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Lidando com os falsos amigos: um estudo com base em análise de livros didáticos e em corpus linguístico
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2012A presente pesquisa tem o propósito de identificar e coletar falsos amigos em catorze coleções de livros didáticos para ensino de espanhol a brasileiros, publicadas entre 2001 e 2011 e amplamente utilizadas no país. O objetivo desta pesquisa é examinar o tratamento dado aos falsos amigos nesses livros, a fim de verificar se este é adequado em função das necessidades de uso desses vocábulos, bem como contribuir para as reflexões referentes à delimitação da nominata do Dicionário Bilíngue de Falsos Amigos, que está sendo elaborado pelo Grupo de Pesquisa do CNPq, Dicionários Contrastivos Português-Espanhol. A justificativa para a escolha do livro didático para ensino de espanhol como objeto de estudo é o fato de este ser a base da maior parte dos contextos de ensino de línguas estrangeiras. Norteiam a pesquisa cinco perguntas: 1. Qual a ocorrência de cada falso amigo dentro de cada coleção? 2. Qual a ocorrência de cada falso amigo em todas as coleções? 3. Quais os falsos amigos mais recorrentes em todas as coleções? 4. Qual o ocorrência de cada falso amigo no CREA? 5. Em quais contextos os falsos amigos selecionados aparecem? Para responder a estas perguntas, a metodologia aplicada na pesquisa consiste em verificar a frequência de uso dos falsos amigos encontrados nos livros didáticos e no #Corpus de Referencia del Español Actual# (CREA), verificando se sua seleção se baseia no número de ocorrências - frequência. Este trabalho integra as reflexões desenvolvidas em torno do subprojeto de pesquisa #Parâmetros para a elaboração de um dicionário de falsos amigos na direção portuguêsespanhol# (DiFAPE), que vem sendo desenvolvido na Universidade Federal da Santa Catarina, sob a coordenação da Prof.ª Dr.ª Adja Balbino de Amorim Barbieri Durão. Neste projeto, o livro didático serviu como um dos filtros para a seleção dos lemas que farão parte do dicionário que está sendo produzido, de modo que, sendo coerente com esse filtro, toma-se o livro didático como fonte dos falsos amigos a serem cotejados com a informação a ser extraída do Corpus CREA. Este trabalho foi dividido em sete capítulos: no primeiro deles, faz-se uma breve revisão de estudos sobre aquisição de línguas estrangeiras e aquisição do vocabulário/léxico; no segundo, revisa-se estudos sobre falsos amigos, examinando as diversas terminologias, características e a classificação; no terceiro capítulo, discutem-se as contribuições da Linguística contrastiva, apresentando a descrição do modelo de Análise contrastiva, além de uma breve revisão dos conceitos de transferência, interferência e interlíngua; no quarto, apresenta-se um histórico da Linguística de corpus, expondo seus conceitos, noções e procedimentos do trabalho com corpora; no quinto, explica-se a metodologia e apresenta-se a ferramenta do nosso trabalho; no sexto capítulo, expõe-se a análise dos dados, apresentando as tabelas e listas que contém os falsos amigos selecionados e os resultados obtidos no CREA; no sétimo, discutem-se os resultados da pesquisa.Resumen : La presente investigación tiene el propósito de identificar y colectar falsos amigos en catorce colecciones de libros didácticos para enseñanza de español a brasileños, publicadas entre 2001 y 2011 y utilizadas de manera amplia en el país. El objetivo de esta investigación es examinar el tratamiento dado a los falsos amigos en esos libros, para verificar si él es adecuado en función de las necesidades de uso de esos vocablos, así como contribuir para las reflexiones referentes a la delimitación de la nominata del Dicionário Bilíngue de Falsos Amigos, que está siendo elaborado por el Grupo de Investigación del CNPq, Dicionários Contrastivos Português-Espanhol. La justificativa para la elección del libro didáctico para enseñanza de español como objeto de estudio es el hecho de este ser la base de la mayoría de los contextos de enseñanza de lenguas extranjeras. Cinco preguntas guían la investigación: 1. ¿Cual la incidencia de cada falso amigo dentro de cada colección? 2. ¿Cual la incidencia de cada falso amigo en todas las colecciones? 3. ¿Cuales son los falsos amigos con más incidencia en todas las colecciones? 4. ¿Cual la incidencia de cada falso amigo en el CREA? 5. ¿En cuales contextos aparecen los falsos amigos seleccionados? Para responder a estas preguntas, la metodología aplicada en la investigación consiste en verificar la incidencia de uso de los falsos amigos encontrados en los libros didácticos y en el #Corpus de Referencia del Español Actual# (CREA), verificando si su selección se basa en el número de incidencia - frecuencia. Este trabajo integra las reflexiones desarrolladas en torno al subproyecto de investigación #Parâmetros para a elaboração de um dicionário de falsos amigos na direção português-espanhol# (DiFAPE), que viene siendo desarrollado en la Universidad Federal da Santa Catarina, bajo la coordinación de la Prof.ª Dr.ª Adja Balbino de Amorim Barbieri Durão. En este proyecto, el libro didáctico sirvió como uno de los filtros para la selección de los lemas que formarán parte del diccionario que está siendo producido, de modo que, siendo coherente con ese filtro, se toma el libro didáctico como fuente de los falsos amigos que serán cotejados con la información a ser extraída del Corpus CREA. Este trabajo fue dividido en siete capítulos: en el primer, se hace una breve revisión de estudios acerca de adquisición de lenguas extranjeras y adquisición del vocabulario/léxico; en el segundo, se revisa estudios relativos a los falsos amigos, examinando las diversas terminologías, características y la clasificación; en el tercer capítulo, se discuten las contribuciones de la Lingüística contrastiva, presentando la descripción del modelo de Análisis contrastivo, además de una breve revisión de los conceptos de transferencia, interferencia e interlengua; en el cuarto, se presenta un histórico de la Lingüística de corpus, exponiendo sus conceptos, nociones y procedimientos del trabajo con corpora; en el quinto, se explica la metodología y se presenta la herramienta de nuestro trabajo; en el sexto capítulo, se expone el análisis de los datos, presentando las tablas y listas que contienen los falsos amigos seleccionados y los resultados obtenidos en el CREA; en el séptimo, se discuten los resultados de la investigación
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FIGURES 14, 15. Anapausis mayana. Abdominal sclerites. 14. Tergite 2. 15. Sternite 4.Published as part of Amorim, Dalton De Souza & Balbi, Maria Isabel P. A., 2006, A review of Anapausis Enderlein (Diptera: Scatopsidae) in the Neotropical Region, with four new species and comments on the phylogeny of the genus, pp. 1-29 in Zootaxa 1300 on page 13, DOI: 10.5281/zenodo.17362
A review of Anapausis Enderlein (Diptera: Scatopsidae) in the Neotropical Region, with four new species and comments on the phylogeny of the genus
Amorim, Dalton De Souza, Balbi, Maria Isabel P. A. (2006): A review of Anapausis Enderlein (Diptera: Scatopsidae) in the Neotropical Region, with four new species and comments on the phylogeny of the genus. Zootaxa 1300: 1-29, DOI: 10.5281/zenodo.17362
First Neotropical species of genus Azana (Diptera: Mycetophilidae: Sciophilinae)
Amorim, Dalton De Souza, Oliveira, Sarah Siqueira, Balbi, Maria Isabel P. A. (2008): First Neotropical species of genus Azana (Diptera: Mycetophilidae: Sciophilinae). Zootaxa 1937: 67-68, DOI: 10.5281/zenodo.18497
Anapausis mayana Amorim & Balbi, 2006, sp. nov.
<i>Anapausis mayana</i> sp. nov. <p>(Figs. 12–19)</p> <p> <b>Material analyzed.</b> HOLOTYPE male, PANAMA, C.Z. Barro Colorado I., July 1967, W.W. Wirth, light trap. PARATYPE, 1 female, PANAMA, C.Z., Colón (NHM). Types at the NHM.</p> <p> <b>Diagnosis.</b> Vesica largely developed, sternite 10 divided into pair of digitiform distal sclerites, parameres well sclerotized, distally bifid.</p> <p> <b>Description</b></p> <p> Similar to <i>A. wirthi</i> in all aspects, except as follows.</p> <p> <i>Male.</i> Measurements (in mm). Body length, 1.74; wing length, 1.20; wing width, 0.50. Color. Dark brown specimens, mouthparts ochre­yellowish, antennae ochre. Thoracic sclerites ochre, scutum slightly darker; legs brownish ochre, except light ochre tarsi. Wings translucent, except brownish veins, posterior ones lighter. Tergites brown, sternites light brown. Terminalia brown. Thorax (Fig. 12). Antepronotal setae, 26–30; proepisternals, 6; proepimerals, 6; spiracular sclerite setae, 8; anepisternals, 14/8; katepisternals, 16; mesepimerals, 5–7/5–7; merals, 0; subspiraculars, 5; supra­alars, 4; pedicelars, absent; a number of longer scutellar setae not in regular row. Wing (Fig. 13). Abdomen (Figs. 14–15). Terminalia (Fig. 16): seminal vesica very large, aedeagus ending on short apical tube; parameres clearly present, bare, well sclerotized, distally bifid; gonostyles deeply bifid, both extensions digitiform and setose; very modified gonocoxites as pair of projections mesal to gonostyles, each with 3 setae; T8+9 well developed, with pair of spiracles; S10 as pair of distal, finger­like projections completely separated from each other. Lobes of sternite 7 apparently absent.</p> <p> <i>Female.</i> As for male, except as follows. Terminalia (Figs. 17–19) with pair of gonapophyses VIII. Pair of translucent lobes internally on terminalia arising anteriorly from sternite 9. Tergite 10 rather well sclerotized. T8+9 with pair of spiracles clearly produced, vaginal furca laterally compressed.</p> <p> <b>Etymology</b>. The name of this species derives from the word Maya, a reference to the ancient populations living in the Yucatán peninsula and some other southern Central American areas from about 1,500 B.C. to about 1,500 A.D.</p> <p> <b>Comments.</b> The male terminalia of <i>A. mayana</i> are exceptionally simple, compared with other species of the genus, a condition acquired by some degree of simplification of the generic groundplan pattern. The shape of the gonostyles, parameres, and the S10 sclerites allows its immediate differentiation from <i>A. wirthi</i>.</p>Published as part of <i>Amorim, Dalton De Souza & Balbi, Maria Isabel P. A., 2006, A review of Anapausis Enderlein (Diptera: Scatopsidae) in the Neotropical Region, with four new species and comments on the phylogeny of the genus, pp. 1-29 in Zootaxa 1300</i> on pages 11-14, DOI: <a href="http://zenodo.org/record/173627">10.5281/zenodo.173627</a>
Anapausis mourei Amorim & Balbi, 2006, sp. nov.
Anapausis mourei sp. nov. (Figs. 26–27) Material analyzed. HOLOTYPE female, BRASIL, SP, Ribeirão Grande, Parque Estadual Intervales, Malaise Trap T 3, 24 º 15 ’ S, 48 º 10 ’ W, 13–16.xii. 2000, M.T. Tavares & eq. cols. Diagnosis. The female of A. mourei sp. nov. can be immediately recognized by the large, toothlike, well sclerotized projection mesally on T 8 + 9. Description Male. Unknown. Female. Measurements (in mm). Body length, 2.48; wing length, 1.80; wing width, 0.72. Color. Regularly shining dark brown, with light brown transverse stripe on all femora and tibiae. Head elliptical, macrotrichia covering posterior 3 / 4 of occiput, microtrichia covering posterior half; eyebridge complete; flagellum with 8 articles, single regular whorl of setae per flagellomere except for distal one, with 2 whorls; lateral ocelli about twice width of mesal one; no setae on front above antennae; labella small, maxillary palpus well developed, slender to apex, covered with setae and microtrichia, sensory pits and sensillae absent; cardo well developed. Thorax. Antepronotal setae, 32; proepisternals, 10; proepimerals, 8; spiracular sclerite setae, 8; anepisternals, 10 / 8; katepisternals, 13; mesepimerals, 6 / 3; merals, 4; subspiraculars, 4; supraalars, 6; pedicelars, one; a number of longer scutellar setae not in regular row. Wing (Fig. 26). M 1 long, broken at base, not converging basally towards M 2; A 1 produced; cell m 1 with 3 macrotrichia; m 2, 15; m 4, 17–21; cuA 2, 10–15; a 1, 4–5. Abdomen. S 7 and T 7 rectangular, unmodified. Terminalia (Fig. 27). Similar to those of A. clivicola, with pair of small, lateral tubercular projections on S 8 with a number of setae, plus additional group of setae more anteriorly. T 8 + 9 with odd mesal, wellsclerotized projection. Terminalia characteristically devoid of microtrichia. Etymology. This species is named after Father Jesus Santiago Moure, eminent Brazilian hymenopterist, who not only contributed to the systematics of the Neotropical bees, but also supervised a number of Brazilian entomologists. Comments. The presence of the pair of bursae associated with S 8 in the female terminalia is shared with other Neotropical species of the genus. Anapausis mourei sp. nov. is similar to A. clivicola and to A. fuscinervis, as can be inferred from the shape of the maxillary palpus, of the proepimeron, and of the spiracular sclerite. The shape of M 1 in the wing, directed basally toward R 5, not toward M 1 + 2, is shared as well with A. clivicola sp. nov. and A. fuscinervis. The very typical sclerotized mesal tooth on the female T 8 + 9 is shared with A. fuscinervis, but the lateral setose lobes on S 8 present in A. mourei sp. nov. are shared with A. clivicola sp. nov., not with A. fuscinervis. The description of the male of A. mourei sp. nov. would help clarify the relationships of these three species within this small clade of the genus.Published as part of Amorim, Dalton De Souza & Balbi, Maria Isabel P. A., 2006, A review of Anapausis Enderlein (Diptera: Scatopsidae) in the Neotropical Region, with four new species and comments on the phylogeny of the genus, pp. 1-29 in Zootaxa 1300 on pages 18-19, DOI: 10.5281/zenodo.17362
Azana Walker
Azana Walker Azana Walker, 1856: 26. Type –species. Azana scatopsoides Walker, 1856: 26 (monotypy) (= Azana anomala Staeger, 1840).Published as part of Amorim, Dalton De Souza, Oliveira, Sarah Siqueira & Balbi, Maria Isabel P. A., 2008, First Neotropical species of genus Azana (Diptera: Mycetophilidae: Sciophilinae), pp. 67-68 in Zootaxa 1937 on page 67, DOI: 10.5281/zenodo.18497
FIGURE 2. Tarphius isabelae Serrano & Borges n in A new species of Tarphius Erichson, 1845 (Coleoptera: Zopheridae) from North Africa and notes on an Iberian species
FIGURE 2. Tarphius isabelae Serrano & Borges n. sp., female genitalia (ventral view).Published as part of Serrano, Artur R. M., Amorim, Isabel R. & Borges, Paulo A. V., 2013, A new species of Tarphius Erichson, 1845 (Coleoptera: Zopheridae) from North Africa and notes on an Iberian species, pp. 493-500 in Zootaxa 3613 (5) on page 496, DOI: 10.11646/zootaxa.3613.5.5, http://zenodo.org/record/21683
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