30 research outputs found

    Honnet, economia e crowdfunding: uma saída ou mais uma ilusão?

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    DENK NETO, Rodolfo. Honnet, economia e crowdfunding: uma saída ou mais uma ilusão?. Argumentos Revista de Filosofia, Fortaleza, ano 8, n. 16, p. 159-168, jul./dez. 2016.This essay seeks to analyze and discuss ideas about economy and market using as basis the book Freedom’s Right from author Axel Honneth. After a quick review about his general idea about social freedom and market, it tries to propose a one-way out to market Honneth´ pessimism. The hypothesis is that crowdfunding could be seen as a one-way out to market logic and funding of typical market. As so, it seeks to get closer that idea of social freedom proposed by Honneth through collaborative funding, trying to find a transition from market economy of our days to a solidarity-based economy.O presente trabalho tem como objetivo analisar e discutir as ideias acerca da economia e do trabalho na obra, O Direito da Liberdade, de Axel Honneth. Após reconstruir brevemente a linha geral de sua argumentação sobre a liberdade social, procura-se propor uma saída para o pessimismo honnethiano acerca do mercado. A hipótese é que o crowdfunding poderia ser visto como uma saída para a lógica da economia tradicional. Assim, pensa-se realizar a liberdade social proposta por Honneth através dos financiamentos coletivos e encontrar uma saída em relação a economia de mercado que hoje vigora, construindo uma ponte para uma economia solidária

    Considerações Sobre o Princípio da Não-Contradição na Perspectiva Aristotélica: Linguagem, Ontologia e Lógica.

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    O presente artigo tem o intuito de analisar o princípio da não-contradição através de diversas perspectivas filosóficas, sendo que privilegiaremos os vieses ontológico, lógico e linguístico. A partir disso, procuramos mostrar que o princípio da não-contradição em sua forma clássica é fundamental para construirmos uma linguagem coerente e coesa. Tal princípio torna-se o fundamento da racionalidade filosófico-discursiva tradicional

    Aproximações ao debate sobre a mentira em kant

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    O objetivo deste trabalho é discutir a interpretação acerca do problema da mentira na filosofia prática de Kant. Aparentemente a interpretação oferecida por Wood é coerente com o sistema ético moral e jurídico de Kant. Sua diferenciação entre mentira e falsificação amenizaria as principais disputas sobre a questão da mentira em Kant, e a colocariam em um outro patamar, pois disputa estaria sendo travada em termos equivocados. Num segundo momento, apresentamos o debate entre Constant e Kant e se busca mostrar qual seria a origem deste desacordo e qual seria o problema de fundo que ambos buscaram tratar. Por fim, procura-se analisar as consequências de se aceitar a mentira na esfera política

    APROXIMAÇÕES AO DEBATE SOBRE A MENTIRA EM KANT

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    Primum non nocere: uma discussão sobre o princípio da não-maleficência no principialismo

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    O objetivo dessa dissertação é analisar qual a importância que o princípio da não-maleficência desempenha na teoria conhecida como principialismo, que foi desenvolvida por Beauchamp e Childress. O foco da dissertação se restringe a análise da não-maleficência e beneficência dentro da bioética principialista. Assim, quer se verificar a defesa da independência desse princípio além de uma possível prioridade desse princípio frente aos outros. Essa hipótese nasce justamente pela própria formulação e de como este princípio é enunciado: Primum non nocere. Para tentar defender isso, foca-se em duas alternativas: a) ou o princípio da não-maleficência teria uma prioridade lógica ou b) o princípio da não-maleficência possuiria uma prioridade cronológica. Por sua formulação apresentar certa premência perante os outros princípios, pelo uso do primum, é necessário investigar como isso seria possível. Inicia-se essa pesquisa, fazendo uma remontagem histórica. Parte-se da perspectiva do Relatório Belmont até se chegar à teoria principialista. Com esse panorama histórico-conceitual, busca-se mostrar como esse princípio adquiriu status próprio. Após essa análise, passa-se a investigar como o principialismo fundamenta suas bases teóricas e como compreende os quatro princípios: respeito à autonomia, não-maleficência, beneficência e justiça. Aqui um conceito importante irá aparece que é a moralidade comum. Essa ideia joga uma luz importante tanto para a própria fundamentação do principialismo e da defesa da independência desse princípio como para a ideia da prioridade do princípio da não-maleficência. Assim, procura-se verificar como a prioridade de um princípio sobre outro é possível, analisando o caso especial da iatrogenia para corroborar a hipótese de pesquisa. É por esse expediente que vai se defender que a não-maleficência possui uma prioridade frente outros princípios.Abstract : The main goal of this Master Thesis is to analyze how much important nonmaleficence principle, one of the four principles of biomedical ethics developed by Beauchamp and Childress, has in a system of ethics called Principlism. This Thesis discuss if it has a priority of this principle in biomedical ethics in opposition to the others three. This hypothesis sprouts up from its own development and its presentation: Primum non nocere. To prove this hypothesis it is necessary to check two alternatives: if this principle has a logical or chronological priority. It begins with a historical rereading; checking if this principle has some urgency over the others, as well the Belmont Report is used to come to Principlism Theory. With this conceptual and historical view it tries to show how nonmaleficence principle gets some own status. It searches to realize how principialist understands the four principles and how an important concept called Common Morality arises from this. It is possible to assert this concept aims to own Principlism basis as well to urgency idea to nonmaleficence principle. This possible urgency is verified using iatrogenic effect to justify this Thesis hypothesis. That is why this work it will defend that nonmaleficence principle has urgency over the other principles

    Razão prática e tolerância: a razoabilidade como fundamento da tolerância

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2019.O objetivo desta tese é defender uma concepção da tolerância como razoabilidade. Para isso, será necessário mostrar como a razão prática, ligada a ideia de justiça, através do princípio da justificação pública, compõe a ideia de um liberalismo político não metafísico. Primeiramente, buscamos construir o problema da tolerância a partir da contextualização histórica, tendo por referências as situações contemporâneas de intolerância, no intuito de justificar porque precisamos discutir os sentidos da tolerância e sua relação com a democracia e a justiça. Num segundo momento, buscaremos definir o que é uma situação de tolerância. Apresentamos, para isso, uma conceituação e as quatro formas de tolerância em Rainer Forst. É desenvolvida, nesta seção, a ideia de tolerância a partir da dinâmica dos conflitos sociais e lutas políticas que impulsionaram dois processos de racionalização que correm juntos: a racionalização do poder e a racionalização da moral. Feito isso, a tolerância será apresentada como um conceito normativamente dependente, tanto da democracia como da justiça, o que mostra, por fim, que a tolerância, para adquirir uma configuração concreta, depende de um princípio de justificação pública. Finalmente, discutiremos a centralidade da ideia de razoabilidade para entender a justificação dos sentidos da tolerância e seus limites em uma sociedade democrática, sendo que a ideia do liberalismo político proposto por Rawls será nosso eixo teórico. A tolerância no âmbito político democrático, compreendida enquanto razoabilidade, será a principal virtude das instituições políticas democráticas, pois essa concepção funcionaria como o fiel da balança das relações sociais dentro da democracia. É dessa forma que acreditamos poder fornecer uma visão mais clara acerca da tolerância e de como ela deve ser compreendida e aplicada nas sociedades que respeitam e valorizam a diversidade e a autonomia política dos grupos e dos indivíduos, sendo que a tolerância como razoabilidade torna-se o traço principal de qualquer sociedade que se compreenda a si mesma e aos outros como justa.Abstract: The aim of this thesis is to support a conception of toleration as reasonableness. For this, it will be necessary to show how practical reason, linked to the idea of justice, through the public justification principle, composes a non-metaphysical political liberalism idea. Firstly, we seek to build the toleration problem based on the present time?s contextualization, taking the contemporary intolerance situations as references, in order to justify why we need to discuss the toleration meanings and its relation with democracy and justice. In a second moment, we will try to define what is a situation of toleration. For this, we present one concept and the four toleration conceptions in Rainer Forst. In this section, the idea of toleration is developed from the social conflicts dynamics and the political struggles which have driven two rationalization processes that run together: power rationalization and morality rationalization. Once this is done, toleration will be presented as a concept that is normatively dependent on both democracy and justice, which shows, finally, that toleration, in order to acquire a concrete configuration, depends on a public justification principle. Finally, we will discuss the centrality of reasonableness? idea to understand the justification of toleration?s senses and its limits in a democratic society, where the political liberalism idea proposed by Rawls will be our theoretical support. Toleration in the democratic politics field, understood as reasonableness, will be the democratic political institutions? main virtue, since this concept would function as the faithful balance of reasonable social relations. Thus, we believe to provide a clearer view of toleration and how it should be understood and applied in societies which respect and value diversity and the political autonomy of groups and individuals, whereas toleration as reasonableness becomes the main feature of any society that understands itself and others as fair
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