hprints.org Nordisk humaniora-eprintarkiv - the Nordic arts and humanities e-print archive
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SIMA 2017: Anais do VI Simpósio Internacional de Música na Amazônia
International audienceUniversidade do Estado do Amapá (UEAP) sediou nos dias 16 a 18 de novembro a 6ª edição do Simpósio Internacional de Música na Amazônia - SIMA. O Simpósio é uma idealização do Núcleo Amazônico de Pesquisa em Música, coordenado pelo professor Damián Keller (NAP, UFAC-IFAC). Nesta edição, o SIMA contou com comunicações de pesquisas, mesas, minicursos e apresentações artísticas. Os palestrantes convidados vieram de diversas universidades do Brasil, além do ilustre convidado internacional Prof. Apollinaire Anakesa da Université des Antilles (Martinica) que apresentou a conferência no evento. O Simpósio teve a presença de professores, estudantes e interessados em música do Estado do Amapá, além de uma significativa participação de professores e estudantes de outros estados, que atuaram ativamente no evento. O evento veio colaborar com a consolidação do Curso de Licenciatura em Música no Amapá, recentemente implantado na Universidade do Estado do Amapá e no Instituto de Ensino Superior do Amapá (IESAP), ajudando para o fortalecimento da pesquisa em Música no Estado. Dentre os tópicos abordados destacaram-se a problemática enfrentada pelos cursos de Licenciatura em música e os avanços na aplicação de ferramentas tecnológicas nas atividades Musicais. As edições anteriores do evento foram realizadas na Universidade Federal do Acre (UFAC) e no Instituto Federal do Acre em 2010 e 2013, nas Universidades do Estado do Amazonas (UEA) e Federal do Amazonas (UFAM) em 2014, na Universidade Federal de Rondônia em 2015 (UNIR), e na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA) em 2016. O SIMA obteve financiamento do programa PAEP/CAPES. Para a realização do evento, a UEAP contou também com parcerias locais do Centro de Educação Profissional em Música Walkíria Lima e do Instituto de Ensino Superior do Amapá (IESAP)
Drapieżne konferencje: nieetyczne praktyki konferencyjne zagrażające nauce
International audienceThis paper describes the phenomenon ‘predatory conferences’, the characteristics of predatory conferences, and it describes the problems they cause for science. Predatory conferences fail to properly manage peer review, frequently have imaginary conference committee, do not operate any quality control, are unclear about payment requirements and about conference organizer or location. Towards the end of the paper it is discussed what can and should be done to eliminate or reduce the effects of predatory conferences.Artykuł opisuje zjawisko “drapieżnych konferencji”, przedstawia ich charakterystyczne cechy oraz opisuje spowodowane tym problemy przynoszące szkodę nauce. Drapieżne konferencje nie prowadzą rzetelnego procesu recenzyjnego, często mają fikcyjny komitet organizacyjny, nie są przejrzyste w kwestiach finansowych oraz siedziby, i publikują niemalże wszystko w publikacjach pokonferencyjnych. W zakończeniu artykułu wskazane jest jak można walczyć z drapieżnymi konferencjam
Ocidente
International audienceOCIDENTE Redigimos esse texto na cidade de Rio Branco, no Estado do Acre, a capital mais ocidental do Brasil, situada na Região Norte. Contudo, para aproximar-nos tanto ao Ocidente quanto ao Norte globais sem ultrapassar a fronteira nacional, precisaríamos percor-rer vários milhares de quilômetros em direção sul-oriental, até chegar ao Sudeste Metropolitano, centro nevrálgico do país. E depois, desde esse "embrião de uma futura megalópole", onde "se localiza o maior parque industrial da América Latina", teríamos a opção de viajar por 8.000 km rumo a nordeste, para finalmente chegar à Europa, cuja cultura, conforme um livro para as escolas que chegou às nossas mãos, "é ocidental, baseada no alfabeto latino, nas religiões judaico-cristãs e na idéia de progresso ou desenvolvimento material". Ou alternativamente, poderíamos ficar ainda dentro das fron-teiras nacionais, e visitar o Sul, cuja cultura, segundo outro manual escolar, é "muito influenciada pelos hábitos e costumes dos imigrantes europeus", o que acompanha as "maiores taxas de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)" do país. Aliás, vários guias turísticos online mostram que tanto o Sul quanto o Sudeste estão cheios de "cidades incríveis que vão fazer você se sentir na Europa sem precisar cruzar o oceano". Pomerode (SC), aparentemente, "preserva até hoje o estilo germânico de ser", enquanto "nem parece que Holambra fica em São Paulo", já que "encanta a todos com sua variedade botânica, além da arquitetura e cultura inspiradas na Holanda", e que, portanto, "é um lugar tranquilo para quem ama passear"
O que queremos dizer quando falamos de tecnologia musical na Amazônia
International audienceCom este texto pretendo participar à mesa redonda apresentando um relato reflexivo sobre as minhas atividades de ensino, extensão e pesquisa que colaboram com o Núcleo Amazônico de Pesquisa Musical-NAP. Entre eles, tem o Grupo de Improvisação Livre-GIL, vinculado ao Curso de Licenciatura em Música da Universidade Federal do Acre e o Grupo Música e Decolonialidade, ativo ao interno do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade, da mesma universidade. Visto que ao momento me estou dedicando aos estudos do discurso, começarei das palavras para ver como elas formam o título da nossa mesa redonda, isto é, "O impacto tecnológico nas práticas criativas musicais: perspectivas para a Amazônia". Me concentrarei sobretudo nas palavras "tecnologia", "música" e "Amazônia". Conforme o filósofo russo Mikhail Bakhtin, qualquer signo é indissoluvelmente conectado a dinâmicas sociais e estruturas ideológicas: Um signo não existe apenas como parte de uma realidade; ele também reflete e refrata uma outra. Ele pode distorcer essa realidade, ser-lhe fiel, ou apreendê-la de um ponto de vista específico, etc. Todo signo está sujeito aos critérios de avaliação ideológica (isto é: se é verdadeiro, falso, correto, justificado, bom, etc.). O domínio do ideológico coincide com o domínio dos signos: são mutuamente correspondentes. Ali onde o signo se encontra, encontra-se também o ideológico. Tudo que é ideológico possui um valor semiótico (BAKHTIN, 2006, p. 30). Automaticamente, o ensino da "tecnologia musical" na Amazônia se configura, em discursos naturalizados e comuns sobre a nossas atividades de professores, como um "desafio". Isso acontece, porque já o significante "tecnologia" vem cheio de preconceitos, de demarcações sociais e geográficas, ou melhor, geopolíticas, bem determinadas. Em outras palavras, quando falamos em tecnologia, falamos de algo que já tem, nas nossas cabeças, tanto um lugar social quanto um lugar geográfico. Cabe ressaltar que, ao interno desse discurso hegemônico, os nossos estudantes partem já longe desses dois lugares, impossibilitados a acessa-los de maneira simples. Esses dois "lugares da tecnologia", portanto, estimulam duas críticas principais, uma que, seguindo o pensamento de Fredric Jameson, tem a ver com a lógica do capitalismo tardio, ou à pós-modernidade (JAMESON, 1984), e a outra que, de acordo com pensadores como Enrique Dussel e Walter Mignolo, tem a ver com a colonialidade, e com a lógica da modernidade (DUSSEL, 2005; MIGNOLO, 2008). Nesse sentido, não podemos ignorar que a Amazônia, a construção cartográfica que celebramos, e em que nos 1 Transcrição da fala apresentada durante o VI SIMA, na Universidade do Estado do Amapá em Macapá, novembro 2017, como parte da mesa redonda "O impacto tecnológico nas práticas criativas musicais: perspectivas para a Amazônia", ministrada junto aos professores Damián Keller e Emanuel Cordeiro
Caderno de resumos: I Encontro do Grupo de Estudos Linguísticos e Literáriosda Região Norte
International audienc
WORLD ORDER TRANSFORMATION AND SOCIOPOLITICAL DESTABILIZATION BASIC RESEARCH PROGRAM WORKING PAPERS SERIES: INTERNATIONAL RELATIONS
International audienceThe present working paper analyzes the world order in the past, present and future as well as the main factors, foundations and ideas underlying the maintaining and change of the international and global order. The first two sections investigate the evolution of the world order starting from the ancient times up to the late twentieth century. The third section analyzes the origin and decline of the world order based on the American hegemony. The authors reveal contradictions of the current unipolar world and explain in what way globalization has become more profitable for the developing countries but not for the developed ones. The paper also explains the strengthening belief that the US leading status will inevitably weaken. In this connection we discuss the alternatives of the American strategy and the possibility of the renaissance of the American leadership. The last section presents a factor analysis which allows stating that the world is shifting toward a new balance of power and is likely to become the world without a leader. The new world order will consist of a number of large blocks, coalitions and countries acting within a framework of rules and mutual responsibility. However, the transition to a new world order will take certain time (about two decades). This period, which we denote as the epoch of new coalitions, will involve a reconfiguration of the World-System and bring an increasing turbulence and conflict intensity.There are grounds to conclude that in 2011–2012 the World-System experienced to some extent a phase transition to a qualitatively new state of global protest activity. This phase transition is shown to bear some resemblance to the one which the World-System experienced in the early 1960s. The first (after 1919) phase transition of this sort occurred in the early 1960s and was related to the growth of global informational connectivity after the World War II, as well as the improvement of the means of protest self-organization due to the spread of television, portable radio receivers, portable electric loud-speakers and other technologies of the Fourth Kondratieff Cycle. The phase transition of the early 2010s was prepared by a new wave of growth of global informational connectivity, as well as the improvement of the means of protest self-organization due to the spread of various technologies of the Fifth Kondratieff cycle (the Internet, satellite television, Twitter and other social networks, mobile telephony etc.). Similarly to what was observed during the Fourth Kondratieff Wave, during the Fifth Cycle while the spread of these technologies was going on for many years before 2011, their internal colossal potential for generating and spreading protest activity was realized in one leap, as a phase transition
Il mondo corre: o pensamento meridiano, sul-versivo e pós-italiano de Eugenio Bennato
International audienc
Bianco, Rosso e Verdone e il silenzio dell'emigrante Pasquale Ametrano: oblii, voti di silenzio e testamenti anti-catartici
International audienceVedere o rivedere il film a episodi Bianco, Rosso e Verdone, scritto, diretto e interpretato da Carlo Verdone nel 1981, 1 dopo intere esistenze, o quasi, vissute fuori dall'Italia, comporta confrontarsi brutalmente con l'episodio di Pasquale Ametrano, l'emigrante che torna dalla Germania per votare e percorre l'Italia da Nord a Sud verso Matera, sua città d'origine. Com'è noto, durante il viaggio Pasquale viene ripetutamente derubato, tanto da arrivare a Matera in condizioni precarie. Pasquale non dice una parola per l'intera durata del film, per poi finalmente esplodere in un lungo sfogo di fronte ai membri del seggio elettorale. L'episodio di Pasquale incornicia il film, che-fatta eccezione per una breve road scene introduttiva-comincia a Monaco di Baviera, al risveglio del nostro, e finisce con lo sfogo al seggio di Matera. Racchiudendo gli altri due episodi, la vicenda di Pasquale può essere vista come una chiave interpretativa all'intero film, che, come è stato notato, contiene riferimenti precisi all'emigrazione da Sud a Nord. 2 In questo breve testo, intendiamo esaminare la vicenda e il personaggio di Pasquale alla ricerca di una trama allegorica che catturi aspetti essenziali delle aspirazioni, delle esperienze, delle rappresentazioni e delle identità degli emigranti che torna(va)no in Italia. La cultura italiana, salvo importanti eccezioni, è caratterizzata da gravi lacune per quanto riguarda la rappresentazione delle vite e delle comunità che i nostri emigranti hanno costruito fuori dal territorio nazionale. 3 Quest'oblio del soggetto diasporico è associato a due tendenze culturali: da un lato, lo snobismo intellettuale delle nostre élite culturali, che hanno tradizionalmente trascurato le umili storie dei nostri emigranti 4 e dall'altro, il desiderio xenofobico di stabilire una distanza dalle vicende degli immigrati che si sono stabiliti in Italia negli ultimi 30 anni. 5 L'oblio dell'emigrante è insomma una funzione della doppia articolazione dell'Altro nazionale: da un lato, l'Altro interno, meridionale/terrone, e dall'altro lato l'immigrato extracomunitario, l'Altro assoluto. 6 In questo contesto, possiamo leggere il silenzio ostinato di Pasquale come metafora del silenziamento e dell'oblio delle miriadi di storie di migrazione da e verso l'Italia: non è tanto Pasquale che non parla, la verità è che nessuno ha voglia di ascoltarlo