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    Algumas notas sobre o «amor», o «desengano» e o «artifício» nas Obras Métricas (1665) de D. Francisco Manuel de Melo

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    Este artigo estuda, no contexto das «Obras métricas» (1665) de D. Francisco Manuel de Melo, o «engenho» exibido como a novidade das «invenções» e o efeito de maravilha sobre o leitor, quase privilégios aristocráticos de um grupo que, na afirmação dos ideais de corte, identifica a superioridade intelectual e cultural da consciência literária com a hegemonia social e o nascimento

    Martinho de Melo e Castro

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    Martinho de Melo e Castro foi uma figura histórica importante para o desenvolvimento da Marinha Portuguesa. Nasceu no ano de 1716, descendente da Casa das Galveias. Estudou na Universidade de Évora e na Universidade de Coimbra, sendo um aluno exemplar e com grandes capacidades. Iniciou a sua carreira diplomática em Haia e foi anos mais tarde enviado para Londres, onde teve um impacto importante na defesa do território Português. Foi nomeado em 1770 Secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos, cargo que desempenhou até ao ano da sua morte em 1795. Até ao final do reinado de D. José I, que terminou com o seu falecimento em 1777, Melo e Castro trabalhava em conjunto com o Marquês de Pombal. No entanto, este sai do governo quando D. Maria I é coroada. Deste modo, Melo e Castro assume na totalidade a pasta de Secretário de Estado da Marinha e Ultramar. Tendo em conta a situação precária da Marinha na época, o ministro foi responsável por várias reformas na mesma, constituindo uma Marinha de Guerra moderna. Ao longo da Dissertação de Mestrado pode ser observada a forma como Melo e Castro reorganizou vários aspetos da Marinha, tais como a regulamentação dos postos da Armada, a fixação dos vencimentos da Armada, a reorganização do Dique da Ribeira das Naus, a estruturação da Cordoaria Nacional, entre outras, e a sua relação com os dois governos pelos quais passou, assim como estas medidas eram derivadas da situação de Portugal enquanto potência Europeia.Martinho de Melo e Castro was an important historical figure for the development of the Portuguese Navy. He was born in 1716, descended from Casa das Galveias. He studied at the University of Evora and at the University of Coimbra, where he was an exemplary student with unequal skills. He started his diplomatic career in Haia and was sent to London a couple of years later, where he had an important impact on the defense of the Portuguese territory. In 1770, he was appointed as Secretary of State for the Navy and Overseas Domain, a position he held until the year of his death in 1795. Until the end of the reign of D. José I, which ended with his death in 1777, Melo e Castro worked alongside Marquês de Pombal, however, he leaves the government when D. Maria I is crowned. After that, Melo e Castro fully assumes the role of Secretary of State for the Navy and Overseas Domains. Taking into account the precarious situation of the Navy at the time, the minister was responsible for several reforms in it, constituting a modern Navy. Throughout the master's thesis, it can be noted how Melo e Castro reorganized several aspects of the Navy, such as the regulation of the Navy rank, the new Navy´s wages, the reorganization of the Dique da Ribeira das Naus, the structuring of the Cordoaria Nacional, among others, and his relationship with the two governments through which he passed, just as these measures were derived from the situation of Portugal as a European power

    Rhagovelia ochroischion Nieser & Melo 1997

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    Rhagovelia ochroischion Nieser & Melo, 1997 Rhagovelia ochroischion Nieser & Melo, 1997: 105, 107, fig. 121. Lectotype: Apterous ♂, glued to pinned paper; Brasil, M.G. [Minas Gerais], Carmen d.[o] R.[io] Claro, Córrego do Castelhano, lowland type stream, 13.III.[19]94, Nieser col. Paralectotype: 1 apterous ♀, glued to pinned paper; same data as holotype. Remarks: Nemésio & Melo (2012) made the lectotype designation. The nomenclatural history of this species can be found in Moreira et al. (2010) and Nemésio & Melo (2012).Published as part of Carrenho, Renan, Rodrigues, Higor D. D., Lima, Adriana Carneiro de & Schwertner, Cristiano F., 2020, Type specimens of true bugs (Hemiptera: Heteroptera) housed in the Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, Brazil, pp. 1-16 in Papéis Avulsos de Zoologia 60 on page 9, DOI: 10.11606/1807-0205/2020.60.17, http://zenodo.org/record/461488

    Rhagovelia turmalis Nieser & Melo 1997

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    Rhagovelia turmalis Nieser & Melo, 1997 Rhagovelia turmalis Nieser & Melo, 1997: 104, 107. Lectotype: Apterous ♂, glued to pinned paper; Brasil, M.G. [Minas Gerais], Sra [Serra do] Cipó, córrego do Palacio, km 120 #1992, N9225, 05. XII, N. Nieser col. Paralectotype: Apterous ♀; glued to pinned paper; same data as holotype. Remarks: Nemésio & Melo (2012) made the lectotype designation.The nomenclatural history of this species can be found in Moreira et al. (2010) and Nemésio & Melo (2012).Published as part of Carrenho, Renan, Rodrigues, Higor D. D., Lima, Adriana Carneiro de & Schwertner, Cristiano F., 2020, Type specimens of true bugs (Hemiptera: Heteroptera) housed in the Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, Brazil, pp. 1-16 in Papéis Avulsos de Zoologia 60 on page 9, DOI: 10.11606/1807-0205/2020.60.17, http://zenodo.org/record/461488

    Rhagovelia trianguloides Nieser & Melo 1997

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    Rhagovelia trianguloides Nieser & Melo, 1997 Rhagovelia trianguloides Nieser & Melo, 1997: 109. Lectotype: Apterous ♂, double-mounted on minuten pin; Brasil, MG [Minas Gerais], Bel.[o] Horz [Horizonte], Nova Lima, [São Sebastião das] A.[guas] Claras, Ribão [Ribeirão] Marumbé, N 9215, #25, XI.1992, N. Nieser col. Remarks: Nemésio & Melo (2012) made the lectotype designation.The nomenclatural history of this species can be found in Moreira et al. (2010) and Nemésio & Melo (2012).Published as part of Carrenho, Renan, Rodrigues, Higor D. D., Lima, Adriana Carneiro de & Schwertner, Cristiano F., 2020, Type specimens of true bugs (Hemiptera: Heteroptera) housed in the Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, Brazil, pp. 1-16 in Papéis Avulsos de Zoologia 60 on page 9, DOI: 10.11606/1807-0205/2020.60.17, http://zenodo.org/record/461488

    Rhagovelia sbolos Nieser & Melo 1997

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    Rhagovelia sbolos Nieser & Melo, 1997 Rhagovelia sbolos Nieser & Melo, 1997: 105, 107, figs. 122-123. Lectotype: Apterous ♀,glued to pinned paper; Brasil,M.G. [Minas Gerais], Nova Lima, São Seb.[astião das] Ag.[uas] Claras, Ribão [Ribeirão] Marumbé, 01.III.1994, Nieser col. Paralectotype: Apterous ♂, glued to pinned paper; same data as holotype. Remarks: Nemésio & Melo (2012) made the lectotype designation. The nomenclatural history of this species can be found in Moreira et al. (2010) and Nemésio & Melo (2012).Published as part of Carrenho, Renan, Rodrigues, Higor D. D., Lima, Adriana Carneiro de & Schwertner, Cristiano F., 2020, Type specimens of true bugs (Hemiptera: Heteroptera) housed in the Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, Brazil, pp. 1-16 in Papéis Avulsos de Zoologia 60 on page 9, DOI: 10.11606/1807-0205/2020.60.17, http://zenodo.org/record/461488

    Cucumis melo subsp. melo var.cantalupensis (Cultivated)

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    Cucumis melo subsp. melo var.cantalupensis, fruit. Family Cucurbitaceae, Subclass Dilleniidae. Origin: Cultivated

    Cucumis melo subsp. melo var. inodorus (Cultivated)

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    Cucumis melo subsp. melo var. inodorus, fruit. Family Cucurbitaceae, Subclass Dilleniidae. Origin: Cultivated

    "Cantam nautas, choram flautas": uma proposta de leitura da Epanaphora Tragica Segunda, de D. Francisco Manuel de Melo (1660)

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    This article proposes a perusal of the Epanaphora Tragica Segunda, by D. Francisco Manuel de Melo, in the light of the context of its writing and publication, from 1657 to 1660. Its central argument affirms that, under the layer of a narrative of the sinking of the Portuguese Armada in 1626-1627, Melo mobilizes the historical fact and its protagonist, D. Manoel de Meneses, to comment on the situation of Portugal in the early years of the reign of D. Afonso VI, still under the regency of D. Luísa de Gusmão. It was certainly a troubled time in the Portuguese kingdom, even threatened with the end of its independence. Dialoguing with historians such as Prestage, Oliveira, Amado, Fraga and others, the author proposes that Melo, between the lines of the Tragica, metaphorizes the episode, generalizing it to extract useful lessons from it for his time and the future.O presente artigo propõe uma leitura da Epanaphora Tragica Segunda, de D. Francisco Manuel de Melo, à luz do contexto de escrita e publicação da relação, de 1657 a 1660. Seu argumento central defende que, sob a camada de uma narrativa do naufrágio da Armada portuguesa em 1626-1627, Melo mobiliza o fato histórico e a figura de seu protagonista, D. Manoel de Meneses, para comentar a situação do Portugal dos anos iniciais do reinado de D. Afonso VI, ainda sob a regência de D. Luísa de Gusmão. Época, certamente, atribulada no reino português, ameaçado inclusive do fim de sua independência. Dialogando com historiadores como Prestage, Oliveira, Amado, Fraga e outros, o autor propõe que Melo, nas entrelinhas da Tragica, metaforiza o episódio, generalizando-o para extrair dele lições úteis a seu tempo e ao futuro
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