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    Condições de vida de crianças e jovens que vivem em unidades de abrigo: a percepção pelos jovens e pelas crianças e os processos de gestão dessas condições pelos que cuidam da instituição

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia.A sociedade precisa conhecer como são realizados os cuidados de crianças e adolescentes que vivem em unidades de abrigo. Quando inseridas nessas instituições, crianças e jovens passam a ter por elas norteadas suas relações. Sendo assim, é fundamental que todos os recursos utilizados pela instituição sejam concebidos, realizados e administrados, em função das necessidades da população, produzindo os benefícios para os quais a instituição foi criada. Do ponto de vista da organização, nesse caso unidades de abrigo, os investimentos realizados na estrutura e processos organizacionais que permeiam os procedimentos de atendimento de crianças e jovens, refletem diretamente nas condições de trabalho dos colaboradores e nas condições de vida dessa população. É preciso identificar quais ações precisam ser realizadas para garantir um equilíbrio entre as necessidades básicas das crianças e adolescentes e o ambiente que lhes é oferecido. O encaminhamento para unidades de abrigo, em muitas dessas situações é a única medida de proteção existente e talvez possam, com conhecimentos apropriados, serem melhoradas. Para isso, foram utilizados como fontes de informação documentos (as fichas de controle das crianças e jovens), observação direta das condições habitacionais da unidade de abrigo e entrevistas. Participaram das entrevistas dois dirigentes do abrigo, oito colaboradores e dez crianças e jovens que vivem em abrigos. Os instrumentos de coletas de dados foram elaborados a partir da análise das variáveis consideradas importantes para construir resposta ao problema de pesquisa. Os resultados mostram que, a quantidade de crianças do gênero masculino e feminino são próximas e há uma distribuição de crianças em todas as faixas de idade, no entanto, ocorre uma maior densidade na faixa etária do zero aos três e dos dez aos doze. A maior parte dos abrigados permanece na instituição num período de zero a doze meses. Há maior quantidade de egressos nos meses de novembro, dezembro e janeiro. Existem falhas nos registros feitos para controlar o fluxo de crianças e adolescentes abrigados. Os dados são registrados de forma insuficiente. Os agentes da unidade de abrigo perdem o controle sobre o destino dos encaminhamentos das crianças, quando essas são retiradas do abrigo pelo conselho tutelar. Em relação às condições habitacionais, foi verificado que há dormitórios que não possuem quantidade suficiente de móveis para as crianças e jovens dormirem. Os equipamentos do refeitório e da cozinha são apropriados para atender as necessidades das crianças, assim como as instalações existentes nos banheiros e na lavanderia possuem os equipamentos necessários para manter em boas condições a higiene pessoal e as roupas das crianças e jovens. A fonte de iluminação utilizada em todos os ambientes parece ser condizente com a estrutura habitacional do abrigo. Os resultados da entrevista com os dirigentes mostram que há diferença de idade, estado civil e grau de escolaridade entre eles. Além disso, há características nos procedimentos de atendimento indicadas por eles que afetam as condições de vida das crianças e jovens. As entrevistas com colaboradores indicam que a maioria é do gênero feminino, com faixa etária e nível de escolaridade diversificado. Os colaboradores possuem alto grau de satisfação com o seu trabalho, mesmo enfrentando algumas condições adversas. Os principais reforçadores que as crianças têm são o comer, o brincar e os colegas. Os comportamentos dos administradores não dizem respeito às necessidades das crianças e aos problemas que precisam ser resolvidos pela instituição por meio de seus gestores

    Violência familiar: dinâmica relacional das redes pessoais significativas de mulheres acolhidas em casa-abrigo

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2014.O fenômeno da violência contra a mulher tem sido cada vez mais visado socialmente e as políticas públicas têm criado medidas e ações que favoreçam o enfrentamento do problema, dentre elas a criação de casas-abrigo para mulheres que se encontram em risco de morte. Sustentado por diferentes elementos que interagem entre si, as mulheres que se encontram nessa situação ainda possuem dificuldades de acessar pessoas e instituições que possam atuar como fontes de ajuda e apoio para enfrentar o problema. Assim, o objetivo da presente pesquisa foi compreender a dinâmica relacional familiar e das redes pessoais significativas de mulheres que sofreram violência familiar e viveram em casa-abrigo. O posicionamento epistemológico deste estudo foi ancorado no pensamento complexo que permitiu olhar para o fenômeno da violência em contexto. Associado ao pensamento complexo, utilizou-se a base teórica do modelo bioecológico do desenvolvimento humano, que considera os níveis de integração presentes nas relações entre a pessoa e o ambiente ao longo do tempo. Estudo qualitativo, do qual participaram 12 mulheres que vivenciaram situações de violência familiar e viveram em uma casa-abrigo. Os instrumentos para a coleta de dados foram a entrevista semiestruturada e o Mapa de Redes. A análise de dados foi realizada por meio da teoria Teoria Fundamentada Empiricamente em conjunto com os recursos do software Atlas/ti 5.0, que possibilitou a organização e integração dos dados em seis categorias. Os resultados evidenciaram que o significado atribuído à violência esteve pautado principalmente na violência psicológica. Dentre os tipos de violência, foram identificadas a violência física e psicológica, sobretudo a ameaça de morte, além do reconhecimento da violência sexual e financeira. A ansiedade e os estados depressivos foram os principais sintomas de sofrimento psíquico. A vergonha, o medo e a humilhação estiveram entre os sentimentos destacados pelas mulheres em relação à situação de violência que vivenciaram. O enfrentamento da violência esteve focado tanto no problema quanto nas emoções, destacando o trabalho, as atividades intelectuais, a busca por amigos e a casa-abrigo. A casa-abrigo proporcionou suporte e proteção às mulheres, além de momentos de reflexão que as ajudaram no enfrentamento do problema. Os profissionais do local estiveram presentes nos Mapas de Redes de todas as participantes, sendo apontado como pessoas importantes, que ofereceram ajuda e apoio diante da situação. As redes pessoais significativas se mostraram pequenas e fragilizadas antes das mulheres irem para a casa-abrigo. Em contrapartida, após a saída do local, observou-se aumento do número de pessoas das redes, sobretudo de familiares, além do aumento do vínculo relacional e grau de intimidade entre as mulheres e as pessoas de sua rede significativa.Verificou-se que havia um distanciamento das participantes em relação às suas redes, ao passo que quando solicitadas desempenham um papel decisivo tanto para o acolhimento da mulher, quanto para a visibilização do fenômeno da violência, com o incentivo à denúncia. Estas redes geram possibilidades efetivas de interromper e/ou terminar com o problema, proporcionando melhores condições em termos de qualidade de vida às mulheres e configurando-se como importante estratégia para o enfrentamento da violência. Destaca-se a importância da sensibilização e preparação dos profissionais da casa-abrigo em torno da temática e a necessidade de conhecerem as pessoas da rede significativa das participantes e as funções que essas pessoas desempenham, para que possam intervir de maneira a mobilizar e encontrar co-responsáveis pelo cuidado dessas mulheres no enfrentamento do problema da violência.<br

    O fogo da modernização: tradição e tecnicismo no Abrigo de Menores do Estado de Santa Catarina em Florianópolis (1940-1980)

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Sociologia PolíticaEsta pesquisa pretende ilustrar as atividades que a Ordem marista e o Serviço Social desenvolveram no então "Abrigo de Menores" posteriormente nomeado "Educandário XXV de Novembro" (1940 a 1980), em Florianópolis - Santa Catarina, com o objetivo principal de identificar os fatores que determinaram as mudanças da política de atendimento à infância carente ocorridas na instituição. Para tanto, foi preciso primeiro sintetizar a trajetória do conceito de infância e dos Códigos de Menores no Brasil para contextualizar a instituição, bem como mostrar o crescimento urbano da capital que em quatro décadas transformou-se sensivelmente. Sucessivamente, foram realizadas seis entrevistas escolhendo três representantes de cada vertente, tendo em vista a análise da instituição dentro do processo de modernização brasileira e a substituição da tradição da Pedagogia Marista com o tecnicismo do Serviço Social. Partindo das principais características relativas à modernização segundo a definição de Boudon e Bourricaud, isto é, mobilização, laicização e diferenciação, relevamos que as transformações ocorridas no "Abrigo de Menores" espelharam o panorama político brasileiro e mais especificamente as rivalidades entre os partidos PSD e UDN no Estado. Outros determinantes fatores foram a incompatibilidade entre as concepções do assistencialismo religioso e o tecnicismo do Serviço Social que veio a fortalecer-se após o Golpe Militar de 64, com a instituição da "Fundação Nacional de Bem Estar do Menor" (FUNABEM) portadora da concepção de que principal objetivo do Serviço Social era a reinserção familiar do "menor" e não mais manter o sistema de internato. Assim, o próprio Governo deixou aos poucos de financiar a instituição que viu sua extinção definitiva após um incêndio no dia 30/03/1980. Tais novas concepções resultaram na atual doutrina da "proteção integral" inserida no "Estatuto da Criança e do Adolescente" (ECA) de 1990, que reconhece principalmente as crianças como portadoras de direitos

    O Resgate da História de vida de meninos a partir do abrigamento na Casa Lar Emaús: relato de uma experiência

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    TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio Econômico, Curso de Serviço SocialO presente Trabalho de Conclusão de Curso foi realizado a partir da experiência de Estágio Curricular Obrigatório I e II na Ação Social Missão # Casa Lar Emaús. Busca resgatar a história de vida das crianças e adolescentes abrigados na instituição, entre 06 a 17 anos, a partir da elaboração de um livro de recordações do qual poderão levar consigo ao se desligarem do abrigo. Para a realização do trabalho foi utilizada como metodologia a pesquisa documental das crianças e adolescentes do abrigo, estudo bibliográfico e trabalho com as crianças e adolescentes. O trabalho está dividido em duas seções, sendo que na primeira realizou-se a contextualização histórica do abandono na Europa e no Brasil e posteriormente as Leis que embasaram a temática da infância no Brasil até a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Na segunda seção abordou-se a dinâmica de um abrigo, a atuação do Assistente Social nessa área e para finalizar a experiência de estágio na implementação do projeto de intervençã

    Possibilidades de intervenção interdisciplinar no Lar São Vicente de Paulo: é possível a provisoriedade da medida de proteção?

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    TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio Econômico, Curso de Serviço Social.O presente trabalho tem por finalidade contribuir para a discussão acerca das possibilidades de retorno da criança institucionalizada à família de origem. uma vez que o afastamento da criança de seu ambiente familiar traz prejuízos emocionais para o infante e viola o seu direito fundamental à convivência familiar e comunitária. Num contexto social marcado pela exclusão e retração do Estado da esfera social, as famílias empobrecidas não têm encontrado recursos materiais e emocionais para proteger seus membros em condição peculiar de desenvolvimento, em especial, as crianças, resultando, muitas vezes, numa intervenção tardia do Estado # a aplicação da medida de proteção abrigo em entidade. preconizada no Estatuto da Criança e do Adolescente # ECA. Diante da atribuição do abrigo de preservar os vínculos e cumprir as determinações do Estatuto de serem recursos provisórios, este trabalho, também, socializará urna proposta de intervenção desenvolvida junto às famílias cujos fi lhos foram submetidos à medida protetiva no Lar São Vicente de Paulo, explicitando o relevante papel das redes sociais de apoio no processo de desabrigamento. Considerando a necessidade de uma intervenção com enfoque mais sócio-terapêutico. devido ao sofrimento familiar e da criança # conseqüência do rompimento dos vínculos afetivos # as ações sócio-terapêuticas orientaram estas intervenções. Porém, em alguns momentos, no sentido de socializar informações, as ações adquiriram um caráter sócio-educativo na perspectiva da cidadania e dos direitos destes usuário

    Acolhimento Institucional e Reintegração Familiar: possibilidades e desafios

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    TCC (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Socioeconômico. Serviço Social.Este trabalho é resultado da experiência de Estágio Supervisionado em Serviço Social, no período de 2013.2 e 2014.1, realizado na instituição Abrigo Institucional Nova Direção. Esta instituição presta o serviço de acolhimento institucional no município de Palhoça, recebendo crianças e adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade, expressada através de violência, pobreza, negligência, abandono, abuso e exploração sexual, consumo e tráfico de drogas, entre outros. Enquanto estas crianças e adolescentes permanecem em acolhimento institucional, faz-se necessário investir em um plano de intervenção que garanta os direitos previstos no ECA e nos demais marcos regulatórios para que sejam efetivados, pois considera–se que no período anterior ao acolhimento, nem mesmo eles e suas famílias tiveram acesso a tais direitos. Diante disso, este trabalho visou abordar, de forma mais específica, com base nos marcos normativos e regulatórios que regem o serviço de acolhimento institucional: o processo de reintegração familiar das crianças e adolescentes acolhidas no Abrigo Institucional Nova Direção; o olhar da equipe técnica enquanto facilitadores nesse processo; os principais aspectos relativos a esta temática levando em consideração a trajetória histórica-social da criança e do adolescente, bem como de suas famílias. Neste processo, percebe-se um grande empenho da equipe técnica da instituição de acolhimento, mesmo não tendo condições de trabalho ideais, executam ações na direção de promover o resgate, o fortalecimento e/ou manutenção dos vínculos com a família em que as crianças e adolescentes serão inseridas, seja a de origem, extensa ou a substituta

    Thermal expansion anomalies of R(Fe, M)(12) (R=Y, Nd; M=Mo and Si)

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    Structural and thermal-expansion anomaly studies on R(Fe,M)(12) (R=Nd and and Y, M=Mo and Si) compounds were performed by x-ray diffraction. Mo atoms occupy the 8i site. While Si atoms occupy the 8f and 8j sites but not the 8i site. Thermal-expansion anomaly shows only in ab plane in the Mo compounds, while becomes very weak and along with only the c axis in the Si compounds. The anomaly was attributed to the contribution of the interactions of short Fe-Fe distances similar to the previous explanation on other R-Fe intermetallics and that of other strongly positive interactions such as 8j-8j. (c) 2005 American Institute of Physics.http://gateway.webofknowledge.com/gateway/Gateway.cgi?GWVersion=2&SrcApp=PARTNER_APP&SrcAuth=LinksAMR&KeyUT=WOS:000230168300025&DestLinkType=FullRecord&DestApp=ALL_WOS&UsrCustomerID=8e1609b174ce4e31116a60747a720701Physics, AppliedSCI(E)EICPCI-S(ISTP)

    Letter from Thomas R. Bodine, American Friends Service Committee Seattle office, to Mary M. Kimber, May 25, 1942

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    Letter from Thomas R. Bodine to Mary M. Kimber, asking Kimber to visit individuals from the Puget Sound area incarcerated at Pinedale Assembly Center: Rev. Daisuke Kitigawa, Waichi Oyanagi, Chisako Higuchi, Mutsuo Hasiguchi and Mrs. Matsuoka, Makato Kobukata, the Hirabayashi family, and Violet Yokoyama. A note in pencil at the top of the page: "Burcham." A response letter from Grace and Calvin Coke to Thomas R. Bodine is found in item: chs_ms840_0306.Personal correspondence, organizational records, government documents, publications, and other papers created or collected by Joseph R. Goodman documenting the forced removal and incarceration of Japanese Americans during World War II, as well as organized resistance to incarceration. Included in the collection are records of the Japanese Young Men's Christian Association and the Japanese American Citizens' League in San Francisco, including papers of the Japanese YMCA's executive secretary Lincoln Kanai; Sakai family papers; Goodman's correspondence to and from Japanese American incarcerees, organizations opposing forced removal and incarceration of Japanese Americans, the War Relocation Authority, and others; publications, photographs, and ephemera from the Topaz Relocation Center, where Goodman taught high school; War Relocation Authority records and publications; and newspaper clippings, pamphlets, and reports about forced removal and incarceration created by various government, religious, and civic organizations, in California and nationwide

    A 2 h periodic variation in the low-mass X-ray binary Ser X-1

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    Spectroscopy of the low-mass X-ray binary Ser X-1 using the Gran Telescopio Canarias have revealed a ?2 h periodic variability that is present in the three strongest emission lines. We tentatively interpret this variability as due to orbital motion, making it the first indication of the orbital period of Ser X-1. Together with the fact that the emission lines are remarkably narrow, but still resolved, we show that a main-sequence K dwarf together with a canonical 1.4 M? neutron star gives a good description of the system. In this scenario, the most likely place for the emission lines to arise is the accretion disc, instead of a localized region in the binary (such as the irradiated surface or the stream-impact point), and their narrowness is due instead to the low inclination (?10°) of Ser X-1

    "Closing the R&D Gap, Evaluating the Sources of R&D Spending"

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    Both spending and tax policies have been implemented in the United States with the goal of stimulating private sector research and development (R&D). Karier questions whether current R&D policy, especially the research and experimentation tax credit, can contribute to closing the gap between nondefense expenditures on R&D in the United States and such expenditures in other countries, such as Japan and Germany. He also explores possible changes to our current R&D policy to make it more effective.
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