Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Not a member yet
    7524 research outputs found

    Trombose venosa cerebral e suas etiologias: uma revisão de escopo

    No full text
    SalvadorIntrodução: A Trombose Venosa Cerebral (TVC) constitui um tipo de desordem vascular, pouco prevalente na população mundial, que é caracterizada pela oclusão dos seios venosos cerebrais ou das veias cerebrais. Embora rara, a doença é rica clinicamente, podendo ser associada a diversos fatores de risco. Com a atualização da literatura, foi observada a necessidade de atualizar o escopo da doença, com finalidade de promover uma maior atenção aos profissionais de saúde e prevenção. Objetivo: O presente estudo possui o objetivo de atualizar, de acordo com a literatura atual, possíveis causas e associações de doenças/características à Trombose Venosa Cerebral. Métodos: Trata-se de uma revisão de escopo que utilizou como base de realização os critérios listados nas diretrizes do PRISMA-Scr (Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses extension for Scoping Reviews). Foram incluídos estudos de origem das bases de dados Pubmed e Embase que avaliaram e associaram indivíduos com Trombose Venosa Cerebral a possíveis etiologias, e estudos que descreveram os perfis dos pacientes, publicados entre os anos 2018 e 2022. Os principais descritores utilizados foram: Venous Sinus Thrombosis and Risk Factors. Resultados: Foram encontrados 1.078 resultados na busca. 48 estudos foram lidos integralmente após exclusão e 10 incluídos na revisão em questão. A literatura atual dos últimos 5 anos discutiu a associação entre a Trombose Venosa Cerebral e a infecção pelo COVID-19 e vacinas desenvolvidas contra o vírus; fatores nutricionais; puerpério; e fatores que geram estados de hipercoagulabilidade. A maioria desses estudos buscou associação positiva entre essas variáveis, e a concentração de local de publicação se demonstrou no continente asiático. Conclusão: Embora a maioria dos estudos incluídos nessa revisão procure indicar associação positiva entre os possíveis fatores de risco e a doença, o contexto em que eles foram publicados deve ser considerado, pois as amostras incluídas foram reduzidas, por se tratar de uma doença sem prevalência alta. Porém, a presença de sintomas neurológicos associados a essas etiologias constitui um sinal de alerta. Dessa forma, sugere-se que estudos com maior seguimento temporal sejam realizados, com número amostral maior, com objetivo de estratificar o real cenário da doença

    ODONTOLOGIA ESTOMATOLOGIA III Plano de Ensino 2022.1

    No full text
    Proporcionar vivências no diagnóstico clínico e radiográfico de lesões do sistema estomatognático, incluindo os subsistemas dental, dentoalveolar, ossos maxilares, glândulas salivares e articulação temporomandibular. Iniciar o treinamento no tratamento cirúrgico de lesões bucais, bem como o manejo de doenças agudas ou crônicas da mucosa bucal ou, ainda, o controle das manifestações bucais de doenças sistêmicas

    FISIOTERAPIA PRATICA DE INTERAÇÃO Plano de Ensino 2022.1

    No full text
    Observação e estudo da prática fisioterapêutica nos contextos hospitalar e ambulatorial

    MEDICINA INTRODUÇÃO À URGÊNCIA E EMERGÊNCIA PRÉ-HOSPITALAR Plano de Ensino 2022.2

    No full text
    Introdução às políticas públicas de urgência e emergência e linhas de cuidado. Treinamento em ambiente de simulação para o atendimento em situações de urgência e emergência pré-hospitalar, considerando segurança do profissional e do paciente. Apresentação das rotinas do sistema de regulação de vagas da rede de serviços de saúde. Realização de visita técnica em unidades móveis de atendimento

    ODONTOLOGIA PRÁTICA AMBULATORIAL DE CLÍNICA INTEGRADA Plano de Ensino 2022.2

    No full text
    Práticas ambulatoriais interdisciplinares, com ênfase em um atendimento integrado de Cariologia, Dentística, Periodontia, Cirurgia Buco-maxilo-facial, Endodontia, Prótese Fixa, no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), atendendo às necessidades dos programas de saúde do Adolescente, da mulher, do adulto e do idoso para a promoção da saúde das comunidades. Orientação quanto à capacitação crítica, atitude ética além do cuidado com as relações interpessoais, inter e intra grupais, humanização e cidadania

    Avaliação do atendimento oferecido a mulheres em abortamento em uma maternidade de referência da cidade de Salvador

    No full text
    INTRODUÇÃO: O abortamento é um problema complexo de saúde pública que envolve diversas esferas socias, apresentando alta incidência no Brasil, seja ele espontâneo ou induzido. Caso o manejo das pacientes não seja executado de forma correta e não vise o atendimento humanizado e aplicação de técnicas adequadas, consequências negativas na saúde mental e reprodutiva das mulheres podem ser provocadas. Nesse contexto, o Ministério da Saúde publicou, em 2005, a Norma Técnica para Atenção Humanizada ao Abortamento (NTAHA), com o intuito de guiar os profissionais no manejo humanizado, ético e eficiente do abortamento, de forma que os traumas e complicações fossem afastados de cada paciente que passa por esse processo delicado. OBJETIVO: Avaliar a aplicação das normas de conduta no atendimento de gestantes em abortamento espontâneo ou induzido, propostas pelo Ministério da Saúde, em uma Maternidade de Referência de Salvador. MÉTODOS: Trata-se de um estudo quantitativo de corte transversal e caráter descritivo, realizado com 105 mulheres maiores de 18 anos atendidas no Instituto de Perinatologia da Bahia. Foram coletados dados de prontuário e entrevista envolvendo admissão, procedimento, conduta humanizada dos profissionais, momento da alta e grau de satisfação com o atendimento. Posteriormente, as variáveis foram registradas e analisadas no Programa Statistical Package for the Social (SPSS), sendo os resultados apresentados em tabelas. RESULTADOS: Sobre características clínicas e obstétricas, o quadro abortivo se instalou de forma espontânea em 81,9% das pacientes, sendo precoce em 79,1% das situações; Entre elas, 88,6% sinalizaram que foram bem informadas e compreenderam sobre quadro clínico. A explanação da equipe médica quanto ao tratamento proposto foi de 87,6% e o bom entendimento dessas informações foi referido por 86,7% das mulheres; Em relação ao tratamento, a curetagem uterina foi o método de escolha em 62,9% dos casos; No momento da alta hospitalar, 52,4% das pacientes referiram que lhes foram dadas informações sobre sinais de retorno, 89,5% sobre orientação contraceptiva e 49,5% sobre a possibilidade de engravidar novamente; O tratamento desrespeitoso no momento do internamento, enquanto aguardava a realização do mesmo e logo após, foi citado por 3,9%, 1,0% e 1,0% das pacientes, respectivamente. O constrangimento foi descrito por 1,9% das mulheres no momento da admissão e durante o procedimento e 1% no momento e após o procedimento. CONCLUSÃO: Apesar da maioria das mulheres se mostrar satisfeita com o atendimento prestado na Instituição, alguns aspectos de conduta precisam ser melhorados, já que não estão sendo colocados em prática. Dessa forma, a aplicação da Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Abortamento (NTAHA) estará sendo cumprida com excelência

    Perfil epidemiológico dos pacientes com câncer de próstata, internados através do sus, no estado da Bahia, no período de 2010-2020

    No full text
    SalvadorO câncer de próstata (CaP) é a segunda malignidade mais frequente em homens (depois de câncer de pulmão) no mundo, sendo 1.414.259 novos casos e 375.304 mortes (4,26% de todas as mortes causadas por câncer em homens) em 2020, segundo as estimativas do GLOBOCAN (11). No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimou que, no ano de 2020, houve aproximadamente 68.840 novos casos desse tipo de tumor, sendo 6.130 na Bahia e 1.090 apenas em Salvador (3). Portanto, conhecer a doença, suas manifestações clínicas, seus fatores de risco e como é conduzido e feito seu diagnóstico, além do seu tratamento é de extrema importância para o manejo da doença. No presente trabalho, foi realizada uma revisão atual sobre a doença com ênfase no perfil epidemiológico dos pacientes mais acometidos. Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico dos pacientes com Câncer de Próstata, internados através do SUS, no território do Estado da Bahia, no período de 2010- 2020. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo observacional realizado com dados secundários do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) entre 2010 e 2020. Os dados incluíram todos os casos confirmados de internação por Câncer de Próstata no estado da Bahia. O estudo considerou: número de casos totais e por ano de internação pelo SUS por Câncer de Próstata; por macrorregião de residência; características demográficas (faixa etária e etnia); e valor gasto com internações (por todas as neoplasias e por neoplasia maligna da próstata). Resultados: Foram registrados 26.241 casos de internações por Câncer de Próstata, no estado da Bahia, entre 2010-2020, sendo 2019 com o maior número de casos (2.882). As internações ocorrem, majoritariamente, nos homens pardos, na faixa etária de 60 a 69 anos. O valor gasto, no período, foi de R$87.333.570,20. Assim, o número de casos e o valor gasto em internações cresceram ao decorrer desses 10 anos analisados. Nesse sentido, a identificação dos grupos mais vulneráveis possibilita o direcionamento de ações e projetos para prevenção, diagnóstico e tratamento. Conclusão: As internações por câncer de próstata na Bahia ocorrem, majoritariamente, na população parda e na faixa etária de 60 a 69 anos. Dessa forma, a identificação dos grupos mais vulneráveis possibilita o direcionamento de ações e projetos para prevenção, diagnóstico e tratamento

    MEDICINA BIOSSEGURANÇA I Plano de Ensino 2022.2

    No full text
    Conhecimento das medidas de biossegurança em nível individual e coletivo. Identificação e utilização de equipamentos de proteção individual. Prevenção e profiláxia de acidentes com pérfuro-cortantes. Adequação das práticas ambulatoriais a cenários de pandemia

    ODONTOLOGIA PRÁTICA AMBULATORIAL DE ESTOMATOLOGIA I Plano de Ensino 2022.1

    No full text
    Ementa do componente curricular não cadastrada

    Perspectivas diagnósticas e terapêuticas da vaginose citolíca: uma revisão sistemática

    No full text
    INTRODUÇÃO: A desregulação de alguns mecanismos que viabilizam a saúde da genitália feminina pode desencadear uma condição denominada de Vaginose Citolítica (VC), caracterizada pela citólise na camada intermediária da vagina. Esta interfere significativamente em vários âmbitos da saúde da mulher. Entretanto, muitos profissionais não tem o conhecimento adequado sobre os critérios diagnósticos dessa condição e acabam por negligenciá-la. Além disso, ainda são poucos os recursos terapêuticos disponíveis para a VC, notando-se uma lacuna no conhecimento no que tange ao seu diagnóstico e tratamento. Portanto, esse estudo teve como objetivo descrever as perspectivas diagnósticas e terapêuticas para a abordagem da Vaginose Citolítica. METODOLOGIA: Consiste em uma Revisão Sistemática da literatura com ênfase nas características clínicas, laboratoriais e epidemiológicas da Vaginose Citolítica. Foram realizadas buscas no PubMed, LILACS, Medline e Scielo, através dos descritores “Vaginose Citolítica”, “Citólise de Döderlein”, “diagnóstico”, “tratamento” e seus correlatos na língua inglesa. A busca foi realizada entre novembro e outubro de 2021, sendo escolhidos estudos publicados entre os anos 2012 e 2021. RESULTADOS: Foram encontrados 40 artigos inicialmente, dos quais foram excluídas três duplicações. Do restante, 25 não se relacionavam com o tema do estudo, sendo definidos 12 artigos para leitura integral. Por fim, foram incluídos seis artigos para avaliação da qualidade metodológica. Nas mulheres com VC, nos estudos selecionados, foram encontrados valores mais baixos de pH vaginal, situados entre 3,5 e 4,5, juntamente com achados de lise do epitélio vaginal e número aumentado de lactobacilos, tendo o L. crispatus como espécie predominante. Além disso, os sintomas genitais mais referidos foram corrimento vaginal de aspecto pastoso ou grumoso, desconforto vulvovaginal relatado como prurido e queimação, bem como dispareunia e hiperemia da região. Ainda, foi evidenciada uma incidência maior de VC em mulheres na faixa de 31 a 35 anos de idade. Outros pontos notórios foram a predominância dos sintomas na fase lútea do ciclo menstrual e melhora destes após banhos de assento com NaHCO3. CONCLUSÃO: A Vaginose Citolítica é uma condição subdiagnosticada, com critérios laboratoriais pouco estudados e escassas alternativas terapêuticas. Isso evidencia a necessidade de se realizar novos estudos acerca dessa condição, a fim de que os profissionais de saúde consigam fazer um diagnóstico acurado e fomentem a busca de novas possibilidades de tratamento

    0

    full texts

    7,524

    metadata records
    Updated in last 30 days.
    Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
    Access Repository Dashboard
    Do you manage Open Research Online? Become a CORE Member to access insider analytics, issue reports and manage access to outputs from your repository in the CORE Repository Dashboard! 👇