200,524 research outputs found

    La Poetica della traduzione di Machado de Assis in italiano: o Anjo Rafael

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2010This thesis is based on a research project on the translations of Machado de Assis published in Italy. It aims to verify how and in what way the Brazilian author is positioned in Italian literary culture, and based on this it moves on to describe the importance of translational and critical activities in the reception of a writer from a peripheral literary system by another literary system. Peeter Torop#s concept of total translation is the main theoretical reference adopted for the individuation of the translational strategies for Machado de Assis# works in general, based on the stylistic description of his criticism, and of O Anjo Rafael [The Angel Raphael] in particular. This little known short story by Machado de Assis is presented, analysed and translated for the first time into Italian. In conclusion observations and commentaries on the translational process will show the poetics of translation adopted in this particular translation of Machado de Assis short story.Esta tese parte de um trabalho de pesquisa sobre as traduções de Machado de Assis publicadas na Itália para verificar em que medida e com quais características o autor brasileiro esteja inserido na cultura literária italiana, e da qual se parte para delinear a importância das atividades tradutória e crítica na recepção de um escritor pertencente a um sistema literário periférico em outro sistema literário. O conceito de tradução total de Peeter Torop é a principal referência teórica adotada para a individuação das estratégias tradutórias da obra em geral de Machado de Assis, com base na descrição estilística de seus críticos, e de O Anjo Rafael especialmente. Trata-se de um conto pouco conhecido de Machado de Assis que vem aqui apresentado, analisado e traduzido pela primeira vez para o italiano. As observações e os comentários sobre o processo tradutório concluem este trabalho, evidenciando a poética da tradução adotada na tradução específica deste conto de Machado de Assis

    Machado de Assis o crítico : seduções e desencantos

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão.Estudo do discurso crítico de Machado de Assis, ativado a partir da segunda metade do século XIX, cuja discussão sobre a produção literária suscita uma reflexão acerca da natureza da arte e da sua relação com o cultural. Trata-se de uma pesquisa sobre as condições e constrições de possibilidade da prática crítica, passando pela noção de valor (como estratégia significante), pela questão do cânone e pelos processos de hibridação, modus operandi por excelência do discurso crítico machadiano

    O conto "Uma por outra": reminiscências do jovem Machado de Assis?

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em LiteraturaO presente estudo analisa o conto de Machado de Assis "Uma por outra", de 1897, em confronto com outros dois contos, "Almas agradecidas", publicado em 1871, e "A mulher de preto", de 1873, como forma de testar um possível retorno do Autor, em sua maturidade, a sua maneira de escrita inicial. Após recorrermos, em um primeiro momento, à crítica que se encarregou, minimamente, de estudar os contos do Autor, nos propomos, nos capítulos subseqüentes, analisar os dois contos produzidos na fase inicial de Machado de Assis, insistindo nas recorrências temáticas presentes nesses contos. Em seguida, faz-se uma análise detalhada do conto "Uma por outra" para, nas considerações finais, estabelecer o devido cotejo entre os contos, tendo em mente o que observa a crítica quando afirma que Machado apresenta, ao final de sua carreira, afinidades com o Romantismo, marca do início de sua atividade como contista. Verificamos, nessas considerações finais, possíveis aproximações de "Uma por outra" com os contos iniciais, mas, também, uma diferença essencial, demarcada pelos tempos do narrar e do narrado, o que impõe uma determinada inflexão ao conto: a sua forma aparente segue os parâmetros dos seus contos iniciais, enquanto a forma subreptícia, perceptível ao tempo da narração, denega a própria camada da forma aparente, a demonstrar a maturidade do narrador

    A composição do estilo do contista Machado de Assis

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2007Esta tese discute a percepção, ainda vigente em parte da crítica literária, de que a obra de Machado de Assis é cindida em duas partes, como se fosse possível a um autor ter dois estilos distintos. Amparada na revisão da fortuna crítica machadiana e com o método da estatística textual mediante a utilização do programa Hyperbase, compara bases de dados formadas pelo conjunto de contos de Machado, cotejando-os com os romances do autor e a base Portext. A análise exploratória dos dados permite descrever a anatomia do material que compõe o conto machadiano, enquanto as funções estatísticas viabilizam a busca de padrões e transformações no léxico e na distribuição do texto. Os resultados da análise qualitativa, ao indicarem que há poucas variações de classe gramatical e de vocabulário no material, contrapõem-se à ideia de ruptura estilística e reforçam a hipótese de que a transformação do estilo de Machado de Assis no conto é gradual e encontra-se fundamentalmente não no material linguístico, mas na composição

    Em cena: os bastidores da sociedade brasileira em contos de Machado de Assis

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.O presente estudo procura mostrar a evolução do tratamento das questões sociais nos contos de Machado de Assis, a partir dos Contos Fluminenses (1870) até Histórias sem Data (1884), sem deixar de considerar narrativas de outros momentos, de modo especial quanto à necessidade de usar máscaras para viver em sociedade. Como Machado de Assis foi também um mestre na arte do drama e herdou muitos recursos do teatro, percebe-se que as cenas vão-se tornando reveladoras do que as pessoas ocultavam. Mostrando os personagens em cena, o narrador faz ver como as pessoas agiam para alcançar seus interesses numa sociedade de classes. Ou seja, pela leitura dos contos, vemos no palco do século XIX, um cenário em que agem pessoas hipócritas, interesseiras e ambiciosas entre as quais os agregados, que na ânsia de escalada social, lutam para alcançar o status da classe privilegiada ao lado dos que, no topo da pirâmide, agem por conveniência. Denunciando todas as mazelas sociais da época, o escritor dirige seu olhar também para os bastidores da miséria, para os marginalizados, que tentam continuar o espetáculo da vida, de modo especial, os escravos. Procura-se mostrar nesta leitura, que nos contos, eram construídas cenas reveladoras de uma sociedade que ocultava suas frustrações à luz das aparências

    Experiências pioneiras de Machado de Assis sobre o jornal

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.A autora se propõe trazer à tona um instante pioneiro de experimentação do corpo móvel e público do jornal através da perspectiva de Machado de Assis na virada do século XIX para o XX. Tal perspectiva se dá, num primeiro momento, quando o autor carioca faz a travessia do livro ao jornal por intermédio da crônica, e, num segundo momento, quando faz a travessia ao revés: do jornal ao livro através de Memórias póstumas de Brás Cubas

    Salão de poses: retrato, fotografia e moda em Machado de Assis

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2015.De que maneira a ficção de Machado de Assis teoriza sobre a ideia de pose? Por outro lado, quais teorias sobre a pose sua ficção solicita? Ao procurar responder estas perguntas, e por entender que a pose é uma noção central para analisar a literatura machadiana, estou sugerindo a tese de que Machado entende a própria ficção como pura exterioridade e aparência, e assim fantasmagoria, captando então, ainda no século XIX, o que Guy Debord chamou, décadas mais tarde, de  sociedade do espetáculo . Em outras palavras, a literatura de Machado deve sugerir, solicitar ou mesmo oferecer, anacronicamente, uma teoria contemporânea para refletir sobre a imagem. Isso porque, em sua ficção, a pose mobiliza uma verdadeira constelação de conceitos; ela pode ser refletida no retrato, na fotografia e também na moda, exigindo portanto posições analíticas variadas. Em suma, Machado parece nos dizer que a passagem pela noção de pose é não apenas indispensável para refletir sobre sua ficção; mais do que isso, tal passagem apresenta consequências determinantes para repensar o lugar de sua ficção na sociedade contemporânea e, dessa maneira, relativizar grande parte das conclusões feitas a respeito de sua obra nos últimos anos.Abstract : How does Machado de Assis' fiction theorizes about the idea of pose? On the other hand, which theories his fiction requests in relation to a concept of pose? In seeking to answer these questions, and assuming that the pose is a central notion to analyze Machado's literature, I am suggesting the thesis that Machado understands his own fiction as both pure externality and appearance, and so phantasmagoria, then capturing in the nineteenth century what Guy Debord would call the "society of the spectacle" decades later. In other words, Machado's literature could suggest, ask or even offer, anachronistically, a contemporary theory to reflect about the concept of image. This is because, in his fiction, the pose mobilizes a real constellation of concepts; it may be reflected in picture, photography and also in fashion and costumes, therefore requiring different analytical positions. In short, Machado seems to tell us that the passage through the notion of pose is not only indispensable to reflect about his fiction: more than that, such a passage has major implications for rethinking the place of his fiction in contemporary society and, thus, for a large relativization of many conclusions made about his work in recent years

    O BRINCAR NA NATUREZA É UMA AVENTURA PARA AS POPULAÇÕES GUARANI DO PARANÁ?

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    O BRINCAR NA NATUREZA É UMA AVENTURA PARA AS POPULAÇÕES GUARANI DO PARANÁ? Nayara Maysa dos Santos, Fábio Alexandre Uema, Giuliano Gomes de Assis Pimentel, Amauri Aparecido Bassoli de Oliveira CNPq, Rede CEDES, Universidade Estadual de Maringá (UEM) E-mail: [email protected] é a aventura entre os Guarani do Paraná? Qual é sua forma de interagir ludicamente com a natureza? Para a realização desta pesquisa e obtenção de resultados foram visitadas nove terras indígenas. Com a pesquisa em andamento o trabalho busca diagnosticar as atividades físicas de aventura na natureza nas comunidades indígenas Guarani do Paraná. Por meio de pesquisa, entrevista, questionário e análise de documentos o projeto vem se desenvolvendo. Em algumas realidades, a pesquisa vem mostrando que, apesar de se possuir espaços físicos adequados para a prática de esportes na natureza, ela é quase inexistente, dando lugar à vivência de outras atividades e lazeres. Noutros grupos, o contato com o ambiente natural é corriqueiro desde a infância, mostrando uma inter-dependência dessa relação com diferentes esferas da vida.Rede CEDE

    Traducción comentada de "O espelho", de Machado de Assis, al espanhol

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2011Este trabalho discute aspectos da tradução do conto "O espelho" de Machado de Assis para o espanhol, a partir da tradução efetuada por mim com esse fim e da já realizada e publicada por Santiago Kovadloff. O componente fantástico do conto é explicitado e defendido no sentido de sua relevância para a tradução. Os comentários partem de exemplos concretos do texto retirados da tradução e do texto original e a discussão teórica está focada na presença do estrangeiro na tradução, na tradução da letra do conto - com atenção especial para o perfil colocacional do texto e para a imbricação forma-conteúdo - e no caráter literário da tradução - principalmente através do exemplo de uma Nota do Tradutor.This work discusses aspects of the translation into Spanish of the short story "O espelho" ["The mirror"] by Machado de Assis, having my own translation, carried out for this purpose, and a previous one by antiago Kovadloff as the objects of this discussion. The fantastic component within the short story is made explicit and defended as an important element to the translation. The commentaries start from examples of concrete text taken from the translation and the original text. The theoretical discussion is focused on the presence of the "foreignness" in the translation, on the translation of the "letter" of the short story - with special reference to its collocational profile and the intimate connection between form and content - and on the literary character of the translation - specially by means of an example based on a Translator's Note-

    MACHADO DE ASSIS AND THE DIVINE COMEDY

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    Abstract This article puts forth the study of references to The Divine Comedy in the work of Brazilian writer Machado de Assis. Therefore, our discussion will dialogue the work of researchers such as Edoardo Bizarri, Jean-Michel Massa, Eugenio Vinci de Moraes.</p
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