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    Crescimento vegetativo e diferenciação floral em videiras 'sauvignon blanc' e 'cabernet sauvignon' cultivadas em São Joaquim - SC

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2015.A viticultura catarinense é uma atividade econômica em plena expansão e, nos últimos anos, vem buscando a melhoria dos vinhedos para produção de uvas e vinhos de alta qualidade. Nas regiões de altitude de Santa Catarina, a vitivinicultura ainda é muito recente e pouco se sabe sobre o comportamento ecofisiológico das plantas cultivadas. Dentre as variedades de maior importância econômica na região estão a Sauvignon Blanc e a Cabernet Sauvignon. Este estudo teve como objetivos caracterizar o crescimento vegetativo e os níveis de hormônios endógenos em ápices dos ramos, e caracterizar a diferenciação floral morfológica em gemas das videiras  Sauvignon Blanc e  Cabernet Sauvignon , cultivadas em São Joaquim-SC, no ciclo fenológico 2013/2014. A área experimental está localizada em um vinhedo comercial conduzido em sistema espaldeira, em altitude de 1.293m (28º15'13"S e 49º57'02"W). O delineamento experimental utilizado foi o completamente casualizado (DCC). Durante o ciclo foi realizado o acompanhamento da fenologia e das variáveis meteorológicas. As avaliações e coletas foram realizadas quinzenalmente. A partir da brotação foi acompanhada a evolução do crescimento vegetativo de 20 plantas por variedade, medindo-se o comprimento dos ramos da base até o ápice. Foram coletados aleatoriamente no vinhedo, ápices dos ramos das videiras para identificação e quantificação de hormônios endógenos (GA3 e GA4, AIA, ABA, cZ e tZ, SA e JA), através de Cromatografia Líquida de Ulltra Performance (UPLC) e Electrospray Ionization - Mass Spectrometry/Mass Spectrometry (ESI-MS/MS). Foram coletadas as cinco gemas basais de oito ramos por variedade para observação, em estereomicroscópio e microscopia eletrônica de varredura (MEV), dos estádios iniciais da diferenciação floral. Pode-se observar que o padrão de crescimento dos ramos foi similar para as duas variedades estudadas, sendo a maior taxa de crescimento observada no final da primavera, na primeira quinzena de dezembro (11/12/2013), após a plena floração. A paralisação do crescimento dos ramos ocorreu no verão, durante o período de maturação das bagas, no início de fevereiro (04/02/2014) para a Cabernet Sauvignon e em meados de fevereiro (18/02/2014) para a Sauvignon Blanc. A paralisação do crescimento foi induzida pela diminuição do fotoperíodo. As baixas temperaturas (Abstract : Santa Catarina viticulture is an expanding economic activity which is seeking in the last years to improve the vineyards for production of higher quality grapes and wines.The grapevine and wine production in Santa Catarina Highlands is still recent and little is known about grapes ecophysiological behavior. Sauvignon Blanc and Cabernet Sauvignon are among varieties of greater economic importance in this region. This study aimed to characterize the vegetative growth and the endogenous hormones levels in shoots apexes, and to characterize the morphological floral differentiation in grapevine buds of  Sauvignon Blanc and  Cabernet Sauvignon grown in São Joaquim/SC, at phonological cycle 2013/2014. Experimental area is located in a commercial vineyard conducted in VSP system (vertical shoot positioned), at 1.293m altitude (28º15'13"S and 49º57'02"W). The experimental design was completely randomized blocks. Phenology and weather variables were monitored during the season. Analysis and samples were taken every two weeks. From budburst on, shoot growth was assessed in 20 plants per variety, measuring the length from the base to the shoot apex. Aapexes of shoots were collected randomly for endogenous hormones (GA3 and GA4, AIA, ABA, cZ and tZ, SA and JA) identification and quantification using Ultra Performance Liquid Chromatography (UPLC) and Electrospray Ionization - Mass Spectrometry / Mass spectrometry (ESI-MS / MS). For floral differentiation analysis, five basal buds from eight shoots per variety were collected, and observations of the early stages of floral differentiation in stereomicroscope and scanning electron microscopy (SEM) were performed. It was observed similar pattern of shoot growth for both varieties, with higher growth rate in late spring, on the first half of December (12/11/2013), after full bloom. Shoot growth cessation occurred in the summer, during grape berry ripening, in early February (02/04/2014) for  Cabernet Sauvignon and in mid-February (18/02/2014) for  Sauvignon Blanc . Growth cessation was induced by photoperiod decrease. Low temperatures (<10°C) seem to be associated to an additional response in the process of cold acclimation. ABA, SA and JA concentration in apexes of the shoots increased during the course of the season, with maximum levels in the initial period of berry formation, before véraison. Hormone levels in shoot apexes showed similar behavior during cycle for both varieties.  Cabernet Sauvignon presented higher concentration of hormones (ABA, SA and JA) compared to  Sauvignon Blanc . For both varieties, changes in hormones levels in the apexes during the growth cycle had similar behavior. Concentrations of tZ did not present significant variation for  Cabernet Sauvignon and this plant hormone could not be quantified for  Sauvignon Blanc . It was not possible to quantify GA3, GA4, AIA and cZ in the apexes of shoots for both varieties. The beginning of floral differentiation in buds occurred before flowering for both varieties, 25 days before full bloom (10/30/2013) for 'Sauvignon Blanc' and 8 days before full bloom (12/11/2013) for  Cabernet Sauvignon . The fully development of inflorescence primordium was identified for 'Sauvignon Blanc' before véraison, while for  Cabernet Sauvignon it was after berries color change . Results of this study provided a better understanding of the effect of weather conditions and hormonal control over the vegetative growth of grapevine grown in São Joaquim-SC. In this work it was also identified the phenological phases when the early stages of floral differentiation of varieties in the region occurred

    EXPECTATIVA E PERCEPÇÃO DE QUALIDADE DOS EGRESSOS (2010-2012) DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DA UFSC

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    As Instituições de Ensino Superior (IES) atuam no setor de serviços educacionais e são avaliadas por diversas ferramentas de mensuração da qualidade das universidades no Brasil, como o SINAES (BRASIL, 2009). Por esta razão, desenvolveu-se um estudo de caso para comparar, através do Método Servqual (PARASURAMAN; ZEITHML; BERRY, 1988), as expectativas e percepções de qualidade dos egressos de 2010 a 2012, do Curso de Serviço Social da UFSC. A população foi de 299 concluintes e com intervalo de confiança de 95%, erro amostral de 7%, e, proporção p = 0,5, chegou-se amostra de 119 entrevistas. A coleta de dados foi feita um questionário estruturado, tipo Likert de sete pontos, adaptado à avaliação de qualidade educacional e realizada em março de 2O13. O tratamento dos dados foi pelo SPSS® e analisada quantitativamente (YIN, 2005; BARBETTA, 2008). As expectativas superaram as percepções de qualidade nas cinco dimensões do Servqual, com baixa satisfação destacaram-se o cumprimento de prazos didáticos; laboratório de informática; atualização do site e murais informativos, mas com elevada satisfação: o reconhecimento do curso pelo MEC; a cortesia dos professores e funcionários. Concluir-se que medidas urgentes devem ser adotadas à melhoria da qualidade e satisfação dos clientes do referido Curso

    Comportamento ecofisiológico da videira (Vitis vinifera L.) cultivada em São Joaquim, Santa Catarina: área foliar, crescimento vegetativo, composição da uva e qualidade sensorial dos vinhos

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2010A região serrana de Santa Catarina, com destaque para São Joaquim, é uma das áreas de cultivo de uvas viníferas mais recentes no Brasil. As variáveis climáticas retardam o início do ciclo, que é mais longo em comparação com outras regiões. O maior período de maturação favorece o acúmulo de compostos do metabolismo secundário nas bagas, resultando em uvas e os vinhos com características distintas. O manejo das plantas ainda é pouco estudado, sendo que o comportamento ecofisiológico das plantas ainda não foi estabelecido para as regiões de altitude de Santa Catarina. O equilíbrio entre a área foliar e a produção beneficia o desenvolvimento das plantas, a maturação das bagas, a composição da uva e a qualidade dos vinhos. O objetivo deste estudo foi avaliar o desenvolvimento vegetativo, a maturação da uva e as características sensoriais dos vinhos das variedades de videira (Vitis vinifera L.) Cabernet Sauvignon, Merlot e Sauvignon Blanc, sob o efeito de diferentes níveis de área foliar, em um vinhedo de São Joaquim, no Planalto Serrano de Santa Catarina, sul do Brasil, durante os ciclos fenológicos 2005/2006 e 2006/2007. Foram avaliadas plantas de um vinhedo comercial, implantado em 2002, conduzido em sistema espaldeira, a uma altitude de 1.293m. Os tratamentos de área foliar foram realizados a partir do desponte dos ramos, mantendo 12, 16, 20 folhas e sem o desponte dos ramos, com a remoção de todas as brotações lateriais (feminelas). O tratamento testemunha não recebeu manipulação do dossel vegetativo. A área foliar foi estimada a partir da superfície de cada folha utilizando um modelo direto e não destrutivo. A maturação foi monitorada avaliando o teor de sólidos solúveis totais, a acidez total titulável e o pH, a partir do estádio de mudança de cor das bagas. As variáveis de crescimento e rendimento foram avaliadas para estimar os índices de produção. Amostras de 30kg de uvas foram microvinificadas, sendo a análise sensorial dos vinhos realizada por julgadores experientes. A produção limitada das plantas ocasionou desequilíbrio, favorecendo o excessivo crescimento vegetativo. O crescimento vegetativo dos ramos da videira cessou durante a maturação da uva. Os resultados indicaram elevada qualidade da uva, que atingiu adiantado estágio de maturação. A precipitação pluviométrica excessiva afetou a qualidade da uva, principalmente durante o ciclo 2006/2007. Os vinhos apresentaram coloração e aromas frutados e florais intensos, boa estrutura, além de adequada acidez e gosto amargo pouco evidente. A área foliar apresentou influência sobre a composição das bagas e sobre a qualidade sensorial dos vinhos. A redução excessiva da área foliar (<1,0m2/kg de uva) limitou a acumulação de açúcares nas bagas, enquanto que o excesso de folhas está relacionado com maior intensidade de aromas vegetais nas características sensoriais dos vinhos. Os valores intermediários de área foliar (cerca de 2,5m2/kg de uva) proporcionaram as condições mais adequadas para o manejo do dossel, não afetando a maturação das bagas e com a melhor avaliação na análise sensorial dos vinhos.The mountain region of Santa Catarina, highlighting São Joaquim, is one of the recent areas to grow wine grapes in Brazil. The climatic variables extended the onset of the cycle, which is longer compared to other regions. A longer period of ripening allows the accumulation of secondary metabolic compounds in the berries, resulting in grapes and wines with distinct characteristics. The tree cultural practices are still little known, and the ecophysiological behavior of the plants has not been set for this region of Santa Catarina. The balance between leaf area and yield benefits the tree development, ripening of berries, the composition of the grape and wine quality. The aim of this study was to evaluate the vegetative growth, ripening of the grape and the sensory characteristics of wine of the cultivars (Vitis vinifera L.) Cabernet Sauvignon, Merlot and Sauvignon Blanc under the effect of different levels of leaf area in a vineyard in São Joaquim, in the Planalto Serrano of Santa Catarina, southern Brazil, during phenological cycles 2005/2006 and 2006/2007. For the measurements it was used a 1,293maltitude commercial vineyard established in 2002 and trained under vertical trellis system. Leaf area treatments were carried by topping of the shoots and keeping 12, 16 or 20 leaves or no topping, just removing all lateral shoots. The control treatment received no manipulation of the canopy. Leaf area was estimated by evaluating the surface of each leave using a direct and not destructive model. Ripening was monitored by evaluating the content of soluble solids, total acidity and pH from veraison to harvest. The variables of growth and yield were evaluated to estimate production index. Thirty kg grapes samples were microvinificated and sensory evaluation were performed by expert judges. The limited production of the trees caused imbalance, allowing excessive vegetative growth. The vegetative growth of the vines ceased during grape ripening. The results indicated high quality of the grapes, what reached an advanced stage of ripening. The excessive rainfall affected the quality of grapes, especially during the 2006/2007 cycle. The wines showed intense color and fruity and floral flavors, good structure, and also adequate acidity and little evident bitter taste. Leaf area influenced the berries composition and the sensory quality of wines. The excessive reduction of the leaf area (<1.0m2/kg grape) limited the accumulation of sugars in the berries, whereas the high amount of leaves is related to the more intensity of vegetal aromas in the sensory characteristics of the wines. The intermediate values of leaf area (about 2.5m2/kg grape) provided the best conditions for the canopy management, not affecting berries ripening and providing a best evaluation in the sensory evaluation of wines

    Coffee berry disease in Kenya

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    Data are presented on research in Kenya in 1964 - 1969 on anatomical, mycological, epidemiological, chemical control and cultural aspects of coffee berry disease, Colletotrichum coffeanum Noack, of Coffea arabica L. The pathogen causes flower and berry losses and was found in branches where it occupied clearly defined areas of the cortex just before or after formation of the first phellogen. Saprophytic Colletotrichum spp. inhabit bark areas with more periderms in the cortex. No relationship could be found in Kenya between Glomerella cingulata (Stonem.) Sp. & Schr., the perfect stage of most of the saprophytic Colletotrichum bark components, and C. coffeanum . The seasonal fluctuations in pathogenicity in the bark population of C. coffeanum could be assessed and compared with the total sporulating capacity of the bark population of all Colletotrichum spp. Formerly the level of this total sporulating capacity, or 'inoculum potential' as it was then called, was used as an indication when pre-rain copper sprays had to be applied and how effectively the fungicide had reduced the bark inoculum. Based on these data the recommendations for chemical control were changed from pre-rain fungicide applications, to a spraying regime well into the rainy period, the accent being on protection of the berries rather than on a reduction of the bark inoculum. The fungicide Ortho Difolatan proved to be more effective than copper based compounds. Cultural practices, like the application of high levels of fertilizers, manure and mulch and rigid pruning practices, had no effect on the level of C. coffeanum in branches. Copper containing fungicides pushed the Colletotrichum balance in favour of C. coffeanum . Berries from non-copper sprayed coffee fields were less susceptible to standard conidial suspensions of C. coffeanum than berries from copper sprayed trees. A similar effect of fungicides should be considered in South and Central American coffee growing countries, where the application of fungicides has increased tremendously since the occurrence of Hemileia vastatrix Berk. et Br. in Brazil

    Vascular functioning and development of the kiwifruit berry (Actinidia deliciosa)

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    The aim of this study was to understand kiwifruit berry development and the role of cell turgor and the phloem unloading pathway in development. Important aspects of berry development include the size of the fruit and its composition. The fresh weight growth curve of the kiwifruit berry was shown to be double sigmoid in shape. Dry weight accumulated linearly for the initial 139 days after anthesis (DAA). At this time the soluble solids concentration began to increase. Berry firmness was measured using two methods, with the penetrometer and with a new non-destructive method, utilising skinfold callipers. Both methods exhibited similar results, indicating that the skin callipers may be useful in the future for non-destructive berry rheological measurements. Cell turgor was measured indirectly from measurements of symplasmic and apoplasmic solute potentials, and the matric potential of the berry. Apoplasmic sap, required to measure the apoplasmic solute potential, was extracted using two different methods the pressure chamber and through centrifugation. Measurements of sap osmotic potential suggest that the sap extracted using the centrifuge was contaminated with symplasmic sap, resulting in a negative cell turgor estimate. However, the pressure chamber technique provided apoplasmic sap that produced a more accurate estimate of cell turgor. Direct estimates of cell turgor were only obtained from the midpoint of the growing season because of contamination with symplasmic sap, but the values obtained were comparable to literature values for developing grape and tomato berries. The phloem unloading pathway in the fruit was investigated using a symplasmic tracer dye, carboxyfluorescein diacetate coupled with 14C labelling and autoradiography. The phloem unloading pathway was symplasmic until 91 DAA when the dye was restricted to the phloem cells only, indicating a change to an apoplasmic pathway. However, due to the lack of functional unloading seen in radiolabelled samples, a change in the phloem unloading pathway could not be confirmed

    Caracterização da maturação e composição das uvas ‘cabernet sauvignon’ e ‘merlot’ produzidas em são Joaquim-SC

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    TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Curso de Agronomia.Em Santa Catarina, a cultura da uva e do vinho é uma atividade de importância econômica desde a metade do século XIX, sendo caracterizada pelo cultivo de uvas americanas para vinhos de consumo corrente. Em 1990, as regiões localizadas acima de 900m de altitude foram identificadas como potenciais para o cultivo de uvas europeias, para a elaboração de vinhos finos, e no ano de 2000, os primeiros vinhedos comerciais foram implantados. Estas regiões proporcionam um deslocamento de todo o ciclo reprodutivo da videira europeia, dando condições para que as uvas atinjam a maturação, principalmente fenólica, completa. Sendo assim, os vinhos finos catarinenses têm ganhado destaque no panorama vitícola brasileiro e internacional. Este trabalho teve por objetivo caracterizar a maturação e a composição de uvas das variedades Cabernet Sauvignon e Merlot na região de São Joaquim-SC, durante os ciclos de 2011 e 2012. O trabalho foi realizado em cinco diferentes vinhedos comerciais (Áreas 1, 2, 3, 4 e 5) de São Joaquim-SC, com as respectivas coordenadas geográficas: 28°08’S 49°49’W altitude 1260 m, 28°15’S 49° 57’W altitude 1250 m, 28°16’S 49°57’W altitude 1295 m , 28°10’S 49°48’W altitude 1230 m e 28°14’S 50°03’W altitude 1200 m. Dados meteorológicos de temperatura diária, insolação (horas) e precipitação (mm) foram coletados na Estação Experimental para a realização do monitoramento meteorológico. A partir da mudança de cor, 200 bagas de cada variedade foram coletadas semanalmente em 50 plantas previamente selecionadas, em cada área experimental, até a colheita. Foram realizadas análises de maturação tecnológica (peso de 100 bagas, SST, ATT e pH) e fenólica (índice de polifenóis totais). A amplitude térmica durante a maturação foi satisfatória para os dois ciclos estudados. Houve variações de precipitação e insolação entre os ciclos, sendo que o ano de 2012 apresentou condições mais adequadas nestes dois parâmetros. O número médio de dias entre a mudança de cor e a colheita foi de 67 dias, confirmando o prolongamento da maturação das uvas na região, quando comparada com outras do país. Os parâmetros físico-químicos das bagas sofreram variações durante a maturação, devido às condições climáticas no decorrer dos dois períodos. Entretanto, as uvas na colheita apresentaram valores adequados para a produção de vinhos finos de qualidade

    Comportamento vitícola da variedade Cabernet Sauvignon (Vitis vinifera L.) em dois municípios do Planalto Sul Catarinense

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2011A vitivinicultura no Estado de Santa Catarina tem se destacado, principalmente, nas regiões de altitude elevada como produtora de uvas viníferas para a elaboração de vinhos finos. Estas regiões possuem características próprias e distintas das tradicionais regiões produtoras brasileiras. As variáveis climáticas deste novo pólo vitícola, permitem a maturação fisiológica completa das uvas, resultando em produtos de alta qualidade e com uma forte identidade regional. Porém, existe pouco conhecimento técnico-científico a respeito destas novas regiões de altitude. Diante desta situação, este trabalho tem por objetivo caracterizar o comportamento vitícola da variedade Cabernet Sauvignon, durante o ciclo 2008/2009, nos municípios de Campo Belo do Sul (900m) e São Joaquim (1.293m), localizados no Planalto Sul Catarinense. Durante todo o ciclo foram monitoradas as variáveis climáticas: temperatura, radiação solar e precipitação, concomitantemente com análises semanais da composição fisico-química das uvas. Os resultados indicam que as duas localidades estudadas apresentam condições climáticas favoráveis à atividade da vitivinicultura. A média das temperaturas máxima, média e mínima em São Joaquim foram, respectivamente, de 23,1°C, 15,1°C e 9,9°C e em Campo Belo do Sul de 26,5°C, 19,5°C e 15,3°C. As variações de temperatura influenciaram diretamente o ciclo fenológico da videira, resultando em diferenças entre as duas regiões. Em Campo Belo do Sul, o clima vitícola é classificado como ameno (1.668 à 1.944 GD), segundo o Índice de Winkler e, em São Joaquim, foi classificado como frio (< 1.389 GD). A precipitação pluviométrica foi semelhante nas duas regiões. Em São Joaquim, o volume de precipitação foi de 999,8 mm, e em Campo Belo do Sul, este total foi de 870,0 mm. Estes volumes podem ser considerados elevados para o cultivo da videira. Verificou-se que a radiação fotossinteticamente ativa (RFA) e a radiação global (Rg) apresentaram comportamento similar durante o período de avaliação. Foi possível observar que em todos os estádios fenológicos, tanto em São Joaquim como em Campo Belo do Sul, apresentaram valores de RFA suficientes para que as plantas realizem a fotossíntese. O crescimento dos ramos reduziu significativamente a partir do início da mudança de cor das bagas e paralisando durante a fase inicial de maturação. No vinhedo localizado em Campo Belo do Sul, os ramos principais apresentaram comprimento médio de 217,3cm quando cessaram o crescimento e em São Joaquim, o crescimento médio dos ramos alcançou 266,3cm. No início da maturação em Campo Belo do Sul, as bagas apresentavam cerca de 16ºBrix. Com a evolução da maturação estes compostos foram se acumulando nas bagas, sendo que na colheita, o teor de sólidos solúveis totais foi de 23 ºBrix. Em São Joaquim, a maturação iniciou com 14,7 ºBrix, sendo as uvas colhidas com média de 23,9 ºBrix. A acidez total titulável apresentou padrão de redução nos valores durante a evolução da maturação. Para o vinhedo de Campo Belo do Sul, inicialmente, a acidez total avaliada nas bagas estava próxima a 250meq/l, sendo que ao final do período de maturação, os valores se estabilizaram em torno de 83meq/l. Em São Joaquim, iniciou com 280meq/l e, no momento da colheita, a uva apresentava aproximadamente 100 meq/l. O cultivo da variedade Cabernet Sauvignon, em ambas as regiões estudadas possibilita a obtenção de uvas de boa qualidade para a elaboração de vinhos

    Desempenho agronômico da variedade prosecco (Vitis vinifera L.) no ciclo 2010/11 em diferentes regiões de altitude de Santa Catarina.

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    TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Curso de Agronomia.Os vinhos finos produzidos no Estado de Santa Catarina nas regiões de altitude superior a 900 metros ganharam destaque na última década por sua elevada qualidade decorrente da maturação fenólica completa, garantindo vinhos com intensa coloração, definição aromática e equilíbrio gustativo. Em 2006, foi firmado um convênio entre a Epagri, a Universidade Federal de Santa Catarina e o Istituto San Michelle all‟Adige, da Província de Trento na Itália e iniciado o Projeto “Tecnologias desenvolvimento da vitivinicultura catarinense”. Foram implantadas 4 unidades de pesquisa nas regiões de altitude do Estado com 36 variedades para a produção de vinhos finos. O objetivo do trabalho foi avaliar o comportamento vitícola e enológico da variedade Prosecco, em diferentes regiões de altitude do Estado durante o ciclo 2010/11. O experimento foi instalado em 4 vinhedos: Campos Novos (27º19‟83”S e 50º49‟18”W, 973 metros); Tangará (27º12‟24”S e 51º06‟96”W, 1059 metros); Água Doce (26º43'92"S e 51º30'72"W, 1350 metros); São Joaquim (28°16'30"S e 49°56'13"W, 1402 metros). As plantas têm espaçamento 3,0 x 1,5 metros, conduzidas em espaldeira e podadas em duplo cordão esporonado. Foram avaliados seus parâmetros fenológicos com as datas desde a colheita até a poda, a duração em dias entre a brotação e a colheita e seus sub-períodos, com seus respectivos somatórios térmicos em Graus Dia para cada localidade. No momento da colheita foram avaliados seus índices produtivos, sua maturação tecnológica com os índices de SST (ºBrix), ATT (Meq L-1) e pH e a maturação fenólica com as concentrações de polifenóis totais (Mg L-1). Em São Joaquim ocorreu a brotação mais precoce e a colheita mais tardia, sendo tal período mais curto, em dias, conforme a altitude diminuía. O acúmulo de sólidos solúveis totais foi mais elevado, conforme a produtividade era mais baixa, respectivamente dos locais de maior para os de menor altitude. Os índices de pH e ATT demonstraram-se adequados apesar de diferenças entre as regiões. O acúmulo de SST foi satisfatório, com destaque para São Joaquim e Água Doce, respectivamente. São Joaquim destacou-se no acúmulo de polifenóis

    Equilíbrio vegetativo e produtivo na qualidade da uva das variedades Merlot e Syrah em São Joaquim - SC

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2012Uma questão central no manejo do vinhedo é a relação produtividade x qualidade. Em geral ela é uma função da produção de uvas (kg) pela área foliar (m2) e fornece uma medida da capacidade da planta de completar a maturação das uvas. O objetivo desse trabalho foi avaliar diferentes relações área foliar x produtividade na qualidade das uvas produzidas pelas cultivares Syrah e Merlot em São Joaquim - SC. O trabalho foi realizado na cidade de São Joaquim, nos vinhedos da Estação Experimental de São Joaquim - EPAGRI (28°16'30,08"S, 49°56'09,34"O, altitude 1.400m) e as avaliações ocorreram no ciclo 2010/2011. A cultivar Syrah foi submetida a quatro diferentes níveis de carga, 0,5; 1,0; 1,5; e 2,0 kg de uva por m2 de área foliar. A cultivar Merlot foi submetida a três diferentes níveis de carga, 0,5; 1,0 e 1,5 kg de uva por m2 de área foliar. No momento da colheita foram determinados os componentes da maturação tecnológica (sólidos solúveis totais, pH e acidez total titulável) e os componentes da maturação fenólica (polifenóis totais e antocianinas). Os resultados demonstraram que as diferentes relações área foliar x produtividade não interferiram na maturação tecnológica das cultivares Merlot e Syrah. As menores produtividades obtidas com a relação de 0,5 kg de uva por m2 de área foliar proporcionaram os maiores teores de antocianinas na cultivar Syrah. Na cultivar Merlot as plantas que não foram submetidas a redução na carga, que mantiveram uma relação de 1,5 kg de uva por m2 de área foliar produziram uvas com os teores de antocianinas e polifenóis totais mais elevados.Abstract : Central to all vine management is the yield x quality ratio. This is largely a function of the fruit mass (kg) to photosynthetic surface area (m2) borne by the vine. It provides a measure of the vine's capacity to ripen a crop. The objective of this study was to evaluate different leaf area x yield ratios in the quality of Merlot and Syrah grapevines produced in São Joaquim - Santa Catarina State. The study was conducted at São Joaquim Experimental Station - EPAGRI vineyards (28°16'30,08"S, 49°56'09,34"O, altitude 1,400m) and the evaluations took place in 2010/2011 vintage. Syrah was submitted to four different crop loads, 0.5, 1.0 and 1.5 and 2.0 kg of crop per m2 of leaf area. Merlot was submitted to three different crop loads, 0.5, 1.0 and 1.5 kg of crop per m2 of leaf area. At harvest were determined the components of technological maturity (total soluble solids, pH and total acidity) and the components of phenolic maturity (total polyphenols and anthocyanins). The results showed that different leaf area x yield ratios did not affect the technological maturity of Merlot and Syrah grapevines. The lowest yield obtained with 0.5 kg of crop per m2 of leaf area ratio resulted in the highest anthocyanin content for Syrah. In Merlot, plants that were not subjected to reduction in crop load, which maintained a 1.5 kg of crop per m2 of leaf area ratio, produced grapes with higher contents of total polyphenols and anthocyanins

    Bertice Berry - 04/06/1999 - (Riall Lecture Series)

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    Begun in 1988, the E. Pauline Riall Lecture Series brings to the University and community outstanding national lecturers in the field of education. The series was established by the late Miss Riall, long-time principal and teacher of the former Salisbury University's Campus School. A generous bequest was provided by Miss Riall's will to fund this special program. Dr. Bertice Berry, Author, Sociologist, Comedian – 4/6/1999https://www.youtube.com/watch?v=VjageKPrvY
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