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    Construção social do surto da doença de Chagas em Santa Catarina, 2005

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    TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Curso de Ciências Sociais.Este trabalho tem como objetivo analisar as representações dos vendedores e consumidores de caldo de cana sobre do surto da doença de Chagas em Santa Catarina, 2005, bem como analisar as reportagens dos jornais de circulação local (Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina) sobre o surto da doença de chagas ano período de março à abril de 2005. Para atingir esses objetivos realizamos entrevistas abertas e semiestruturadas com vendedores e consumidores de caldo de cana na região da grande Florianópolis, compreendendo a grande importância do surto da doença de Chagas para essas pessoas e como foi sua construção, seus impactos e o que ficou após cinco anos do surto

    Variação fenotípica em populações segregantes de mamoeiro.

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    O mamoeiro (Carica papaya L.) é uma cultura de expressiva importância para o Brasil, um dos principais produtores da fruta, com produção de 1,9 milhão de toneladas em 2008, participando com 20,8% do mercado mundial. Atualmente, há uma tendência de crescimento das exportações brasileiras, iniciada pela abertura do mercado-americano, o que deverá assegurar a estabilidade e maior rentabilidade da cultura (BRAPEX, 2006; ANUÁRIO..., 2010). A ocupação da maior parte dos plantios comerciais por apenas três cultivares tem restringido a variabilidade genética e aumentado a vulnerabilidade da cultura do mamoeiro, ao ataque de pragas e doenças, limitando o seu desenvolvimento. Para dar suporte a essa produção, são desenvolvidos programas de melhoramento visando o desenvolvimento de linhagens, variedades ou híbridos com alta produtividade, boa precocidade de frutificação, porte baixo, resistência às doenças, ocorrência mínima de flores hermafroditas carpelóides, pentândricas e estéreis, elevado teor de sólidos solúveis (> 14o Brix) e padrões de peso cor e firmeza, de acordo com as exigências do mercado. A obtenção de linhagens e híbridos de mamoeiro é favorecida pela possibilidade de o mamoeiro poder ser autopolinizado sem expressiva perda de vigor (DANTAS & LIMA, 2001).pdf 2744 CHAGAS NETO, F., i. e, FRANCISCO DAS CHAGAS VIDAL NET

    Avaliação da atividade tripanocida e leishmanicida de produtos naturais da flora mato-grossense

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    TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia.O arsenal quimioterápico disponível para o tratamento da Doença de Chagas e das Leishmanioses é restrito a poucos fármacos, os quais apresentam eficácia limitada e efeitos colaterais indesejáveis. A biodiversidade de plantas brasileiras representa uma rica fonte para a busca por novos compostos com potencial antiparasitário. Neste estudo, 20 extratos, 8 frações e 2 compostos isolados da flora mato-grossense foram avaliados. As amostras foram solubilizadas em DMSO (50mg/ml) e mantidas a 4o C até o uso. Promastigotas de Leishmania amazonensis (cepa 575) e L. chagasi (cepa PP75), e epimastigotas de Trypanosoma cruzi (cepa Y) (5x106 parasitos/ml), mantidos respectivamente em meio Schneider e LIT, forma incubados em triplicata em placas de 96 orifícios a 26o C com diferentes concentrações dos produtos naturais (1,6 a 1000 μg/ml). Após 72h de incubação, a atividade contra T. cruzi foi determinada pela contagem do número de parasitos vivos em câmara de Neubauer, e a atividade leishmanicida foi determinada pelo método de MTT. Anfotericina B (0,1μM) e Benzonidazol (10μg/ml), e DMSO 1% foram usados como controles positivo e negativo, respectivamente. Os produtos ativos contra epimastigotas de T. cruzi foram incubados com tripomastigotas sanguíneos (1x106 parasitos/ml) a 4o C, usando cristal violeta e DMSO 1% como controles positivo e negativo, e a sobrevivência dos parasitos foi determinada após 48h. A avaliação in vitro da atividade leishmanicida contra amastigotas intracelulares foi realizada com células J774-A1 infectadas com L. amazonensis em placas de 96 orifícios na presença de diferentes concentrações dos produtos naturais por 48 horas. As monocamadas foram fixadas com metanol e coradas com Giemsa, e o número de amastigotas intracelulares foi determinado pela avaliação randômica de 200 células. A citotoxicidade das amostras ativas foi avaliada usando células J774-A1 (2x104 células/orifício) pelo método de MTT. Todos os ensaios forma realizados duas vezes, em triplicata. Dois extratos hexânicos (Xilopia aromatica e Aspidosperma cuspa) e uma fração (“Ipê Pimenta”) apresentaram atividade tripanocida contra epimastigotas (CI50 = 87,07; 66,41 e 100,46 μg/ml, respectivamente), e o extrato hexânico de A. cuspa foi ativo contra tripomastigotas sangüíneos (CI50 = 150,62 μg/ml). Quatro extratos hexânicos (X. aromatica, Bowdichia virgiloides, A. cuspa e Acosmium dasycarpum), duas frações de Zanthoxylum hasslerianum e o composto isolado Cumarina foram ativos contra promatigotas de L. amazonensis (CI50 = 15,52 – 120,9 μg/ml) e L. chagasi (CI50 = 3,976 – 166,40 μg/ml). Desses, apenas o extrato hexânico de A. dasycarpum não apresentou atividade em testes com amastigotas intracelulares de L. amazonensis, sendo que os demais produtos testados apresentaram inibição acima de 40% nas concentrações de 1,6, 8 e 40 μg/ml. Nenhum dos extratos ativos foi citotóxico para células J774-A1 acima de 90 μg/ml.The chemotherapy arsenal available for treatment of Chagas disease and leishmaniasis is restricted to few drugs which presented limited efficacy and show undesirable side effects. The Brazilian plant biodiversity represents a rich source of new potential antiparasitic compounds. In this study the trypanocidal and leishmanicidal activity of 20 extracts, 8 fractions and 2 isolated compounds from Mato Grosso State plants was evaluated. Samples were solubilized in DMSO (50mg/ml) and maintained at 4ºC until use. Promastigotes of Leishmania amazonensis (575 strain) and L. chagasi (PP75 strain), and epimastigotes of Trypanosoma cruzi (Y strain) (5x106 cells/ml), maintained respectively in Schneider’s and LIT medium, were incubated in triplicate in 96-well microplates at 26ºC with different concentrations of natural products (1.6 to 1,000μg/ml). After 72h of incubation, the activity was determined by counting the number of live parasites in Neubauer chambers (T. cruzi) and by MTT method (Leishmania sp). Amphotericin B (0.1μM) and Benzonidazol (10μg/ml), and DMSO 1% were used as positive and negative controls, respectively. Products active against epimastigotes were incubated with blood trypomastigotes (1x106 cells/ml) at 4oC, using violet cristal and DMSO 1% as positive and negative controls, and survival parasites determined after 48h. The in vitro evaluation of leishmanicidal activity against intracellular amastigotes was realized by using J774.A1 cultures infected with L. amazonensis in 96-well plates in the presence of different natural products dilutions for 48 hours. The monolayers were fixed with methanol and Giemsa stained, and intracellular amastigote numbers were determined in 200 randomly chosen cells. Citotoxicity of active extracts was evaluated using J774.A1 cells (2x104 cells/well) by the MTT method. All assays were performed two times in triplicate. Two tested hexanic extracts (Xilopia aromatica and Aspidosperma cuspa) and a fraction (“Ipê Pimenta”) showed trypanocidal activity for epimastigotes (IC50 = 87.07; 66.41 e 100.46 μg/ml, respectively) and hexanic extract of A. cuspa was active against blood trypomastigotes (IC50 = 150.62 μg/ml).. Four hexanic extracts (X. aromatica, Bowdichia virgiloides, A. cuspa and Acosmium dasycarpum), two fractions of Zanthoxylum hasslerianum and the isolated compound Coumarin were active against L. amazonensis (IC50 = 15.52 – 120.9 μg/ml) and L. chagasi (IC50 = 3.976 – 166.40 μg/ml) promastigotes. From this, only the hexanic extract of A. dasycarpum didn’t show activity on tests with L. amazonensis intracelular amastigotes, and the other tested products showed inhibition up to 40% on 1.6, 8 and 40 μg/ml. The extracts, fractions and isolated compounds apresent low citotoxicity for J774.A1 cells up to 90 μg/ml

    Vacina para doença de chagas: possibilidade ou mito?

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    Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina. Curso de Medicina. Departamento de Clínica Médica

    Severidade da bacteriose em castanhas de genótipos de cajueiro-anão.

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    A bacteriose do cajueiro-anão (Anacardium occidentale L.) tem sido observada causando sintomas em diferentes órgãos da planta, e as castanhas são vistas como as mais afetadas pela infecção do patógeno. O objetivo deste trabalho foi avaliar a incidência da bacteriose em genótipos de cajueiro-anão a partir de castanhas infectadas. Onze genótipos cultivados na região Sul do estado do Ceará foram avaliados durante dois anos consecutivos. De cada genótipo, foram aleatoriamente amostradas 50 castanhas com níveis de infecção variando de 0 a 3, para avaliar a massa, o comprimento, a largura e a espessura das castanhas, e também a massa das amêndoas. Os dados obtidos foram submetidos à análise de frequência dos níveis de infecção das castanhas doentes e à Correlação de Pearson e análise de regressão entre castanhas doentes e os dados quantitativos. Os genótipos de cajueiro-anão ‘SLC-12-20’ e ‘CAPI 24’ foram os que apresentaram a maior quantidade de castanhas com o nível 3 de severidade, e ‘PIO 8’ foi o que apresentou apenas o nível 1 de severidade em castanhas coletadas em 2020. Em 2021, o destaque foi o clone ‘CAPI 24’, com a maior quantidade de castanha com o maior nível de severidade, e o ‘PIO 8’ semelhante ao ocorrido em 2020. A grande maioria dos dados quantitativos foi negativamente correlacionada com a severidade da bacteriose nas castanhas. Houve uma redução significativa das massas das castanhas e das amêndoas em função do aumento dos níveis de severidade da bacteriose. A bacteriose causa danos nas castanhas e amêndoas para os diferentes clones de cajueiro-anão, em menor ou maior intensidade.ODS 12

    Mancha-de-septoria x tripes: diferenciação sintomatológica nas folhas do cajueiro-anão.

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    Esta praga tem sido observada em campo atacando diferentes clones de cajueiro, com alto grau de infestação nas folhas das plantas. São esses sintomas manifestados nas folhas das plantas infectadas pelo fungo ou infestadas pela praga, que podem dificultar o diagnóstico quanto ao agente causal. Deste modo, o objetivo deste trabalho foi descrever as diferenças sintomatológicas observadas entre a ocorrência da mancha-de-septoria e do tripes H. fulvus, em cajueiro

    Caracterização biológica e molecular de cepas de Trypanosoma cruzi isoladas durante o surto de doença de Chagas agudo em Santa Catarina: [dissertação]

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-graduação em Biotecnologia, Florianópolis, 2010Estudos moleculares e de biologia demonstram que o táxon Trypanosoma cruzi é composto por diferentes linhagens. Em 2005, foi descrito um surto de doença de Chagas Agudo (DCA) no município de Navegantes em Santa Catarina associado ao consumo de caldo de cana contaminado com o T. cruzi. Análises moleculares identificaram as linhagens TcI em gambás (cepas SC90 e SC91), TcI/TcII em triatomíneos (cepas SC92 e SC93) e TcII em pacientes (cepas SC94-SC102). Neste sentido, o presente trabalho objetivou estudar possíveis mecanismos envolvidos na seleção de populações do grupo TcII em infecções humanas ocasionadas por cepas mistas TcI/TcII de T. cruzi. Para tanto, as cepas SC90, SC92, SC93, SC94, SC95, SC96 e Y foram utilizadas nos ensaios de lise pelo sistema complemento, interação com macrófagos murino e humano na presença e ausência de soro imune e IFN-?, ensaios de Western blot e cinética da proporção das linhagens TcI e TcII em cepas mistas após diferentes passagens em macrófagos humanos por meio de PCR semiquantitativo e PCR quantitativo. Os ensaios de lise pelo sistema complemento não mostraram diferenças de sensibilidade entre as cepas estudadas. Já nos estudos de interação T. cruzi-macrófagos murinos verificou-se um aumento na taxa de infecção e no número médio de amastigotas quando formas tripomastigotas das diferentes cepas foram previamente incubadas com soro chagásico. Além disso, as cepas do grupo TcII apresentaram uma maior taxa de infecção em macrófagos e após 72 horas de interação, apresentaram valores médios do número de amastigotas duas vezes superiores ao observado para cepas TcI. Contudo, não houve diferença significativa no número médio de amastigotas no tempo inicial de infecção entre TcI e TcII. Ensaios de Western blot confirmaram uma maior expressão da gp82 em formas tripomastigotas das cepas TcII. Macrófagos ativados com IFN-? infectados com as cepas Y, SC90 e SC96 foram capazes de controlar a proliferação dos parasitos independente da cepa utilizada, de forma dependente da NOS2. A análise da proporção de TcI e TcII nas cepas mistas SC92, SC93 e na mistura artificial, SC90+SC96, antes e após a conclusão do ciclo biológico em macrófagos murinos revelou uma alteração no perfil molecular dessas cepas, sendo observado um completo desaparecimento do fragmento de DNA de 200 pb (TcI) na cepa mista artificial (SC90+SC96), enquanto nas cepas SC92 e SC93 verificou-se uma diminuição de cerca de 3 vezes na intensidade do fragmento de 200 pb. Quando os ensaios foram realizados com a cepa SC92 (três passagens seriadas em macrófagos humanos), constatou-se um progressivo aumento na proporção de TcII, uma vez que a proporção inicial era de 77,4% para TcI e 22,6% para TcII e após a terceira passagem foi verificado 93,2% para TcII. Em conjunto, estes resultados sugerem que a manutenção de populações de T. cruzi II em infecções humanas ocasionadas por cepas mistas pode estar relacionada com características intrínsecas do parasito, como a capacidade infectiva e o tempo de duplicação intracelular. Embora seja ainda possível que mecanismos efetores dos macrófagos estejam envolvidos com essa seleção

    Avaliação do estresse oxidativo na cardiopatia chagásica crônica após terapêutica antioxidante

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Farmácia.A cardiopatia chagásica é uma doença com patogenia ainda não elucidada. Há evidências recentes que sugerem que danos produzidos pelo estresse oxidativo podem contribuir para a evolução da doença de Chagas. Trabalho concluído pelo nosso grupo (Oliveira, 2004) mostrou a existência de um quadro de estresse oxidativo, com perda parcial das defesas antioxidantes paralelamente à evolução da doença. O objetivo deste trabalho foi avaliar o status antioxidante no sangue de pacientes cardiopatas chagásicos crônicos classificados em 4 grupos, nomeados de I a IV (cada grupo com n=10), de acordo com o grau de comprometimento cardíaco, segundo classificação de Los Andes modificada (os pacientes do grupo I apresentavam função cardíaca normal ou disfunção leve, o grupo II apresentava disfunção moderada, o grupo III apresentava disfunção grave e os pacientes do grupo IV apresentavam insuficiência cardíaca), 1 ano após ao primeiro estudo (Oliveira, 2004) e após suplementação antioxidante durante 6 meses (vitaminas E 800 UI/dia e C 500 mg/dia). Foram examinadas as atividades das enzimas antioxidantes catalase (CAT), superóxido dismutase (SOD), glutationa peroxidase (GPx), glutationa redutase (GR) e glutationa S-transferase (GST), e as defesas antioxidantes não-enzimáticas, como os conteúdos de glutationa reduzida (GSH) e vitamina E. Foram dosados também os marcadores de dano, como a lipoperoxidação (níveis de TBARS), proteína carbonilada (PC) e atividade da gamaglutamiltransferase (GGT). Foram avaliados ainda os níveis de óxido nítrico (NO) e a atividade da mieloperoxidase (MPO). Após 1 ano do estudo inicial, foi observada uma diminuição na atividade da CAT no grupo I, aumento na atividade da SOD no grupo I, aumento da atividade da GPx no grupo II e diminuição no grupo III, aumento na atividade da GR nos grupos I e II e diminuição da GSH no grupo I. Após a suplementação antioxidante, a atividade da CAT aumentou no grupo II, a atividade da GPx aumentou no grupo I, a atividade da GR aumentou nos grupos I e II, enquanto a atividade da GST diminuiu nos grupos II, III e IV. A concentração de GSH foi maior nos pacientes do grupo I. Por outro lado, as concentrações de TBARS e proteína carbonilada diminuíram de forma acentuada em todos os grupos, sendo que a GGT não apresentou alteração significativa. Os níveis de NO aumentaram no grupo III, enquanto a MPO diminuiu nos grupos II e III. Os resultados indicam que não houve alterações importantes no status antioxidante nos pacientes após o período de 1 ano. Mais importantemente, a suplementação antioxidante permitiu diminuir o estresse oxidativo, especialmente através da diminuição dos níveis de TBARS e proteína carbonilada, provavelmente em conseqüência do consumo e proteção antioxidante da vitamina E
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