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    Para Além do Machismo Legal: Reconstruindo o Pensamento Jurídico com Base na Ética da Libertação de Dussel

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    Este estudo busca identificar a persistência de um paradigma androcêntrico presente nos programas de estudo de Direito nas instituições acadêmicas brasileiras. Através da lente da Ética da Libertação de Enrique Dussel, o objetivo é ressaltar a importância de desenvolver uma abordagem jurídica renovada dentro do ambiente acadêmico. Essa abordagem se torna crucial para a formação de profissionais do Direito com capacidades aprimoradas, capazes de enfrentar de maneira eficaz as questões relacionadas aos direitos das minorias, com especial ênfase nos indivíduos homossexuais. A análise se concentra na necessidade de desafiar o paradigma androcêntrico, que tem sido historicamente prevalente nos cursos de Direito, favorecendo perspectivas e narrativas masculinas em detrimento de outras vozes e experiências. Utilizando os princípios da Ética da Libertação de Dussel, busca-se catalisar uma mudança no cenário jurídico acadêmico, destacando a urgência de uma prática jurídica mais inclusiva e sensível à diversidade. Nesse contexto, emerge a necessidade de uma práxis jurídica transformadora que possa contribuir para a criação de um ambiente mais igualitário e respeitoso para todos os grupos sociais, especialmente os homossexuais, que frequentemente enfrentam discriminação e marginalização. A Ética da Libertação de Dussel proporciona uma estrutura conceitual valiosa para a redefinição das abordagens pedagógicas e práticas no ensino jurídico, a fim de capacitar futuros profissionais a lidar de maneira eficaz com as complexidades das questões de justiça social e direitos humanos. Consequentemente, este trabalho visa incentivar uma nova direção na educação jurídica, promovendo a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e consciente das diversas necessidades da comunidade LGBTQ+ e de outras minorias

    Dizeres discentes nos cursos de Direito: discursividade arquetípica, sexista, heteronormativa e homofóbica em cena

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    Le but de cette thèse est d'enquêter la présence éventuelle, ou non, d'une discursivité archétypique avec des caractéristiques sexiste, hétéronormatif et homophobe aux dires des étudiants de cours de Droit, ainsi que vérifier si se produit, ou non, un croisement discursif de contenu juridique de ces étudiants, au long des cinq années d'études. La problématisation de cette recherche concerne la question de l'historicité des étudiants de cours de Droit et la présence, ou non, d’une discursivité préjugée, à partir d'un biais religieux, de manière que ce soit possible de comprendre si la religiosité des étudiants a interféré dans son historicité et dans sa prise de position idéologique. Ce sera aussi analysé, brièvement, à travers la documentation officielle et les matrices curriculaires, le contenu juridique offert par les Cours de Droit au Brésil, dont l'objectif est d'offrir une formation humaniste, axiologique aux futurs professionnels, en plus la possibilité de réaliser une prise de position idéologique, au sens juridique, et leur fournir une condition plus favorable pour que, face à son historicité, puisse déstabiliser, ou non, certains dires qui sont en conflit avec la formation juridique. La méthodologie utilisée sera l'utilisation d'un apport théorique, c'est-à-dire, une recherche de nature bibliographique, descriptive et de champ, de caractère qualitatif, avec l'utilisation d'un script d'entretien semi-structurés. On va démontrér que tels dires sont présents dans la formation discursive des étudiants, pour diverses situations, parmi elles la présence d'un archétype primordial situé dans l'inconscient collectif de l'humanité, et qui se subdivise en plusieurs autres archétypes, c’est-à-dire, une idée ou modèle de pensée capable d'être prononcé dans les coins les plus variés de la terre, puisque l'archétype a une nature ancestrale. La figure archétypique, une fois installée dans l'inconscient collectif de l'humanité, qui se manifeste dans l'inconscient individuel sous la forme d'idées ou modèles de comportement, en fonction du contenu avec de telles idées, le principe de nature commune, se remplissent avec certaines caractéristiques ou des concepts particuliers. Ainsi, on va démontrer que l'idée d'un archétype patriarcal et d’un autre, religieux, dominent l'inconscient collectif et, par conséquent, l'inconscient individuel, en gagnant des caractéristiques sexiste, hétéronormatives et homophobes, qui se manifeste dans le discours social, à partir de l'historicité des sujets, qui sont constitués par le langage. Une fois que les individus sont dépourvus de volonté par les conditions de production, ceux-ci ont leur formation initiale en archétypes, et, dans la présente recherche, les archétypes patriarcales et religieuses, qui conduisent la constitution des discours sexistes, homophobes et hétéronormatives. De tels discours sont cristallisés dans l'inconscient collectif de l'humanité, car il est possible de trouver des documents des paroles et, par conséquent, le comportement machiste, androcentrique, hétéronormatives et homophobes dans presque toutes les cultures du monde, dans plusieurs époques. Même en étudiant des disciplines, dont le contenu cherche la formation d'un professionnel de Droit tourné vers les questions humanistes et axiologiques, qui devrait prévaloir un discours émancipateur qui vise la protection des droits fondamentaux et la garantie de dignité de la personne humaine, ces sujets sont constitués par un croisement discoursif précédent, c’est-à-dire, une formation discursive sexiste, androcentrique, hétéronormatif et homophobe, ce qui rend extrêmement difficile sa déconstruction en classe. En utilisant l’inter(trans)disciplinarité entre les champs de l’histoire, de l’archéologie, de l’anthropologie, de la sociologie, de la psychanalyse freudo-lacaniennejungienne, du droit et de l’analyse du discours de ligne peucheutienne française, on va démontrer que telles discursivités en prenant comme base matérielle des scènes énonciatives recueillies lors des interviews réalisées auprès des étudiants de la dernière année du cours de droit, afin de visualiser ces contenus archétypaux de caractéristiques sexistes, androcentriques, hétéronormatives et homophobes dans leurs dires.O objetivo desta tese é investigar a possível presença, ou não, de uma discursividade arquetípica de características sexistas, heteronormativas e homofóbicas nos dizeres dos discentes dos cursos de Direito, bem como verificar se ocorre, ou não, um atravessamento discursivo de teor jurídico nestes discentes, ao longo dos cinco anos de estudos. A problematização desta pesquisa envolve a questão da historicidade dos alunos do curso de Direito e a presença, ou não, de uma discursividade preconceituosa, a partir de um viés religioso, de maneira que seja possível compreender se a religiosidade dos discentes interferiu em sua historicidade e na sua tomada de posição ideológica. Também se analisará, brevemente, por meio da documentação oficial e das matrizes curriculares, o conteúdo jurídico oferecido pelos Cursos de Direito no Brasil, cujo objetivo é oferecer uma formação humanística, axiológica aos fututos profissionais, além da possibilidade de realizar uma tomada de posição ideológica, no sentido jurídico, e lhe proporcionar uma condição mais favorável para que, diante de sua historicidade, possa desestabilizar, ou não, determinados dizeres que conflitam com a formação jurídica. A metodologia utilizada será o aporte teórico, isto é, uma pesquisa do tipo bibliográfica, descritiva e de campo, de cunho qualitativo, com a utilização de entrevistas com roteiro semi-estruturado. Será demonstrado que tais dizeres se fazem presentes na formação discursiva dos discentes do Curso de Direito, por várias situações, dentre elas a presença de um arquétipo primordial, que se situa no inconsciente coletivo da humanidade, e que se subdivide em vários outros arquétipos, isto é, uma ideia ou padrão de pensamento capaz de constituir dizeres nos mais variados cantos da terra, uma vez que o arquétipo detém uma natureza ancestral. A figura arquetípica, uma vez instalada no inconsciente coletivo da humanidade, se manifesta no inconsciente individual, na forma de ideias ou padrões de comportamento, a depender do conteúdo com que tais ideias, a princípio de natureza comum, passam a ser preenchidas com determinadas características ou conceitos particulares. Assim, também será analisada a existência de um arquétipo patriarcal e outro, religioso, que dominam o inconsciente coletivo e, por consequência, o inconsciente individual, ganhando teores de características sexistas, heteronormativas e homofóbicas, que se manifestam na discursividade social, a partir da historicidade dos sujeitos, que são constituídos por meio da linguagem. Uma vez que os indivíduos são assujeitados pelas condições de produção, estas têm sua formação originária nos arquétipos, e, na presente pesquisa, nos arquétipos patriarcal e religioso, que levam à constituição de discursividades sexistas, heteronormativas e homofóbicas. Tais discursividades se encontram cristalizadas no inconsciente coletivo da humanidade, já que é possível encontrar registros de dizeres e, consequentemente, comportamentos machistas, androcêntricos, heteronormativos e homofóbicos em quase todas as culturas do mundo, nas mais diversas épocas. Mesmo estudando disciplinas, cujo conteúdo busca a formação de um profissional do Direito voltado para as questões humanistas e axiológicas, onde deve preponderar uma discursividade que vise à proteção dos Direitos Fundamentais e à garantia da dignidade da pessoa humana, tais sujeitos são constituídos por um atravessamento discursivo anterior, isto é, uma formação discursiva sexista, androcêntrica, heteronormativa e homofóbica, o que torna extremamente dificultosa sua desestabilização. Utilizando a inter(trans)disciplinaridade entre os campos da História, Arqueologia, Antropologia, Sociologia, Psicanálise freudo-lacanianajunguiana, Direito e Análise de Discurso de linha francesa peucheutiana, vou tentar demonstrar tais discursividades, tomando como base material algumas Cenas Enunciativas, colhidas a partir de entrevistas realizadas junto a discentes do último ano do Curso de Direito, buscando visualizar tais conteúdos arquetípicos de características sexistas, heteronormativas e homofóbicas em seus dizeres

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

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    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

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    koamabayili/VECTRON-author-checklist: VECTRON author checklist

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    We have done our best to complete the author checklist relating to the use of animals in the hut study. Note that the objective for the hut study was to evaluate the IRS treatment applications for residual efficacy against Anopheles mosquitoes, including the local An. coluzzii mosquito population. Cows were only used to attract mosquitoes into the huts and no tests were carried out directly on the cows. The author checklist is intended for use with studies where experiments are carried out on animals, which is why we have had such difficulty in completing this for the hut study, as many of the questions do not relate to how the cows were used
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