Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
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    Impactos da dor em unidades de terapia intensiva uma revisão sistemática

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    SalvadorIntrodução: Nas Unidades de Terapia Intensiva os pacientes são expostos a múltiplos procedimentos que podem ser dolorosos, e nem sempre os profissionais de saúde estão alertas para a dor nesses pacientes. Não obstante, a presença da dor é um fenômeno comum entre os pacientes de UTI, independentemente de sua condição clínica, e sua correta avaliação por meio de instrumentos validados permite melhor adequação das medidas terapêuticas. A avaliação e o manejo inadequado da dor, por sua vez, tem sido associado a uma série de resultados adversos, incluindo aumento da taxa de infecção, ventilação mecânica prolongada, distúrbios hemodinâmicos, delírio e imunidade comprometida. Objetivos: Sumarizar as evidências científicas acerca da incidência e dos impactos da dor em pacientes críticos. Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática de estudos observacionais (bases de dados PUBMED e EMBASE) com critérios de elegibilidade predeterminados. Resultados: Nos 22 estudos incluídos, foi identificado que 10,1% a 61% dos pacientes apresentaram dor em repouso e, 27,4% a 94%, durante os procedimentos. Além disso, houve evidências de melhora nos resultados dos pacientes após o uso de instrumentos validados para a mensuração da dor, incluindo diminuição do tempo de permanência na UTI, duração da ventilação mecânica, mortalidade, delírio, eventos adversos e gravidade da doença. Conclusão: Através do presente estudo foi observado que a dor é um fenômeno comum nas UTI. A identificação e manejo desse sintoma, por sua vez, é uma meta realista e depende da avaliação inicial. Além disso, a avaliação precisa e regular da dor promove melhores desfechos clínicos. Sendo assim, devemos voltar nossos esforços para o cuidado integral ao paciente crítico, objetivando não só sua sobrevivência, mas também o alívio de seu sofrimento

    ENFERMAGEM BIOMORFOFUNCIONAL II Plano de Ensino 2022.2

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    Estudo dos conhecimentos básicos, de forma integrada, dos sistemas respiratório, digestório, endócrino, renal e reprodutor, conectando conteúdos referentes aos constituintes do corpo humano, suas bases celulares e mecanismos de ação molecular, com as interações morfológicas e funcionais, além do desenvolvimento do embrião e do feto humano

    BIOMEDICINA IMUNOLOGIA CLÍNICA Plano de Ensino 2022.1

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    Técnicas imunológicas com reagentes não marcados; técnicas imunológicas com reagentes marcados; anticorpos monoclonais e policlonais; imunoprecipitação; aglutinação; imunofluorescência; imunoquimioluminescência; enzimaimunoensaios; imunodiagnóstico para detecção de vírus; imunodiagnóstico para detecção de bactérias; imunodiagnóstico para detecção de fungos; imunodiagnóstico para detecção de parasitas; marcadores tumorais; marcadores de doença autoimune; hipersensibilidades; imunoterapia; imunoprofilaxia ativa e passiva

    Tratamento da síndrome congestiva pélvica sintomática e seu efeito na dor pélvica crônica avaliada pela escala analógica visual uma metanálise

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    SalvadorIntrodução: Cerca de 60% das mulheres com Insuficiência Venosa Pélvica apresentam a Síndrome Congestiva Pélvica, definida como dor pélvica crônica associada a varizes perineais ou vulvares, sendo esta uma causa ainda subdiagnosticada de dor pélvica crônica. O procedimento de embolização venosa pélvica apresenta um sucesso técnico e clinico significativo, no entanto em aproximadamente 6-31% das pacientes mantem queixas de dor pélvica. Objetivos: Avaliar de forma objetiva a melhora da dor pelvica crônica nas pacientes com síndrome congestiva pélvica, submetidas ao tratamento de embolização venosa pélvica, através da medição pela Escala Visual Analógica (EVA). Métodos:Trata-se de um estudo metanalítico realizado por meio da avaliação de descritores indexados na plataforma Medical Subject Heading (MeSH) e termos variáveis nas seguintes bases de dados: PubMed, ScienceDirect, LILACS, Biblioteca Cochrane e CINAHL até março de 2021, registrada na plataforma “PROSPERO” com número de referência CRD42021246488. Resultados: 1426 pacientes compliados em 19 estudos corresponderam aos critérios de inclusão. Todos os estudos apresentaram diminuição na pontuação da EVA após a embolização venosa, que foi realizada majoritariamente em territóreos gonadais e ilíacos, com molas, plugs vasculares ou agentes embolizantes líquidos, com melhora clínica mantida durante um período médio de 21,7 meses de seguimento. Em uma análise conjunta dos estudos, encontrou-se uma redução de 6.85 pontos na EVA, considerando efeitos fixos, e 5.15 considerando efeitos randômicos. Houve melhora nos sintomas de dispareunia, disúria e disminorreia em 72,5% (n=484) , 74,8% (n=247) e 56,7 (n=657) das pacientes, respectivamente. Houve um diminuição significativa da dismenorreia no subgrupo de pacientes com varizes vulvares. A recidiva de dor pélvica foi a mais relatada, em um tempo médio entre 8,5-21 meses. Conclusão: A embolização venosa pélvica é eficiente na diminuição da dor pélvica crônica secundária à Síndrome Congestiva Pélvica sintomática. Há uma diminuição de todos os sintomas associados à Síndrome Congestiva Pélvica na maioria dos pacientes analisados, avaliados de forma objetiva pela Escala Visual Analógica

    MEDICINA INTERNATO OPTATIVO I Plano de Ensino 2022.1

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    Assistência integral à saúde em instituições de saúde/ensino regionais, nacionais ou internacionais. Atuação interprofissional nos diferentes níveis de atenção com foco na segurança do paciente e nas necessidades de saúde individuais e coletivas, considerando a diversidade de gênero, étnico-racial, sociocultural e histórica. Reflexão sobre diferenças e semelhanças nos sistemas de saúde vivenciados

    FISIOTERAPIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Plano de Ensino 2022.2

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    Execução do projeto de pesquisa (trabalho de conclusão de curso - TCC)

    Prática de atividade física em crianças e adolescentes com doenças cardíacas congênitas estudo transversal com dados preliminares

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    Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaIntrodução: As cardiopatias congênitas (CC) são caracterizadas por anormalidades na estrutura do coração ou na sua função que podem causar alterações hemodinâmicas cardiovasculares. Objetivo: Descrever o perfil do nível de atividade física em crianças e adolescentes com cardiopatias congênitas. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal com dados preliminares, onde a coleta de dados foi realizada no Hospital Martagão Gesteira com crianças e adolescentes cardiopatas, no período de julho a dezembro de 2021. Para avaliação da prática de atividade física, foram aplicados dois questionários: o Physical Activity Questionnaire for Older Children - PAQ C e o Physical Activity Questionnaire for Adolescents - PAQ A para crianças de 8 a 13 anos e adolescentes de 14 a 18 anos respectivamente. Crianças e adolescentes com transtornos psiquiátricos, déficits cognitivos ou dificuldade na compreensão da aplicação dos questionários foram excluídos. Resultados: Foram incluídos 4 pacientes com distribuição igualitária dos sexos, duas crianças possuíam cardiopatia cianogênica e duas acianogênicas, a idade variou de 8 a 14 anos, peso de 19 a 51 kg e altura entre 1,28 a 1,68m. Todas crianças apresentavam índice de massa corpórea (IMC) normal. Todas as crianças apresentaram inatividade segundo o questionário Physical Activity Questionnaire (PAQ). Somente uma das quatro crianças possuíam renda familiar menor que um salário mínimo. Conclusão: Pode-se inferir que, crianças e adolescentes com cardiopatias congênitas, apresentam segundo o Physical Activity Questionnaire (PAQ), inatividade física, demonstrando o quanto essas patologias podem influenciar nas práticas habituais de atividade físicas

    ENFERMAGEM PATOLOGIA Plano de Ensino 2022.2

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    Estudo dos transtornos moleculares, celulares, teciduais e funcionais que correspondem aos processos patológicos comuns às diferentes doenças humanas, incluindo seus fatores causais e de risco

    MEDICINA BIOINTERAÇÃO II Plano de Ensino 2022.2

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    Estudo dos mecanismos de agressão e defesa do organismo. Sinais e sintomas associados às doenças infecciosas mais relevantes na prática clínica. Identificação e interpretação dos métodos diagnósticos parasitológicos, microbiológicos e imunológicos

    Journals Plos One

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    A avaliação da fragilidade tem sido identificada como uma abordagem crítica nas doenças respiratórias crónicas, com impacto substancial no estado de saúde e na funcionalidade na vida adulta. O envelhecimento modifica a resposta imune levando a um estado pró-inflamatório crônico e aumento da suscetibilidade a infecções das vias aéreas. Como as alterações epigenéticas, a disfunção do epitélio das vias aéreas e a atividade inflamatória das citocinas parecem ser mais pronunciadas na imunossenescência, os asmáticos idosos correm maior risco de desfechos clínicos desfavoráveis. Portanto, levantamos a hipótese de que a fragilidade estaria associada ao grau de controle da asma em pacientes idosos com asma moderada a grave. Os objetivos deste estudo são investigar a associação entre fragilidade e controle da asma em pacientes com mais de 60 anos para estimar a prevalência de fragilidade na população deste estudo. Planejamos realizar um estudo transversal com pelo menos 120 pacientes acima de 60 anos com diagnóstico de asma moderada a grave de acordo com as diretrizes da Iniciativa Global para Asma (GINA), tratados em ambulatório de referência. Definimos o controle da asma pelo Questionário de Controle da Asma de seis domínios (ACQ-6) e o fenótipo de fragilidade de acordo com a escala de Fried e a escala visual de fragilidade (VS-Frailty). Esperamos analisar as relações multidimensionais entre fragilidade e asma e contribuir para planos terapêuticos inovadores na asma geriátrica

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