1,651 research outputs found
Recensão de \u27Vergílio Ferreira – Maria Lúcia Dal Farra. Correspondência\u27 de Elisa Nunes Esteves e João Tiago Lima
Reviewed book:Elisa Nunes Esteves e João Tiago Lima (orgs.).Vergílio Ferreira – Maria Lúcia Dal Farra. Correspondência. Lisboa: Âncora Editora, 2019.Resenha do livro:Elisa Nunes Esteves e João Tiago Lima (orgs.).Vergílio Ferreira – Maria Lúcia Dal Farra. Correspondência. Lisboa: Âncora Editora, 2019
Cineastas brasileiras em tempos de ditadura: cruzamentos, fugas, especificidades
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2013.Esta tese trata dos filmes realizados por três diretoras brasileiras durante o período da ditadura militar (1964-1985), atravessados pela irrupção das reivindicações de emancipação e igualdade para as mulheres, principalmente nos anos 1970, e pela repressão do regime militar e seu órgão de censura, que buscavam moralizar a sociedade e manter as mulheres em seus papéis privados, tradicionalmente estabelecidos dentro da cultura e da sociedade brasileiras. Diante desse contexto, busco cartografar os caminhos por onde passam as carreiras de Helena Solberg, Tereza Trautman e Ana Carolina, esboçando e delineando contatos, circulações, citações e influências por meio de outros filmes e cineastas, do movimento de resistência à ditadura e dos #novos cinemas# que surgem a partir dos anos 1950, no período pós-segunda guerra mundial, entre eles o chamado #cinema de mulheres#, que trato aqui como um acontecimento. De maneira radical, essas diretoras adquiriram agenciamento, expandindo os horizontes da esquerda e questionando irreversivelmente o lugar das mulheres dentro das propostas de uma nova sociedade. Os efeitos de uma herança póscolonial perpassam a produção cinematográfica latino-americana, gerando no período recortado a necessidade de se buscar uma #identidade#, relacionada à resistência e a um sonhado novo cenário político, cultural e socioeconômico. A busca de novas estéticas estava intimamente ligada à política e isso esteve presente no trabalho dessas diretoras. A particularidade do cinema realizado por elas é a meta de compreensão desta tese, que busca seus cruzamentos, fugas e especificidades, que se expressam através da linguagem fílmica, mas que se fundem ao cenário de reivindicações dos movimentos sociais contemporâneos.Abstract : This thesis deals with films made by three Brazilian women directors during the military dictatorship (1964-1985), together with the eruption of claims of emancipation and equality for women, mainly in the 1970's, and by the repression of the military government and its censorship organism, which tried to moralize society and keep women in their private roles, traditionally established inside Brazilian culture and society. In this context, I intend to draw a map of the pathways by which passed through Helena Solberg, Tereza Trautman and Ana Carolina's careers, drafting contacts, circulations, citations and influences through other films and directors, the movement of resistance toward the dictatorship and the "new cinemas" that emerged from the 1950's, in the post-second world war period; between them "women's cinema", which I understand here as a happening. In a radical way, these directors acquired agency, expanded the left horizons and irreversibly questioned the place of women inside the purposes of a new society. The effects of a post-colonial heritage crossed Latin-American film production, generating at that moment a necessity of looking for an "identity" related to resistance and to the dream of a new political, cultural and social-economical scenario. The search of new aesthetics was closely related to politics and it was represented in these directors' films. This thesis goal is the particularity of the cinema made by them, looking for their crossroads, escapes and specificities, which are expressed through filmic language, but that are mixed to the contemporary social movements' vindications scenario
Cartas vazias: leituras e leitores de um Centro de Referência de Down
A partir do século XIX, as mulheres passaram a frequentar a escola, foram para a universidade, para o trabalho e para as ruas. Aprender a ler e a escrever trouxe para essas mulheres uma nova rotina de leitura: depois dos livros de reza, vieram os diários, os romances, as revistas femininas, a correspondência, os jornais. Nessa perspectiva, Ana Maria Esteves analisa as práticas de leitura de mulheres, mais particularmente os processos de apropriação da leitura e da escrita de professoras, de mães e de meninas portadoras da síndrome de Down em um Centro de Referência. Trata-se de um estudo de caso, de caráter etnográfico, que clarifica as trajetórias próprias de leitura dessas mulheres que, entre táticas e estratégias, apropriaram-se de maneiras de ler nas relações da oralidade com a cultura escrita e constituíram uma comunidade leitora. Para essas mulheres, a leitura assume uma presença singular no cotidiano e um significado especial em suas vidas
Cartas vazias: leituras e leitores de um Centro de Referência de Down
A partir do século XIX, as mulheres passaram a frequentar a escola, foram para a universidade, para o trabalho e para as ruas. Aprender a ler e a escrever trouxe para essas mulheres uma nova rotina de leitura: depois dos livros de reza, vieram os diários, os romances, as revistas femininas, a correspondência, os jornais. Nessa perspectiva, Ana Maria Esteves analisa as práticas de leitura de mulheres, mais particularmente os processos de apropriação da leitura e da escrita de professoras, de mães e de meninas portadoras da síndrome de Down em um Centro de Referência. Trata-se de um estudo de caso, de caráter etnográfico, que clarifica as trajetórias próprias de leitura dessas mulheres que, entre táticas e estratégias, apropriaram-se de maneiras de ler nas relações da oralidade com a cultura escrita e constituíram uma comunidade leitora. Para essas mulheres, a leitura assume uma presença singular no cotidiano e um significado especial em suas vidas
Cartas vazias
A partir do século XIX, as mulheres passaram a frequentar a escola, foram para a universidade, para o trabalho e para as ruas. Aprender a ler e a escrever trouxe para essas mulheres uma nova rotina de leitura: depois dos livros de reza, vieram os diários, os romances, as revistas femininas, a correspondência, os jornais. Nessa perspectiva, Ana Maria Esteves analisa as práticas de leitura de mulheres, mais particularmente os processos de apropriação da leitura e da escrita de professoras, de mães e de meninas portadoras da síndrome de Down em um Centro de Referência. Trata-se de um estudo de caso, de caráter etnográfico, que clarifica as trajetórias próprias de leitura dessas mulheres que, entre táticas e estratégias, apropriaram-se de maneiras de ler nas relações da oralidade com a cultura escrita e constituíram uma comunidade leitora. Para essas mulheres, a leitura assume uma presença singular no cotidiano e um significado especial em suas vidas
Cartas vazias: leituras e leitores de um Centro de Referência de Down
A partir do século XIX, as mulheres passaram a frequentar a escola, foram para a universidade, para o trabalho e para as ruas. Aprender a ler e a escrever trouxe para essas mulheres uma nova rotina de leitura: depois dos livros de reza, vieram os diários, os romances, as revistas femininas, a correspondência, os jornais. Nessa perspectiva, Ana Maria Esteves analisa as práticas de leitura de mulheres, mais particularmente os processos de apropriação da leitura e da escrita de professoras, de mães e de meninas portadoras da síndrome de Down em um Centro de Referência. Trata-se de um estudo de caso, de caráter etnográfico, que clarifica as trajetórias próprias de leitura dessas mulheres que, entre táticas e estratégias, apropriaram-se de maneiras de ler nas relações da oralidade com a cultura escrita e constituíram uma comunidade leitora. Para essas mulheres, a leitura assume uma presença singular no cotidiano e um significado especial em suas vidas
Setting the scene for good social impact assessment and management
Social impact assessment (SIA) includes the processes of analysing, monitoring and managing the intended and unintended social consequences, both positive and negative, of planned interventions (policies, programmes, plans, projects) and any social change processes invoked by those interventions. SIA is a field of research and practice, and is a discourse and paradigm. Over 50 years, a strong understanding of good practice has developed: explicit recognition of the underlying complexity of the issues SIA deals with; competent practitioners; competent, socially aware project staff and companies; empowered communities; and good governance and regulatory oversight. SIA practitioners ensure that the concerns of affected communities are considered by projects and that there are fair, human rights compatible outcomes from projects. Many specialisations exist within the social performance/SIA field, and social practitioners are expected to be proficient at a wide range of competencies, including empathy, coping with complexity, and accountability
- …
