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A artificialização da ética: Kant em meio a artefatos
William de Siqueira Piauí; Alexsandra Andrade Santana; Merielle do Espirito Santo Brandão Lauro Iane de Morais; Edson Peixoto Andrade; Edilamara Peixoto de Andrade; Marcos Sávio Aguiar; José Lino da Cruz Junior; Salomão dos Santos Santana; Nelson Lopes Rodrigues; Ruan Gabriel Azevedo Silva
Mais sobre Coringa: do niilismo apolítico para uma nova esquerda, ou porque Trump não é um Coringa.
Tradução e notas: William de Siqueira Piauí; Lauro Iane de Morais; Alexsandra Andrade Santana; Leonardo Leite de Andrade; Edson Peixoto Andrade; Edilamara Peixoto de Andrade; Marcos Sávio Aguiar; Merielle do Espírito Santo Brandão; José Lino da Cruz Junior; Salomão dos Santos Santana; Giovani Pinto Lírio Junior; Charles Guilherme Rodrigues; Judie Lorena; José Alcides Hora Neto; Jéssica Dias Ferreira; Caio Graco Queiroz Maia; Nelson Lopes Rodrigues; Ruan Gabriel Azevedo Silv
NOTAS INTRODUTÓRIAS À NOÇÃO DE POLÍTICA EM DELEUZE
O presente artigo objetiva discutir alguns elementos presentes na obra do Deleuze que, de certa forma, contribuem com a apreensão da noção de política deleuzeana. Parte-se da hipótese de que na obra Lógica do Sentido, já existem indícios de um pensamento político deleuzeano em gestação, quando o autor cita, por exemplo, a expressão “grande política”, relacionando, de certa forma, o conjunto das discussões daquela obra a essa proposta de pensamento acerca do fenômeno político. Contudo, observa-se que, será nas obras O antiÉdipo e Mil Platôs que as ideias políticas do Deleuze serão sistematizadas. Nesse sentido, o trabalho em questão pretende abordar alguns conceitos fundamentais para a compreensão do pensamento político do Deleuze, tais como, casa vazia, singularidades nômades, impessoais e pré-individuais, Corpo sem Órgãos, elementos molares e moleculares, micropolítica, segmentaridades, agenciamentos etc. O caminho a ser percorrido implica pensar a noção de política deleuzeana na obra Lógica do Sentido, entender a ruptura com o estruturalismo e a esquizoanálise como proposta de análise da sociedade na obra O anti-Édipo e, por fim, pensar, a política a partir do Mil Platôs. Palavras-chave: Deleuze; Política; Micropolítica; Devir Revolucionário
A QUESTÃO DA LIBERDADE EM DELEUZE
O presente artigo objetiva discutir a questão da liberdade na filosofia de Deleuze tanto em obras que ele produziu sozinho quanto em obras produzidas em parceria com Guattari. Partimos do pressuposto de que pensar a liberdade em Deleuze é tarefa que pode ser levada a termo quando se considera algumas noções fundamentais, tais como, a noção de singularidades nômades, impessoais e pré-individuais; de inconsciente; de desejo; de prazer; de agenciamentos; de produção, dentre outros. Para tanto, pretendemos fazer um percurso por alguns textos centrais, tais como, Diferença e repetição; Lógica do sentido; O anti-Édipo, Mil Platôs¸ além de A Dobra: Leibniz e o barroco os quais nos permitem observar a dinâmica inconsciente e social que perpassam a produção tanto dos corpos quanto da linguagem. Em primeiro lugar, discutiremos a questão das singularidades nômades, impessoais e préindividuais e a crítica à noção moderna de sujeito. Nesse contexto, a consideração das gênese (estática e dinâmica) e a noção de dobra serão requeridas para pensar os agenciamentos e seus investimentos. A partir daí, consideraremos a questão da repetição em sua relação com o tempo, com a diferença e com o inconsciente observando as implicações para a liberdade. Por fim, discutiremos a respeito do desejo, do gozo, da produção e como isso se relaciona com a afirmação ou negação da liberdade
DERRIDA E DELEUZE: UMA INTRODUÇÃO À FILOSOFIA DA DIFERENÇA
O presente trabalho objetiva analisar o conceito de diferença que surge quando, no esforço de desconstrução, procura-se desmascarar aqueles sentidos que foram forjados pela tradição e pela metafísica e que servem para encobrir o ser. O estudo desse conceito, tão caro à filosofia contemporânea, terá como parâmetros Gilles Deleuze e Derrida. Assim, num primeiro momento, discorreremos sobre o significado da diferença e o modo como ela aparece na filosofia. Em seguida, discutiremos a diferença em Gilles Deleuze, tendo como ponto de partida a obra Diferença e Repetição. Num terceiro momento, à luz da filosofia de Derrida, sobretudo nas obras Margens da Filosofia e Gramatologia, analisaremos a différance em Derrida que, juntamente com a desconstrução, constitui como que o pano de fundo de todo o desenvolvimento de seu pensamento
A PROBLEMÁTICA DA SUBJETIVAÇÃO NA FILOSOFIA DE DELEUZE
Resumo: o presente artigo objetiva discutir a questão do sujeito na filosofia de Deleuze. Para tratar tal questão, o autor francês irá abordar a questão de um suposto campo transcendental feito de singularidades nômades, impessoais e pré-individuais. Aliado a isso, as noções de tempo, de inconsciente, de desejo e prazer serão fundamentais para se pensar a possibilidade da subjetivação enquanto processo e não, como representação. Pretendemos fazer um percurso por alguns textos centrais, tais como, Diferença e repetição; Lógica do sentido e A Dobra: Leibniz e o barroco, os quais nos permitem observar como se dão os processos de subjetivação e de individuação enquanto efetuações singulares. Em primeiro lugar, discutiremos a questão das singularidades nômades, impessoais e pré-individuais e a crítica à noção moderna de sujeito a partir das noções de singularidades, de gêneses e de individuação. A partir daí, consideraremos a questão da repetição em sua relação com o tempo, com a diferença e com o inconsciente observando o modo como as sínteses do tempo ou sínteses da psyché permitem articular as questões do desejo e do gozo. Por fim, discutiremos a noção de compossibilidade e incompossibilidade em Leibniz e como isso se articula às noções de séries divergentes e convergentes na filosofia deleuzeana.Palavras-chave: Deleuze; Sujeito; Singularidades; Desejo
CAPITALISMO E PÓS-VERDADE: A pós-verdade pode ser explicada pelos processos do capitalismo?
O presente artigo, propõe-se analisar as possíveis associações entre as diversas manifestações individuais e grupais da sociedade contemporânea reunidas no conceito de pós-verdade e os processos de produção, distribuição e consumo que engendram o sistema capitalista atual. O texto defende a ideia de que a pós-verdade é expressão do capitalismo, a partir dos referidos processos. Num primeiro momento, apresenta as principais ideias acerca do que é pós-verdade. Em seguida, discorre de forma breve acerca dos processos de produção, distribuição e consumo, como dispostos na introdução da obra Grundrisse, de Karl Marx. Num terceiro momento, discorre-se acerca do consumo, do individualismo e da competição como elementos exemplares, que possibilitam compreender a sociedade capitalista atual. Por fim, analisam-se alguns exemplos que explicitam as configurações da pós-verdade, agrupadas na ideia de produção de verdade, ereção de mitos e eleição de inimigos e busca-se justificar a tese defendida, discutindo-se acerca da religiosidade e dos meios de comunicação na era da pós-verdade
A FILOSOFIA DO ACONTECIMENTO EM DELEUZE
O presente trabalho objetiva analisar o conceito de Acontecimento como aparece na obra de Gilles Deleuze, sobretudo em Lógica do Sentido. Inicialmente apresentaremos o conceito de acontecimento como ponto central da Lógica do Sentido o qual, segundo o filósofo francês, está presente na filosofia estóica e leibniana. Sendo assim, discutiremos a respeito da teoria estóica dos incorporais, tendo como parâmetro os estudos de Émile Bréhier, bem como, a leitura que Deleuze faz de Leibniz no tocante ao “acontecimento”. Por fim, discorreremos a respeito das implicações lógico-filosóficas e de linguagem que o referido conceito acarret
Modelagem em hipermídia de um tutorial para criação de maquetes eletrônicas /
Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico
Condicionantes institucionais e operacionais que interferem na pratica da pesquisa na Universidade Federal de Santa Catarina
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socio-EconomicoPesquisa descritiva realizada com docentes de 33 (trinta e três) cursos de pró-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, a nível de mestrado e doutorado. O estudo teve como objetivo identificar os condicionantes institucionais e operacionais que interferem negativamente na prática de pesquisa na UFSC, bem como verificar se a interferência desses condicionantes ocorre da mesma forma nas diferentes áreas do conhecimento. Os resultados indicaram que os condicionantes institucionais e operacionais que interferem negativamente na prática de pesquisa na UFSC, em maior grau, são: falta de recursos financeiros para realização de pesquisa; inoperância da fundação estadual de apoio à pesquisa; falta de pessoal de apoio; e falta de uma política científica a nível nacional. Constatou-se ainda que a interferência dos condicionantes institucionais não ocorre da mesma forma nas diferentes áreas do conhecimento, enquanto que a interferência dos condicionantes operacionais ocorre praticamente do mesmo modo nas diversas áreas
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