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    Elizabeth Baillon

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    Baillon Élisabeth. Elizabeth Baillon. In: Sorcières : les femmes vivent, n°17, 1979. Vêtement. pp. 101-103

    Elizabeth Baillon

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    Baillon Élisabeth. Elizabeth Baillon. In: Sorcières : les femmes vivent, n°17, 1979. Vêtement. pp. 101-103

    Actualité d'André Baillon

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    Actes du colloque "Actualité d'André Baillon" (25-26 octobre 2007

    Baillon passeur entre France et Belgique

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    Dans le premier numéro des Nouveaux Cahiers André Baillon, nous avons publié une sélection de lettres de critiques et écrivains français à André Baillon, qui nous ont permis de prouver que l’écrivain n’est pas toujours ce « mufle » et cet « ermite » qu’il prétend être. Or, Baillon ne profite pas tout seul des amitiés conquises en France : au contraire, il devient lui-même un chaînon qui relie diverses personnalités et institutions belges et françaises. Pendant une dizaine d’années, il joue son rôle de « passeur » de manière honnête et dévouée, ce qui ne manque pas de lui valoir quelques ennuis. En outre, reconnu comme l’un des auteurs principaux de la collection des « Prosateurs Français Contemporains » de l’éditeur Rieder, il ouvre les portes de la même collection à de nombreux autres écrivains belges qui essaient de se situer dans son sillon

    M. Emmanuel Cappe de Baillon (Paris) nous a fait parvenir ses réflexions sur la notion de «livre médiéval»

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    Cappe de Baillon Emmanuel. M. Emmanuel Cappe de Baillon (Paris) nous a fait parvenir ses réflexions sur la notion de «livre médiéval». In: Gazette du livre médiéval, n°4. Printemps 1984. p. 20

    Baillon et les "Prosateurs belges contemporains": une équipe? (en reprenant une réflexion de Jean Muno)

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    Les écrivains belges édités par Rieder dans l'entre-deux-guerres (dont Baillon) constituent-ils vraiment une équipe, comme le suggérait en 1978 l'écrivain et essayiste Jean Muno

    Baillon héritier de Renard et de Philippe? Le temps des relectures

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    Retour sur le rapprochement controversé qui a été établi - quelque cent ans plus tôt - entre les écrits d’André Baillon et ceux de Jules Renard et de Charles-Louis Philippe

    André Baillon. "Des mots": l'affolement de l'écriture

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    El propósito de este artículo es ilustrar la concepción de Baillon sobre la obra literaria como un todo donde el lector encarna al Otro como una entidad estable. El autor propone una inversión de roles entre el productor de la obra literaria y el lector. En su cuento Palabras, perteneciente al "ciclo de María", la primera etapa de su producción literaria, Baillon se inspira en su vida con Marie De Vivier, destinatario privilegiado que evoca el éxito de la empatía con el texto. En esta historia, Baillon escenifica las dificultades de la relación con el Otro y con el lenguaje, así como las estrategias desarrolladas para asumirlos.The aim of this article is to illuslrate the conception of Baillon regarding the literary work as a whole in which the reader en1bodies the Other as a stable entity. The author proposes an ex change of roi es between the producer of the literary work and the reader. ln his work titled Des mots, belonging to «Marie's cycle», the first phase ofhis literary production, Baillon finds inspiration in his life with Marie De Vivier, a privileged addressee who represents the success of empathy with the text. ln this work, Baillon dramatizes the difficulties of the relationship of the Olher with language, as well as the strategies developed to overcome these difficulties.Le but de cet article est d'illustrer la conception de Baillon de l'oeuvre littéraire comme un tout ou le lecteur incarne l'Autre comme une entité stable. L'auteur propose un renversement des rôles entre le producteur de I' oeuvre littéraire et le lecteur. Dans son récit Des mots, appartenant au« cycle de Marie», première étape de sa production littéraire, Baillon s'inspire de sa vie avec Marie De Vivier, destinataire privilégiée qui évoque la réussite de l'empathie avec le texte. Dans ce récit, Baillon met en scène les difficultés du rapport à l'Autre el au langage, ainsi que les stratégies développées pour les assumer

    Investigação química de Sorocea bonplandii (Baillon) Burger, Lanjouw e Boer (Moraceae)

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Farmácia.Sorocea bonplandii (Baillon) Burger, Lanjow e Boer, devido à sua similaridade morfológica com Maytenus spp., é utilizada pela população com os mesmos fins medicinais desta. Ao contrário das espécies de Maytenus, que possuem inúmeros estudos químicos farmacológicos, as informações a respeito da espécie Sorocea bonplandii ainda são incipientes. Neste trabalho foram analisadas as frações éter de petróleo, clorofórmio e acetato de etila - obtidas de um extrato clorofórmico das folhas de S. bonplandii - quanto às suas atividades no bioensaio de letalidade para larvas de Artemia salina Leach. A fração com maior bioatividade neste ensaio foi a clorofórmica, da qual foram isolados e identificados, por ressonância magnética nuclear de 1H e 13C, um álcool primário saturado, o diterpeno fitol, um álcool vinílico de cadeia isoprenílica, uma mistura dos esteróides sitosterol e estigmasterol (sendo o primeiro a substância majoritária). Em outra etapa, após deslipidificação das folhas com éter de petróleo, foram preparados os extratos acetônico e metanólico. Deste foi isolado e identificado por espectrometria de massas e espectroscopia de infravermelho, o dissacarídeo sacarose. Os extratos metanólico e acetônico foram avaliados quanto a sua atividade anticoagulante in vitro. O extrato acetônico apresentou atividade anticoagulante nos testes de tempo de protrombina (TP) e tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa). O mesmo extrato não apresentou atividade sobre a agregação plaquetária induzida por ADP assim como, no teste de tempo de trombina (TT). O extrato metanólico não demonstrou atividade em nenhum dos ensaios anteriores. O efeito anticoagulante evidenciado neste trabalho, nunca descrito para esta espécie, abre novas perspectivas para futuras investigações químico-biológicas, visando o isolamento e identificação da(s) substância(s) responsável(eis) por esta bioatividade

    Estudo fitoquímico da espécie vegetal croton urucurana

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    TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Curso de Química.Croton urucurana Baillon é uma árvore encontrada no Brasil nos estados da Bahia, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Preparações desta planta são usadas comumente como agentes anti-inflamatório, cicatrizantes e antireumático. Estudos fitoquímicos realizados com C. urucurana revelaram a presença dos esteróis campesterol, beta-sitosterol, stigmasterol, do ácido acetilareulitólico, catequina, galocatequina e de três diterpenos do tipo clerodano. Neste trabalho objetivou-se realizar um novo estudo fitoquímico desta espécie, com orientação para o isolamento de diterpenos. Como material vegetal, utilizou-se as cascas do Croton urucurana, que foram submetidas a macerações exaustivas com n-hexano, acetato de etila e etanol, resultando em três extratos: hexânico, acetato de etila e hidroalcoolico. O extrato acetato de etila foi submetido a um fracionamento cromatográfico, resultando em 31 novas frações. Destas, três frações foram estudadas mais profundamente. Da primeira fração, foi isolado uma mistura de esteróis, os quais foram identificados por cromatografia gasosa como sendo campesterol, stigmasterol e b-sitosterol. A segunda fração, que apresentava perfil em CCD compatível ao dos diterpenos, foi submetida a análises de IV, RMN 1H e 13C, que mostraram a necessidade de melhorar a purificação da amostra. Sendo assim, realizou-se um novo fracionamento cromatográfico, que não forneceu o isolamento do diterpeno procurado. Contudo, para a terceira fração, os resultados espectroscópicos de IV, RMN 1H e 13C foram bastante satisfatórios, permitindo a identificação de um novo diterpeno na espécie. A elucidação estrutural foi realizada com auxílio dos espectros COSY, HMQC e HMBC
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