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    Miradas Al Sur: a criação mitológica do bairro sur na obra de Jorge Luis Borges

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2014Este estudo investiga como Jorge Luis Borges constrói o Sur como espaço mítico, em seus três primeiros livros de poesia. Para tanto, analisou-se de que forma a representação de tal espaço torna-o simbólico e, posteriormente, mítico, tanto no conjunto da obra do autor, como também, a partir desse movimento individual de Borges, no imaginário coletivo da cidade. Estudou-se ainda como a memória própria e o imaginário criaram espaços afetivos, que permeiam a totalidade dos textos do autor.Abstract: This study investigates how Jorge Luis Borges builds Sur neighborhood as mythic space in his first three books of poetry. To this end, we analyzed how the representation of such a space make of it a symbolic and later a mythical space, both in the overall work of the author, but also that individual movement of Borges that achieve the collective imagination of the city. Still we have studied how the personal memory and the imagery is able to create emotional spaces, which constitute the totality of texts by the author

    Jorge Luis Borges: um crítico da linguagem

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2013.A presente tese procura aprofundar o estudo de reflexões linguísticas e do campo da filosofia da linguagem presentes nos ensaios da década de 1920 do escritor argentino Jorge Luis Borges, reflexões que permitem aproximá-lo do pensamento que o linguista e filósofo tcheco Fritz Mauthner expressa, particularmente em ?Esencia del lenguaje?, primeira parte do livro Contribuciones a una crítica del lenguaje (1901). E são justamente alguns ensaios juvenis dos livros Inquisiciones (1925), El tamaño de mi esperanza (1926) e El idioma de los argentinos (1928) os que permitem inferir que Borges, já naqueles anos de juventude e inaugurando esse campo de reflexões na literatura de seu país, se posiciona como uma espécie de crítico da linguagem que, de certa forma, compartilha com Mauthner sua perspectiva cética sobre a dimensão e os alcances comunicativos e representativos da linguagem. <br

    A intertextualidade bíblica nos contos de Borges (1941-1975)

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em LiteraturaPara construir seu discurso, Jorge Luis Borges utiliza, ao longo de sua obra, a cultura, a tradição e a história de outros autores e povos. Essa intertextualidade, presente em boa parte de sua obra, engloba o universo bíblico e debate temas teológicos. Sendo assim, esta tese tem como objetivo analisar a intertextualidade bíblica em alguns contos de Borges, escritos de 1941 a 1975, a fim de elucidar o diálogo estabelecido entre teologia e literatura na ficção do escritor argentino.Para construir su discurso, Jorge Luis Borges utiliza, a lo largo de su obra, la cultura, la tradición y la historia de otros autores y pueblos. Esa intertextualidad, presente en su obra, abarca el universo bíblico y debate temas teológicos. Siendo así, el presente estudio tiene como objetivo analizar la intertextualidad bíblica en algunos cuentos de Borges, escritos de 1941 a 1975, con el objetivo de elucidar el diálogo establecido entre teología y literatura en la ficción del escritor argentino

    Jorge Luis Borges e a reinvenção poética da entrevista

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.O escritor argentino Jorge Luis Borges concedeu um extenso número de entrevistas nas suas últimas três décadas de vida, que aqui se propõem sejam consideradas como parte significativa de sua obra. Para tanto, verifica-se a sua tomada de posição diante da entrevista e da conversa, os jogos que realiza durante o evento do diálogo, as suas aventuras com a palavra e as incursões que promove pela narrativa e pelo ensaísmo. O que se descobre é que Borges singulariza a entrevista como uma experiência estética. Na medida em que faz dela um meio de reflexão colaborativa e criativa, coloca em xeque as tentativas de definição e de categorização de campos como a entrevista, a conversa e o ensaísmo. Ao final, vislumbra-se como Borges não apenas realiza o potencial poético da entrevista como ainda, através dela, renova o ensaísmo, fazendo do diálogo um de seus projetos literários finais

    Borges e As mil e uma noites: leitura, tradução e criação

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da TraduçãoEsta tese analisa a presença das Mil e uma noites (Alf layla wa-layla) na obra do escritor argentino Jorge Luis Borges (1899-1986), enfocando o texto árabe como literatura traduzida. Tal conjunto de histórias desempenhou um papel relevante na formação de Borges como leitor, no desenvolvimento de seu pensamento sobre tradução e na incorporação do oriente islâmico à sua expressão literária madura. Por outro lado, foi também através da tradução e criação de alguns episódios mileumanoitescos que o autor ensaiou pela primeira vez o tratamento de temas e imagens que o consagraram mundialmente, como o labirinto, o Aleph e o duplo. Assim, a longa relação do escritor com as Noites é analisada aqui enquanto leitura e recepção de suas muitas versões, fundamento na articulação de suas ideias tradutórias e, por fim, inspiração e espaço para inovações em sua poética narrativa

    Seis problemas para Dom Isidro Parodi: estratégias de tradução diante de especificidades da narrativa policial de Borges e Bioy Casares

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2012A narrativa policial faz-se presente na vida literária de Jorge Luis Borges na forma de alguns textos ficcionais e de uma grande quantidade de artigos, resenhas, ensaios e prólogos em que o escritor se dedica a comentar narrativas, narradores e o próprio gênero. Dentre as ficções policiais de Borges, algumas foram escritas em parceria com Adolfo Bioy Casares e apresentam um novo estilo "a quatro mãos" que subverte as características individuais de fazer literatura desses escritores, dando origem a um autor fictício chamado Honorio Bustos Domecq. O pseudônimo ganha reconhecimento, especialmente no livro Seis Problemas para Dom Isidro Parodi, composto por seis contos, publicado em 1942, e que pode ser lido como uma paródia dos romances policiais clássicos. Lançado pela Editora Dantes, em 2001, este é o primeiro livro da dupla Borges/Bioy publicado no Brasil, com tradução de Eric Nepomuceno e Luis Carlos Cabral. Em 2008, o livro é publicado pela Editora Globo, com tradução de Maria Paula Gurgel Ribeiro. Esta dissertação focaliza os seis contos que fazem parte da obra citada e tem como propósito analisar comparativamente essas duas traduções feitas para o português, a fim de detectar as tendências deformadoras da clarificação, do alongamento e da destruição ou a exotização das redes de linguagens vernaculares teorizadas pelo francês Antoine Berman e, a partir dessas constatações, verificar em que aspectos as escolhas tradutórias podem afetar as características preconizadas também por Borges para o conto policial, tais como a objetividade, a racionalidade e o ritmo. Da mesma forma, por entender que a obra analisada não corresponde exatamente a um policial típico, pretende-se analisar como as traduções podem refletir os elementos paródicos fundados em variações da oralidade e em socioletos argentinos dos anos 40, que são o cerne da narrativa.Abstract : La narrativa policial se hace presente en la vida literaria de Jorge Luis Borges en forma de algunos textos ficcionales y de una gran cantidad de artículos, reseñas, ensayos y prólogos en que el escritor se dedica a comentar narrativas, narradores y el propio género. De entre las ficciones policiales de Borges, algunas fueron escritas en sociedad con Adolfo Bioy Casares y presentan un nuevo estilo #a cuatro manos# que subvierte las características individuales de hacer literatura de esos escritores, dando origen a un autor ficticio llamado Honorio Bustos Domecq. El seudónimo gana reconocimiento, especialmente en el libro Seis Problemas para Dom Isidro Parodi, compuesto por seis cuentos, publicado en 1942, y que puede ser leído como una parodia de las novelas policiales clásicas. Lanzado por la Editora Dantes, en 2001, este es el primer libro de la dupla Borges/Bioy publicado en Brasil, con traducción de Eric Nepomuceno y Luis Carlos Cabral. En 2008, se publica el libro por la Globo, con traducción de Maria Paula Gurgel Ribeiro. Este trabajo se centra en los seis cuentos que hacen parte de la obra mencionada anteriormente y tiene como propósito analizar comparativamente estas dos traducciones hechas para el portugués, con objeto de detectar las tendencias deformadoras de la clarificación, del alargamiento y de la destrucción o exotización de redes de las lenguas vernáculas teorizadas por el francés Antoine Berman y a partir de esas constataciones verificar en qué aspectos las elecciones traductoras pueden afectar las características preconizadas también por Borges en el cuento policial, tales como la objetividad, la racionalidad y el ritmo. De la misma forma, por creer que la obra analizada no corresponde exactamente a un policial típico, se pretende analizar cómo las traducciones pueden reflejar los elementos paródicos fundados en variaciones de la oralidad y sociolecto (o dialecto social) argentino de los años 40, que son la esencia de la narrativa

    Estética da imperfeição: o ceticismo humeano e a prosa de Jorge Luis Borges

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.O presente trabalho pretende dar conta da relação entre o escritor argentino Jorge Luis Borges e o filósofo escocês David Hume, no que diz respeito ao papel do pensamento deste na produçã

    O compadrito na tradução dos contos "Hombre de la esquina rosada", "Historia de Rosendo Juárez" e "La intrusa", de Jorge Luis Borges

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Estudos da TraduçãoO presente trabalho analisa a imagem do compadrito nas traduções de três contos escritos pelo argentino Jorge Luis Borges: "Hombre de la esquina rosada", traduzido por Flávio José Cardozo(1975), "Historia de Rosendo Juárez", traduzido por Hermilo Borba Filho (1976) e "La intrusa" que foi traduzido pela primeira vez em 1972 por Flávio José Cardozo e depois por Hermilo Borba Filho, em 1976, além do trabalho de revisão de tradução de todos os textos feito por Maria Carolina Araujo e Jorge Schwartz (1999). Ainda para os textos do livro El informe de Brodie ("Historia de Rosendo Juárez" e "La intrusa", detivemo-nos também na tradução mais recente realizada por Davi Arrigucci Junior, do ano de 2008, pela Companhia da Letras. Assim, o primeiro capítulo trata do arrabalde; afinal este é o ambiente dos três contos e junto com o compadrito formam o projeto ideológico do período de 1921 a 1935 na obra de Borges; o segundo capítulo oferece um resumo comentado dos contos, destacando o comportamento do compadrito e a questão da oralidade no conto "Hombre de la esquina rosada"; o terceiro abrange uma descrição dos paratextos e a análise da tradução, considerando o processo de domesticação e estrangeirização abordado por Lawrence Venuti e Schleiermacher. Neste capítulo também se considera a opinião de Borges sobre tradução. Observou-se que o primeiro conto possui elementos linguísticos bastante específicos da linguagem oral, que não foram ponderados na tradução e tampouco na revisão; o mesmo ocorre com o segundo conto que possui elementos regionais e de comportamento de personagem que não são conhecidos para o leitor brasileiro, o que pode dificultar a compreensão dos textos.El presente trabajo hace un análisis de la imagen del compadrito en las traducciones de tres cuentos escritos por el argentino Jorge Luis Borges: "Hombre de la esquina rosada" traducido por Flávio José Cardozo (1975), "Historia de Rosendo Juárez" traducido por Hermilo Borba Filho y "La Intrusa", traducido por primera vez en 1972 por Flávio José Cardozo y posteriormente, en 1976, por Hermilo Borba Filho; además del trabajo de revisión de traducción de todos los textos, hecho por Maria Carolina Araujo y Jorge Schwartz (1999). Aun para los textos del libro El informe de Brodie tenemos la traducción más actual hecha por Davi Arrigucci Junior, de 2008, por la editora Cia das Letras. Así el primer capítulo trata del arrabal, que es al fin el ambiente de los tres cuentos y al lado del compadrito comprenden el proyecto ideológico de este período(1921/ 1935) en la obra de Borges; el segundo capítulo ofrece un resumen de los cuentos, destacando el comportamiento del compadrito y la oralidad en el cuento "Hombre de la esquina rosada"; en el tercero hay una descripción de los paratextos y un análisis de la traducción, según el proceso de extranjerización y domesticación desarrollados por Lawrence Venuti e Schleiermacher. En este capítulo también se considera la opinión de Borges acerca de la traducción. Se observó que el primer cuento tiene elementos lingüísticos de la oralidad que fueron suprimidos en la traducción y, en la revisión, también en el segundo cuento, tenemos elementos regionales y de comportamiento del personaje que no están aclarados para el lector brasileño, lo que hace dificultar la comprensión de los textos. En ese contexto se presenta una exposición sobre el compadrito y su importancia en la obra de Borges

    Borges, Victor P.

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    Leo P. Borges - son. Julia Borges - wife.https://stars.library.ucf.edu/cfm-ch-memoranda-1928/1013/thumbnail.jp

    [Cancionero de Cristovão Borges] [Manuscrito]

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    Ms. copiado de una manoCristóvão Borges Peguas de Meireles fué uno de los primeros dueños del manuscrito, quien escribió en la primera h. la fecha de 24 de diciembre de 1578. Esta fecha fue posiblemente la de adquisición del cancionero por BorgesFecha tomada de an. ms. de la época, donde aparece Lisboa como lugar de dataciónFoliación de la época a tinta (1-93) y posterior a lápiz (94-97
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