disposições de proteção às patentes farmacêuticas e verificar, mediante o método comparativo, em que medida tais cláusulas impõem padrões mais elevados de proteção do que os contidos no Acordo TRIPS, bem como se restringem, anulam ou eliminam as flexibilidades do TRIPS reafirmadas pela Declaração de Doha. O presente trabalho estruturou-se em três capítulos. No primeiro foi apresentada a forma e o surgimento da regulamentação internacional das patentes farmacêuticas no âmbito da Convenção da União de Paris e do TRIPS. Sendo, posteriormente analisado de que forma e por quais motivos surgiram os TLCs impulsionados pelos EUA. Por último, analisou-se a regulamentação dos TLCs referentes à patentes farmacêuticas de forma comparativa à regulamentação do TRIPS, de forma a verificar qual a regulamentação pode impactar ou dificultar ainda mais o acesso a medicamentos. Como resultado constatou-se que a regulamentação das patentes farmacêuticas previstas nos TLCs aumentam o escopo da proteção em relação ao TRIPS (TRIPS-plus e TRIPS-extra) notadamente ao prever a utilidade como requisito de patenteabilidade; possibilitar a concessão de patentes para segundos usos de substâncias conhecidas; conceder a exclusividade para os dados de prova para registro de produtos farmacêuticos; vincular o registro sanitário a inexistência de patente; prorrogar o prazo de vigência das patentes por atraso na concessão e/ou do registro sanitário do medicamento e ao restringir as hipóteses de licença compulsória e importação paralela. La adopción del Acuerdo sobre los Aspectos de la Propiedad Intelectual relacionados con el Comercio (Acuerdo sobre los ADPIC) en 1994 junto a la Organización Mundial del Comercio, significó el fortalecimiento de la protección de la propiedad intelectual, especialmente de las patentes farmacéuticas, a nivel mundial. Sin embargo, en el Acuerdo sobre los ADPIC se incluyeron cláusulas que permiten flexibilidades a los derechos exclusivos conferidos por patentes a fin de viabilizar, con relación a las patentes farmacéuticas, el acceso a los medicamentos y a las políticas nacionales de salud pública, sin violar las obligaciones del acuerdo. Los países en desarrollo creían que al aceptar un alto nivel de protección de la propiedad intelectual estarían protegidos contra las represalias unilaterales y exigencias adicionales de un mayor nivel de protección. Sin embargo, poco después de la firma del Acuerdo sobre los ADPIC, especialmente los E.E.U.U. y la Unión Europea, sustituyeron las represalias unilaterales por Tratados de Libre Comercio (TLCs), bilaterales y regionales, con disposiciones adicionales de protección de la propiedad intelectual. Por lo tanto, esta tesis de maestría tiene por objeto analizar, utilizando el método deductivo y la Teoría Utilitarista-Humanitaria de Peter Drahos, el fenómeno del surgimiento de los TLCs celebrados con los E.E.U.U. que tengan disposiciones para la protección de las patentes farmacéuticas y verificar, a través del método comparativo, en que punto estas cláusulas imponen normas más estrictas de protección de las que figuran en el Acuerdo sobre los ADPIC, así como se restringen, cancelan o eliminan las flexibilidades del Acuerdo sobre los ADPIC reafirmadas por la Declaración de Doha. El presente trabajo fue estructurado en tres capítulos. En el primero es presentada la forma y el surgimiento de la reglamentación internacional de las patentes farmacéuticas en el ámbito de la Convención de la Unión de Paris y del ADPIC. Posteriormente, fue analizado de que forma y por cuales motivos surgieron los TLCs celebrados con EE.UU. Por ultimo, fue analizada de forma comparativa la reglamentación de los TLCs con la del ADPIC con el propósito de verificar cual las reglas que pueden impactar o dificultar aun más el acceso a medicamentos. Como resultado se encontró que la regulación de las patentes farmacéuticas en los TLCs aumentan el alcance de la protección con relación a los ADPIC (ADPIC-plus y ADPIC-extra) notadamente al incluir la utilidad como requisito de patentabilidad; la concesión de patentes de segundos usos de sustancias conocidas; la exclusividad de los datos de prueba para registro de productos farmacéuticos; la vinculación del registro sanitario a la inexistencia de patente; la prórroga del plazo de protección de la patente por retraso en la concesión del registro sanitario y/o concesión de patente y; la restricción de las hipótesis de las licencias obligatorias e importaciones paralelas
Vida noturna e cultura urbana em Florianópolis (décadas de 50, 60 e 70 do século XX)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-graduação em HistóriaO presente estudo pretende refletir sobre algumas dimensões da sociabilidade noturna em Florianópolis # capital de Santa Catarina # entre as décadas de 1950 e 1980, período em que a cidade sofre profundas transformações urbanas. Para tanto, estabelece-se uma relação direta entre cultura urbana e "vida noturna", entendendo que as mudanças na paisagem urbana e na vida material dos habitantes repercutiram no modo como as pessoas se relacionavam com a noite
Análise comportamental do direito: fundamentos para uma abordagem do direito como ciência comportamental aplicada
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direito.Este trabalho expõe os fundamentos de uma nova abordagem do direito denominada análise comportamental do direito. Partindo da crítica ao dualismo entre ciência jurídica normativa e não-normativa, tal abordagem se fundamenta, primeiramente, na redefinição do direito como tecnologia de controle social do comportamento humano, por intermédio da imposição de contingências sociais normativas, destinadas a modelar, manter, modificar e, eventualmente, extinguir os padrões comportamentais humanos considerados, com base em pressupostos empiricamente válidos sobre os mesmos, necessários à obtenção de metas sociais politicamente definidas. O método de análise é o dos quase-experimentos em âmbito social, nos quais a hipótese a ser verificada é a relação causal entre a imposição da contingência social normativa e a obtenção da meta social. A análise comportamental do direito se funda ainda no paradigma comportamentalista nas Ciências Humanas, cujo ramo mais avançado é a Psicologia Comportamental. O trabalho sugere também algumas bases para uma síntese provisória da teoria do comportamento social humano, em que se destacam contribuições da teoria da troca social, da Economia Comportamental e da corrente neo-institucionalista. This work lays the grounds for a new approach to legal studies named behavioral analysis of law. To begin with, such an approach refuses to distinguish normative from non-normative legal science and redefines law as a form of technology which controls human behavior. This technology relies on imposing normative social contingencies which are meant to shape, maintain, change and, perhaps, extinguish behavioral patterns. Some of these patterns might be considered socially necessary to the achievement of politically chosen aims, a choice which requires empirically valid presuppositions. The author employs the method of quasi-experiments within the social realm, in which the hypothesis to be verified is the causal relation between imposing a normative social contingency and achieving a social aim. The theory that underlines behavioral analysis of law is the behaviorist paradigm in the Human sciences, the most developed branch of which is behavioral Psychology. This thesis suggests a few guidelines to provisionally summarize the theory of human social behavior, the main contributions to which being the theory of social exchange, behavioral Economics, and the neoinstitutionalist school
A evolução da linguagem de uma perspectiva internalista
Orientador : Prof. José Borges NetoTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 30/06/2017Inclui referências : f.153-159Resumo: Algumas das questões levantadas neste trabalho são daquele tipo que uma criança poderia perguntar e não obter uma resposta convincente nem mesmo de especialistas. Por que só os humanos falam? O quanto alguns animais podem entender quando dirigimos uma sentença a eles? A investigação dessas perguntas, dentro da área de pesquisa científica interdisciplinar que pode ser chamada de evolução e origem da linguagem, frequentemente oscila entre objetos teóricos muito distintos. Muitas vezes, a causa destas divergências é o fato de que os autores estão assumindo diferentes concepções de linguagem. O presente trabalho propõe uma dicotomia que divide essas concepções sob duas categorias: uma internalista e outra externalista. A primeira, que será analisada mais a fundo, é caracterizada pela busca por uma "linguagem interna", ou seja, aquela que pode ser descrita sob a forma de estados e algoritmos mentais que permitiriam a externalização fonológica ou gestual que enxergamos quando alguém produz sentenças. É justamente essa linguagem externa o objeto de investigação próprio da concepção externalista, ou seja, trata-se da grande maioria dos estudos que já foram produzidos durante milênios sobre linguagem e comunicação humana. Essa dicotomia não deve ser encarada como "camisas" que times de pesquisadores vestiriam, mas sim como um par de lentes que ajuda a enxergar certos estranhamentos causados por algumas afirmações teóricas. Por exemplo, quando um pesquisador propõe que a linguagem pode ter emergido há aproximadamente 50 mil anos, ou seja, somente após o surgimento dos primeiros humanos anatomicamente modernos, e outro pesquisador retruca dizendo que ela pode ter surgido entre hominídeos muito mais antigos, há mais de um milhão de anos, a primeira coisa a fazer é verificar se essas pessoas não estariam discordando sobre qual traço fenotípico teria evoluído, embora ambas o estejam chamando de linguagem. Palavras-chaves: evolução da linguagem. origem da linguagem. controvérsia científica.Abstract: Some questions raised here are of the kind a child could ask and not obtain convincing answers even from specialists. Why do only humans speak? How much some animals can understand when we address them a sentence? The investigation of these questions, within the interdisciplinary research area that can be called origins and evolution of language, often range among very different theoretical objects. Many times, divergence is caused by the fact that authors are assuming different conceptions of language. I propose a dicothomous distinction between an internalist and an externalist conception of language. The first one, which is examined more deeply, can be characterized by a search for an "internal language", which can be described by formalized mental states and alghotitms. This internal language would permit the phonological or gestual externalization we see when someone produces a sentence. It is precisely this external language the object of the investigation based on the externalist conception, which represents the vast majority of studies about language and communication that have been made through millenia. This dichotomy should not be regarded as "uniforms" that research teams would wear, but rather as a pair of lenses for visualizing supposedly inexplicable interpretations caused by theoretical claims. For instance, when some author proposes that language might have emerged approximately 50 thousand years ago, that is, only after anatomically modern humans have appeared, and another author refutes this claim saying that language could only have originated among much older hominids, about, let's say, one million years ago, the first thing to consider is whether these people agree on which trait would have evolved, although both could be calling it language. Key-words: evolution of language. origins of language. scientific controversy
A systematic review of evidence on malignant spinal metastases : natural history and technologies for identifying patients at high risk of vertebral fracture and spinal cord compression
Background: Spinal metastases can lead to significant morbidity and reduction in quality of life due to spinal cord compression (SCC). Between 5% and 20% of patients with spinal metastases develop metastatic spinal cord compression during the course of their disease. An early study estimated average survival for patients with SCC to be between 3 and 7 months, with a 36% probability of survival to 12 months. An understanding of the natural history and early diagnosis of spinal metastases and prediction of collapse of the metastatic vertebrae are important.
Objective: To undertake a systematic review to examine the natural history of metastatic spinal lesions and to identify patients at high risk of vertebral fracture and SCC.
Data sources: The search strategy covered the concepts of metastasis, the spine and adults. Searches were undertaken from inception to June 2011 in 13 electronic databases [MEDLINE; MEDLINE In-Process & Other Non-Indexed Citations; EMBASE; Cochrane Database of Systematic Reviews; Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL); Database of Abstracts of Reviews of Effects (DARE), NHS Economic Evaluation Database (NHS EED), HTA databases (NHS Centre for Reviews and Dissemination); Science Citation Index and Conference Proceedings (Web of Science); UK Clinical Research Network (UKCRN) Portfolio Database; Current Controlled Trials; ClinicalTrials.gov].
Review methods: Titles and abstracts of retrieved studies were assessed by two reviewers independently. Disagreement was resolved by consensus agreement. Full data were extracted independently by one reviewer. All included studies were reviewed by a second researcher with disagreements resolved by discussion. A quality assessment instrument was used to assess bias in six domains: study population, attrition, prognostic factor measurement, outcome measurement, confounding measurement and account, and analysis. Data were tabulated and discussed in a narrative review. Each tumour type was looked at separately.
Results: In all, 2425 potentially relevant articles were identified, of which 31 met the inclusion criteria. No study examined natural history alone. Seventeen studies reported retrospective data, 10 were prospective studies, and three were other study designs. There was one systematic review. There were no randomised controlled trials (RCTs). Approximately 5782 participants were included. Sample sizes ranged from 41 to 859. The age of participants ranged between 7 and 92 years. Types of cancers reported on were lung alone (n= 3), prostate alone (n= 6), breast alone (n= 7), mixed cancers (n= 13) and unclear (n= 1). A total of 93 prognostic factors were identified as potentially significant in predicting risk of SCC or collapse. Overall findings indicated that the more spinal metastases present and the longer a patient was at risk, the greater the reported likelihood of development of SCC and collapse. There was an increased risk of developing SCC if a cancer had already spread to the bones. In the prostate cancer studies, tumour grade, metastatic load and time on hormone therapy were associated with increased risk of SCC. In one study, risk of SCC before death was 24%, and 2.37 times greater with a Gleason score 7 than with a score of < 7 (p= 0.003). Other research found that patients with six or more bone lesions were at greater risk of SCC than those with fewer than six lesions [odds ratio (OR) 2.9, 95% confidence interval (CI) 1.012 to 8.35, p= 0.047]. For breast cancer patients who received a computerised tomography (CT) scan for suspected SCC, multiple logistic regression in one study identified four independent variables predictive of a positive test: bone metastases 2 years (OR 3.0 95% CI 1.2 to 7.6; p= 0.02); metastatic disease at initial diagnosis (OR 3.4, 95% CI 1.0 to 11.4; p= 0.05); objective weakness (OR 3.8, 95% CI 1.5 to 9.5; p= 0.005); and vertebral compression fracture on spine radiograph (OR 2.6, 95% CI 1.0 to 6.5; p= 0.05). A further study on mixed cancers, among patients who received surgery for SCC, reported that vertebral body compression fractures were associated with presurgery chemotherapy (OR 2.283, 95% CI 1.064 to 4.898; p= 0.03), cancer type [primary breast cancer (OR 4.179, 95% CI 1.457 to 11.983; p= 0.008)], thoracic involvement (OR 3.505, 95% CI 1.343 to 9.143; p= 0.01) and anterior cord compression (OR 3.213, 95% CI 1.416 to 7.293; p= 0.005).
Limitations: Many of the included studies provided limited information about patient populations and selection criteria and they varied in methodological quality, rigour and transparency. Several studies identified type of cancer (e.g. breast, lung or prostate cancer) as a significant factor in predicting SCC, but it remains difficult to determine the risk differential partly because of residual bias. Consideration of quantitative results from the studies does not easily allow generation of a coherent numerical summary, studies were heterogeneous especially with regard to population, results were not consistent between studies, and study results almost universally lacked corroboration from other independent studies.
Conclusion: No studies were found which examined natural history. Overall burden of metastatic disease, confirmed metastatic bone involvement and immediate symptomatology suggestive of spinal column involvement are already well known as factors for metastatic SCC, vertebral collapse or progression of vertebral collapse. Although we identified a large number of additional possible prognostic factors, those which currently offer the most potential are unclear. Current clinical consensus favours magnetic resonance imaging and CT imaging modalities for the investigation of SCC and vertebral fracture. Future research should concentrate on: (1) prospective randomised designs to establish clinical and quality-of-life outcomes and cost-effectiveness of identification and treatment of patients at high risk of vertebral collapse and SCC; (2) Service Delivery and Organisation research on magnetic resonance imaging (MRI) scans and scanning (in tandem with research studies on use of MRI to monitor progression) in order to understand best methods for maximising use of MRI scanners; and (3) investigation of prognostic algorithms to calculate probability of a specified event using high-quality prospective studies, involving defined populations, randomly selected and clearly identified samples, and with blinding of investigators
A importância do fluxo de caixa projetado para as micros e pequenas empresas
TCC (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Socioeconômico. Curso de Ciências ContábeisNo contexto mundial vem crescendo cada vez mais a complexidade e a competitividade no mercado, exigindo das empresas, sejam elas de grande ou pequeno porte, a utilização de uma ferramenta eficaz no processo decisório. A grande maioria das micros e pequenas empresas estão mal gerenciadas, por falta de controle e planejamento dos seus negócios, e ainda as informações obtidas por meio da contabilidade não são bases suficientes para tomadas de decisões, pois demonstram apenas números passados. Este trabalho tem por objetivo evidenciar a importância da demonstração do fluxo de caixa projetado como um importante instrumento gerencial no controle e planejamento dos recursos financeiros das organizações. O estudo inicia-se pela revisão da literatura destacando primeiramente as classificações de micro e pequenas empresas, evidenciado as definições e considerações sobre o fluxo de caixa, seu planejamento e controle, e a importância do fluxo de caixa como instrumento financeiro e base de apoio no processo decisório empresarial, além de evidenciar a elaboração do fluxo de caixa projetado. Por fim, para facilitar o entendimento da pesquisa realiza-se um estudo de caso de uma micro empresa e através de análises elabora-se uma demonstração de fluxo de caixa projetado, permitindo uma visualização antecipada da situação de caixa, auxiliando na verificação de eventuais necessidades de captações de recursos, ou ainda, facilitando uma análise do gestor nas aplicações dos recursos financeiros
Ohio impromptu, genre and Beckett on film
Samuel Beckett’s choice of the title Ohio Impromptu to name the play first performed to an audience of academics and scholars at Columbus Ohio in 1981 is one manifestation of its author’s interest in the question of literary genre; more generally, in Beckett’s dramatic works one encounters a meticulous attention to the activity of categorisation, even if the energy is often directed toward the creation of phantom genres for spectral exemplars. This essay concerns itself with Ohio Impromptu in particular because by means of elements specific to this play (including the context in which it was first performed) it comments upon its own very failure to occupy its designated genre co-ordinates (these include its identity both as a play and as an ‘impromptu’). This play, which is so apt to incorporate other genres, however, is presided over by a stage direction which locates it firmly in the theatrical context. It is in its deliberate failure to attend to this stage direction that the Beckett on Film version of the play goes beyond the mere treacherous fidelity that is inevitably a feature of any adaptation. In arguing this, the essay analyses the foregrounding in the play of questions that can be said to pertain to genre (in several senses). Its more specific intention is to suggest that, via a combination of casting and special effects, the adaptation succeeds not only in cancelling the critical reflection on the ‘genre gesture’ that is lodged in Ohio Impromptu, but also in eradicating the very disjunction between Reader and Listener upon which the play depends
- …
